Pensamento do Dia
“A vida não é um conto de fadas, mas ela é repleta de pequenos milagres”.
Dayana Menezes
“A vida não é um conto de fadas, mas ela é repleta de pequenos milagres”.
Dayana Menezes
As modificações no sentido de algumas ruas em Tapera estão em curso. O pessoal da Prefeitura já está mexendo na Rua Rui Barbosa, que terá mão única no sentido norte-sul, ou seja, da Rua Coronel Gervásio em direção à Rua Duque de Caxias, até o Hospital e a Praça.
E as modificações não param por aí. Soube que mais três ruas terão alteração no seu sentido de quem trafega pela Rui Barbosa:
– Rua Duque de Caxias (lateral do Café Diana) – da Rui Barbosa a Avenida XV de Novembro
– Rua Tiradentes (da Laurindo Motos) – da Avenida XV de Novembro a Rua Rui Barbosa
– Rua Dom Pedro II (do Porvenir) – da Rua Rui Barbosa a Avenida XV de Novembro
– Rua Marechal Floriano (do Santa Clara) – permanece como está, da Avenida XV de Novembro a Rua Rui Barbosa.
O pessoal terá de ter calma, pois até que todos se acostumem com os novos sentidos haverá muita confusão no trânsito em Tapera, mesmo com a colocação de placas indicativas. Mas, devagar, a gente vai embora.
Nos últimos dias, muito tem se falado, nas redes, sobre o podcast “A Mulher da Casa Abandonada”, do jornalista Chico Felitti – premiado por suas produções, especialmente, no âmbito literário.
Segundo ele, o que era para ser um podcast sobre a solidão e os estigmas da velhice – ao ver uma mulher de uns 60 anos, com o rosto totalmente coberto por uma pasta branca, brigando com funcionários da prefeitura de São Paulo que estavam podando uma árvore na sua rua, no bairro Higienópolis, na véspera de Natal – deu lugar à abordagem de uma história verídica de um crime, quando o jornalista tomou conhecimento de que, na realidade, aquela idosa era uma foragida do FBI, por ter escravizado a sua empregada doméstica, durante vinte anos, nos Estados Unidos.
Não vou me deter a contar toda a história aqui, então, se você tiver interesse em saber todos os seus desdobramentos, é só clicar no link a seguir (ou ouvir na plataforma de reprodução de áudio de sua preferência), para ter acesso a todos os episódios, que são lançados todas as quartas-feiras (até o dia 20 de julho):
O que eu pretendo comentar a respeito desse podcast é sobre a importância do jornalismo em denunciar os problemas que rondam nossa sociedade – principalmente, aqueles que estão ocultos, dos quais, sequer, fazemos ideia da existência, como é o caso de pessoas exercendo trabalho análogo à escravidão.
Digo isso porque, segundo o Chico Felitti, desde o lançamento do podcast, as autoridades competentes estão recebendo inúmeras denúncias de situações de trabalhadores que estão sendo submetidos a condições de trabalho análogas à escravidão. E os casos que mais chamam atenção são os de exploração do trabalho doméstico, pois a sociedade convive com as vítimas desse crime (pois elas não estão isoladas ou em cárcere privado: elas circulam pelos mesmos espaços que nós, vivendo uma vida “aparentemente” normal), sem ter a menor ideia de que essas pessoas estão passando por uma situação completamente desumana.
Para ilustrar essa conjuntura, por exemplo, a brasileira vítima da “Mulher da Casa Abandonada”, nos EUA, prestava serviços aos patrões praticamente 24 horas por dia, sem ter folga; recebia apenas uns “trocados” de salário, para comprar alguma comida – pois, pasme: ela era privada de consumir os alimentos da residência, já que a geladeira era trancada por um cadeado. E, além de tudo, ela estava muito doente e os patrões se omitiram quanto a isso, negando-lhe acesso a atendimento médico. E isso que ela era considerada “como se fosse da família” – imagina, então, se não fosse.
A escravidão é uma triste e vergonhosa marca da história do Brasil – e, infelizmente, ela ainda não foi superada, tendo em vista todas essas barbaridades de que se tem notícia hoje em dia, em que trabalhadores são tratados como “coisas”, tendo o seu trabalho explorado, sem qualquer dignidade.
Então, a produção do Chico Felitti é extremamente elogiável – e de muita coragem –pois, mesmo que o caso da “Mulher da Casa Abandonada” tenha “caído no seu colo”, de forma despretensiosa, mudando os rumos da história que ele pretendia contar em seu podcast, ele abraçou a pauta da escravidão moderna – um assunto oculto, velado – e foi em frente, dando voz a vítimas desses crimes e concedendo uma visibilidade importantíssima a essa temática, que merece ser discutida e divulgada, a fim de evitar que esses casos se repitam e se perpetuem.
