Blog do Sarico

Incêndio nas lavouras


Segundo os bombeiros, isso acontece devido à estiagem e ao forte calor sendo o agente provocador da queima tocos de cigarro e latas metálicas jogados para fora do veículo. O vento num toco de cigarro e o sol ardente sobre o alumínio provocam fogo.

O bom seria que todos se conscientizassem sobre o problema. Os motoristas e caroneiros cuidando com o que jogam para fora da condução, falando em cigarro ou bebida, e o produtor rural levando junto um pulverizador com água por garantia. Também que mantenha sua colheitadeira limpa após cada safra. E os vizinhos poderiam ficar atentos à movimentação nas lavouras próximas para ajudar no caso de um imprevisto, pois o problema de um pode tornar-se de outros.

Vamos ficar atentos, principalmente pelo que a meteorologia vem prevendo para os próximos meses.

Debate


O candidato a prefeito de Tapera (RS), Nestor Arnemann (PTB), no programa de rádio do horário político deste sábado (24), provocou seus adversários para um debate. Acho a ideia muito boa, pois a comunidade teria a oportunidade de ouvir ou ver, dependendo do formato do mesmo, o programa de governo dos três candidatos ao posto mais alto do município, e ainda participar dele com perguntas tirando possíveis dúvidas e até dando sugestões.

Acredito que Tapera ganharia com um debate, pois saberíamos mais e oficialmente o que se comenta nas ruas, nos bares, nos escritórios e nas casas quando das visitas à cata de votos. Tudo ali, preto no branco.

Será que vamos ter um debate nesta eleição? E, pelo visto, tema é o que não faltará para discussão entre os três postulantes ao “Palácio dos Ipês”, nos altos do bairro Progresso.

Aqueceu a chapa


Enquanto na maioria dos municípios da região a eleição está pegando fogo por conta da disputa pela Prefeitura, em Tapera a coisa estava calma. Estava, por que a chapa começou a esquentar nesta semana com a questão envolvendo os valores deixados em caixa pelo ex-prefeito Nestor Arnemann, em 2009, que gerou um bate-boca entre a coligação MDB/PP e o PTB no programa de rádio e nas redes sociais.

Os mais atentos sabem o que ocorreu e não existem duas verdades.

A propósito. Este, com toda certeza, seria um dos temas para um possível debate.

Morre Itelmar Gobbi, um dos criadores do Miura


Itelmar Gobbi, um dos criadores do Miura, morreu nesta sexta-feira (23), aos 83 anos, em Porto Alegre. A causa da morte não foi revelada pela família.

Gobbi, tem relação intima com Tapera (RS), onde veio criança de Marau (RS) com sua família instalando-se na Linha São Pedro, interior do município. Suas duas irmãs, as professoras Inês Bauermann e Vana Gobbi, residem no município.

Itelmar Gobbi foi responsável pelo design dos 11 modelos produzidos pela marca brasileira entre 1977 a 1992. Os carros Miura foram produzidos em parceria com Aldo Besson, falecido em 2011.

O corpo de Itelmar Gobbi deverá ser sepultado hoje, em Porto Alegre.

Lembra do Grupo?


Nesta semana, recebi pela internet algumas fotos do antigo Grupo Escolar Barão de Caçapava (GEBC) aqui de Tapera (RS), onde iniciei meus estudos, de 1968 a 1972.

O Grupo, como nós o chamávamos, ficava onde hoje funciona a Secretaria de Assistência Social, na Rua Guido Mombelli. E nele, havia uma grande área gramada onde ficava o campo de futebol. Na divisa do terreno, na parte de baixo, havia uma cerca viva e do outro lado um pomar que enchia os olhos da criançada, mas que era intransponível devido aos espinhos e a altura. Tinha também os WCs ou a patente. Tudo isso ficava onde hoje está o Centro de Convivência do Idoso. Ainda na Guido Mombelli, na frente da escola, havia alguns brinquedos de ferro e madeira iguais ao da antiga Praça Central e várias árvores de uva do Japão. Na mesma rua havia ainda a oficina do Manfrin.

Na parte de cima, do outro lado da hoje Rua Bento Gonçalves, que vai dar no CTG Guido Mombelli, havia a caixa d’água da Corsan, que continua lá, e das salas da parte de cima se via uma invernada que ia até a Vila Brasília, então com poucas casas. Eu vi o hoje bairro Brasília crescer. E da minha sala eu via os alunos que residiam na “Brasa”, como é carinhosamente chamada, atravessando aquele campo branco coberto de geada no forte do inverno.

