Essa foto foi tirada pelo Evandro Rossi, presidente da LDR, no domingo (22), na final do Regional de Campo em Tapera, onde Selbach levou melhor sobre Tapera e ficou com o título.
Eu com um pessoal do rádio regional: Marcelo Haag (Cultura de Tapera), Júlia Sipp e Carlinhos Hansen (Princesa de Selbach) e Zé Luiz Ortiz (rádios Amizade de Ibirubá e Cultura de Tapera).
Lembrei dos meus tempos de rádio, tendo militado nele por 20 anos. Mais tarde, parti para a escrita mas nunca esqueci o microfone, um doce vício.
Um abraço aos colegas e amigos radialistas e extensivo a todo o pessoal da “latinha”.
Na última sessão do Legislativo taperense, realizada na segunda-feira (23), o presidente Márcio Paulus (PP), fazendo uso da tribuna, falou sobre o contrato da Prefeitura com o Clube Aliança para alugar o bolão da entidade, que estava desativado, para instalação da Feira do Produtor.
Segundo o ele, o município pagará mensalmente ao CA R$ 1,5 mil. O custo da reforma da peça foi de R$ 17 mil, que serão descontados do aluguel.
O vereador, que é dirigente do Clube Aliança, disse que a entidade não sobrevive com a quantidade de associados adimplentes e que a direção decidiu alugar espaços do prédio para manter o Clube aberto. Falou do estacionamento que foi alugado para o Sicredi. Também, que os feirantes estão satisfeitos com o novo endereço e que suas vendas aumentaram.
TRÂNSITO – Alcides Maldaner (PDT), na mesma sessão, disse que a informação do contrato com o Clube Aliança não está no portal da transparência do município. Cobrou ainda do executivo as mudanças no trânsito que a empresa contratada realizou na cidade.
TERÇO – A sessão teve a participação de integrantes dos terços masculino e feminino da Comunidade Católica, que lá foram para apreciar a votação do projeto de lei 054, que institui no município, entre os dias 06 e 12 de outubro de cada ano, a Semana do Rosário Mariano.
ESTÁDIO – Márcio Paulus falou da situação em que se encontra o estádio do América, em péssimo estado de conservação, e disse ser favorável à sua municipalização.
Neste domingo (22), estive no Estádio Dr. Avelino Steffens, do Grêmio Esportivo América, aqui em Tapera, na final do Regional de Campo da LDR, entre Tapera e Selbach, e vencida por Selbach.
Além do jogo e da briga generalizada que houve após a partida, um verdadeiro fiasco em se tratando de duas cidades vizinhas e irmãs, chamou minha atenção o estado de conservação do estádio que já sediou grandes encontros esportivos no passado. Ele está literalmente abandonado. Com exceção do campo e da sede do veterano, o resto está sendo consumido pelo tempo. Parte da cobertura das sociais veio abaixo, assim como o muro da parte norte.
Não sei, mas acho que está mais do que na hora do município assumir aquele complexo e buscar dinheiro fora para reformar e entregá-lo à comunidade para que possa usufruir de tudo aquilo. Aliás, o campo do América poderia ser utilizado para muitas outras coisas que não somente futebol (campo e sete).
Eu conversei com o prefeito de Tapera, Volmar Kuhn, que estava no campo, sobre a municipalização do mesmo e ele me disse que a administração e a direção americana já conversaram a respeito, mas que depende só do América querer ela, a municipalização. Também, que o município se comprometerá a melhorar toda a estrutura daquela praça esportiva.
Já o vice-prefeito Prego Henrich, que também estava lá, me disse que o América tem uma diretoria e que será esta quem deverá dar o aval para a municipalização.
Enfim, o campo precisa ser reformado e mantido e isso somente acontecerá se vier verba de fora pois ninguém daqui vai botar dinheiro em cima para isso.
E uma vez municipalizado o veterano do América poderá ser o responsável pela manutenção de tudo por lá, assim como acontece com os demais estádios municipais taperenses cujas equipes os mantem, no caso Juventude, Operário e Pôr do Sol.
O América jamais voltará então que o complexo seja utilizado pela comunidade antes que apareça alguém disposto a comprar tudo aquilo e transformá-lo em um condomínio fechado, como já me foi falado.
Vamos evoluir essa negociação e fazer algo que seja bom para todos.
Pensando nas eleições, que estão começando a ganhar forma, já com a mobilização de diversos partidos políticos, é possível chegar à conclusão de que a tão esperada “terceira via”, para combater Bolsonaro e Lula, não irá vingar.
