Pensamento do Dia
“Não eduque seu filho para ser rico. Eduque-o para ser feliz. Assim, ele saberá o valor das coisas e não o seu preço”.
“Não eduque seu filho para ser rico. Eduque-o para ser feliz. Assim, ele saberá o valor das coisas e não o seu preço”.
1 – Seja honesto em qualquer situação.
2 – Nunca faça algo que você não possa assumir em público.
3 – Seja humilde, tolerante e flexível. Muitas idéias aparentemente absurdas podem ser a solução para um problema. Para descobrir isso, é preciso trabalhar em equipe, ouvindo as pessoas e avaliando a situação sem julgamentos precipitados ou baseados em suposições.
4 – Ser ético significa, muitas vezes, perder dinheiro, status e benefícios.
5 – Dê crédito a quem merece. Nem sonhe em aceitar elogios pelo trabalho de outra pessoa. Cedo ou tarde, será reconhecido o autor da idéia e você ficará com fama de mau-caráter.
6 – Pontualidade vale ouro. Se você sempre se atrasar, será considerado indigno de confiança e pode perder boas oportunidades de negócio.
7 – Evite criticar os colegas de trabalho ou culpar um subordinado pelas costas. Se tiver de corrigir ou repreender alguém, faça-o em particular, cara a cara.
8 – Respeite a privacidade do vizinho. É proibido mexer na mesa, nos pertences e documentos de trabalho dos colegas e do chefe. Também devolva tudo o que pedir emprestado rapidamente e agradeça a gentileza com um bilhete.
9 – Ofereça apoio aos colegas. Se souber que alguém está passando por dificuldades, espere que ele mencione o assunto e ouça-o com atenção.
10 – Faça o que disse e prometeu. Quebrar promessas é imperdoável.
11 – Aja de acordo com seus princípios e assuma suas decisões, mesmo que isso implique ficar contra a maioria.
12 – O que fazer com os brindes e presentes? Muitas empresas têm normas próprias e estipulam um limite de valor para os brindes. Informe-se discretamente sobre isso e aja conforme a regra.
Ao telefone
13 – Dê toda a atenção à pessoa que ligou. Nada de mascar chicletes, comer ou fazer qualquer tipo de barulho. “A pessoa do outro lado linha pode achar que você não está lhe dando a devida atenção”.
14 – Jamais chame o cliente de querido, meu bem, benzinho
15 – Ao falar ao telefone, você é julgado pela dicção, capacidade de articular pensamentos e por tratar os outros com cortesia ou não. A voz deve ser alegre, clara, calorosa e em bom-tom – nem alta nem baixa demais.
16 – Ao atender telefonemas alheios, anote o recado. Escreva o nome da pessoa que ligou, o número do telefone, o assunto e a hora. Com letra legível, é claro.
17 – Evite, ao máximo, atender o telefone durante uma reunião – a não ser que a ligação seja extremamente importante. Isso também vale para celulares, que devem ser desligados antes do encontro começar.
18 – Não faça ligações pessoais demoradas, principalmente se for namorar.
19 – Nem pense em brigar com filhos ou outros parentes pelo telefone.
20 – Retorne as ligações, mesmo que você não conheça quem deixou recado.
21 – Se estiver ocupado, não tenha medo de interromper a conversa. Diga que não pode falar e que ligará em seguida. Não se esqueça de retornar a ligação.
22 – Todos estão sujeitos a ter de atender a um telefonema com alguém ao lado. Quando for inevitável, procure fazer com discrição. Nada de gestos, caretas ou comentários tapando o bocal. Pega mal. Quem ouve a conversa deve, literalmente, ficar surdo e, depois, mudo.
23 – Jamais deixe alguém esperando na linha. Melhor dizer que está ocupado e que retornará a ligação depois.
24 – Se a linha cair, a responsabilidade de ligar novamente é de quem telefonou.
25 – Ao deixar recado na secretária eletrônica, faça isso de modo claro e objetivo, dizendo o seu nome, o assunto, o seu número de telefone.
(desconheço a autoria)
O brasileiro nunca deveu tanto aos bancos. Segundo o Banco Central sua dívida é de R$ 1,2 trilhão. O cheque especial responde por 20,9% e o cartão de crédito por 6,2%.
E como essa conta será paga? Quem bancará este consumo? Afinal, houve uma onda consumista dos diabos neste País nos últimos anos.
Brasileiro ganha 2 e gasta 3, 4… E adora comprar o que não precisa. Economia deveria ser ensinada cedo na Escola.