Mais uma vez, é o jornalismo cumprindo o seu papel social, de denúncia e de tentativa de transformação da realidade.
Uma coisa que jamais entenderei é a pizza. Se ela é redonda, por que a caixa em que ela é transportada é quadrada ou octógona e ela é ainda cortada em triângulos?
Por outro lado, uma boa pizza tem lá o seu valor.
A propósito. O Dia Mundial da Pizza foi comemorado no último dia 10.
No final da manhã do último sábado (09), estive na entrega da praça da Avenida José Baggio, que foi revitalizada pela Prefeitura de Tapera.
O lugar foi transformado e ficou muito bonito e agradável, com o antigo canteiro central virando um local de convivência aos moradores daquela região da cidade e também da comunidade em geral, com a reformulação do passeio, instalação de modernas luminárias em LED, bancos e jardinagem. E em breve, lá será instalada uma academia da saúde.
Agora, os moradores das imediações têm um novo lugar para socializar, tomar mate, brincar com seus filhos, descontrair, entre outras coisas. No verão, aquele lugar deverá estar repleto de pessoas aproveitando a sombra das árvores.
Mas, vendo o pessoal se revezando nas falas, lembrei de como era o lugar antigamente, pois ele é bem próximo de onde nasci e me criei. Há muitos anos, ali na ponta do hoje Bairro 8 de Maio, havia o “valetão”, por onde passa o Arroio Ficagna, que deságua no Arroio Matadouro e ia em direção ao Arroio Cinco Irmãos, atravessando toda a cidade, até chegar no Rio Colorado.
Pois, nestes dois arroios cansamos de tomar banho. Imagine: tomar banho naqueles locais que recebiam todo o esgoto das imediações. Bem coisa de criança. E eu não entendia por que apanhava da minha mãe por isso.
Lembrei que, na esquina que fica em frente à praça, entre as casas do Elói Vogel e do Aldair Batista, havia um campinho de futebol de terra e ali joguei muita bola com o pessoal, nos finais de tarde e de semana. Era o que os meninos da minha geração faziam, há mais de meio século, aqui em Tapera.
E, ali, fiz muitas amizades que perduram até hoje. E, ainda hoje, brincamos que eu também fazia parte da “Bicheira”, a região onde está a praça, e eu alego sempre que era do Centro, pois a divisa era justamente o Arroio Matadouro. A gente ri muito quando lembra disso.
Que tempos aqueles!
Mas, agora, a comunidade adjacente deverá cuidar da sua praça, deixando-a sempre limpa, cuidando dela e, se possível, plantando flores para deixá-la ainda mais alegre.
A nova máquina de varrição adquirida pela Prefeitura de Tapera chegou nesta semana ao município. Ela chega para substituir a chinesa que havia sido comprada e que nem chegou a entrar em operação apresentando problemas no motor. E, como não conseguiam resolver o problema estando na garantia, a empresa aceitou receber o equipamento de volta e devolver o dinheiro do bem.
A Administração Municipal, tendo pressa no serviço de limpeza da cidade, que está suja desde dezembro, tratou de adquirir um novo equipamento. A que chegou trata-se de uma mini carregadeira New Holland L320, que vem com alguns acessórios extra para serem acoplados como vassoura mecânica, capinadeira e garfo paleteira.
A mesma custou R$ 449 mil aos cofres públicos.
Nesta quarta-feira (13), o equipamento será entregue oficialmente ao município e já começa a fase de testes. Conforme o secretário de Administração, Stefano Simon, um técnico virá para ensinar a operar a máquina a algum servidor da Secretaria de Infraestrutura até a contratação de um operador para a mesma.
Stefano Simon revelou que o equipamento entrará em operação na próxima semana.
Na imagem a seguir é possível fazer um comparativo entre os dois equipamentos adquiridos pelo município de Tapera. E, claro, sempre levando em conta a marca das duas.

“A maneira mais fácil de enfrentar as dificuldades é lembrar que elas são temporárias… Permanente deve ser a fé, a força e a coragem”.
Desconheço a autoria
O presidente da Câmara de Vereadores de Tapera, Márcio Paulus (PP), me ligou há pouco informando que o pedido de informações do suplente de vereador Jacson Ivan Lauxen (PDT) ao Executivo Municipal não estaria correto quanto ao número de perguntas solicitadas. Segundo ele, na relação que Lauxen pediu à Casa para pedir à Administração Municipal estavam apenas as 5 perguntas que foram respondidas. Não estavam nela o tomógrafo para o Hospital Roque Gonzalez nem a unificação das duas entidades tradicionalistas taperenses.
