Na segunda-feira (17), na Câmara de Vereadores de Tapera (RS), deu entrada projeto de lei do Executivo solicitando ao Legislativo autorização para contratação de empréstimo de R$ 1,2 milhão, junto ao Banco do Brasil, para aquisição de uma draga, um caminhão basculante, os contêineres para o lixo e o elevador para o Centro Administrativo.
A propósito do elevador. O mesmo tem até lugar para ser instalado. Ficará pelo lado de fora do prédio, na entrada do mesmo, com a porta ficando próxima ao corredor que dá acesso ao gabinete do prefeito.
O caminhão e a draga serão muito utilizados pela Secretaria de Infraestrutura. Os contêineres nem se fala. E o elevador é uma questão de cidadania no tocante a acessibilidade, um direito de todos.
Assisti boa parte da sabatina ao ministro Sérgio Moro na Comissão de Constituição e Justiça do Senado e dei boas gargalhadas. E nas cadeiras estavam boa parte de investigados pela Lava Jato, com a maior cara deslavada do mundo, como se nada tivesse acontecido. Aliás, esse pessoal só está lá por que quem vota neles não acompanha o noticiário nacional. E ainda acredita em Papai Noel.
Moro, no alto de sua inteligência, conduta e categoria, mostrou tudo que sabe e ele sabe muuuuuito. Nada ficou sem resposta. Ele, com ajuda de procuradores e policiais federais, “amarrou” muito bem as provas para prender os integrantes da ORCRIM. Fez um trabalho perfeito. De mestre e inconteste, pois tudo fora aprovado por cortes superiores. Dos 54 processos que passaram pelas suas mãos, apenas 1 foi questionado e acabou aprovado. E deu no que deu.
Sérgio Moro é um herói nacional que esteve frente a frente com alguns personagens de índole duvidosa e saiu do meio deles ainda mais forte.
A propósito. Numa eleição presidencial hoje com Moro candidato, quantos votos ele faria? Será que faria mais do que os 58 milhões de Bolsonaro?
Nesta semana, vazou a informação de que o ex-deputado Jean Wyllys vendeu seu mandato parlamentar a David Miranda, marido de Glenn Greenwald, aquele das denúncias a Moro e Dallagnol, por 700 mil dólares. A PF está investigando o “negócio” e o STF está atento, por que o jogo virou.
Mas, o Jean Wyllys não havia deixado o País por medo de sofrer um atentado? E levou 700 mil dólares no bolso? Muita gente achou que era perseguição política. Não era. A PF está no rastro.
Aliás, todo o caso do vazamento das mensagens está sendo investigado por ela e, pelo visto, o mesmo é bem outro. Houve três crimes aí: invasão aos telefones, edição das mensagens e publicação de material não verdadeiro.
A Seleção Brasileira não está jogando um ovo. Ontem, conseguiu empatar sem gols com a grande Venezuela. O escrete brasileiro conseguiu perder o brilho alcançado em cima de um passado glorioso de conquistas e de craques de verdade. Hoje, ninguém mais tem medo dela e todos jogam de igual para igual com ela.
Essa geração não está preocupada em vencer, mas nas compras que fará no dia seguinte dado a fortuna que recebe todo mês. Para mim ela não ganhará nada.
Outra coisa. O filósofo e psicólogo Tite não é treinador para a Seleção e se ela não ganhar a Copa América em casa estará fora. Eu acho.
E Tite não precisará viajar a Brasília para se encontrar com o presidente Jair Bolsonaro, que certamente não vai querer vê-lo.
E enquanto isso Marta e as meninas…
Ontem à noite (17), em sua sala de reuniões, a Associação Comercial, Industrial, Agropecuária e Prestação de Serviços de Tapera (ACIT) elegeu e deu posse à sua nova diretoria. E quis o grupo presente que Zaira Anghinoni permanecesse no comando da entidade.
A nova diretoria da Associação é a seguinte:
– Presidente – ZAIRA MARIA ANGHINONI
– Vice-presidente – ROGÉRIO PINHEIRO
– 1ª Tesoureira – MARGARETH SIMON BARBOSA
– 2º Tesoureiro – JEFERSON LUIS THOMÉ
– 1ª Secretária – LIDIANA SCALCO CORAZZA
– 2ª Secretária – MARISTELA BOHRER DE LAZARI
– Diretor SPC – LISANDRO LAUXEN
A ACIT vem fazendo belo trabalho em Tapera, principalmente em eventos diversos em parceria com a Administração Municipal e nada mais justo que mantivesse o seu grupo. Pelo bem do município que permanece em muitas boas mãos.
