Blog do Sarico

Onça-parda na região


Na manhã do último domingo (09), uma onça-parda ou puma foi encontrada morta no acostamento da ERS 223, em Ibirubá, próxima a entrada para o Pinheirinho. Ao que tudo indica o animal fora atropelado.

Não sabia da existência de onça-parda aqui na região. Acontece que o homem está invadindo seu território por toda a América, encurtando-o, e obrigando o felino a migrar em busca de comida.

A onça-parda, que também é conhecida no Brasil por puma, leão-baio ou suçuarana, é um animal em risco de extinção.

Se apareceu uma deve ter mais por aí. Ou começarão a aparecer.

Fotos: Natália Sarturi

Praça “limpa”


Na última sexta-feira (07), uma equipe da Secretaria Municipal de Desenvolvimento de Tapera (RS) podou um grupo de árvores na Praça Dr. Avelino Steffens, no Centro da cidade. O trabalho deixou a Praça, que está sendo repaginada, mais “limpa”, o que é muito bom, principalmente por que não as cortaram fora.

Gosto demais de árvore, de muitas árvores, pela sua sombra, sua beleza e embelezamento que provoca e sua importância a homens e animais.

Aliás, vocês já viram a cidade do alto e a quantidade de árvores que temos aqui? Isso é um ponto muito positivo e importante para nós taperenses.

Estou na torcida para que, quando chegarem na parte de “cima” da Praça não a depenem como foi feito na outra extremidade.

A propósito. O parquinho, que está pronto, ficou muito bonito e a criançada vai adorar mesmo não sendo a grama de verdade. O verde do piso vai compensar a falta da cor naquela parte. Mas, a praça está ficando bonita e isso precisa ser reconhecido.

E para as festas de final de ano, será que a Praça Central estará toda ela concluída? Seria muito bom Tapera encerrando o ano com sua nova praça entregue à comunidade. E sem pandeia.

Brinquedo de infância


Essa coisa aí da foto foi um dos brinquedos da minha infância e juventude tal qual é o celular para os meninos de hoje. Claro, é um exagero fazer esta comparação pela importância e necessidade de cada um, mas essa taquara era o que se tinha para brincar nos idos dos anos 60 e 70, acreditem.

A imagem é de uma estuparol. O brinquedo era uma taquara oca. Numa das pontas se colocava uma bolinha de cinamomo e outra ia na outra extremidade. Depois, com um cabo de madeira da bitola do “canudo”, se empurrava uma bolinha contra a outra com força. O deslocamento fazia com que ela saísse como um tiro. Também é um exagero, mas a mecânica era a mesma. Saia com uma força incrível e ainda fazia um barulho bonito.

A gente se divertia atirando a esmo ou mesmo sacaneando a gurizada na escola e fora dela.

A estuparol, junto com o bodoque, carreto (carrinho de lomba), bola, caça, pesca e banho de rio, eram as diversões da minha geração.

Quanta diferença em mais de 40 anos. O meu tempo com o atual mostram dois mundos completamente diferentes.

Confesso que me surpreendo com certas coisas atualmente, mas será que os meninos de hoje sobreviveriam no meu tempo? A garotada de hoje se rola rindo da gente quando lhes contamos o que fazíamos e o que tínhamos para brincar na época.

O STF vai aprontar


O que parecia impossível até pouco tempo atrás está prestes a acontecer, isso se a Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal resolver emporcalhar a coisa, em outubro. E se vier a acontecer o que se está prevendo hoje, na eleição presidencial de 2022, Jair Bolsonaro poderá enfrentar nas urnas seu ex-ministro e estrela da Lava Jato, Sergio Moro; e o ex-presidente Lula, condenado e preso por corrupção passiva e lavagem e dinheiro.

Isso se não “degolarem” o Moro com aquele golpe de 8 anos inelegível por ter sido ex-ministro.

Que tal Bolsonaro, Moro e Lula numa eleição?

