Na última sessão do Legislativo taperense, realizada no último dia 28, o suplente Neri dos Santos (Progressistas), que ocupou a cadeira de Márcio Paulus, por ter assumido a Prefeitura, fazendo uso da tribuna, parabenizou o colega, e disse que seria bom ele – o Márcio – ir se acostumando com a cadeira (a do gabinete) como que prevendo que um dia estará sentado nela como prefeito eleito de Tapera.
O Márcio, na ausência do prefeito Volmar, para tratamento de saúde, e férias do vice-prefeito Prego, assumiu a Prefeitura na segunda-feira (28) e ficará no comando dela até esta quinta-feira (31), quando deverá retornar o prefeito ou o vice, por força de lei.
Por outro lado, o Márcio acrescentou mais um parágrafo à sua biografia e currículo.
E a partir do comentário do Neri e pelo que vejo e ouço aqui e ali, o Márcio seria a indicação natural do Progressistas para suceder Volmar Kuhn e manter a coligação, com o MDB colocado o vice ou a vice. E se formos analisar o contexto político atual, a vice-prefeita poderia ser a secretária da Assistência Social, Mirian Visoto.
Conheço os dois e, por sua organização, seriedade e capacidade, acredito que fariam um belo trabalho juntos por Tapera.
Tem mais 33 meses pela frente e, pelo visto, a coligação está agradando, apesar de alguns percalços durante esta caminhada iniciada em 2008, e que deverá ser mantida para a próxima eleição (2024).
E se surgir nomes e propostas melhores que sejam colocados à mesa.
Em tempo. Na manhã da última terça-feira (29), eu e o Paulinho Lacerda fomos até a Prefeitura fazer uma visita ao Márcio e parabenizá-lo pela assunção ao cargo de prefeito interino de Tapera, ele que comanda o Legislativo, tendo sido o mais votado na última eleição.
Março está findando e, durante este mês, tivemos três grandes eventos que ocorreram aqui na região: em Tapera, tivemos uma confraternização para as mulheres, no Parque de Exposições; e um baile de Carnaval, na Linha São Pedro, interior do município; e, em Selbach, tivemos um baile-show com a banda Os Atuais.
Nas três ocasiões, sem medo de errar, tivemos mais de 5 mil pessoas presentes.
O que eu quero comentar aqui é que, felizmente, os números de casos de Covid-19 não dispararam aqui na região, ao contrário do que se conjecturava. Então, está aí mais uma prova de que, felizmente, a vacinação está cumprindo o seu papel e de que a pandemia está sob controle.
Poderíamos, então, respirar aliviados a volta à normalidade? O que você acha?
Quando uma economia vai mal e os preços dos produtos e dos bens de serviços disparam os entendidos em economia dizem que a culpa é do aumento do dólar. Só que, quando a moeda norte-americana baixa, como agora, não está havendo nenhuma diminuição de preços. Ninguém baixou nada. Aliás, os aumentos continuam.
Dá para acreditar que o culpado seja de fato o dólar? Será que não são os grandes grupos empresariais que, juntos para faturar mais, tratam de manter os aumentos? Esse pessoal quer saber é de lucrar. Para ele o povo que se lixe.
Pelo lucro vale tudo. Tudo mesmo. Até tirar o sangue do povo.
E essa história de culpar o Benjamin Franklin é conversa pra boi dormir.
Esta foto, tirada em 1953, é da inauguração do Moinho Taperense, que funcionou por mais de quatro décadas onde hoje está o Supermercado Santa Clara de Tapera.
A imagem foi clicada um ano antes de Tapera se tornar município, em 1954. Ninguém soube informar quem a bateu, mas acredita-se tratar-se de um jovem fotógrafo chamado Adão Rotta Pezenti, um gênio na arte de fotografar.
À direita, temos a residência dos Brenner, onde funcionou por décadas a alfaiataria da família; ao lado dela a dos Garraffa; e na esquina, a da Velmira Henrich, que por muitos anos cuidou dos cabelos de mulheres e homens taperenses. Do outro lado da rua aparece o Salão Junges, que anos mais tarde se transformaria no Clube Aliança, e mais abaixo aparece a residência dos Baggio.
