As pontes da nossa região, aqui no Alto Jacuí, no norte do Rio Grande do Sul, têm entre 40 e 60 anos ou até mais. E vou me ater somente nas daqui. Então, quando elas foram construídas os caminhões tinham um tamanho e uma capacidade de carga. Passados todos estes anos, eles se multiplicaram pelo País afora bem como a sua capacidade de transporte que, praticamente, triplicou e até quadruplicou.
Os caminhões passaram de 16 toneladas (toco) nos anos 60 para 74 toneladas (rodotrem) atualmente. Enfim, essas mesmas pontes estão capacitadas para receber todo este movimento de caminhões e de peso?
É só uma pergunta.
“Nossa maior tragédia é não saber o que fazer com a vida”.
José Saramago
Um amigo, leitor deste espaço, me presenteou com um recorte do jornal “A Federação”, de Caxias do Sul, datado de 11 de abril de 1923, e que mostra a construção da primeira ponte sobre o rio Colorado, entre Tapera e Selbach – a atual ponte da “estrada velha”, que liga a Linha São Pedro (Tapera) ao antigo capitel de São Cristóvão (Selbach).
Interessante destacar que, de acordo com a fonte, a região aqui era chamada de “Linha Bella Itália”, da qual faziam parte os povoados de Tapera e Selbach. Até 1930, as vilas Tapera e Selbach eram distrito de Passo Fundo, 8º e 9º, respectivamente. Em 1931, passaram a pertencer a Carazinho. Em 1954 (18.12), Tapera se tornou município e Selbach, seu distrito. Em 1965 (22.09), Selbach tornou-se município.
A ponte foi inaugurada no dia 14 de setembro de 1922 e recebeu o nome de “Independência”, segundo o jornal – provavelmente, em homenagem ao centenário da Independência do Brasil, comemorado naquele ano.
A ponte tinha 84 metros de vão, por cinco metros de largura. Foi construída de madeira de lei, angico e cabriúva, tendo amarrações reforçadas por parafusos e chapas de ferro. O “taboleiro” foi assentado sobre cinco grossos pilares de concreto e outros quatro de madeira.
Agradeço ao amigo pela colaboração, pois nem eu sabia dessas informações tão ricas (e inéditas) sobre a ponte da “estrada velha”, caminho para quem trafegava entre Passo Fundo e Cruz Alta, passando por Tapera e Selbach.
Obviamente, a ponte de 1922 não é a mesma da atualidade, que foi substituída por outra, de concreto, anos mais tarde. Mas, o interessante é que o local é o mesmo e, antes de ser construída a ponte da RS 223, que liga os trevos de acesso de Tapera e Selbach, a centenária ponte da “estrada velha” foi um importante meio de escoamento de cargas, no passado. Mas, não só isso: certamente, muitas foram as histórias e os sentimentos que por ela passaram, ao longo destes 100 anos.
Os militares brasileiros, pelo menos o alto comando deles, estão questionando as urnas eletrônicas 25 anos depois do início de sua utilização. E nunca esquecendo que Bolsonaro foi eleito com elas. Mas, será que só agora viram que existe problema com elas?
É só uma pergunta.
O TSE já abriu a Casa para que fosse analisada a questão do voto eletrônico e não encontram nada que o desabonasse.
Que venham logo essas eleições.
“Um estômago faminto, uma carteira vazia e um coração partido vão te ensinar as melhores lições da vida”.
Robin Willians
Alguma dúvida? E eu acrescentaria aí uma doença.
Em reunião da equipe técnica da Prefeitura de Tapera, nesta semana, foi definido que para a última etapa da revitalização da Praça Dr. Avelino Steffens será utilizada verba do caixa livre do município.
O investimento total nas 3 primeiras etapas foi de R$ 705.357,14, através de emendas parlamentares.
Sem perspectiva de recebimento de novas emendas para este ano a Administração Municipal optou por utilizar o caixa livre do município, esperando assim concluir a revitalização da Praça antes do final do ano.
É uma boa notícia para Tapera, visto que a comunidade anseia por utilizar a sua praça na sua totalidade como vem fazendo na parte “nova”.
E vamos torcer para que consigamos tê-la completa nas festas de final de ano, quando muita gente vem para cá visitar seus parentes.
A NASA, a agência aeroespacial dos EUA, diz que devemos estar preparados para o descobrimento de vida fora da Terra – mas, de formas diversas, e, não necessariamente, da forma que encontramos aqui. E agora, para surpresa geral, ela começa a investigar aparecimentos de OVNIs (Objeto Voador Não Identificado) nos EUA e ficando de olho em outros países.
Por décadas, o governo dos Estados Unidos negou a existência de alienígenas, mas, neste ano, curiosamente, divulgou um relatório sobre OVNIs – o que gera uma brecha para que esse assunto volte a ser debatido e, inclusive, ampliado. Com certeza, os americanos sabem de muita coisa nesse sentido e estão escondendo do público, há bastante tempo.
