A Câmara dos Deputados barrou uma homenagem ao juiz Sérgio Moro.
Diz O Globo:
“Depois de passar semanas na pauta da Comissão de Segurança Pública, o requerimento que prevê moção de louvor da Câmara ao juiz Sergio Moro acabou sendo retirado da lista de votações do colegiado pelo autor, o deputado Capitão Augusto (PR).
Num Congresso de investigados, não havia acordo para a homenagem ao juiz da Lava Jato”
Melhor assim, excelência. Ficaria muito estranho receber uma homenagem de investigados.
América e Atlântico, pela 3ª fase (Semifinal) da Liga Gaúcha Futsal farão a partida de ida neste sábado (04), às 20h, no Ginásio Poliesportivo de Tapera. A decisão aconteceu hoje à tarde, na sede da FGFS, em Porto Alegre.
E a partida da volta, que apontará um dos finalistas da competição, será no dia 11, em Erechim.
Assoeva e ACBF, que farão a outra Semifinal, ainda não tem data definida para jogar.
Está chegando a hora dos fortes.
Mas, o que foi aquilo no sábado (28/10), no Ginásio Capingui, em Passo Fundo, pela Série Prata? Eu vi a briga em vídeo de quatro ângulos diferentes e em todos eles aparecem os seguranças passo-fundenses batendo nos jogadores visitantes. Cenas lamentáveis aquelas. Não sei o que os jogadores do Parobé fizeram ou disseram, mas não tem justificativa para seguranças, pagos para garantir exatamente a segurança, serem os protagonistas de violência. Tudo foi relatado em súmula e o STJD da FGFS é quem vai decidir a coisa toda. Posso estar enganado, mas acho que a Federação não fará os dois times jogar os 8 minutos restantes e deverá mesmo dar a vitória ao Parobé, que vencia a partida (1×0) antes de tudo aquilo.
Não sei, mas acho que Parobé vai se juntar à Uruguaianense na Ouro 2018, junto com América, ASIF, Guarany, SASE e os demais. E estes terão de viajar a Uruguaiana. Agora, coitado do time fronteiriço que terá de vir quatro vezes ao Alto Jacuí. Haja dinheiro.
Mas, voltando a briga de Passo Fundo. O mais feio foi ver a torcida local deixando o ginásio em pleno tumulto, envergonhada, não concordando com as cenas vistas.
Se o Passo Fundo, sua direção, jogadores e torcedores tem alguma culpa eu não sei, mas ficou muito feio tudo aquilo no sábado. E se uma coisa dessas acontecesse aqui em Tapera eu nunca mais pisaria no Poli. De vergonha.
Na última segunda-feira (23), o presidente da Associação dos Moradores da Vila Elisa (AMVE), João Vianei Santos, participou da sessão da Câmara de Vereadores de Tapera e na tribuna um dos vereadores falou sobre a situação do campo do Guarani, localizado nos altos daquele bairro.
Depois da sessão eu conversei com o João Vianei que me falou sobre a referida área. Segundo ele, a comunidade não pode utilizar aquele amplo espaço, por que não se pode investir em uma propriedade que é particular. O campo está “enrolado” há muitos anos e não mais pertence ao clube, nem ao município e muito menos à comunidade.
E quando a AMVE deseja realizar uma promoção, para levantar fundos para aplicar em melhorias na mesma, beneficiando sua gente, precisa recorrer ao Parque de Exposições e utilizar seu pavilhão, pagando R$ 886,00 de aluguel. As entidades que o utilizam pagam apenas uma pequena taxa. Não é justo e o presidente está coberto de razão ao se queixar.
Quando em campanha, o prefeito Volmar Kuhn prometeu, no comício da Vila Elisa, que se empenharia para que a área fosse repassada ao município e assim este pudesse realizar as melhorias necessárias para que a comunidade pudesse usufruir daquele baita terreno, localizado em local nobre na vila.
Vamos ver quais serão os próximos passos da Administração Municipal, tendo em vista que o assunto foi levantado na sessão do Legislativo e que deverá criar corpo a partir de agora. A comunidade tem o maior interesse em poder utilizar toda aquela área, especialmente suas crianças e estudantes.
A situação do campo do Guarani vai bater no cofre raspado da Prefeitura. A coisa toda ainda vai mais um tempo.
Em 1992, o Esporte Clube Cacique, de Linha Arroio Grande, Selbach, foi a Dois Irmãos disputar um dos dois quadrangulares que levariam a um que apontaria o campeão do Estadual de Amadores de Futebol de Campo daquele ano. O Cacique, acabou em 4º lugar e, portanto, ficando de fora do quadrangular final. A equipe do Vila Rosa, que estava na mesma chave da equipe selbachense, ficou com o título. O primeiro de três conquistados na competição.
A antiga Rádio Gazeta de Tapera, hoje Cultura, acompanhou o Cacique naqueles três dias com sua baita equipe de esportes: José Luiz de Melo Ortis na narração, eu e o Celso Santos nas reportagens e o Airton Rochenback no auxílio técnico e que bateu a foto.
À noite, a convite do Paulinho Jair Lacerda, então assessor parlamentar do então deputado Wilson Mânica, fomos a Porto Alegre, onde jantamos, no Paçoquinha, e dormimos no seu apartamento. O Arizinho, que havia se machucado no jogo da tarde – sábado – e, portanto, estava fora do último jogo de domingo para cumprir tabela, nos acompanhou na viagem.
