Pela quarta vez a Prefeitura de Tapera lança edital para a exploração do quiosque da praça. Não sei as novas regras para a participação da concorrência, mas deverão ser bem atrativas para seduzir alguém.
As propostas deverão ser entregues até às 09h, do dia 04 de agosto de 2023.
Será que desta feita aparecerá algum corajoso?
O pessoal está me perguntando sobre a realização de uma pesquisa eleitoral aqui em Tapera. Eu perguntei para dirigentes dos partidos políticos e todos negaram a sua solicitação.
O certo é que quem fez este levantamento está com os números no bolso e vai divulga-lo a um pequeno grupo. Coisa para consumo interno, como sempre.
Quem pediu a pesquisa quer saber como está o cenário em Tapera, nomes para concorrer na majoritária e as muitas possibilidades com relação a eleição do próximo ano.
Os partidos já estão tratando dela, afinal em um ano estarão em plena campanha.
E o que foi pedido na pesquisa? Três coisas: se a coligação Progressistas/MDB continua ou não, quem seriam os candidatos a prefeito e a vice nela ou com os partidos seguindo carreira solo e que composição poderiam ser feitas entre partidos. E claro, na pesquisa, certamente foram sugeridos nomes aos entrevistados.
O Fenerbach, equipe feminina aqui de Tapera que está disputando a Série Ouro Feminina de Futsal do Rio Grande do Sul e que realizou um dos três triangulares no último final de semana no município, classificou-se em primeiro lugar, com 100% de aproveitamento. E está agora entre as seis melhores do Estado.
Mas, chamou atenção quanto o pessoal gastou para fazer a etapa aqui em Tapera: R$ 2.717,00 com aluguel, arbitragem e taxas. Bilheteria e copa que dariam um folego ao time, não ajudaram.
O clube conseguiu R$ 900,00 junto a três empresas locais, mas ficaram R$ 1.817,00 para trás, valor este que terá de sair de algum lugar.
Como está difícil fazer esporte e participar de competições. O custo é alto demais.
A propósito. O Fenerbach, que vai disputar um dos dois triangulares que levarão a semifinal, merece uma ajuda pelo esforço realizado dentro e fora da quadra.
Seguidamente vemos as instituições sociais aqui de Tapera correndo atrás de recursos que possibilitem manter as suas portas abertas e assim manter os seus serviços altamente essenciais à população e ao município. Inclusive, na última sessão da Câmara de Vereadores, dirigentes de algumas delas foram até lá solicitando auxílio.
Pois, existe um dispositivo chamado emenda Impositiva que é um instrumento pelo qual os vereadores podem apresentar emendas ao Orçamento Municipal, destinando recursos do município para determinadas obras, projetos ou instituições. Alguns municípios da região, como Ibirubá e Não-Me-Toque, já estão fazendo uso dele.
A Emenda Constitucional 086/2015, promulgada em março daquele ano, tornou impositivas as emendas individuais de parlamentares ao Orçamento, prevendo a obrigatoriedade do acatamento das emendas do legislativo pelo executivo.
O recurso não passa pelas contas, mãos ou qualquer outro tipo de transação financeira dos parlamentares, indo diretamente para a entidade beneficiada.
Fazendo uso de emenda impositiva o legislativo se mostra à comunidade e afasta a imagem que tem de apenas votar e receber.
A coisa é legal e funciona, mas precisa se tornar lei.
Quando eu conheci um drone ele era apenas um brinquedo que os meus sobrinhos se divertiam fazendo uso dele. Lembro que ia com eles para a rua para vê-los fazer aquilo voar e a fazer manobras no ar. E lembro que a bateria dele não durava muito.
Pois, o tempo foi passando e os drones passaram a ser utilizados para tirar fotos e produzir vídeos. E o tempo de duração da bateria foi aumentando, assim como o tamanho deles.
Agora, os drones estão sendo utilizados pelas forças armadas do mundo todo. Com eles não é mais necessário deslocar um avião, que custa milhões de dólares, levando tripulantes, até um determinado local, gastando combustível e correndo o risco de perde-los e de ser abatido. Hoje, elas utilizam o drone para missões carregado com mísseis, podendo realizar longos voos.
E mais recentemente, os drones estão sendo utilizados na lavoura. Primeiro para mapear áreas para ver como está a cultura e agora para realizar trabalho de pulverização, evitando danos à planta com o uso de equipamentos terrestres.
Também, já estão fazendo pequenas entregas (delivery) e na China já tem experimento que transportará pessoas.
O que será que os drones farão logo ali adiante?
“Toda falta é perdoada em um homem, menos, de atitude”.
Desconheço a autoria
Numa noite dessas, assisti no National Geographic, uma reportagem sobre o meio ambiente (Rumo a um planeta sem água), em comemoração ao Dia Mundial do Meio Ambiente, transcorrido do último dia 05.
O programa mostrou a situação em que se encontra o meio ambiente em várias partes do mundo, dando um destaque especial ao Brasil, à Floresta Amazônica que, segundo ele, já perdeu 20% da sua área, a quem chamou de o Éden na Terra.
Ele também falou sobre os rios voadores, chuvas que tem mais água no céu do que o Rio Amazonas e que o que acontece no Brasil reflete no mundo todo. Olha a importância da nossa floresta tropical.
