No próximo dia 13, a ACIT de Tapera realizará assembleia para tratar sobre diversos assuntos, entre os quais, a eleição da nova diretoria. A presidente Liciene Ciprandi, que assumiu a entidade com o falecimento do Pinha, não pretende continuar no cargo, apesar de continuar colaborando com a Associação. E até o momento ninguém colocou seu nome à disposição para assumi-la, nem o atual grupo indicou um nome.
Neste período que antecede a assembleia, a direção da ACIT deverá se reunir para definir uma chapa a ser apresentada aos associados no dia 13.
A ACIT, pelo trabalho que realiza em favor de seus associados e do município, não pode parar. E não vai.
Na noite do último dia 25, o Daniel Nascimento, diretor da Mega Tintas, empresa especializada em tintas automotivas, imobiliárias e industriais, e que abriu suas portas aqui em Tapera, me convidou para uma reunião com vários proprietários de oficinas mecânicas da região para lhes apresentar os produtos que serão oferecidos a partir de agora.
E nesta reunião havia um pessoal da WEG, mostrando sua linha de tintas. Enquanto um deles mostrava tudo no telão, outro consertava um carro com um dano no para-lama dianteiro esquerdo. Com alguns equipamentos, o cara recuperou o carro em menos de duas horas deixando-o pronto para ser entregue a seu proprietário. Ele passou um produto, lixou a peça e passou outro produto e o serviço estava pronto.
Segundo Dani Nascimento, a ideia é realizar um serviço no menor tempo possível para que o cliente tenha o seu veículo o quanto antes. A ideia de um dia inteiro sem carro é passado. Claro, dependendo do tamanho do reparo a ser feito nele.
De acordo com o Dani ainda, a WEG, com a atuação no Brasil e na América Latina, tem uma parceria forte com a Mega Tintas, tanto que hoje ela é seu maior cliente no Rio Grande do Sul e o 4º no Brasil, competindo com revendas de grandes centros.
Por fim, a Mega Tintas ofereceu um jantar aos convidados.
“A forma mais fácil de dominar uma nação é a desinformação, ou informação manipulada, por isso quanto mais controle o governo tiver sobre a mídia, mais fácil será atingir os seus objetivos”.
Tamy Henrique Reis Gomes
Nesta quarta-feira (01), é comemorado o Dia da Imprensa no Brasil. Pois, neste ano, dois dos grandes veículos de comunicação de Tapera e da região completou e completarão aniversários “cheios”: o jornal JEAcontece, do qual sou fundador e diretor, completou 10 anos no último dia 03 de março; e a Rádio Cultura, que já foi Gazeta, e da qual fui um de seus primeiros funcionários, completará 40 anos no dia 31 de dezembro.
São duas datas importantes que precisam ser comemoradas pelas empresas e pela comunidade taperense por sua história e serviço que vem prestando nestes anos todos.
Puxando pela memória, Tapera, na sua caminhada de 67 anos como município, teve 17 veículos de comunicação, sendo 10 jornais impressos, 02 emissoras de rádio, 04 blogs e 01 jornal eletrônico. Destes, apenas 06 ainda estão em atividade no município: as rádios Cultura e Studio, o jornal impresso Integração, o Blog do Sarico (na plataforma Blogspot), o Blog do Sarico (no Facebook) e o JEAcontece.
Me sinto feliz e orgulhoso por ter participado e contribuído com a imprensa da minha terra, tendo trabalhado em 7 dos 17 veículos. Fui colaborador da Rádio Gazeta e dos jornais Integração e Integração das Cidades e fui fundador do jornal Última Hora, Blog do Sarico, Blog do Sarico (Facebook) e do JEAcontece.
Ainda em 2022, estarei completando 40 anos de atuação na imprensa tendo neste período criado uma forte marca pelo estilo profissional de trabalhar e que resultou em uma credibilidade inconteste.
A propósito. Eu estou recuperando a história de todos os veículos de comunicação de Tapera ao longo de sua história e, tão logo tenha tudo em mãos, publicarei. Aguardem.
Essas fotos são da assessoria de imprensa da Prefeitura de Selbach e mostram o trabalho de pintura do meio-fio realizado no interior do município: Floresta e Bela Vista.
O que chama atenção nelas é a limpeza das ruas. Se Selbach faz isso com o seu interior imagine como deve estar a cidade.
O exemplo do outro lado do rio Colorado – limpeza da cidade – bem que poderia ser copiado.
“Não se pode falar em “liberdade de expressão” de uma imprensa que divulga apenas fatos transitado e julgado, isso não é imprensa, é mural de informações”.
