Na missa de domingo (18), o padre Osvaldo, pároco da Igreja Matriz de Tapera, falou sobre a criação de mais uma pastoral, a da Sobriedade. E que a mesma terá os seus encontros nas sextas-feiras, às 19h, no Centro Catequético.
Estou indo atrás desta informação e após falo mais a respeito.
E o inverno chega hoje (21), às 11h58. E, pelas previsões que vi, julho terá chuvas e temporais, agosto terá geada e neve, e setembro ondas de calor.
E na entrada da primavera poderá o tempo dar aquelas louqueadas com temporais, tempestades de granizo e ventanias.
Haja saúde para suportar tudo isso aí.
A Câmara dos Deputados aprovou, nesta semana, o PL da Discriminação de Políticos, numa clara e descarada ação de legislar em causa própria.
A proposta, que é fortemente questionável (e imoral), abre brecha para a corrupção, quando, justamente, o que se quer, é combatê-la. Além disso, vai dificultar o enfrentamento à lavagem de dinheiro, o enriquecimento ilícito e o controle que os órgãos públicos têm de fazer das pessoas politicamente expostas, sobretudo familiares e colaboradores deles.
O chamado “laranja”, sujeito muito comum no Brasil, não poderá mais ser pego. Enfim, com este projeto, os políticos poderão fazer o que bem entenderem e a Justiça não terá poder para pegá-los, pois eles nem poderão ser investigados.
Ainda, não se poderá mais criticar pessoas do executivo, do judiciário, do legislativo, TCU, MP e outros, nem os seus parentes e assessores. Quem o fizer, corre o risco de ser condenado e preso por até quatro anos. Que tal?
A que ponto, nós brasileiros, chegamos. Mas, é bem feito para nós mesmos, que elegemos essa gente. Brasília é o reflexo dos brasileiros. Nada mais que isso.
Eu estava olhando a apresentação da Seleção Brasileira para dois amistosos contra Guiné e Senegal, e chamou a minha atenção que ela não leva mais público para perto de si como antigamente. No passado, o nosso escrete, por onde passava, causava tumulto com todos querendo ver nossos craques. Hoje, o pessoal se contenta em tirar foto com um ou dois conhecidos dela e nada mais.
As gerações vitoriosas do Brasil passaram e esta que está aí não convence, apesar de bom futebol de alguns convocados. A impressão que eu tenho é que esse pessoal não foi preparado para vencer, mas para emigrar, adquirir a independência financeira, bancar parentes e comprar, comprar e comprar.
Todos sabemos que o futebol evoluiu no mundo todo, que não existe mais bobos no esporte, mas a manha do atleta brasileiro, aquela aprendida nos campinhos de terra, não existe mais. Aqueles “ferros” que se dava nos adversários desapareceram e por conta disso, nossos atacantes ficaram com medo de ir para cima dos zagueiros, preferindo tocar para os lados ou recuar para o goleiro.
O Hexa vai demorar.
“Você pode até ter a melhor casa, o melhor carro, o melhor apartamento, a cama quente, mas, se o seu filho estiver na droga, a sua cama e a sua casa não serão quentes”.
Empresário Felipe Signor, na inauguração da Comunidade Terapêutica Vita de Tapera, na sexta-feira (16).

O prefeito de Tapera, Volmar Kuhn, esteve nesta semana em Brasília onde se reuniu com o secretário nacional de Habitação, Hailton Madureira de Almeida, buscando informações sobre programas habitacionais que o governo federal pretende lançar futuramente.
Segundo a assessoria do prefeito, o objetivo do encontro foi buscar alternativas para a construção de casas (ou apartamentos) no município e também financiamentos.
Que bom que o governo municipal taperense está indo atrás de moradias para os taperenses, via loteamento.
A região toda está implantando loteamentos para seus moradores e Tapera não poderia ficar de fora.
A propósito. Qual seria a demanda por moradia aqui em Tapera? Isso é muito importante saber.
Essa questão dos ETs divide as pessoas no mundo todo. Algumas acreditam que eles existem, que estão aqui há muito tempo, e que o universo é muito grande para que apenas nós o habitarmos; enquanto outras, céticas, não acreditam por que não haveria evidências claras que comprovem a sua existência.
Eu, particularmente, tenho uma opinião formada a respeito. Apesar de nunca ter visto um ser ou objeto vindos do espaço, acredito que não estamos sozinhos no universo que ninguém sabe qual seu real tamanho e seria muita pretensão nossa ocupar todo ele sozinhos.
Pois, numa noite dessas, assisti uma reportagem no National Geographic que falava deles: “OVNIS, investigando o desconhecido”.
No documentário foram apresentados relatos de pilotos da Marinha e da Força Aérea dos EUA, com vídeos e fotos, além de entrevistas com pessoas que viram seres e objetos voadores por todos os cantos do mundo. Até militares e assessores do Pentágono, o QG das forças armadas daquele país, deram seu depoimento.
