Blog do Sarico

Um quadrangular há 30 anos


Em dezembro de 1992, aconteceu o quadrangular final pelo Estadual de Amadores na cidade de Dois Irmãos, na região Metropolitana. E a equipe de esportes da ent’ao Rádio Gazeta de Tapera acompanhou o Cacique, de Arroio Grande (Selbach), naquela decisão.

O Cacique, jogou o quadrangular contra Vila Rosa, que se tornou campeão, Morro Reuter e, se não me engano, Juventude, de Ibirubá.

Eu e o Celso Santos éramos os repórteres de campo e o José Luiz de Melo Ortiz o narrador.

Ficamos em Dois Irmãos um final de semana. No sábado à noite, pegamos a Brasília da Gazeta, comigo ao volante, e fomos jantar em Porto Alegre, distante 60 quilômetros, a convite do Paulinho Lacerda, que na época era assessor parlamentar do deputado estadual Wilson Mânica.

Na foto estão eu, o Paulinho, o Zé Luiz, o Celso e o Arizinho, que jogava no Cacique.

Não é nada, mas lá se vão 30 anos.

O hospital nos anos 50/60


O Hospital Roque Gonzalez de Tapera completou 80 anos recentemente. Pois, essa foto, tirada nos anos 50/60, mostra-o já em alvenaria, ele que foi completamente destruído pelo fogo, durante uma noite de Carnaval, em 1943.

Eu tenho uma vaga lembrança dessa entrada do HRG.

Repare as ruas Rui Barbosa e Duque de Caxias sem calçamento. E a esquina da então Praça Olavo Bilac.

Já tínhamos luz na cidade, apesar de ser bastante precário na época o seu fornecimento.

E ao lado dele está o prédio que foi construído para servir de residência para as freiras que foram convidadas para trabalhar no hospital. Elas residiam na parte superior e na inferior funcionou por muitos anos a Farmácia Tapera, a do hospital.

E por muitos anos aquela sacada do prédio foi palco privilegiado e concorrido para se assistir aos belos e inesquecíveis desfiles de 7 de setembro.

 

Crimes de guerra


A Rússia passou de todos os limites ao matar covardemente cidadãos civis, homens, mulheres e até crianças, na Ucrânia. Muitas mulheres foram estupradas por tropas inteiras e depois mortas, e homens foram executados com um tiro na nuca.

Tem dezenas de ucranianos(as) enterrados(as) em valas comum e a Rússia nega tudo dizendo tratar-se de armação dos EUA.

O Kremlin nega a chacina e a violência no País vizinho, assim como os nazistas sempre negaram o Holocausto, que matou mais de 6 milhões de judeus. Aliás, até hoje ele é negado por alguns. É como se toda a população de Santa Catarina fosse exterminada nas câmaras de gás.

O que Vladimir Putin faz é crime de guerra e como tal precisa ser contido e punido e o País terá ainda de reconstruir a Ucrânia.

A Rússia não vai bem e o mundo todo sabe disso. Aliás, até os russos sabem que não estão bem. Mas, será que ninguém lá dentro vai dar um basta nisso tudo?

Pensamento do Dia


“Quem é informado não fica tranquilo”.

N. Stoffel

Principalmente em tempos de fake news vindas de TODOS os lados e de todos os tipos.

A festa campeira de Tapera


Neste final de semana, foi realizada a 1ª Festa Campeira e Artística no Parque de Exposições de Tapera, numa promoção das duas entidades tradicionalistas do município: CTG Guido Mombelli e Grupo Cultural Piazito Gaudério, e o evento foi considerado bom para o primeiro. E se for melhorado ano que vem muito em breve teremos um grande evento estadual aqui.

Soube que teve problemas na infraestrutura no parque como falta de água nos banheiros e iluminação insuficiente na pista de laço.

Soube que 30 quadros desistiram de participar da Festa taperense por não terem a tal da GTA. O pessoal se queixou por que em outros municípios o documento não é exigido e aqui em Tapera foi exigido.

Não vou entrar no mérito da questão por que é coisa de lei. Só não dá para entender como num lugar a mesma é exigida e em outros não. Como é isso?

