Quem é contrário ao combate à corrupção no Brasil, e que não são poucos, diga-se de passagem, é por que ou está envolvido em sujeira tendo levado o seu ou está com ciúmes por ter ficado de fora da maior ação anticorrupção da história do País.
Agora, quando se combate o mal não se pode ir contra. Primeiro vem a nação e depois a quarta pessoa. Jamais a primeira. E essa primeira já ganhou muito. E quer mais. Que continue como era.
Nesta semana, o Brasil jogou contra Senegal e Nigéria e conseguiu empatar em 1 gol nos dois jogos. Resultados bons para quem é pentacampeão mundial e jogou contra a 30ª e a 33ª colocadas no ranking da FIFA. Futebol de dar dó o nosso. E o Neymar, o cracão brasileiro, que completava 100 jogos pela Seleção, passou em branco novamente.
Essa geração, que está cheia de dinheiro, parece não estar ligada no que representa a seleção do País que tem no futebol seu maior esporte.
E o filósofo Tite insiste em contar sempre com os mesmos, tudo figurinha marcada que não vai a lugar nenhum.
Que saudades de quando o Brasil tinha craques como Pelé e Garrincha e Romário e Bebeto que nunca perderam uma única partida jogando pela Seleção. E jamais tomaram 7 a 1 em uma Copa do Mundo.
Os caras podem dizer que as outras seleções evoluíram e que o Brasil não é mais novidade. Pode até ser, mas nenhum jogador no mundo tem mais criatividade e talento do que o brasileiro. Pode até haver alguns fora de série espalhado por aí, mas na média…
O Brasil pode jogar mais do que vem jogando, desde que os milionários queiram e foquem título e não as possíveis compras que farão no dia seguinte.
Tomara que eu morda a língua, mas vai demorar muito para o hexa chegar.
E o América perdeu novamente e se afunda cada vez mais na tabela de pontos da Liga Gaúcha Futsal. Ontem, foi a Ibirubá com a obrigação de vencer para escapar do “buraco” em que se encontra e perdeu por 5 a 3.
Pela quantia de jogos que faltam, o América (11º) luta para não cair com ALAF (10º) e ABELC (9º). Tem chances de escapar da degola, mas terá de contar com a sorte no time.
A equipe taperense tem ainda quatro jogos para fazer 12 pontos e ainda torcer para que seus concorrentes percam pontos nesta reta final. Os jogos que o América terá: Atlântico (C), SASE (F), Marau (C) e ACBF (F).
A situação americana é desesperadora, fruto do extra quadra que não permitiu contratações pontuais e o time foi como dava. Agora, se a situação é crítica na tabela, é de se elogiar a postura do treinador Morruga e de seus comandados que ainda não jogaram a toalha no chão. Isso precisa ser reconhecido e aplaudido.
Enquanto isso, o Guarany é só alegria e sucesso. O time venceu de novo e se isolou na liderança da LGF. Na pior das hipóteses poderá terminar a fase em 2º lugar. Desde que o Atlântico, que ainda tem 6 jogos para cumprir, vença todos.
E abaixo a situação de cada clube nesta reta final de primeira fase:

Logo mais à noite, na Zahara, aqui em Tapera (RS), tem show com Charles Master, ex-TNT. E a galera do bom e velho rock and roll poderá matar saudades dos grandes sucessos da banda gaúcha que fez história no Brasil, na década de 1980.
Charles Master foi guitarrista, vocalista e compositor da banda. E, certamente tocará sucessos como Cachorro louco, Ana Banana, Quem procura acha, A irmã do Dr. Robert, Oh! Deby, Não sei, entre outras.
Zahara, hoje, galera.

A Liga Gaúcha Futsal virou uma grande confusão por conta das constantes trocas de datas dos jogos. Isso deixa o torcedor furioso, pois se programa para algo que não se realiza.
E dando uma conferida na tabela de pontuação, verifica-se que o América amarga a última colocação. Das 11 equipes, o time taperense é o pior de todos e sério candidato a rebaixar no ano que vem.