À esquerda da foto, aparece o Moinho Taperense, do outro lado da rua o prédio dos Bonato, mais adiante está a hoje Presentes & Cia, e do outro lado da rua o prédio dos Maldaner, onde na parte inferior funcionou uma grande empresa de móveis, eletrodomésticos e materiais de construção.
Repare como era a Avenida XV de Novembro naquela época, sem calçamento e sem canteiros, literalmente “pelada”. Olhando assim, lembra aqueles filmes de faroeste ou de gangsteres que víamos no cinema (do Gentil) e também na televisão.
Se você tem uma foto antiga de Tapera me manda para publicar.
A propósito. Esta veio do arquivo do Adriano Salvadori, o “Adi”. E as informações foram conferidas junto ao Seu Lothari Junges, que sabe um monte de histórias de Tapera e testemunhou boa parte delas.
“Não há excesso de liberdade se aqueles que são livres são responsáveis. O problema é liberdade sem responsabilidade”.
Milton Friedman
Definitivamente, a liberdade não é para qualquer um.
A indústria farmacêutica mundial produziu, em tempo recorde, uma vacina contra a Covid-19, graças aos estudos da comunidade científica, que conseguiu decodificar, rapidamente, o Novo Coronavírus, a partir dos estudos prévios que já haviam sido realizados em relação a outros vírus dessa mesma natureza.
Lucrando bilhões anualmente, ela constrói laboratórios com os mais modernos equipamentos existentes e contrata profissionais gabaritados para produzir remédios, soros e vacinas. E que bom que podemos contar com ela – se não fossem os valores exorbitantes de certos produtos – pois foi a partir do aprimoramento da ciência que pudemos erradicar inúmeras doenças e, consequentemente, aumentar a nossa qualidade de vida e longevidade.
Mas, uma questão que me causa certo incômodo é a seguinte: se a indústria farmacêutica apresenta soluções para praticamente todas as patologias existentes, como é que ainda não foi descoberta a cura do câncer?
(Inclusive, se alguém da área quiser conversar a respeito deste assunto, ficarei contente em dialogar, para obter uma explicação científica e concreta e outros pontos de vista).
Eu acredito (não querendo soar como um conspirador) que essas empresas lucram cifras absurdas com a venda de terapias voltadas ao tratamento do câncer.
Felizmente, em alguns casos, os fármacos são capazes de destruir as células cancerígenas e, consequentemente, promover a cura do paciente. Todavia, em outras situações, as terapias adotadas apenas servem para conferir uma sobrevida à pessoa. Para mim, isso não tem explicação.
Então, na minha visão leiga, se for encontrada a “cura para o câncer”, a indústria farmacêutica deixará de lucrar progressivamente, como hoje. Inclusive, é bem possível que os cientistas já tenham feito essa descoberta, entretanto, propositalmente, nenhuma empresa comprou a ideia, evitando, assim, a sua perda de capital.
E, nesse contexto, também me veio à tona outro ponto: as terapias contra o câncer apresentam diferenças entre a rede pública e a privada. Normalmente, os fármacos estrangeiros fornecidos pela rede privada são mais eficazes – entretanto, infelizmente, eles só estão disponíveis para aqueles que possuem condições de adquiri-los, pois, o sistema de saúde não dispõe de fundos suficientes para a compra de remédios mais “atualizados”.
Enfim, essa é mais uma das situações injustas e de difícil solução que vivenciamos em nossa sociedade. O jeito é mantermos bons hábitos e rezar para desfrutar de boa saúde, pois a maré nem sempre é favorável aos marinheiros, nos mares da vida.
A proposição 004/22, de autoria do vereador Altemir Krapper (MDB), denominando de Ivaldo Corazza a rodovia TR 020, que liga Tapera a Selbach, a estrada velha que passa pelas linhas São Luiz e São Pedro, foi aprovada por unanimidade na segunda-feira (21).