E lá se vão 25 anos. E o tempo não poupa ninguém como mostra a foto. Que coisa!
Nesse período chama atenção a evolução das coisas. Naquele tempo nem se sonhava com internet, celular, rede social… Era tudo no telefone convencional, com fios e cabos e no talento, que sobrava. Bons tempos aqueles. Eu, que comecei no rádio, aprendi muita coisa naquela época com o pessoal da velha guarda. Quem era bom aprendia fácil e não esquecia. E ainda passava adiante seu conhecimento aos colegas que chegavam.
Tempo bom aquele.
Com todas essas porcarias que os governos brasileiros vêm fazendo nos últimos tempos lembrei do falecido jornalista e escritor Sérgio Porto, o “Stanislaw Ponte Preta”, que criou o inesquecível FEBEAPA (Festival de Besteiras que Assola o País). Toda semana ele publicava notas satíricas sobre qualquer coisa que acontecia no nosso complicado País. Naquele tempo já.
Sergio Porto, que fez muito sucesso nas décadas de 40, 50 e 60, iria se deliciar com tudo isso que acontece no Brasil de hoje, principalmente tendo a internet à sua disposição. Sua pauta estaria sempre recheada. E muitos políticos iriam dormir toda noite com raiva.
Está faltando um cara assim no Brasil de hoje, que mostre com deboche e faça o povo pensar.
“Não seja empurrado por seus problemas. Seja conduzido pelos seus sonhos”.
Autor desconhecido.
O jornalista Caco Barcellos não virá mais a Tapera palestrar a convite da Sicredi Integração Rotas da Terras RS. Segundo a Cooperativa, no contrato, havia uma cláusula que, caso a Rede Globo tivesse algo para ele na data teria de cumprir seu contrato com a emissora. Assim, o melhor jornalista do Brasil não vem mais.
Uma pena, pois o cara teria muito para contar. Para se ter uma ideia, um jornalista sair do jornalismo para ter seu próprio programa não é para qualquer um, que o digam ele, o Pedro Bial e a Fátima Bernardes.
Em 1992, Caco Barcellos lançou o livro “ROTA 66, a história da polícia que mata”. Nele, fala da morte de um grupo de jovens de classe média de São Paulo por uma unidade da Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar (ROTA), uma unidade especializada da Polícia Militar do Estado de São Paulo. A partir deste ponto o fato se torna o elo entre tantos outros assassinatos sem explicação realizados pela polícia. Caco foi prometido de morte por isso.
Em 1993, ele ganhou o Prêmio Jabuti na categoria Reportagem pelo livro.
Caco Barcellos é gaúcho de Porto Alegre.
Na terça-feira (31), em Ibirubá, tem o empreendedor, escritor e palestrante Geraldo Rufino, que falará sobre “O Catador de Sonhos”. Será às 20h, na Casa de Cultura Osvaldo Kramer.
Caso o Senado aprove a PEC que acaba com as coligações e cria a cláusula de barreira na eleição de 2020, isso trará reflexos na política taperense, por que três vereadores, que se elegeram coligados em 2016, terão de trocar de partido se quiserem permanecer na Câmara no próximo pleito. São eles: Buxa Teodoro (PT), Jacson Lauxen (PDT) e Pipe dos Santos (PTB).
O Buxa, com profunda ligação com o PT, pelos votos que a sigla obteve em 2016, sem coligação, não teria representatividade na Câmara. Vai procurar novo ninho e deverá se acomodar no PTB, o maior partido de oposição de Tapera. Tem bom trânsito com os trabalhistas.
O mesmo acontece com o Pipe. O seu PSB não teria ganhado cadeira não fosse a coligação. Soube que ele teria cortejado o PP e o PMDB, tentando voltar para a situação, da qual fez parte nas eleições de 2008 e 2012. Em 2016, ele pulou para a oposição. Ninguém nos partidos fala a respeito, nem o próprio vereador. Mas, no final das contas o Pipe deverá mesmo ingressar no PTB, com quem também tem bom trânsito.
E o Jacson, cujo PDT também não teria feito cadeira se não tivesse coligado, ao que tudo indica deverá desembarcar no PP, partido que tem profunda ligação com sua família, pois seu pai, Alvinho, foi vereador pelo 11.
Se tudo isso se confirmar, PP e PTB terão 04 vereadores cada, ficando o PMDB, do prefeito Volmar Kuhn, com a nona e última cadeira. O partido deverá comandar a Câmara em 2018, com o Cané.
Vamos ver. O prazo expira em março e até lá muita água passará por debaixo dessa “ponte”, mas não deverá mudar muita coisa nisso que escrevi. Claro, a política é muito dinâmica e volátil, e muda a todo instante. Nela, tem que se ter muito cuidado com o que se fala e faz, por que logo ali adiante tudo pode mudar.
Nesta quarta-feira (25), enquanto almoçava, na Globo passava o programa da Fátima Bernardes, mostrando matéria sobre o consumo no Brasil. Segundo pesquisa realizada, mais de 70% das pessoas fazem compras no impulso e a grande maioria compra sem precisar. Apenas por comprar, o que é um vicio, uma doença chamada oniomania. Um erro gravíssimo.
É, pelo visto o Brasil está assim e não é por culpa só do governo, que gasta muito e gasta mal, mas também de quem o elege.
Ninguém consegue ir para frente gastando mais do que ganha e gastando sem necessidade. É por isso que pessoas físicas e jurídicas “quebram”. Para tudo há uma explicação.