Segundo os estudiosos, a árvore é uma bomba complexa que tira água da terra e a joga no ar na forma de vapor provocando chuvas. Sem árvore não há água e sumindo as chuvas não se tem água o que provoca secas extremas calamitosas como as que estão fazendo cidades desaparecerem nos EUA por falta dela. Mostraram cidades sem nenhuma alma. E este fato continuará ocorrendo, segundo foi mostrado.
O desmatamento colabora para as mudanças no clima, que não se pode negar nem fazer vista grossa, e o aumento da população em todo o planeta contribui para este grave problema que terá consequências maléficas para a humanidade num futuro bem próximo.
Em 1969, os astronautas da Apolo 11, bateram uma foto da Terra do espaço. Havia no planeta 3 bilhões de pessoas e apenas duas metrópoles, com mais de 10 milhões de habitantes: Nova Iorque e Tóquio. Hoje, temos 30 metrópoles e uma população com mais de 8 bilhões.
Segundo um especialista norte-americano, se a água sumir do planeta vai demorar 6 milhões de anos para ela voltar e pode acontecer de o homem não estar mais aqui quando ela voltar.
Um outro, brasileiro, disse que a 2ª Guerra Mundial, que devastou toda a Europa, não é nada comparado com o que está vindo aí e que será 1.000 pior. Que tal?
Um terceiro disse que o ar e a água, por serem de graça, são mal utilizados e que quem o faz não repõe e nem paga pelo seu uso, lamentou.
Por fim, disseram que a homem agride a natureza e não a protege nem faz uso consciente dos seus recursos e que ela um dia vai cobrar o preço por estes abusos e, quando este dia chegar, será chamado de o “Dia Zero”, sem água. E aí alguém pode dizer que existe muita água nos oceanos e que dessalinizando ela poderia ser utilizada pelo homem, mas, e o custo desta operação, entre a retirada da água até levá-la às populações em todas as partes do planeta? E esta água seria de graça?
Ficar um dia inteiro sem água a nossa vida vira um inferno. Imagina sem tê-la.
A CBF vai mesmo contratar o técnico italiano Carlo Ancelotti, do Real Madrid, para comandar a Seleção Brasileira, no ano que vem. Agora, trazer um treinador de fora para dirigir a única seleção pentacampeã do mundo e justamente no País do futebol é muito estranho. Veja o nível em que se encontra o esporte por aqui e também as nossas “estrelas”. Aliás, essas evaporaram.
Não sei a sua opinião, mas para mim isso é constrangedor.
O que acontece é que o mundo evoluiu no futebol, dentro e fora dos gramados, e o Brasil permanece com o mesmo dos anos 1970 e 1980. E essa evolução que falo é em todos os setores dele. Aqui, continuamos acreditando que somos uma fábrica de craques. Os estrangeiros, de todas as partes do mundo, estão mostrando serem melhores e já faz um bom tempo. Isso ficou comprovado na Copa do Catar.
Das duas uma. Ou a CBF quer alguém de fora que conheça apenas os jogadores que atuam fora do Brasil para fazer um time só com eles ou os nossos treinadores estão ultrapassados. Mas, será que não tem um aqui que possa tocar o nosso escrete? Isso é um atestado puro de incompetência.
Nós já fomos nós no futebol. Hoje, somos só mais um em busca de luz.
“Ninguém é melhor que ninguém, simplesmente pelas coisas que tem, pois tudo que temos se perde na partida, porém tudo que somos, permanece na despedida”.
Desconheço a autoria.
Na última sessão da Câmara de Vereadores de Tapera, realizada nesta segunda-feira (19), dois assuntos dominaram sua pauta: o empréstimo que o município fará junto à Caixa Econômica Federal (CEF) e as queixas em relação ao plantão do Hospital Roque Gonzalez.
Primeiramente, destaco que o PL 064, de origem do executivo municipal, solicita autorização do legislativo para contratar empréstimo, no valor de ATÉ R$ 4 milhões, para obras na cidade. Quando deu entrada na Casa, a matéria, por sua complexidade, foi baixada para a Comissão Permanente (CP), para que os vereadores pudessem entender a sistemática da solicitação e as implicações que poderia causar ao município.
Pois os integrantes da CP se debruçaram sobre ele e, ao final, acrescentaram-lhe duas emendas. A primeira delas dispõe que o município está autorizado a contrair o empréstimo, mas somente em caso de contrapartida da União ou do Estado. Quer dizer: se os governos liberarem dinheiro, o município vai à CEF em busca da sua parte no contrato firmado. A outra emenda, por sua vez, solicita que o legislativo seja informado de todos os passos nas negociações com os dois entes federativos.
Também foi comentado a respeito da dívida que ficará para a próxima gestão municipal. Porém, há que se considerar que, dificilmente existem recursos suficientes disponíveis para efetuar investimentos. Então, é comum as prefeituras buscarem verbas para realizar obras e serviços, e o valor ser pago parceladamente. Todo prefeito deixa dívida para o seu sucessor. Apenas quem não fizer nada não deixará.
Já quanto ao plantão do Hospital Roque Gonzalez (HRG), comentou-se na sessão, sobre frequentes queixas da comunidade, em relação ao seu atendimento. Os vereadores deixaram claro que essa situação deve ser averiguada e solucionada da melhor maneira possível, de forma a não cometer injustiças com a instituição e nem com a população, que usufrui dos serviços do nosocômio. Inclusive, foi requerido que o administrador do HRG compareça à Câmara para sanar dúvidas dos vereadores e da população sobre o trabalho desenvolvido na instituição. Foi ainda lembrado na sessão que o município paga mensalmente ao hospital um valor significativo pelo serviço.