E aí, em qual deles você votaria?

A evolução das comunicações


Numa noite dessas, um grupo familiar se reuniu, em duas cidades gaúchas, distantes 300 quilômetros uma da outra, para uma conversa pelo celular, numa espécie de videoconferência caseira. E foi um show, soube, pois dela participou uma pessoa de idade sem nenhuma afinidade com a internet ou as tecnologias atuais. E elas ficaram mais de duas horas conversando. Deviam ter muita coisa para colocar em dia.

Agora, é impressionante a evolução das comunicações. Em 1975, quando comecei a trabalhar no Tapera Bureau, um escritório de contabilidade e representante do antigo INPS, aqui em Tapera (RS), eu chegava às 07h30 e solicitava uma ligação à telefonista da CRT (Companhia Rio-grandense de Comunicações), que ficava num prédio ao lado da Prefeitura velha e onde está hoje o Centro de Eventos. O telefone era daqueles que tinha de se bater no gancho para chamar a atendente na telefônica. Se batesse demais as meninas ficavam bravas pelo barulho em seus ouvidos. Enfim, uma ligação para Carazinho, distantes 45 km, era concluída depois das 11h, mais de três horas depois da solicitação.

Poucos tinham telefone na cidade naquela época e todos sabiam o número de dois dígitos de todos. Mas, a ligação tinha de passar pela central telefônica onde as atendentes mexiam com pinos com cabos que precisavam ser conectados a plugs para se poder falar.

Quem não tinha telefone tinha de ir até a telefônica para solicitar uma ligação. Precisava esperar e após ser chamado entrava numa cabine de madeira com vidro na frente, sentava no banco e falava. Tinha de ser depois das 20h quando a ligação era mais barata. E por ser cara se falava tudo rapidamente.

Havia ainda os fonogramas, onde a pessoa ligava para a telefonista que escrevia o recado num papel que depois era datilografado e enviado ao seu destinatário na cidade. E quem recebia não tinha telefone. Imagine a mão de obra para isso e o tempo gasto entre a solicitação e a entrega do recado.

E tinha também os Correios que oferecia o telegrama, nos mesmos moldes do fonograma. E para se ter ideia uma carta para Porto Alegre, por exemplo, demorava uma semana para ir e voltar – a resposta. Uma eternidade se comparado a hoje. Se a coisa era urgente se usava fonograma ou telegrama.

No começo dos anos 80, chegou a Tapera o sistema DDD/DDI e tudo foi melhorando. Com telefone discado não se utilizava mais a telefonista e o pessoal podia ligar para qualquer canto do mundo. Mas, a ligação continuava cara.

Hoje, com a internet e o celular e tudo mais, o mundo virou um bairro, pois tudo pode ser feito em tempo real, quando se quer a na hora que se quer.

E o que será que está vindo aí?

Elevador na Prefeitura


Soube nesta semana que o elevador do Centro Administrativo de Tapera (RS) foi inaugurado. Quem me contou foi um amigo cadeirante que participou da solenidade. Estranhamente, a imprensa não se fez presente pois não foi comunicada.

O importante é que o CA recebeu finalmente o seu elevador, equipamento bastante solicitado pelos vereadores em várias sessões nos últimos anos e que faltava naquele belo prédio.

As pessoas com necessidades especiais e também os idosos poderão agora acessar o segundo piso da Prefeitura onde estão o gabinete, algumas secretarias e setores e a Câmara de Vereadores.

Agora a comunidade sabe que o elevador do CA está em funcionamento.

Antes tarde do que nunca esse direito à acessibilidade.

Incompreensível


Nesta semana, a Secretaria de Educação de Tapera (RS) informou que a Escola Mundo da Criança, localizada na Avenida Dionísio Lothário Chassot, na entrada do bairro Brasília, vem sendo alvo de vandalismo e furto. Pelo que disseram, várias incursões foram feitas à mesma nos últimos dias.