Os EUA têm uma base da Força Aérea no condado de Lincoln, no deserto do Estado de Nevada, guardado a 1000 chaves. Ninguém sabe o que tem lá dentro, no subsolo, mas o que tem lá não pode ser divulgado, sendo altamente secreto. Dizem que nem os presidentes sabem o que tem lá e não são informados do que ocorre naquele local. Segundo especuladores, lá dentro tem material que mexe com a cabeça das pessoas, especialmente restos de naves e corpos de seres do espaço, mas nada é confirmado pelo governo estadunidense.
Certa vez vi num programa na TV que foram encontrados restos de uma nave espacial que caiu nos EUA nos anos 50. O material era duro e maleável como papel, forte o suficiente para escapar de qualquer radar e suportar velocidades desconhecidas pelo homem, assim como realizar manobras contrarias às leis da física, entre outras coisas.
Desde que me conheço por gente, acompanho relatos de aparições de naves e de seres extraterrestres, pelo mundo todo. Muitos pilotos de aviões, comerciais e militares, em vários países do globo, já relataram ter visto naves voando próximas a eles e que, numa fração de segundos, desaparecem do seu campo de visão ou do seu radar e até mesmo com manobras impossíveis de serem realizadas (física).
Eu nunca vi uma aparição, mas acredito que não estamos sozinhos no universo, devido à sua dimensão e ao seu tempo de existência. Seria muita pretensão nossa acharmos que somos os únicos donos deste vasto “jardim”.
Mas, por que eles, os alienígenas, não aparecem para nós? Eu acho que, se houver alguém lá em cima, eles sabem da nossa existência e são inteligentes o bastante para se manterem distantes de nós pelo que fazemos. Quem sabe, um dia, eles considerem que estamos preparados para recebe-los e irão se mostrar…
Uma última coisa: nos últimos 50 anos, foram muitas as descobertas e desenvolvimentos, no mundo, em todos os setores. Qual a probabilidade disso tudo ter vindo desses “viajantes” do espaço?
A anulação formal dos processos do Mensalão e da Lava Jato pelo STF apaga os casos de corrupção descobertos pela operação?
É só uma pergunta.
Quer dizer que as delações premiadas, as confissões e todas as provas levantadas de diretores de empresas e políticos foram tudo invenção do ex-juiz Sergio Moro e de toda a equipe da Lava Jato?
E agora as empreiteiras enroladas no Petrolão querem de volta o dinheiro que devolveram aos cofres públicos na forma de multa, cerca de R$ 7 bilhões.
O Brasil, realmente, não é para os fracos.
De parabéns à Administração Municipal de Tapera por estar instalando um quebra-molas em frente ao Hospital Roque Gonzalez. Estava mais do que na hora por que alguns motoristas, na verdade muitos deles, acham que a Rua Rui Barbosa é uma pista de corrida.
Esse pessoal sobe ela, de norte a sul, em alta velocidade, e só vai parar no quebra-molas próximo à Loja Melita. E o mesmo acontece com quem faz o sentido inverso, a partir daquele quebra-molas até a Rua Duque de Caxias (esquina da praça), onde diminuem a velocidade devido ao estrangulamento daquele trecho em diante.
E lembrando que os cruzamentos da Rui Barbosa com a Tiradentes (lateral da igreja) e Duque de Caxias (lateral do hospital) são passagens de estudantes. De muitos deles.
Eu sou contra a instalação de quebra-molas, mas não tem outra forma de conter os apressados.
Numa noite dessas, o Jornal Nacional mostrou uma reportagem do “golpe” que as empresas estão aplicando no consumidor. Estão diminuindo o tamanho de suas embalagens e, consequentemente, reduzindo o conteúdo nelas, mas mantendo o mesmo preço – um verdadeiro saque ao bolso do consumidor, que não é informado desta propaganda enganosa.
A prática dos fabricantes é bastante questionada e o Procon-SP está sendo acionado sistematicamente, assim como o CONAR (Conselho Nacional de Auto-regulamentação Publicitária).
E, pelo visto, o problema de redução de tamanho, peso ou metragem, é geral e está crescendo no Brasil, num momento em que a inflação e os juros altos têm pressionado o orçamento dos consumidores e os custos das empresas.
Aliás, o movimento dos fabricantes até já ganhou apelido: “reduflação”.
Inclusive, aqui no RS, os consumidores (principalmente, quem é atento às embalagens e aos preços dos produtos) já vêm percebendo essas manobras dos fabricantes, segundo reportagem do RBS Notícias.
Por exemplo, uma reconhecida marca de café em pó diminuiu o seu vidro de 180 gramas para 160, mas mantém o mesmo preço. E ela já lançou um de 100 gramas, para confundir ainda mais a percepção do consumidor.
E não fica só aí: as garrafas PET de dois litros tem apenas 1,8 litro. Os mais atentos já perceberam e estão questionando as empresas quanto a isso.
Provavelmente, a indústria está tendo essa conduta para que o frequente aumento de preços não impacte no bolso do consumidor. Mas, isso não é justo, é uma sabotagem ao nosso bolso, porque a gente tem o direito de saber o que e quanto está consumindo. Transparência e publicidade, nesse contexto, é fundamental.
Ou é má-fé, mesmo. O Brasil, realmente, não é para amadores. Aqui para tudo se dá um jeitinho.