Blog do Sarico

Fôlego


As grandes empresas têm fôlego para se manter durante a pandemia e a crise por que estamos passando. Mas, e as pequenas? O que será delas depois disso tudo? E de seus colaboradores?

Tempos sombrios estão vindo por aí, além da morte.

Decoração minguada


Quem andou pelo centro de Tapera (RS) por estes dias que antecederam a Páscoa deve ter percebido que a decoração pascalina se ateve a colocação de imagens de coelhos espalhados pela Avenida e também no trevo de acesso à cidade. Nas empresas, poucas foram as que decoraram a sua fachada ou sua vitrine com motivos da Páscoa. E as que haviam eram bem modestas.

Isso espelha a realidade de nosso comércio em tempos de pandemia com lojas fechadas, vendas a conta gotas e apreensão de empresários e trabalhadores quanto ao futuro.

Que fase estamos vivendo. E isso ainda se estenderá por um bom tempo, infelizmente. E quem passar por tudo isso sairá vivo ao final, tanto patrões como empregados.

A saúde de nossos universitários


A ONG Chegg realizou uma pesquisa com os universitários brasileiros para saber como anda sua saúde em tempos de pandemia. O resultado foi que 76% deles disseram que sua saúde mental foi prejudicada durante o período de pandemia. É um dos níveis mais altos entre os países pesquisados, ao lado de EUA (75%) e Canadá (73%).

Desses entrevistados, 6% se automutilaram, 21% procuraram ajuda profissional e 87% disseram que o nível de estresses e ansiedade aumentou.

O levantamento ouviu cerca de 17 mil estudantes universitários de 18 a 21 anos em 21 países, inclusive mil do Brasil.

No último ano, 61% dos universitários brasileiros informaram que tiveram dificuldade para arcar com seu custo de vida. De acordo com a pesquisa, 93% dos estudantes brasileiros pararam de ter aulas presenciais durante a pandemia de Covid-19, a segunda maior média entre os países pesquisados, atrás do Japão (95%).

O inferno vai continuar, infelizmente.

USP pesquisa


A Universidade de São Paulo (USP) está realizando uma pesquisa para saber por que os jovens estão morrendo em decorrência da Covid-19.

Acho que ela já sabe a resposta: aglomerações.

E ainda sobre a pandemia. Ao final de tudo isso aí nós vamos ver quem estava certo. Ou falava a verdade.

Páscoa


A Páscoa está vindo aí e você já conferiu o preço dos ovos de chocolate? Parece que eles têm ouro no seu interior.

Lembro de quando era criança, os ovos eram puros e maciços e a gente ganhava vários deles e de vários tamanhos. Hoje, eles são ocos, não são puros e custam o olho da cara.

Vai ter muita criança (filho, parente e afilhado) sem chocolate este ano, ou pelo menos, com um ninho bem minguado.

E que saudades de acordar bem cedo e, ainda de pijama, correr para fora de casa para procurar o “ninho”. E não era um ninho qualquer. Era uma cesta de vime grande, forrada com palha, repleta de ovos e coelhinhos de chocolate de vários tamanhos, bombons, pirulitos, ovos de galinha com amendoim, goma, pão de mel, entre outros. Aquilo tudo demorava um mês para ser consumido, pois havia regra de quantos se podia comer por dia.

Olha, naquele tempo, a gente era feliz e não sabia. Claro, pois não havia boletos para serem pagos e nem as preocupações do mundo adulto.

Uma feliz Páscoa a você

A vacinação em Tapera


Segundo a Secretaria de Saúde de Tapera (RS), de 20 de janeiro a 26 de março, chegaram no município 2.088 doses da vacina em 14 etapas. Destas, 1.714 foram para a primeira dose e as restantes 374 para a segunda.

A população taperense é de 10.577 habitantes. Até o momento não se sabe até que idade serão destinadas as vacinas. Já li que não será vacinada a população abaixo de 18 anos, mas não há nada certo neste sentido. O governo ainda não definiu a questão.

Pelo que se vê e no ritmo que as vacinas estão chegando, acredito que até a metade do ano todos os taperenses estarão vacinados. Pelo menos quem deve receber a imunização.

Agora, e se esta vacina tivesse chegado no segundo semestre do ano passado será que nós ainda estaríamos vivendo esta crise infernal que está aí?

É só uma pergunta.

Por que jogou?


A CEF comunicou nesta semana que o ganhador da Mega Sena da virada não apareceu para pegar seus R$ 162 milhões. E, como o prazo prescreveu, ele perdeu o dinheiro a resgatá-lo.

Imagina o que deixou de comprar. Deixou de mudar de vida. Ou de aumentar consideravelmente seu patrimônio.

Aí a pergunta que não quer calar: por que jogou?

Fiscalização


Alguns empresários aqui de Tapera (RS) estão desgostosos com a fiscalização da Prefeitura por conta da rigidez na sua atuação. E eles deixam isso bem claro no grupo da ACIT no Whatsapp e também nas conversas ao “vivo”. A bem da verdade os fiscais apenas cumprem ordens. E, pelo visto, as estão cumprindo satisfatoriamente.

Essa pandemia está deixando a todos com os nervos à flor da pele por conta das decisões tomadas, que vem de cima. E esse inferno ainda está longe de acabar.

É preciso todos mantermos a calma nesta hora desgraçada por que passamos.

Uns vem outros não


Em reunião realizada na manhã do último sábado (27), na Câmara de Vereadores de Selbach (RS), a SASE deu posse à sua nova diretoria, ela que participará da Série Ouro 2021.

Os novos dirigentes:
– Presidente: César Augusto Junges, o “Nico”
– Vice-presidente: Pedro Jorge Jaeger
– Tesoureiro: João Elói Werlang
– 2º Tesoureiro: Jorge César Ludwig
– Secretário: Abimael Hilgerdt
– 2º Secretário: Fabrício Schneider.

A SASE e o Guarany vem aí. O América e a ASIF permanecem fora.

Aliás, falando em América soube que a equipe taperense ainda não fechou o livro.

É droga, mas tem que esperar


Acho engraçado quando vejo uma ocorrência policial e lá aparece que alguém foi preso portando uma substância com as mesmas características da droga tal. O pessoal faz isso por que primeiro é preciso que a polícia técnica diga se o que foi apreendido é ou não droga. É a lei, mas que é engraçado é.

Digo isso por que nenhum traficante vai ser preso de posse de farinha de trigo, grama, doce de leite ou confete (chocolate).

E falando nisso, você já reparou na quantidade de drogas que a polícia vem apreendendo pelo Brasil afora? Essa pandemia parece que aumentou o consumo e também o número de usuários.

O círculo nunca se fecha, infelizmente.