Isso não dá para entender. Por que o pessoal invade uma escola para depredar e roubar? Uma escola, pelo seu trabalho e sua importância, deveria ser intocável.

Quem tiver alguma informação sobre essa violência descabida àquele educandário deve denunciar à polícia.

A propósito. A Polícia Civil foi comunicada e vai investigar.

CET no Agosto Lilás


Nesta semana, num dos grupos de Whatsapp que participo, apareceu esta fotografia. Ela mostra parte da fachada e escadaria do Centro de Eventos Tapera (CET) iluminado na cor lilás, mostrando que o município está integrado ao Agosto Lilás, de combate à violência contra a mulher.

E você já sabe. Se souber de algum caso de violência contra mulher, denuncie. E se você sofre violência, denuncie também, afinal ninguém é dono de ninguém.

Tem remédio contra o Covid-19 em Tapera, sim


Nesta manhã, quando postei o texto sobre a possibilidade de o município de Tapera (RS) comprar e repassar gratuitamente à população o kit medicamentos contra o Covid-19, minha intenção era única e exclusivamente abordar a manifestação da secretária de Saúde do município, Marisa de Souza Vargas, aos vereadores na sessão de segunda-feira (03). Acontece que algumas pessoas entenderam que não há remédio para combater a doença no município, o que não é verdade.

Como estamos aqui para ajudar e não atrapalhar, ainda mais em se tratando de saúde, a Secretaria me contatou pedindo para esclarecer o assunto.

Segundo a Secretaria Municipal de Saúde de Tapera, o município tem tratamento tanto para os sintomas quanto para a doença do Covid. Foi estruturada uma unidade de atendimento exclusiva para pacientes com síndrome gripal desde o início de abril. E a mesma conta com médico, enfermeiro e técnico de enfermagem de segunda a sexta-feira e atende ainda por telefone.

Em todos, absolutamente todos os casos de indicação de tratamento (critério médico), os pacientes que procuraram ou foram encaminhados à unidade receberam não apenas orientação e atestado, mas também toda medicação necessária ou seja: Ivermectina, Azitromicina e todos os demais medicamentos para tratamento dos sintomas do Coronavírus.

A Secretaria Municipal de Saúde taperense tem medicamento e pensou nisso antes de muitos municípios.

E se a comunidade tem alguma dúvida sobre as condutas, tratamentos ou recomendações sobre o Covid-19 deve ligar para o número (54) 9 9998 2148.

Na Câmara, a secretária Marisa falou que o município ofereceria à comunidade algo a mais para o tratamento se este fosse do seu interesse – da comunidade.

Acredito que a coisa tenha agora ficado clara e que a comunidade se acalme e que se cuide.

Município distribuirá kit medicamentos


Convidada, a secretária de Saúde de Tapera (RS), Marisa de Souza Vargas, esteve na Câmara de Vereadores na última segunda-feira (03) para falar sobre a Saúde no município, o que está sendo feito para se combater o Covid-19 e como estão sendo gastos os valores recebidos.

Na oportunidade, os vereadores cobraram dela o isolamento social que não estaria sendo cumprindo em Tapera, especialmente aos finais de semana.

Na conversa antes da sessão, a secretária informou que a administração municipal está pensando em distribuir à população o kit medicamentos (Azitromicina, Ivermectina, Cloridrato de Cloroquina, Zinco e Vitamina D), que está sendo distribuído por vários municípios gaúchos a seus munícipes. O valor seria custeado pelo próprio município uma vez que os remédios ainda não têm sua eficácia comprovada.

Marisa Vargas informou que um projeto deverá ser enviado ao Legislativo e após o município começaria a tratar da compra e distribuição dos medicamentos, cujo processo está sendo realizado pelo COMAJA (Amaja e Amasbi).

O kit medicamentos seria após distribuído gratuitamente à população.

A secretária não informou quando o projeto irá para a Câmara nem quando os remédios chegarão a Tapera.