Eu me baseei na relação que o suplente havia falado na tribuna na sessão em que ele participou.
Enfim, está feito o registro e também a correção por questão de justiça.
No último dia 20 de junho, o suplente de vereador Jacson Ivan Lauxen (PDT), usando a tribuna do Legislativo taperense, solicitou à Casa que enviasse ao Executivo Municipal pedido de informações contendo 07 perguntas todas relevantes para a coletividade.
Pois, o Executivo taperense respondeu 5 das 7 no último dia 06, através do ofício 140/2022:
1 – PRAÇA – Quanto custou a revitalização da Praça Dr. Avelino Steffens e quanto falta gastar até o seu final; e quando a mesma estará concluída.
R – O município gastou com a obra até aqui R$ 705.357,14. Sem perspectiva de novas emendas parlamentares, a Administração Municipal pretende tocar o restante da obra com recursos próprios e espera concluir o projeto de revitalização da praça ainda no decorrer deste ano.
Não foi informado quanto falta gastar para a conclusão de tudo.
2 – LIMPEZA – Como anda a questão da compra da máquina de varrição, que foi comprada errada, que chegou em Tapera, não foi utilizada e foi devolvida, e se a Prefeitura já comprou outro equipamento ou se irá comprar; e quando começará a limpeza da cidade que está suja há mais de seis meses.
R – O município adquiriu uma nova máquina no último dia 22 de maio ao custo de R$ 449 mil e a mesma deverá ser entregue em Tapera até 01 de setembro.
No ofício, a Prefeitura não diz quando iniciará o trabalho de limpeza da cidade.
Lembrando que a antiga máquina, que não deu certo, também era uma mini carregadeira que não suportou o trabalho pelo qual foi comprada.
3 – CAMPO – Qual a destinação do campo do Guarani, no Bairro Elisa, que foi desapropriado pelo município, se sairá um loteamento lá e quando começará a instalação do mesmo.
R – A Prefeitura informou que deu entrada no processo de desapropriação do campo, de dois hectares, e que pretende nele construir um loteamento.
Na última sessão do Legislativo, realizada no último dia 04, os vereadores de situação disseram na tribuna que existe um projeto pronto na Prefeitura para o referido loteamento.
Não foi informado quando começará a implantação do loteamento.
4 – SEDE – A nova sede do Parque de Exposições está disponível para aluguel da comunidade e como ela deve proceder para utilizá-lo.
R – Segundo o ofício, a sede está aberta à comunidade em geral, bastando para isso alugar o espaço na Prefeitura e pagar uma taxa de R$ 200.
5 – CONCURSO – Há quanto tempo o município não realiza concurso público e se ele pensar em realizar algum futuramente.
R – O último concurso público da Prefeitura foi realizado no final de 2017, no primeiro ano da gestão do atual prefeito.
Não foi informado sobre a realização de novo concurso público nos próximos meses no município.
O Executivo taperense não respondeu a duas perguntas contidas no Pedido de Informações de Jacson Lauxen: a intenção da Prefeitura querendo a unificação do CTG Guido Mombelli e do Grupo Folclórico Piazito Gaudério; e se a Prefeitura tem dinheiro para comprar o tomógrafo para o Hospital Roque Gonzalez, que fora prometido, mas cujo dinheiro para sua compra foi direcionado para o asfaltamento na cidade.
A propósito do tomógrafo. A comunidade quer notícias dele por sua importância e necessidade.
Na tarde da última quinta-feira (07), estive na Prefeitura de Espumoso, participando da coletiva de imprensa convocada pelo prefeito Douglas Fontana para anunciar mais de R$ 6,9 milhões em investimentos para o seu município.
Não vou aqui falar sobre estes investimentos, que são bons e muito importantes para Espumoso, mas da maneira como o primeiro mandatário do vizinho município trata os profissionais de imprensa e a própria imprensa.
Douglas Fontana sabe da importância da imprensa e do papel que ela desempenha no município e na região, especialmente em tempos de internet.
E o homem, diplomático como poucos e político muito hábil, sabe como conduzir as coisas. Ele foi trabalhando e conseguindo tais investimentos para a comunidade e, quando teve um número considerável de conquistas, convocou a imprensa para fazer o anúncio. Diferente de outros que fazem seu anúncio – único – para apenas um veículo de comunicação.
Uma grande notícia é ajeitar quase R$ 7 milhões em investimentos e ter no bolso outros tantos para anunciar logo em seguida, conforme informou ele.
O prefeito de Espumoso é uma das maiores revelações desta nova safra de prefeitos gaúchos pela sua visão e arrojo, e sua popularidade no município deve ser bem alta.