Janicelio
Eu tenho 40 anos de “estrada” no jornalismo e aprendi e também vi muita coisa nestes anos todos, e o que mais me chateia na minha profissão é a imprensa estando nas mãos de políticos e de governos, atuando como “chapa branca”.
A Playboy é uma revista de entretenimento erótico, direcionada ao público masculino, que foi fundada por Hugh Hefner, em 1953, nos EUA. Os cinquentões, sessentões e até setentões devem saber muito bem do que estou falando. A cada edição, uma mulher (que passava, então, a ser chamada de “Coelhinha”) estampava a capa da revista, com uma foto sensual, sendo que, nas páginas centrais, havia um ensaio nu da modelo ou atriz.
Pois, numa noite dessas, pilotando o controle da televisão, acabei parando em um canal que exibia uma reportagem sobre “os arquivos secretos da Playboy” – título que despertou a minha curiosidade, e então, resolvi assistir.
A matéria trazia o relato de várias mulheres que contaram o que acontecia na famosa mansão de Hugh Hefner, conhecida como “Mansão da Playboy”, antes da escolha da “coelhinha” ou playmate do mês e após a circulação da revista.
Os depoimentos eram constrangedores e me causaram repulsa, diante de todo o abuso sofrido pelas mulheres. O próprio Hefner e seus convidados – a maioria, gente rica e famosa – drogavam as mulheres e abusam sexualmente delas. No dia seguinte a todas as barbaridades cometidas, um carro as levava para seu destino, e com um recado: “se abrir a boca, você será apagada”. Então, por medo, as mulheres se calavam.
Mas, com o passar dos anos, principalmente, após a morte do fundador da revista – que vendia, aos seus leitores, um estilo de vida bacana semelhante ao seu (como se todos os consumidores da Playboy pudessem alcançar o mesmo padrão de vida dele, regado a luxo, mulheres, drogas e todo e qualquer tipo de excesso e excentricidade) – em 2017, as “Coelhinhas”, aos poucos, foram abrindo a “caixa de pandora” e passaram a revelar os bastidores podres da revista masculina mais famosa do mundo.
E é sempre bom lembrar que, desde o seu início, a indústria da pornografia sempre explorou as mulheres, submetendo-as a uma série de abusos e violências, em seus bastidores – o que é extremamente problemático e indigno.
Desde março de 2020, a Playboy não circula mais no formato impresso, apenas digital, tendo apenas uma edição anual impressa para colecionadores. Diante disso, compartilho, então, o questionamento que vi em uma outra reportagem sobre o tema: será que mudou o homem ou mudou o mundo?
Na manhã da última terça-feira (24), uma Saveiro branca descia a Rua Rui Barbosa, aqui em Tapera, quando uma criança, indo para a escola, atravessou a faixa de segurança lateral à Igreja Matriz. O menino, sabendo que a faixa é sua, ingressou nela tranquilamente e, por muito pouco, não foi atropelado pela camionete e o motorista ainda buzinou para ela como se ela estivesse errada. O menino, muito assustado, não entendeu absolutamente nada do que havia acontecido.
No trânsito, é preciso estarmos (bem) atentos o tempo todo, com olhos e ouvidos bem abertos, pedestres e motoristas.
Agora, aqui em Tapera está complicado dirigir. Alguns motoristas nossos, em bom número, diga-se de passagem, não sabem que faixa de segurança é do pedestre e ela lhe dá preferência. Outra. O pisca é para ser usado. Ele não é acessório do veículo.
“O ser humano é um bicho que não deu certo”.
Desconheço a autoria, mês pelo que ele faz é a mais pura verdade.
Nesta segunda-feira (23), estive no CAIS, aqui em Tapera, para tomar a quarta dose da vacina contra a Covid-19 – e, como sempre, fui muito bem atendido pela equipe da Saúde.
Estou fazendo a minha parte – porque, como eu já comentei várias vezes aqui, a gente não toma a vacina para si, mas pelos outros, já que ela é um pacto coletivo de saúde, ao qual todos os cidadãos devem aderir para dar certo.
Então, fica o meu apelo para que o pessoal continue tomando as doses que forem recomendadas, conforme a sua faixa etária, para que não deixemos que o vírus da Covid-19 sofra mais e mais mutações, retrocedendo todo o avanço que já conquistamos no combate dessa terrível doença.
E já está mais do que comprovado – pois as estatísticas mostram – que a vacinação contribuiu para o abrandamento da pandemia, reduzindo a taxa de óbitos e de hospitalizações por casos graves, em decorrência da Covid-19.
E, agora, com a iminência do inverno, também é necessário que nos vacinemos contra a gripe, que é a grande vilã das baixas temperaturas. Tudo isso porque não há preço que pague viver bem e com saúde, ao lado de nossos entes queridos.