Sobre essas trocas de mensagens entre o ex-juiz e atual ministro Sérgio Moro e o procurador da República Deltan Dallagnol:
1 – Houve crime na invasão dos telefones?
2 – As mensagens foram editadas?
3 – Existe crime nas conversas?
4 – É crime juiz, promotor e advogado conversarem?
5 – Quem hackeou as conversas?
6 – Quem pediu o hackeamento?
7 – Essas conversas apagarão os crimes cometidos contra o patrimônio público nacional e investigados pela Lava Jato?
8 – E os culpados serão todos libertados?
São algumas perguntas que os brasileiros querem saber.
O presidente do BNDES pediu para sair. Sua situação estava insustentável. Agora, fora da estatal, bem que ele poderia explicar por que não abriu a “caixa preta” do banco, sobre os empréstimos que o Brasil fez mundo a fora e que se teme não sejam pagos e que poderão dar novo prejuízo à nação. Vai sair muito bicho de dentro dela, podem apostar. E vai respingar em gente grande mais uma vez.
Este País é uma festa. Sempre foi.
A Construtora Odebrecht, envolvida na Operação Lava Jato, tendo pago milhões em propina a autoridades e que devolveu muito dinheiro aos cofres públicos por determinação da Justiça, está entrando nela pedindo a devolução de mais de R$ 70 bilhões. Não sei como isso funciona, mas a pedida é válida. Se a Justiça determinou uma coisa, amparada em provas e na lei, será que voltaria atrás? Sim, por que se o fizer tudo que foi feito não terá valor algum.
Se o processo cair nas mãos de um desafeto do ministro Sérgio Moro terá sequência, mas se cair na de um defensor da Lava Jato e da “limpeza” do Brasil a coisa para por ali.
Se bem que pedir é uma coisa e levar é bem outra.
E o América estreou na Liga Gaúcha neste sábado (15), jogando no Poliesportivo, pela 2ª rodada, contra o Passo Fundo, e empatou em 2 gols. Assis marcou os dois gols taperenses, sendo o primeiro na raça, item que se mostra em jogadores acima da média. Dos ousados. Mateus Gaúcho e Romarinho anotaram para o time visitante. O Mateus fez o primeiro da partida e comemorou de forma discreta no banco, mostrando respeito pela cidade e time que o acolheu nas últimas temporadas.
O jogo, que foi bom a meu ver, poderia ter sido bem melhor para o América se tivesse marcado nas muitas oportunidades criadas. O time cria, mas na hora do vamos ver, a coisa foge ao controle.
Gostei do time, que continua crescendo no ano, mas lentamente, o que preocupa. Ele carece de novas peças, principalmente para a marcação e que balance a rede adversária. Não tem dinheiro, sabemos, mas a carência existe.
Não gostei do público no Poli. Pouca gente. Não sei o que acontece, mas tem uma máxima no futebol, entre tantas, que diz que a torcida é o reflexo do time. E para reverter isso é com o time.
No jogo ainda, um fato chamou atenção e que causou a expulsão do treinador Morruga, do América. No segundo tempo, a bola saiu para a lateral e o jogador passo-fundense, sem autorização do árbitro, cobrou o arremesso entregando a bola a um companheiro que, sem marcação, chutou para o gol marcou o 2 a 1. A arbitragem validou o lance, quando os americanos esperavam pela autorização do apitador. Até onde sei uma bola só está em jogo com a anuência do juiz. A não ser que a regra tenha sido mudada e eu não sabia. O Morruga protestou dentro da quadra e isso lhe custou a permanência no local. A arbitragem teria passado em branco não fosse este fato lamentável que prejudicou o América.
Nesta quinta-feira (20), a equipe iria a Erechim enfrentar o Atlântico, mas a partida foi cancelada ficando para 18 de julho. Assim, ela retorna à quadra no dia 29, em casa, contra a ABELC.
Resumindo a ópera toda. O América vem crescendo, lentamente, mas vem crescendo. O time cria e não conclui com eficiência. E precisa de reforços, pois não adianta jogar bem e empatar ou perder se o que vale são pontos e quantos mais melhor.
O outono está indo embora e o inverno vindo aí – 21/06 – e nada do frio aparecer. Por acaso, alguém sabe por onde ele anda?
E aqui no extremo sul do Brasil é preciso que o frio se mostre no inverno para que não aconteçam aquelas loucuras na primavera com ventos, chuvas, granizo e muita destruição.