Mas, no mais, a festa foi boa, bem concorrida e comentada. Que continue. Vamos botar Tapera de volta no circuito tradicionalista gaúcho e ser novamente comentada pelo Estado todo.

Em tempo. A Turma do Sábado (foto), que existe há 16 anos, realizou o seu almoço no parque de exposições.

Páscoa a perigo


Quem vai aos supermercados aqui em Tapera – e acredito que isso esteja acontecendo em todo o Brasil – deve ter notado que o espaço dedicado aos ovos de Páscoa foi reduzido drasticamente, havendo diminuição das opções (sabores) e da quantidade de itens.

E por que essa “escassez”? Simples! O preço desses produtos está pelos olhos da cara, principalmente, se formos levar em consideração o preço da cesta básica – como se, ao invés de chocolate, tivesse ouro dentro deles. Perceba que a inflação não anda poupando nem os negócios do Coelhinho.

E, por conta disso, nesse ano, o pessoal estará buscando outras alternativas para adoçar a sua Páscoa, em substituição aos tradicionais ovos industriais. Uma delas são os populares “ovos de colher”, feitos artesanalmente e que podem ser produzidos a gosto do próprio consumidor, com o recheio e os confeitos desejados.

É uma chance de economizar e, ainda, apoiar os pequenos comerciantes, o que também contribui para girar a economia local.

E, além disso, já ouvi gente dizendo que está produzindo os ovos de chocolate em casa, com até 75% de economia. Que tal?

É a crise modificando os hábitos de consumo dos brasileiros, até mesmo nas datas comemorativas mais tradicionais e de maior lucratividade.

A Toca ganhando forma


A 21ª Toca do Coelho, que acontece aqui em Tapera, de 07 a 17 de abril, começou a ganhar forma nesta semana.

Uma equipe da ACIT, que está à frente dos trabalhos de montagem dos cenários, está montando os mesmos na garagem do Centro de Eventos, onde acontecerá uma retrospectiva das últimas 20 edições. A Praça Central, onde acontecerão os shows, recebeu decoração assim como o trevo da ERS 223.

A expectativa do pessoal da ACIT é grande para esta Toca mesmo em novo formato, diferente das edições passadas, quando havia toda uma preparação um ano antes para a produção de todos os cenários que comporiam o tema proposto. Neste, devido à pandemia, o evento ficará restrito à Praça e Centro de Eventos.

Mais uma coisa. Um evento, para ter o sucesso esperado, precisa de divulgação, de muita divulgação, de pelo menos, um mês antes dele acontecer, mas isso não está acontecendo. Pois, faltando uma semana para iniciar a Toca, a divulgação do maior evento de Tapera e que integra o calendário de eventos do Estado, se resume aos canais oficiais da Prefeitura de Tapera. Pessoas da região já me pediram se vai sair a Toca neste ano.

Enfim, vamos ver o que será esta “nova” Toca do Coelho.

O fim de uma história


A Pezzini Calçados, uma das empresas mais antigas e tradicionais de Tapera, com 54 anos de história, fechou as suas portas nesta semana. Os familiares de Luizinho Pezzini, não quiseram mais tocar a empresa criada por ele, em 1968.

Fico lembrando nestes 54 anos quantas pessoas a Pezzini Calçados calçou aqui em Tapera. Quantas delas sentaram naquele banquinho para experimentar um ou mais calçados e dar aquela conferida no espelho como ficou o pisante nos pés. Eu fui uma delas, desde muito cedo, lembro.

É uma notícia triste para Tapera este fechamento, mas como em tudo na vida, existe um começo, um meio e um fim. E enquanto uns chegam outros se vão. É a vida…

Ideologia no lixo


No fechamento da janela partidária neste dia (01), mais de 100 deputados federais trocaram de partido no Brasil. Os caras trocam de sigla como quem troca de cueca.

Ideologia partidária não existe mais por aqui. O que existe é interesse partidário próprio.

Os brasileiros deveriam selecionar melhor seus representantes. Deveriam ser mais sérios na hora de confirmar o voto, pois se está dando a pessoas condições de fazer mais do que o legal e o moral.