Não sei que conta a direção e a comissão técnica americana andam fazendo para fugir do rebaixamento, mas a missão é bem complicada faltando 5 jogos para acabar a primeira fase.
O time está em 11º lugar com apenas 11 pontos em 15 jogos e um aproveitamento de 24,4%. É sofrido. São números de desenganado.
Das cinco partidas restantes, o América jogará duas em casa (Atlântico e Marau) e três fora (ASIF, SASE e ACBF). Terá de fazer 15 pontos e ainda torcer para que outros clubes marquem passo. Muito complicado.
E para 2020, como será a coisa? Será que o time virá? Será que terá patrocínio que possa se montar uma equipe competitiva? Será que a torcida voltará ao Poli? Estas são apenas algumas perguntas que somente serão respondidas no primeiro trimestre do próximo ano. Se ele acontecer, claro.
Tem gente aqui em Tapera que acha que o América não virá ano que vem, pois não haverá ajuda pública a exemplo deste ano e o projeto aquele ainda é uma incógnita. De onde sairá dinheiro é outra incógnita. A não ser que o pessoal coloque a mão na carteira.
Vamos ver o que aguarda o salonismo taperense para 2020. Aliás, não só em Tapera.
Como é que um time que ia tão bem na Libertadores, Copa do Brasil e Brasileirão pode cair tanto assim de produção? Os entendidos de futebol podem falar o que quiser, mas na vida todos vivemos de resultado. E se ele não for o esperado de nada adianta o esforço na reta final. A vida é dura e cobra excelência.
O ano acabou para os colorados e agora é esperar que 2020 seja melhor. Vamos completar 4 anos sem Gauchão, 10 sem Libertadores, 28 sem Copa do Brasil e 41 sem de Brasileirão. É mole?
Está na hora de o Inter tomar rumo. E, como diz seu hino: “Segue a tua senda de vitórias, Colorado das glórias, orgulho do Brasil”.
O tal do VAR, que veio para ajudar, segundo acham, está deixando o Brasileirão uma bagunça só. Mais atrapalha do que ajuda. O equipamento veio para corrigir erros que sempre atrapalharam o futebol, como os impedimentos e bolas e na mão e toques dentro da área, porem a novidade ainda precisa ser melhorada e bota melhorada nisso, pois está cometendo muitos erros e deixando clubes e torcidas loucos da vida. Pelo menos os prejudicados. Uns mais do que outros.
O pior de tudo é que o pessoal que fica naquela sala manda mais no jogo do que o árbitro e este se deixa influenciar pela imagem a ele apresentada e a “sugestão” recebida.
O árbitro, como alguém que lê e não entende o que leu, pede ao contato na sala: “O que você viu? O que você acha?”, Aí o cara diz o que pensa e ele determina em campo, mais errando do que acertando.
O VAR deveria ser usado em momentos de estrema dúvida como os impedimentos e não na tal de falta na origem do lance, afinal uma partida de futebol tem centenas de lances e os erros acontecem no lance de gol, segundos depois.
Quem deveria mandar na partida seria o árbitro, mas não é assim.
Os jogos do Campeonato Municipal de Futsal de Tapera (RS) levaram mais gente ao Poliesportivo do que o América que disputa a elite do salonismo gaúcho. Por que será que isso acontece? Só na final haviam mais de 800 pessoas no ginásio.
Para o ano que vem, se o América vier, independente da competição que disputará, se primeira ou segunda divisão, que revejam algumas coisas, pois do que jeito que vai não dá mais.
Enquanto isso, do outro lado do rio Jacuí, o Guarany faz escola: líder isolado com 37 pontos e aproveitamento de mais de 77%.
Em 2010, em uma feira que estava sendo aberta aqui na região do Alto Jacuí, norte do RS, um prefeito de um município da AMAJA, ao microfone, disse a seguinte frase: “É preciso fazer muito com pouco”. Na época, a arrecadação dos municípios começava a despencar e era preciso as prefeituras “apertarem” o cinto economizando de todas as formas.
O que o então primeiro mandatário queria dizer é que era preciso seguir o cronograma sem gastar muito e mal e com pouca gente.
Isso é pensamento de estadista e de empresário de primeira grandeza.