Um estudo da consultoria KPMG constatou que, dos 20 estádios mais caros do mundo, 10 – a metade – estão no Brasil. Para fazer o cálculo, a empresa levou em conta o gasto de construção e o número de assentos. O Mané Garrincha, em Brasília (na foto), aparece na 3ª posição, com um custo de R$ 20 mil por lugar, atrás apenas de Wembley e Emirates Stadium, ambos em Londres – Inglaterra.
O momento que o Brasil atravessa, de crescimento total, pode se dar a este luxo.
Devemos ser muito ruins em matemática e também para montar um projeto.
Na próxima segunda-feira (23/12), o projeto de aumento do IPTU em Tapera entrará na pauta de votação na Câmara de Vereadores. E, pelo que soube, vem nova polêmica ai. Na última sessão, o presidente Claudio Schultz disse que o Executivo enviaria à casa proposta de aumento com menos de 12%, mas o Executivo deverá vir com 16,5%. Schultz já teria antecipado que, se isso de fato acontecer, votará contra. A matéria, portanto, não passará. Na segunda ainda, os dois poderes constituídos deverão voltar a conversar para chegar a um acordo, pois do contrário poderá não haver nenhum aumento em 2014, o que seria terrível para a Administração Municipal. E para o município que está com a cinta apertando.
Um passarinho me contou que poderia haver uma manobra para que a matéria seja aprovada na Câmara, mas soube de outro passarinho que poderá haver uma reação contrária para tornar sem efeito tal ação.
Aumentar imposto é preciso e necessário, porque é ele quem mantem as cidades, mas o valor não precisa ser exorbitante. Em São Paulo, a Câmara de Vereadores aprovou aumento de 10,7% para 2014, e em Venâncio Aires (RS) o aumento foi de 300%. A Prefeitura não vai levar, conforme o presidente do Legislativo daquele município.
Todos os vereadores votam aumento de imposto, mas não números absurdos, afinal o povo não pode ser penalizado, quando é justamente ele quem mantem a estrutura do seu município.
Tomara que na segunda o percentual de aumento seja bom para todos, e que caiba no bolso de todos.
Recentemente estive no Instituto Imaculada de Tapera, cobrindo a visita do secretário da Educação do RS, José Clóvis de Azevedo, que veio inaugurar as reformas no prédio daquele educandário.
O secretário, em sua manifestação, falou sobre a evolução do ensino no Brasil, no que concordei com ele em muitas coisas. O ensino evoluiu mesmo nos últimos 20 anos. Mas, poderia evoluir bem mais, tendo em vista a velocidade que anda o mundo atual.
José Clóvis Azevedo me pareceu aqueles professores boa praça de antigamente que, antes de ser um educador, eram amigos e quando em sala de aula, antes de passar o conteúdo, conversavam com a turma querendo saber sobre tudo. Que saudades desses mestres que hoje a maioria dos alunos não consegue ter, nem ver. E nem os professores de ser.
Mas, o secretário, na sua tranquila interação, lembrou que antigamente os estudantes não se manifestavam na frente das pessoas como hoje e hoje, qualquer criança fala com quem quiser, aonde quiser. E ainda faz teatro, com total desinibição. Sem falar na intimidade que tem com a tecnologia, com coisas que nossa geração nem sonhou que um dia pudesse existir. Se o ensino evoluísse no mesmo passo da tecnologia, não sei onde o Brasil estaria. Nem a gente.
Nos anos 60, 70 e 80 não se pensava que um dia existiria telefone celular, que seria possível carregar um e ligar para quem quiser, onde quiser e quando quiser. Antigamente, quem não tinha telefone em casa, tinha de ir até um posto da CRT (Companhia Riograndense de Telecomunicações) para fazer a ligação. E até às 20h, porque depois disso, somente no outro dia. Também não se pensava que um dia existiria computador e fosse possível fazer tudo nele, mas tudo mesmo. E toda esta tecnologia, colocada ao lado do ensino, mudou-o por demais nestas últimas décadas. O mundo de hoje está uma loucura. Agora, imagine ensinar neste mesmo mundo o conteúdo escolar da mesma forma como há 20 anos. Não dá! É também nisso que o ensino precisa avançar, junto com investimentos em pessoal.
Uma coisa que o secretário falou e que achei muito interessante. Ele disse que é preciso trocar a escola da repetição pela escola da criação. Verdade, mas para isso é importante que os governos olhem a Educação como ela deve ser olhada em função do que representa. E do que prepara.
A Educação precisa mudar rapidamente porque o Brasil que tem pressa também precisa muito dela.
Depois que uma entidade filantrópica fecha o que acontece com o seu patrimônio? Falarei sobre o assunto em seguida.