E mais: é de se ter a certeza de que a articulação desse terceiro elemento não passa de uma armação, no intuito de, primeiramente, tirar uma temperatura do cenário político atual e verificar qual dos dois candidatos estará melhor colocado nas pesquisas, para posteriormente, acompanha-lo e, consequentemente, continuar “mamando nas tetas” do erário.
Esse bloco nunca teve interesse em vencer a eleição, mas se posicionar ao lado do melhor colocado, para continuar obtendo as mais diversas vantagens – o que é quase que um pressuposto da política brasileira.
E o povo que os elege? Que se lasque! Ele é iludido a cada quatro anos e, ao que parece, adora sê-lo, pois, toda vez, vota nos mesmos e nada muda.
Enfim, penso que o Brasil só mudará no dia que seu povo mudar a maneira de votar, no dia em que souber escolher pessoas decentes e comprometidas com o seu cargo – que é válido lembrar: trata-se de um trabalho público, que deve servir à população.
No mais, a gente segue em comitiva…
O Instituto Paraná Pesquisas realizou levantamento no Rio Grande do Sul sobre a corrida presidencial e divulgou o resultado no sábado (21).
De acordo com a pesquisa estimulada, o presidente lidera as intenções de voto da gauchada com 40,1%. Lula, segundo colocado, aparece com 34,2%.
Em seguida aparecem: Ciro Gomes (6,4%), João Doria (2,1%), Simone Tebet (0,9%), André Janones (0,8%), Vera Lúcia (0,6%), Pablo Marçal (0,5%), Luiz Felipe d’Ávila (0,3%) e Eymael e Luciano Bivar (0,1%).
Bolsonaro também está à frente na pesquisa espontânea. Nesse cenário, ele tem 24,6% das intenções de voto. Lula é o segundo, com 20,2%, e Ciro Gomes ocupa a terceira posição, com 1,7%.
Sabemos que, com a pandemia, muita coisa mudou, principalmente, no que diz respeito às configurações relacionadas ao ambiente de trabalho. O pessoal que trabalha em escritórios, compartilhando aquelas mesas compridas, cada um com o seu computador, nas grandes empresas, teve a oportunidade de, mesmo após as restrições sanitárias decorrentes da Covid-19, ficar exercendo as suas funções em casa – o famigerado “home office”.
Isso porque percebeu-se que, em geral, houve uma melhora no rendimento do trabalhador, que teve a possibilidade de conciliar as tarefas do trabalho com outras atividades mais “descontraídas”, de entretenimento (assistir a uma série, brincar com o bichinho de estimação e até “dar uma geral” na casa, por exemplo), e até ficar com os filhos.
Não posso afirmar que isso é uma verdade absoluta, até porque conheço pessoas que trabalharam na modalidade de “home office”, durante a pandemia, e tiveram uma péssima experiência, pois se sentiram sobrecarregadas e esgotadas, já que as demandas laborais acabavam se estendendo para além do horário de expediente. E imagine, ainda, ter que trabalhar em casa, na presença de filhos pequenos, com toda a sua energia e todas as exigências dessa galera? Não deve ter sido nada fácil.
Mas, resolvi falar dessa questão da flexibilidade do ambiente de trabalho, porque, esses dias, vi uma matéria, na televisão, que falava sobre o “profissional de alto impacto”. Talvez, você já deve ter ouvido falar nele, mas, se não ouviu, com certeza, vai se familiarizar com esse termo, porque ele é a aposta das empresas, daqui para frente.
Então, achei interessante que, de acordo com um estudo realizado, constatou-se que os profissionais que conseguem equilibrar o trabalho com a vida pessoal são mais produtivos. E as empresas estão valorizando cada vez mais esse tipo de funcionário – e não mais aquela figura tradicional do “workaholick”, do “viciado em trabalho”, que se orgulha de levar tarefas para casa e de ficar preso ao computador, resolvendo pendências até altas horas da madrugada ou nos finais de semana.
O que o mercado já percebeu, então, é que a produtividade de um profissional não é medida pelo cartão ponto, por quantas horas ele passa no ambiente de trabalho – muitas vezes, apenas esperando o tempo passar. O que vale é, justamente, o impacto do trabalho que o funcionário faz, o bom resultado que ele obtém, dentro do tempo exigido.
E, para que o colaborador colha esses bons resultados e exerça as suas atividades com disposição, com a cabeça arejada, é necessário que ele mantenha um equilíbrio entre o trabalho e a vida pessoal – que dedique um tempo para aproveitar os momentos com a família e os amigos; que pratique algum esporte; tenha algum hobby.
