Na visita da presidente da Comissão Europeia ao Brasil, Ursula von der Leyen, o presidente Lula criticou os países que estão armando a Ucrânia para se defender das agressões da Rússia.
Só pode estar de brincadeira. Tal declaração mostra total desconexão com a realidade.
Por que Lula não declara apoio aberto a Rússia? Será que o mundo todo está errado quanto a esta guerra absurda e só ele e o Putin estão certos?
Normalmente, existe um equívoco, por parte das instituições, ao entregar um título honorífico a alguém. Isso ocorre porque, na maioria das vezes, as homenagens são concedidas por algum tipo de interesse – e não em razão de uma realização do homenageado. Ou seja: para receber um título honorífico, é preciso ter feito algo relevante em benefício da cidade, do povo, da saúde, do meio ambiente, dos animais…
A partir de pesquisas feitas sobre a concessão de títulos honoríficos a cidadãos, entidades, empresas e outros, encontrei coisas bem interessantes a respeito.
Para se ter uma ideia, tomando como exemplo o caso de Tapera, “Cidadão Taperense” seria todo aquele que nasceu no município, o que deve ser comprovado por meio de sua certidão de nascimento. Entretanto, é possível que uma pessoa não nascida na cidade também receba um título, mas que deverá ser o de “Cidadão de Tapera”.
Também é possível a outorga dos títulos de “Cidadão Benemérito” (pessoa que ajuda, que faz) e “Cidadão Emérito” (pessoa experiente) para pessoas do município.
Já o título de “Cidadão Honorário” é concedido a pessoas naturais de outros municípios. O título equipara a pessoa homenageada a uma adoção oficial. Ela passa a ser um irmão, um conterrâneo daquela terra, mesmo que o homenageado não tenha nascido ou não resida na localidade.
Por conseguinte, a honra ao mérito consiste em um título de virtude concedido a pessoas ou entidades que atingiram o reconhecimento público nas suas atividades. Este reconhecimento surge, muitas vezes, de uma postura ética no desenvolvimento do trabalho rotineiro para com a sociedade e para com seus colegas.
Por fim, se a intenção for homenagear alguém apenas por homenagear, o ideal é que seja concedido um diploma de “Honra ao Mérito” ou de “Amigo do Município”.
Eu não sou contra a homenagear pessoas com título honorífico, mas é preciso observar a relevância do homenageado, pois quem recebe algum título deve merece-lo por feitos notáveis, em prol do município ou de alguma instituição. E essa homenagem terá um valor maior e inquestionável se for concedida de forma altruísta, voluntária, sem visar a lucro ou a interesses pessoais ou profissionais.
Enfim, é um tanto incoerente (e injusto) que um “amigo da corte” receba um título honorífico ao lado de um verdadeiro altruísta, que realmente fez por merecer. Ou, mais grave ainda, que alguém que realmente mereça seja preterido da condecoração.
Recentemente, vi no JN uma reportagem sobre o transtorno que o óleo comestível está causando na cidade do Rio de Janeiro. Jogado na pia ou no vaso sanitário, ao cair na tubulação do esgoto e em contato com a água e outros matérias, ele se torna uma massa extremamente dura mais do que o concreto, e vai aumentando de tamanho com o passar do tempo até entupir por completo os canos.
A reportagem mostrou os funcionários da prefeitura carioca furando o asfalto para retirar “pedras” de grandes proporções da tubulação. Elas precisam ser quebradas com uma perfuratriz dado à sua resistência.
O trabalho, que dura horas em função da retirada e a troca de canos, que quebram pelo aumento da massa, causa transtornos a motoristas que tem a rua fechada, pedestres que perdem espaço na calçada e também para moradores e comerciantes.
Claro, numa cidade grande o problema é bem maior do que numa cidade pequena, mas em ambas o meio ambiente é agredido duramente e há sérios prejuízos a ele, pois tudo isso vai parar nos rios.
Em tempo. Aqui em Tapera temos um Ecoponto lá na Secretaria de Infraestrutura. O pessoal pode acondicionar o óleo (frio) em uma garrafa PET em casa e depois entregá-lo para que tenha o destino correto, que não o meio ambiente.
Óleo comestível e meio ambiente definitivamente não combinam.
Façamos a nossa parte.
“Cuidado com a mentira, pois basta que uma seja descoberta para que toda a confiança fique abalada”.
Desconheço a autoria.
O pessoal quer saber da política em Tapera e vem até mim pedindo que fale sobre ela. Querem saber se a coligação MDB-Progressistas continua ou não, quem são os nomes que irão concorrer, se a oposição terá candidato e quem seriam os seus nomes, entre outras coisas.
Ano que vem tem eleição municipal e estamos a menos de um ano e meio dela e os partidos políticos de Tapera começam a pensar em nomes. O momento é apenas de pensar, evitando frituras de nome e de carteira.
Pelo que ouço por aí, a coligação continua, com o Progressistas indicando o prefeito e o MDB o vice. Um cardeal emedebista me assoprou que o partido poderia abrir mão da vice ao Progressistas, mas com ressalvas.
Estando a oposição enfraquecida, mas não morta, a coligação continuará, se bem que tem gente no Progressistas querendo que o partido largue sozinho. Mas, aí será a convenção quem decidirá os rumos do partido em 2024. E também quem será o candidato ou candidatos, com ou sem coligação.