Recentemente, o ex-presidente Fernando Collor de Mello, que foi apeado do poder acusado de corrupção, postou em seu Facebook uma foto em que aparecem ele, a presidente Dilma e os ex-presidentes Lula, Sarney e FHC, em um avião da FAB, indo para o funeral de Nelson Mandela, na África do Sul. Renato Mosca, chefe do cerimonial da presidente Dilma também está no retrato.
A foto é uma foto normal onde aparecem presidente e ex-presidentes juntos, mesmo sendo opositor, companheiros e aliados. Mas, chamou minha atenção outra coisa. Na política, assim como nos negócios ou em qualquer outro setor, “cachorros” grandes não brigam entre si. Eles se relacionam e até se falam com frequência. Eles têm muito em comum e a ganhar sendo amigos. Quem briga e faz a parte suja são os cachorros pequenos, que só tem a perder brigando entre seus pares. Enquanto os pequenos brigam pelos grandes, estes ficam olhando, felizes e orgulhosos. E rindo (muito).
O Atlético caiu melancolicamente diante do Raja Casablanca do Marrocos, por 3 a 1, e disputará amanhã (21/12) o 3º lugar com o Guangzhou Evergrande da China. Olha, nos dias que antecederam a estreia do Galo, desde a chegada do time mineiro ao Marrocos, notou-se que o grupo não estava ligado no jogo. E de cara Ronaldinho Gaúcho pediu para ser poupado, mesmo sabendo que disputar um Mundial de clubes não acontece todo dia. O time não estava focado. E era muita marra nas aparições que a Globo mostrava. Aliás, a Globo deveria apenas transmitir jogos. Só isso, pois onde coloca as mãos a coisa desanda.
Depois do Mazambe Day, com o Inter, em 2010, surge o Raja Day. E teve também o Barcelona Day, com o Santos no ano passado. Deus me livre. Que fase!
Nesta segunda-feira fui à Câmara de Vereadores para acompanhar a votação do projeto de aumento do IPTU de Tapera para 2014 e também para ver a posição dos vereadores na votação. Pois, para minha surpresa, o Executivo, sabiamente, retirou-o antes de iniciar a sessão temendo uma derrota em plenário, mesmo tendo maioria na casa. O recuo, estratégico, garantiu o aumento. Não o que o Executivo queria, onde em alguns casos este ultrapassaria os 100%. Recuando, garantiu bom acréscimo no orçamento do próximo ano, afinal 12% é melhor do que nada.
O povo não estava sabendo de quanto seria o aumento, após a formatação do mapa da cidade pela Prefeitura. Sabia que haveria aumento, mas não tinha ideia de quanto ele seria. O baque se daria no momento em que receberia o carnê para pagamento. Só que, depois de aprovado na Câmara, não teria mais volta. Era pagar e berrar. Em vão.
Para o aumento, a Prefeitura alega que os municípios estão sendo orientados pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE) sobre renuncia de receita com a defasagem do imposto, tendo em vista que muitos estavam com seus números defasados há décadas. Só que o TCE não dava um número, nem em valor para cobrar, nem em percentual.
Na verdade o Executivo sabia de antemão que a votação do aumento empataria em plenário em 4 a 4, tendo que o presidente da casa, Claudio Schultz, desempatar a votação optando pela rejeição do projeto. Schultz, que é um dos vereadores mais atuantes e interessados da atual legislatura, foi atrás de números e a ouvir a comunidade, de todos os setores da cidade. Ele viu que o aumento seria um tremendo tiro no pé e se posicionou contrário a ele, com seu expressivo aumento.
Pelo que ele falou na Câmara, na segunda, o Executivo enviará à casa um novo projeto desta feita aumentando o IPTU entre 11% e 12%, ou seja, a inflação mais 100% em cima. É um aumento acima do normal, mas muito melhor do que 100%. Ou mais que isso.
Não existe ação mais antipática do que aumento de imposto. Muitos governos se utilizam deste artifício para fazer caixa e assim governar. Quer castigar alguém basta mexer na carteira dele. E o povo, calejado de tanto pagar imposto, não suportaria o aumento proposto.
Agora é esperar para a última sessão do ano, que se realizará na segunda-feira (23/12), o projeto que será votado entre os 11% e 12%. No final tudo ficará bem e bom para todo mundo.
Parabéns ao Executivo taperense pelo recuo e pela consciência e ao Legislativo que entendeu que não se pode penalizar uma população por erros cometidos pelos seus governantes no passado. Se houve erro, que ele se corrigido, mas com tempo e prudência.