Frase do dia
“Aves iguais voam em bandos”.
Não sei quem disse isso, mas é a mais pura verdade, pois você não vê o pavão voando entre as águias, a perdiz entre os falcões ou os pardais com as corujas.
“Aves iguais voam em bandos”.
Não sei quem disse isso, mas é a mais pura verdade, pois você não vê o pavão voando entre as águias, a perdiz entre os falcões ou os pardais com as corujas.
Nesta semana um aluno agrediu verbalmente sua professora em plena sala de aula em uma escola em Passo Fundo (RS) e ainda a ameaçou. Será que é essa a liberdade que o pessoal queria para nossas crianças com o pretexto de não “bloquear” seu desenvolvimento? Enfim, era isso, sem limite algum, que queríamos para elas?
Sou de um tempo que o professor era autoridade na sala de aula e a gente o respeitava. Lembro que quando íamos para a secretaria era por apenas atrapalhar as aulas, mas jamais por desrespeito ou agressão a ele.
Uma pessoa precisa crescer com liberdade, mas ela deve saber que não é o centro do universo nem seu dono e que existem pessoas que comandam e regras a serem obedecidas.
Imagine uma partida de futebol sem juiz e sem regras. Não funcionaria. Com a vida acontece a mesma coisa. Comando e regras é que disciplinam e conduzem o mundo e as pessoas.
Nesta semana, durante discussão na Comissão Especial da Reforma da Previdência, na Câmara dos Deputados, o deputado Marcel Van Hattem (Novo-RS), o mais votado dos gaúchos, enquanto se pronunciava ao microfone, foi chamado de “moleque safado” pelo colega Ivan Valente (PSOL-RJ), ao que devolveu-lhe chamando-o de “mentiroso”.
A discussão foi por que Valente disse que não era aposentado pela Casa e Van Hattem o desmentiu.
Marcel Van Hattem, 33 anos e em primeiro mandato, enquadrou uma raposa velha com nove mandatos de deputado nas costas, estando portanto, na Câmara a 36 anos.
O jovem parlamentar gaúcho, com pouco mais de seis meses de mandato, já é considerado um dos políticos mais influentes do Congresso Nacional. Que tal? O que será desse guri com dois ou mais mandatos?
Marcel Van Hattem começa a fazer história.
Escuta, essas conversas entre Moro e Dallagnol mudam o fato de que o Brasil foi roubado por uma organização criminosa que assaltou os cofres públicos e onde grandes empresas pagaram propina a pessoas importantes do executivo, legislativo e até do judiciário; anula todos os crimes cometidos, mesmo havendo provas substanciais, delações premiadas (também com provas), devolução de dinheiro de pessoas e empresas e que estatais acusaram a retirada de grandes somas de seus cofres? É isso mesmo?
Sobre essas conversas ainda. A PF deve investigar para ver o tamanho do crime, sua autoria e quem mandou cometê-lo. O hacker invadiu os telefones, o que é crime, pegou as conversas, editou-as e as enviou a um site noticioso. Aliás, o dono deste ofereceu o material à Rede Globo, que o recusou, por já ter tido problemas com o homem antes e duvidar da honestidade do produto. E para a Globo recusar uma denúncia contra o novo governo…
O pior de tudo é que tem gente que acha é possível anular todos os crimes cometidos e libertar os presos. Eu, a cada dia que passa, me surpreendo mais com o Brasil.
A partir de agora ninguém está imune ao ataque de hackers. Ninguém! Nem o pessoal dos três poderes. Fiquem ligados.
E não acredite em tudo que o Coelhinho diz.
Nesta manhã passei pela perimetral leste aqui em Tapera (RS), a ERS 332, e me surpreendi com a quantidade de lixo depositado ao longo do trecho entre os dois trevos. E agora, colocaram uma placa bem grande na rodovia dizendo que é proibido depositar lixo nela.
Está feio aquilo lá. Quem é de fora e passa por ali leva uma péssima impressão de nossa cidade e de nossa gente. E não é lixo caseiro, o recolhido diariamente, não.
A propósito. Aquele lixo que o caminhão não recolhe diariamente, onde ele deve ser depositado? E após, onde ele é descartado?
A semana começou com uma bomba sobre a Lava Jato, operação que está “limpando” o Brasil. No domingo (09), o site The Intercept Brasil publicou trechos de conversas pelo Whatsapp entre o então juiz Sérgio Moro e o procurador da República, Deltan Dallagnol. Num primeiro momento, parecia que o País havia vindo abaixo. Pois, fui para a internet me inteirar dos fatos e o que encontrei foram três frases fora de contexto que não jogarão um trabalho sério de cinco anos, que prendeu gente poderosa e fez empresas e pessoas devolver dinheiro, no lixo.