Como será a vez do Progressistas indicar o prefeito, o partido tem cinco nomes na linha de frente: o vice-prefeito Prego Henrich, o vereador e presidente da sigla Márcio Paulus, o secretário Elias Goulart, o ex-vice-prefeito Jorge Quadros e o ex-prefeito Ireneu Orth. Um desses será o ungido.
Se o MDB colocar o vice a secretária Miriam Visoto deverá ser a indicada. Pelo menos é o nome que ouço por aí. E na inauguração do novo prédio do CRAS, o prefeito Volmar deu a entender isso.
A oposição, por sua vez, diz que terá um nome para concorrer. A ideia é unir as esquerdas do município – PTB, PDT e PT. E para vencer a situação trabalhará no seu desgaste de 16 anos, no excesso de contratações, na gestão, na Operação Compostagem, indepedente do resultado final, e nos desgostosos com a coligação.
Um petista me disse que, dependendo de quem for lançado, o PT lançará um nome ou se unirá à esquerda.
Na Câmara de Vereadores, pelo “tiroteio” semanal ao governo municipal, a oposição esqueceu o prefeito Volmar, que não concorrerá, e mirou as suas baterias na coligação com o firme propósito de abatê-la. Pelas suas manifestações na Câmara e em conversas pela cidade, Aurélio Vicari (PTB) e Alcides Maldaner (PDT) estão se colocando à disposição dos seus partidos, e não será nenhuma surpresa se a dupla largar junto, como prefeito e vice.
Nestas conversas, perguntei ao pessoal da oposição se, na possibilidade de um racha entre Progressistas e MDB, com estes largando separados, se haveria a possibilidade de os partidos comporem com o MDB. Todos disseram que não. Mas, sabemos que política é momento e momentos mudam a todo instante. O que é bom hoje pode não ser amanhã e vice versa.
Vamos ver o que vem por aí e muita coisa ainda acontecerá em Tapera nos próximos meses que poderão alterar os projetos partidários.
A propósito. Isso tudo aqui não é oficial. É um levantamento feito com integrantes dos partidos políticos de Tapera para medir a temperatura da política na terrinha. Mas, isso não quer dizer que não possa vir a acontecer, pois política é extremamente volúvel e, como já disse, é momento. E cada momento exige uma ação.
Acredito que deu para situar momentaneamente o eleitorado taperense sobre 2024.
Em breve trago mais informações.
Nesta semana, morreu a cantora brasileira Astrud Gilberto, filha de um alemão e de uma baiana, radicada nos EUA nos anos 1960.
A mulher teria sido só mais uma não fosse a sua participação na Bossa Nova que, praticamente, levou o Brasil musical para o mundo cantando “Olha que coisa mais linda, mais cheia de graça. É ela, menina, que vem e que passa. Num doce balanço a caminho do mar…”, em inglês, em 1963.
Astrud se casou com João Gilberto, com quem teve um filho, e gravou em inglês, em 1963, “Garota de Ipanema”, composta em 1962 por Tom Jobim e Vinicius de Moraes. O fato da cantora ser desconhecida do público brasileiro, não tira a sua importância na música mundial, pois “Garota de Ipanema”, em inglês “The Girl From Ipanema”, foi a segunda música mais gravada no planeta em todos os tempos, perdendo apenas para “Yesterday”, dos Beatles.
Aliás, uma vez Astrud perdeu um Grammy para o Beatles. Ficou em segundo lugar, superando grandes estrelas que fazem sucesso na música até hoje. Imagina…
O Brasil todo acha que a garota de Ipanema é Helô Pinheiro, mas tem muita gente que acredita que a garota era mesmo Astrud Gilberto.
Que tal. Uma música brasileira, cantada em inglês, sendo a segunda mais gravada em todos os tempos.
“Mil se meterão na sua vida, dez mil nas suas escolhas, mas só você pagará as suas contas”.
Autor desconhecido.
Eis aí uma das grandes verdades da vida.
Recentemente, o JN da Globo mostrou um relatório com as profissões do futuro. Segundo ele, algumas profissões serão criadas, sendo a grande maioria ligadas à internet: inteligência artificial, sustentabilidade, negócios, finanças, equipamentos agrícolas, entre outras. Outras se transformarão e algumas desaparecerão para sempre.
O relatório do Fórum Econômico Mundial, em parceria com a Fundação Dom Cabral, analisou a economia de 45 países, e dados de 803 empresas que, juntas, são responsáveis por mais de 11 milhões de vagas.
O mesmo elencou algumas profissões que serão criadas, transformadas e que desaparecerão.
Agora, em todas continuará sendo pedido aos candidatos QUALIFICAÇÃO. O “canudo” adianta, mas a qualificação será o fator preponderante.
Será preciso investir na formação mais do que nunca.
não estaria (mais do que) na hora de o governo dar uma olhada na economia? Sim, por que o País precisa andar, uns precisam vender para que mantenha suas portas abertas e os empregos e outros precisam comprar para viver. E com os juros e os preços que estão aí não dá brique. Todos perdem.
Acho que menos viagens e aparições e mais ação resolveriam nosso problema.
O Brasil precisa ser protagonista e também profissional.
“A mentira corrói as relações e faz as pessoas desconfiarem de tudo o que o mentiroso diz”.
Desconheço a autoria.