A homenagem é justa tendo em vista Ivaldo Corazza ter sido vice-prefeito de 2005 a 2008 (PTB) e vereador com três mandatos, de 1993 a 1996 (PMDB), de 1997 a 2000 (PMDB) e de 2013 s 2016 (PTB), além de se envolver com a sua comunidade e com entidades diversas no município.
Ultimamente, tem-se falado muito em “intoxicação digital”. Segundo estudos, esse “fenômeno” vem acometendo pessoas de todas as faixas etárias que ficam muitas horas expostas a aparelhos tecnológicos (celular, computador e assemelhados).
Geralmente, a dependência maior é em relação às redes sociais, que são criadas, justamente, para que o usuário não se desconecte e consuma os infinitos conteúdos que são exibidos no feed de postagens. Assim, enquanto as pessoas aproveitam o “passatempo” (literalmente), as plataformas digitais vão lucrando às suas custas – mas, isso é assunto para outra conversa.
A Psicologia está atenta a essa questão, tanto que já identificou uma patologia para designar o medo irracional de ficar sem o celular e de estar perdendo de ver alguma publicação nas redes: a “nomofobia”. Esse transtorno pode causar inúmeros sintomas, como fadiga crônica, stress e, até mesmo, síndrome do pânico e depressão.
Entretanto, nem sempre o uso excessivo significa um problema de saúde mental. Em entrevista sobre o assunto, a psicóloga e professora da UFRJ, Anna Lucia Spear King, diferenciou o uso abusivo do transtorno. “Todo mundo, só porque usa uma tecnologia por muitas horas, se acha viciado, mas as pessoas são, na verdade, mal-educadas a usá-la”, diz.
A maior preocupação, nesse caso, é com o público infantil, que, praticamente, já nasce com o celular nas mãos. Segundo especialistas, o uso de telas é extremamente prejudicial ao desenvolvimento dos menores até os dois anos de idade, pois esta é a fase em que a criança está no auge de seu desenvolvimento físico, psíquico e mental – e as tecnologias podem gerar uma série de interferências negativas nesse período da vida.
É necessário, portanto, que os pais fiquem atentos a essa questão e evitem que a criança tenha contato com telas nos dois primeiros anos de vida. Depois, com o passar do tempo, é interessante que a utilização dos aparelhos tecnológicos (principalmente, para o consumo de jogos) seja mediada pelos responsáveis, para evitar excessos e, consequentemente, alterações comportamentais, queda no rendimento escolar e outros malefícios.
No caso de jovens e adultos, para evitar a exposição excessiva aos tecnológicos, é possível recorrer ao temporizador oferecido pelas próprias redes sociais, que, ao ser ativado, bloqueia o aplicativo por determinado período de tempo. Outra forma de tentar se livrar da intoxicação digital, também, é desativar as notificações dos aplicativos – que fazem com que estejamos sempre com os olhos grudados nas telas e as mãos enraizadas no celular.
E você, já prestou atenção em quanto tempo passa nas redes sociais? Vale a pena a reflexão.
Eu só quero ver quem vai arcar com as despesas de reconstrução das cidades ucranianas bombardeadas pelas tropas russas. Sim, por que as pessoas que residem (ou residiam) na Ucrânia vão precisar morar, trabalhar, estudar, tratar da saúde, ir ao mercado, ao clube, se divertir… enfim, elas precisarão viver. Ou o Putin vai acomodar todos eles na Rússia? Ou deixá-los à deriva em seu País?
Essa invasão injustificada vai dar muita dor de cabeça à República Russa. Aliás, a Rússia nem sabe o que a espera logo ali na frente economicamente falando. A cobrança será muito cara.
A propósito. Tente imaginar o seguinte: Tapera sendo bombardeada por uma força inimiga e as pessoas tendo de deixar a cidade às pressas, a sua casa, sua escola, seus amigos e suas vidas? Se coloque no lugar daquela gente. E como os ucranianos retomarão as suas vidas financeira e psicologicamente? Pense nisso também.
“Que não sejamos dobrados por favores, nem corrompidos por cargos ou pessoas…”.
A frase faz parte da oração do Espírito Santo do Sínodo da Igreja Católica.