Penso que, em tempos de crise e em que o mercado está cada vez mais exigente e “sugando” os seus trabalhadores, é extremamente importante essa mudança de mentalidade, por parte das empresas. É um grande avanço – e espero que essa ideia se multiplique – porque é uma questão de valorizar o colaborador e evitar que ele seja acometido por doenças, como a “síndrome de burnout”, que é o esgotamento físico e mental ocasionado pelo trabalho excessivo, pelo acúmulo de funções.
Em tempo: eu sou uma mistura do profissional que prefere o “home office”, mas que também trabalha de domingo a domingo. E agora, o que eu faço?
Sobre essa guerra absurda na Ucrânia, invadida pela Rússia. A Rússia e o seu dono, Vladimir Putin, acreditam mesmo que um dia serão atacados ou invadidos pelos países integrantes da OTAN/NATO? Eu acho que isso nunca acontecerá por que estes estão mais preocupados em tocar as suas próprias vidas, sem medo algum.
E será mesmo que a Rússia cumpriria suas ameaças de retalia-los com força nuclear? Também acho que não, pois quando apertarem um botão a Federação Russa terá declarado sua destruição, pois no mesmo instante virão misseis de tudo quanto é lado para cima dela. Putin é louco, mas não é burro. Nem seus generais e muito menos seus amigos bilionários (oligarcas).
Claro, isso é uma digressão, mas sabe como é…
Outra coisa. Será que a Rússia tem mesmo todo esse poderio militar que diz ter? Sim, por que ela está tomando pau do exército ucraniano e não está conseguindo subjugar o país vizinho que já foi seu parceiro na antiga URSS, juntamente com outros 13 países, que incorporaram todo o poderio bélico da ex-União Soviética.
A Rússia me aparece aquele rico falido que para não demonstrar a sua situação financeira fica comprando carro novo. Mas, não tem mais nenhum na carteira.
Para mim, isso tudo é bazófia de Putin.
A propósito. O povo russo não pensa em tirar o maluco do Kremlin?
“Quem planeja a sua vida tem futuro. Quem não planeja tem destino”.
Desconheço a autoria
O vereador Alcides Maldaner (PDT), fazendo uso da tribuna na última sessão da Câmara de Vereadores de Tapera, realizada na segunda-feira (16), fez uma série de pedidos à Administração Municipal. Todas pertinentes.
Ele quer saber quanto a Prefeitura gastou com a reforma da peça no Clube Aliança, uma entidade privada, para abrigar a Feira do Produtor e qual é o valor pago de aluguel à entidade. Diz que essas informações não estão no portal da transparência do município e que a comunidade e também os associados do Clube querem saber.
Pediu ainda qual o valor pago à empresa que realizou o estudo do trânsito na cidade e que providências serão tomadas a partir dele, pois segundo ele ainda não houve nenhuma mudança na mesma. O colega Altemir Krapper (MDB), de situação, respondeu que o projeto está pronto e que em breve será colocado em prática para então se ver as mudanças no trânsito.
Maldaner pediu ainda à administração municipal que realize uma limpeza na cidade para se evitar que a água invada casas como vem ocorrendo constantemente, e que melhore os acessos às propriedades do interior que enfrentam sérios problemas em dias chuvosos.
O presidente Márcio Paulus (PP), fazendo igualmente uso da tribuna, informou que o senador Luiz Carlos Heinze (PP) enviou nova emenda ao Hospital Roque Gonzalez, desta feita de R$ 250 mil, para custeio de média e alta complexidade. Disse ainda que, de 2019 até agora, o senador enviou a Tapera mais de R$ 1,4 milhão em emendas parlamentares (Hospital, APAE, Conselho Tutelar, ginásios e saúde do município).
Quem também fez uso da tribuna foi Pipe dos Santos (PP). Ele falou sobre o PL 050, que cria a Rede de Proteção à Criança e ao Adolescente em Tapera, aprovada naquela noite, e pediu aos colegas que acompanhem este trabalho no município a partir de agora pela sua importância.
Na manhã desta quarta-feira (18), algumas pessoas me cobraram, da imprensa, o ciclone que não deu as caras por aqui, em Tapera e região, e que fez as escolas cancelarem suas aulas. Uma amiga sentou nas tamancas dizendo que a imprensa botou pavor nas pessoas neste sentido.
Olha, não é bem assim. A imprensa apenas divulgou o que a Defesa Civil do Estado informou ao povo gaúcho sobre o que poderia acontecer no Estado, não especificando onde passaria o tal ciclone subtropical.
Por uma questão de justiça estou fazendo aqui este comentário. E que bom que nada aconteceu por aqui, pois infelizmente os ventos causaram muitos estragos pelo RS como se viu pela imprensa.