O desemprego, pelo que estamos vendo, é um problema mundial e que não escolhe em qual nação fará seu berço. Depois de saber que o Brasil tem mais de 14,3 milhões de desempregados, me surpreendi ao saber que os EUA, a maior economia do planeta, tem mais de 10,7 milhões deles.
Se compararmos Brasil e EUA, o problema deles é muito maior levando em conta o tamanho do seu território, sua população e seu poder econômico.
Só para acrescentar. A pandemia do novo Coronavírus já pulverizou mais de 255 milhões de demissões no mundo todo.
Não adianta, o desemprego é um flagelo dos tempos atuais e que está presente em todos os lugares.
Se a coisa anda ruim para os países industrializados, imagine como estão os que não o são. E a coisa vai piorar, por que a expectativa de vida e o tempo das pessoas ficando no mercado de trabalho é maior, não dando espaço para os jovens que saem da universidade e não encontram lugar para atuar
Além disso, as empresas estão cada vez mais exigentes e, até mesmo pessoas com altas qualificações não estão conseguindo emprego. E sem falar que muitas delas exigem experiência, sendo que, se a pessoa acabou de se formar, como é que ela vai adquirir experiência no mercado de trabalho (sem levar em consideração o estágio prático profissional da faculdade) dessa forma?
E nunca esquecendo da economia que, a seu bel prazer, empurra as empresas para cima ou para baixo em questão de segundos.
Falando em economia, entendo pouco dela, mas não vejo como as nações conseguirão zerar seu desemprego nestes novos tempos, globalizados e tocados pelas máquinas e pela internet com todas as suas facilidades.
A corda vai apertar ainda mais.
A era dos jornalistas milionários na televisão brasileira, leia-se Rede Globo, pode estar chegando ao fim.
A Globo passou por uma reestruturação financeira, ao ver seus custos desproporcionais à margem de lucro. Devido a isso, os medalhões do jornalismo televisivo, que ostentam há décadas salários na casa das centenas de milhares, estão tendo seus vencimentos reduzidos em 25%. Muitos aceitaram, outros foram demitidos e outros, ainda, pediram demissão e se bandearam para outros canais.
A crise econômica que está aí não permite mais que as emissoras se deem ao luxo de manter cifras tão altas e, portanto, quem deseja manter o emprego precisa se adequar às novas imposições.
Não há informação oficial sobre o faturamento dos maiores medalhões da Globo, mas estima-se que William Bonner, que acumula as funções de âncora e de editor-chefe do Jornal Nacional, receberia, antes da redução, entre R$ 700 mil e R$ 1 milhão por mês, enquanto Renata Vasconcellos teria um salário entre R$ 300 mil e R$ 500 mil, certamente, apenas pelo fato de ser mulher.
Já os apresentadores do Fantástico, Poliana Abritta e Tadeu Schmidt, receberiam cerca de R$ 200 mil por mês, cada um. Agora, somente JN e Bom Dia Brasil terão números que chamam atenção quando o assunto é contracheque. Já a massa de jornalistas que fica atrás das câmeras tem um salário médio mensal de R$ 4 mil, o piso da categoria.
Quem aproveitou esses cortes feitos pela Globo foi a CNN, que contratou diversos jornalistas insatisfeitos daquela emissora, como Márcio Gomes, Glória Vanique e Monalisa Perrone. Lá, o teto salarial fica em torno de R$ 20 mil a R$ 30 mil.
Toda essa remodelação também deveria chegar ao futebol, que paga salários e contratações absurdos.
Aos poucos o mundo vai se ajeitando e tomando forma (real).
A Associação das Câmaras de Vereadores do Alto Jacuí (ASCAMAJA) vai realiza sua primeira reunião da nova legislatura nesta sexta-feira (29), em Fortaleza dos Valos (RS).
O encontro será no Centro de Cultura e Eventos, às 19h, e terá ainda palestra com o advogado André Camilo, consultor jurídico da União dos Vereadores do Brasil (UVB).
A eleição da nova diretoria será em março e o comando será do Progressista, partido que teve o maior número de vereadores eleitos na última eleição.
Pelo que soube ainda, poderá haver duas chapas na disputa.
Como tem gente que não sabe a diferença entre as duas pessoas, tentarei explicar aqui a diferença das duas, de uma maneira bem fácil:
– PESSOA FÍSICA: É uma pessoa conhecida pelo Estado por ter um CPF (Cadastro de Pessoa Física).
– PESSOA JURÍDICA: É uma pessoa conhecida do Estado por tem um CGC (Cadastro Geral de Contribuintes).
Então, a pessoa física é uma pessoa, um homem ou uma mulher, e a pessoa jurídica é uma empresa ou uma entidade. E as duas não podem conviver ao mesmo tempo nem ocupar o mesmo espaço.
Espero ter sido claro na explicação.
Nesta quarta-feira (27), completou-se 8 anos do incêndio da Boate Kiss, em Santa Maria (RS), que vitimou 242 pessoas, na sua maioria, jovens estudantes que saíram de suas casas para se divertir e se desligar da rotina de estudo e trabalho – um direito de todo jovem. E, infelizmente, naquele grupo estavam três taperenses, todos de famílias conhecidas e amigas.