Fiz muitos amigos e amigas no Grupo que mantenho até hoje e que levei após para o Dionísio e o Imaculada, esta a escola das freiras. E quando nos encontramos a gente lembra de muitas histórias e de colegas e professores da época dos três educandários.

O GEBC, que iniciou suas atividades em 1939, funcionou até 1972, quando foi incorporado pelo Ginásio Taperense. Em 1976, a escola se tornou a atual Dionísio Lothário Chassot, homenagem ao primeiro prefeito do município.

O ocaso da Globo


O que está acontecendo com a Rede Globo? A emissora está demitindo aos montes astros e estrelas de primeira grandeza, rebaixando salários dos que ficam e deixando a desejar no esporte, uma mina de ouro em se tratando de Brasil. O que há, afinal?

Será que este revés do plim-plim tem a ver com a economia, com a pandemia ou com o governo federal que fechou as torneiras para ela? E tem ainda várias denúncias contra si, sendo algumas delas cabeludas.

A Globo agoniza, mas continua líder no País, especialmente no jornalismo e nas produções em geral. Isso é indiscutível. E, claro, a ela se passa às vezes na condução do seu conteúdo jornalístico.

O pessoal diz que não assiste a Globo, mas a maioria assiste, sim. Conheço gente que diz negar-se a assisti-la e que é desmentido por um familiar seu.

Enfim, vamos ver se as demais emissoras brasileiras têm cacife para ocupar o lugar dela. O campo está aberto.

Vacina


 

O Brasil está brigando por uma vacina que cure sua população da Covid-19. E essas vacinas que estão falando aí serão eficazes? Nós podemos confiar nelas?

É só uma pergunta, afinal a pressa é grande, a paciência está acabando e estamos às portas de uma eleição.

Essa modernidade…


Numa manhã dessas, bem cedo, enquanto publicava a edição do JEAcontece na internet, na Rádio Cultura de Tapera (RS) rodavam músicas gauchescas e sertanejas alternadas, e lembrei do meu tempo de operador de áudio na antiga Rádio Gazeta, lá no início dos anos 80.

E comecei a lembrar de como eram as coisas naquela época. Hoje, é fácil rodar uma música pois estão todas elas, milhares delas, armazenadas no computador, e é só selecionar uma e mandar para o ar. Antigamente, enquanto tocava uma canção em dois grandes toca-discos ou enquanto o locutor comunicava, íamos até a discoteca, que ocupava uma sala inteira com grandes prateleiras no prédio da Rua Tiradentes, onde está a Laurindo Motos, e escolhia alguns álbuns de sucessos para serem rodados. Tirava o vinil da capa, limpava-o e o colocava no prato para em seguida colocar a agulha sobre a faixa escolhida pelo comunicador, o ouvinte ou por mim mesmo, para rodar.

Tinha ainda a mesa de som, que em nada se parece com as atuais. Antigamente se girava grandes botões, hoje se apertam teclas com um simples toque. Os recursos de hoje são ilimitados nas mesmas, enquanto que antigamente havia apenas uma câmara de eco nelas. Demais sons e efeitos eram tudo em cartuchos gravados no estúdio de gravação ou comprados fora do município.

As cartucheiras era onde se colocavam os cartuchos das propagandas para serem veiculadas, semelhantes as fitas cassetes, tudo anotado em planilha de papel. Hoje, tudo isso está no computador, aliás no monitor.

Para se colocar a emissora no ar era preciso ir até o transmissor, que ficava atrás da unidade da Cotribá, na ERS 223. Cansei de ir até lá de madrugada debaixo de temporal e de geada para ligar o equipamento. O transmissor era do tamanho de um armário de três portas, com válvulas do tamanho de uma garrafa térmica. Hoje, ele cabe numa caixa de sapatos.

Hoje em dia, a maioria das coisas que se usou a 20, 30 anos estão obsoletas e encostadas em algum canto, como as máquinas de escrever e as câmeras fotográficas (com filme). E a coisa vai evoluindo cada vez mais. Uma loucura isso.

Confesso que, com quase seis décadas nas costas, me assombro com certas coisas que vejo. E fico imaginando como serão as coisas daqui há 20, 30 anos.

Mourão 2022


O presidente Bolsonaro já assinalou a algumas pessoas próximas a ele que não deseja o general Hamilton Mourão novamente como seu vice, em 2022. Pois, os militares acham que Mourão deve concorrer ao governo do Rio Grande do Sul ou a vaga de senador de Lasier Martins.

Mourão é um baita nome para os dois cargos e já deu mostras de sua capacidade.

Frase do Dia


“Pessoas ricas ficam mais ricas porque agem como se estivessem quebradas. Pessoas pobres ficam ainda mais pobres porque agem como se fossem ricas”.

Desconheço a autoria.