Um capitão veterano, com milhares horas de voo em caças aportados em porta-aviões, filmou objetos voando ao seu lado, acima e abaixo dele. Segundo ele, nenhum objeto voador pode fazer as manobras que aquelas “coisas” fizeram, como fazer curvas de 90 graus para qualquer lado ou ainda parar no ar e andar para trás, em alta velocidade. “O que aqueles objetos fazem no ar, nenhum aparelho terrestre consegue fazer. A física não permite”, disse ele.
Uma tenente, que também pilotava caças em porta-aviões, disse que um avião normal pode voar a uma velocidade de até 2,5 mil Km/h (match 2), mas aquele que ela viu, pelo que ele fez no ar, atingiu, tranquilamente uma velocidade de 20 mil km/h. “Nada no mundo consegue atingir tal velocidade (match 20)”, revelou ela.
Outro capitão, este da Força Aérea, disse que um objeto voou ao seu lado e que ele tentou contatá-lo através de sinais, mas não foi correspondido. E que o objeto alternava seu voo ao seu lado de um lado para outro o que as leis da física não permitem. “Na velocidade que eu estava, se quisesse fazer uma manobra para qualquer lado eu teria ocupado metade do Estado em que eu estava e aquele objeto fez uma que não se explica pela velocidade que voava. Impossível aquilo”, relatou.
Um outro piloto, disse que tentou perseguir um OVNI mas parecia que ele brincava com o seu avião, por que mudava de direção a todo instante e sumia do seu campo de visão e do seu radar para em seguida retornar. “Se ele quisesse me abater o faria com a maior facilidade, sem que eu pudesse esboçar qualquer tipo de reação. O que eles querem aqui afinal?”, indagou ele.
O universo existe há mais de 13,8 bilhões de anos e o homem está na Terra a menos de 200 mil anos. Enfim, você acha que estamos realmente sozinhos nesta vastidão?
“Ninguém é melhor do que ninguém, entretanto, uns se destacam pelo seu caráter; outros, pela falta dele”
Desconheço a autoria
Muita gente não sabe, mas antes de termos o cemitério onde ele se encontra hoje, na Rua Coronel Gervásio, saída para a Linha São Luiz, nós tivemos outros dois lugares nestes mais de 100 anos entre povoado e município.
Nos primeiros tempos do então vilarejo chamado Tapera, que pertenceu a Passo Fundo e depois a Carazinho, há mais de um século, o cemitério ficava na Avenida XV de Novembro, naquele terreno localizado acima da Rima Informática. Depois, nos anos 1940/1950 (sem exatidão por falta de testemunho) ele se mudou para a área localizada em frente ao antigo Colégio Imaculada, o das freiras, hoje Instituto Imaculada. Em 1963, ele foi transferido para o seu atual endereço.
A remoção dos túmulos e jazigos durou alguns anos, por que não havia maquinário como hoje, nem gente suficiente para transportar tudo para o novo endereço, e havia ainda a necessidade de se encontrar parentes dos mortos para comunicá-los da mudança. E, naquela época, era tudo por carta, sem contar que antes era preciso saber onde os parentes residiam. Imagina encontrar pessoas através de cartas.
O primeiro cemitério de Tapera eu não conheci. Já o segundo eu vi o pessoal retirando caixões e ossadas dele para levar para o novo local. Inclusive joguei bola naquele terreno. Certa vez, uma bola caiu dentro de um túmulo aberto e pediram para que eu fosse buscar. Eu não fui e até hoje não sei se alguém foi e nem se o jogo continuou.
Conforme iam retirando os restos mortais das sepulturas, a máquina ia emparelhando o terreno e aos poucos foram sendo construídas casas de moradia nele. Hoje, quem passa por lá vê dezenas de moradias e empresas, entre as quais uma escola.
Lembro que uma vez aconteceu um evento grande aqui em Tapera, lá por 1966, se não me engano, e era uma festa de maio, no Tenarião. Sei que apareceram tratores, colheitadeiras e caminhões de todos os lados do município desfilando pela avenida principal. Depois, tudo aquilo foi acomodado naquele terreno que ficou lotado.
Também cemitérios contam uma parte da história de um município.
Em Espumoso, há muito tempo, o comércio vem questionando o feriado de 25 de julho, que comemora o Dia do Colono e do Motorista. Para ele, é uma data qualquer e que se deixa de vender. A Associação Comercial, entendendo o problema, provocou uma discussão junto à comunidade para saber o que ela pensa a respeito, se deve ou não ser feriado naquele dia e, consequentemente, o comércio ter de fechar as suas portas. Pois, a Câmara de Vereadores criou uma enquete, em sua página na internet, onde os espumosenses poderão opinar a respeito se o feriado deve ou não ser retirado do calendário de eventos do município.
A enquete poderá ser votada até o dia 11 de julho (camaraespumoso.rs.gov.br) e será aceito somente um voto por IP.
É uma baita ideia da Câmara de Vereadores de Espumoso mostrando estar conectada com o seu município.
Aliás, muita coisa poderia ser decidida através de enquete pela internet. É criar a coisa e divulga-la. Muitas coisas presenciais poderiam ser decididas sem precisar sair do trabalho ou de casa para opinar.