8 anos e, até agora, nada aconteceu, do ponto de vista jurídico. Só conversa e enrolação, naquele jogo brasileiro nojento, que todos nós conhecemos, e que não leva a lugar nenhum.
Sobre Direito, neste País, eu penso o seguinte: nosso modelo está ultrapassado e não funciona. Por que teimar com ele, então? Será que nos outros países – nos sérios – a coisa funciona assim, com todo tipo de recurso e manobra? Eu duvido.
Se eu não entendo o que passa nesta questão, imagina os familiares das vítimas e os sobreviventes.
Se o sistema legislativo e processual não funciona, muda-se. Vamos adotar um modelo melhor e que funcione. Não seria feio copiar um modelo jurídico mais eficiente, de outro País. Feio é permanecer no erro e achar que se está fazendo a coisa certa, fazendo justiça. Aliás, a Justiça no Brasil, além de cega, não sabe para qual lado vai e poderá tomar qualquer caminho, favorecendo quem tem boa lábia, contatos e dinheiro.
Falam muito em proteção, mas proteger a quem? Quem não cumpre a lei? Quem não faz certo a sua parte?
Está tudo errado. Para mim, o Brasil tinha de começar de novo.
O processo sucessório na Cooperativa Cotrisoja, de Tapera (RS), está praticamente concluído, faltando apenas o aval da assembleia geral para sua conclusão, no dia 26 de fevereiro.
Os trabalhos, no seu complexo processo de sucessão, iniciaram em novembro com a inscrição dos interessados em participar do Conselho de Administração. E, entre os nomes participantes, estavam o do presidente José Gilberto Seibel e dos ex-presidentes Adriano José Borghetti e Cristiano Scher.
E os três estarão na mesma chapa que será apresentada à assembleia, tendo o Cristiano como presidente, o Adriano como vice e o Gilberto como conselheiro.
O trio conseguiu se unir em nome da unidade da Cotrisoja, de modo bem tranquilo.
A chapa montada deverá ser aprovada pela AG, sem sobressaltos.
Parabéns à trinca cooperativista que pensou primeiro na Cooperativa. Conhecendo-os, com toda certeza, farão um bom trabalho.
Sucesso, senhores.
Segundo o Boletim Epidemiológico de Tapera (RS), desta terça-feira (26), foram registrados no município mais 15 casos positivados de Covid-19 e o número total de infectados chega a 555. Os óbitos são 17. Até o momento.
A coisa está aumentando de maneira considerável nesta época de férias, de praia e de viagem, e daqui a pouco tem Carnaval. Poderá não haver desfiles e bailes, mas com certeza haverá festas e aglomerações.
Vamos ver como estará tudo aqui depois do verão, do Carnaval e das viagens.
Felizmente, até o momento, a doença anda leve por aqui com a maioria do pessoal, apesar das 17 mortes, mas não convém flertar com o azar.
Vamos nos cuidar. Ainda é preciso.
A nossa gente não é fácil. Deveria ser estudada. Pois, ela está utilizando o Pix como se fosse uma rede social e estão trocando mensagens através dele. Pode isso?
O Pix é um meio eletrônico criado no Brasil para realização de pagamentos.
Agora, falando nele, como será que os bancos ganharão com ele? Sim, porque banco vende dinheiro e para ele tudo tem custo. E um banco nunca perde. Vamos ver onde será este ganho?
O Pix é mais uma ferramenta na internet para facilitar a vida das pessoas. Mas, ele não aumentará o desemprego?
A internet e todas suas facilidades estão ai, mas isso tudo tem custo que não é barato.
Agora começam a aparecer casos de fura fila na vacinação contra a Covid-19 por todo o Brasil. Inclusive aqui no RS. São prefeitos, presidente de Câmaras de Vereadores, vereadores, secretários municipais, entre outras “otoridades” dando carteiraço.
No RS, o MP está investigando os casos e faz muito bem, afinal isso é caso de polícia e esse pessoal envolvido tinha de ser preso e quem tem mandato deveria ser cassado.
É uma afronta ao povo numa época miserável dessas.
O Brasil tem solução, sim, mas vai levar um bom tempo ainda.
Nesta briga sem fundamento, entre vacinar ou não vacinar, o que você prefere? Eu quero ser vacinado e gostaria que as pessoas que estão sempre ao meu lado façam o mesmo. É uma garantia que se tem para se prevenir do pior, já que a eficácia da Coronavac foi de 100% para os casos considerados como graves. Ou seja: mesmo tendo tomado a vacina, na hipótese de o indivíduo vir a contrair o vírus, tem-se a certeza de que seu quadro clínico não evoluirá e, portanto, não será necessária internação em UTI – o que representa um grande alívio para o sistema de saúde.
Fico imaginando: se o Bolsonaro e o Doria pensassem no povo brasileiro e tivessem se unido lá atras em torno do Butantan, na produção de vacinas. Hoje, grande parte da população já poderia estar imunizada e o Brasil seria um exportador de vacina. Olha a oportunidade que perdemos, por uma briga política que não leva a nada, a não ser prejuízo ao nosso povo.
A política ajuda, mas às vezes…