E, pelo que li e ouvi, tudo não passa de fogo de palha, uma cortina de fumaça. E o material bombástico prometido ainda não apareceu para ocupar espaço no Jornal Nacional da Globo por vários dias. Aliás, a mídia ao invés de se posicionar contra o crime de invasão aos celulares das referidas autoridades partiu para cima delas com toda força.
Isso que o Intercept tentou fazer não deve ser levado a sério, principalmente se levarmos em conta que neste País parentes de ministros advogam nos tribunais superiores; em que a nata da advocacia criminal faz jantar-homenagem ao presidente da corte que julgará suas causas; em que o magistrado da causa oferece jantar de aniversário para a parte; em que um ex-ministro de Estado se refere a um ministro do STF como ‘nosso advogado’ e ninguém se considera suspeito. Isso tudo é uma grande piada. Mas, tem os que acreditam nela.
Um hacker ajeitou a coisa toda e a PF precisa investigar e levantar quem fez o trabalho e quem o contratou. E punir todos exemplarmente. Não se pode esquecer que houve crime de corrupção neste País e que atingiu empresas estatais com pagamento de propina. Isso não tem como ser negado.
A bem da verdade, isso tudo parece desespero, pois até onde sei é normal juiz, promotor e advogado conversarem para tornar a causa célere. Ou não? Advogado defende uma das partes, o juiz opta por uma delas, mediante provas; e o promotor oferece ou retira a denúncia. Não é assim? E nem o pessoal do Judiciário está se entendendo neste caso, prova disso é que a OAB gaúcha diverge da nacional no caso. E aí, como fica?
Resumindo a ópera toda. Sérgio Moro é candidato a tudo no Brasil. Em 2022, ele estará ou no Planalto ou no Supremo e isso incomoda muita gente. E quem não gosta dele ou está enrolado ou sente ciúmes do carinha.
E a Organização Criminosa (ORCRIM) que tomou conta do Brasil nas últimas décadas e que está sendo combatida pela Laja Jato, não para de crescer. Agora o STF colocou mais quatro políticos no “palco”, todos do PP, inclusive seu presidente nacional.
Não interessa o partido político, mas se estão envolvidos em crime devem pagar por isso. Não se passa a mão na cabeça de bandido, sim, por que quem mete a mão no dinheiro público é bandido e como tal deve ser tratado e punido exemplarmente.
TODOS que integram a ORCRIM devem prestar conta em juízo e pagar pelo seu crime. E NINGUÉM está acima da lei.
“Não espere ter tudo para aproveitar a vida. Você já tem a vida para aproveitar tudo”.
Desconheço o autor, mas o cara disse tudo. Pense nisso.
O Programme for International Student Assessment ou Programa Internacional de Avaliação de Alunos, em português – PISA, é uma rede mundial de avaliação de desempenho escolar, realizado pela primeira vez em 2000 e repetido a cada três anos. O mesmo é coordenado pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), com vista a melhorar as políticas e resultados educacionais.
O PISA é um exame parecido com o ENEM. Ele não é de conhecimento, mas de competência, interpretação de textos, entender gráficos, de raciocínio logico e matemático… Dos 41 países que participaram da última edição, o Brasil ficou em 37º lugar. Em Matemática, ficou em 41º, em último. O Brasil possui o pior sistema educacional do planeta . Nem colocando todo mundo na universidade ou em aviões ajudou a melhorar o quadro.
Aí se pergunta. Nossos professores são maus? Eles têm má vontade? Não são profissionais? Não! O modelo brasileiro é que está errado, defasado. Ele foi bom em um certo período de nossa história. Hoje, não dá mais.
E a maior prova de que a educação não anda bem são os cursinhos pré-vestibular. Como pode preparar um aluno se ele recém saiu da escola? Então ele desaprendeu tudo que aprendeu nela?
Está na hora de mudar o modelo, pois este que está aí não presta mais e não nos levará a lugar nenhum.
Uma última coisa. Quem educa são os pais. Professor ensina. Não existe terceirização na educação dos filhos.
Após o presidente Jair Bolsonaro vetar o comercial do Banco do Brasil a esquerda brasileira caiu de pau em cima dele. E, aqui para nós, eu vi o comercial e ele não era lá essas coisas. Agora, a bem da verdade e isso a mídia não falou, ele foi vetado não por ter sido taxado de excesso de diversidade, mas pelo valor da “obra” prima: R$ 17 milhões. Por um comercial de 30 segundos que fica na faixa de R$ 500 mil. Lembrando que os filmes brasileiros Tropa de Elite 2 e Faroeste Caboclo custaram, R$ 14,5 milhões e R$ 4,5 milhões, respectivamente.
E aí vem a pergunta. Será que um banco privado gastaria essa fortuna para um comercial de 30 segundos? O que os caras não fazem com o dinheiro público. E é isso que Jair Bolsonaro e sua equipe querem acabar: com os excessos, as farras. Só que, acabando com eles, haverá os que se sintam prejudicados e vão berrar.
Está mais do que na hora de o Brasil começar a tomar conta do seu dinheiro.