A estátua do filho foi feita com as partes retiradas da estátua do pai, mostrando o quanto os pais se doam para construir a vida do filho. Muito forte, pois, nos mostra o quanto somos responsáveis na construção dos nossos filhos e para nossa geração.
Reflexão: o que estamos colocando em nossos filhos, nossas partes boas ou ruins?
“Não dependa de elogios e nem se entristeça com as críticas. Você é aquilo que você é e não aquilo que falam ou pensam a seu respeito”.
Desconheço a autoria.
Pela segunda vez ninguém apareceu com proposta para assumir o quiosque da praça de Tapera. O pessoal não está querendo encarar a bronca, mesmo tendo sido baixado o valor do aluguel.
O governo municipal vai agora para uma terceira rodada de concorrência pública torcendo para que apareça alguém que encare o quiosque e o faça funcionar de verdade.
Ao que parece, se não aparecer ninguém nesta terceira tentativa, a Prefeitura poderá indicar um ecônomo, sem licitação.
Mas, será preciso agir rápido por que a Toca do Coelho está vindo aí e, quem vier a Tapera, não virá apenas para vê-la e voltar ao seu município de origem. O pessoal vai querer um lugar para passar o tempo na cidade, de repente fazer um lanche, e o quiosque seria um atrativo a mais para eles, sem falar na sombra de nossa bela praça.
Pelo que soube estão querendo mexer no projeto e o investimento ficaria por conta do interessado que descontaria no aluguel o valor aplicado lá. Só que todo mundo sabe como é construção. Hoje é um valor e amanhã é bem outro.
Tomará que apareça algum corajoso disposto a dar vida àquele prédio abandonado encravado no centro da cidade.
Dia desses, enquanto almoçava, passava, na televisão, um programa que tratava sobre a questão da propriedade intelectual de uma tatuagem – ou seja, a quem pertence o desenho que é gravado na pele da pessoa: ao tatuador ou ao tatuado?
De acordo com a entrevista de uma advogada especializada no tema, a propriedade intelectual da tatuagem é da pessoa tatuada, se ela levar a imagem a ser desenhada; e do tatuador, se ele oferecer o desenho ao cliente.
Mas, por que a abordagem desse tema? Pelo fato de uma pessoa ter tatuado, em seu braço, a imagem de uma criança de 4 anos, que havia sido retratada por um fotógrafo.
Ressalta-se que a tatuagem da foto do menino não foi consentida pela família e gerou inúmeros prejuízos à criança, sobretudo, pela exposição de sua imagem – sendo que o tatuador chegou a ficar em segundo lugar, em uma premiação com o desenho feito, o que contribuiu para a “fama” indesejada do guri. Pois, imagine a foto do seu filho circulando por aí (principalmente, no braço de um cara desconhecido), sem a sua autorização?
Provavelmente, a pessoa que quis tatuar a foto do menino viu a imagem na internet e achou de bom tom gravá-la em sua pele, sem levar em consideração os direitos da criança retratada.
Esse caso chama atenção para alguns pontos. O primeiro deles, sem dúvidas, é a necessidade de se proteger fotografias de crianças na internet (simples fotos postadas em redes sociais), pois não sabemos quem pode ter acesso a elas e o que pode ser feito com essas imagens. E, como sabemos, uma vez publicado um conteúdo na rede, ele não deixa de existir, mesmo que seja apagado.
Outro ponto de destaque é a necessidade de o pessoal que trabalha com arte (fotógrafos, desenhistas, tatuadores e designers) protegerem as suas criações, especialmente, as que circulam no ambiente virtual, de modo a evitar a reprodução de seus conteúdos, por terceiros, sem a devida autorização ou sem a devida menção aos créditos do produto.
Então, retomando o assunto inicial, fica a dica para o pessoal da tatuagem não ter incômodos: o tatuador que oferece os desenhos aos clientes deve tatuar apenas imagens de sua autoria; e a pessoa que deseja tatuar alguma imagem em sua pele deve verificar, antes, se esse conteúdo não é propriedade intelectual de terceiros ou, mais grave ainda, se não irá retratar a figura de alguém, sem o seu consentimento.
Depois dessa, cheguei à conclusão de que tatuagem até parece coisa simples, mas não é. Definitivamente, dá para se incomodar com tudo nessa vida…
“Tudo aquilo que não soma na vida deve sumir. Lembre-se de que tudo aquilo que não acrescenta também não faz falta”.
Desconheço a autoria.
A questão do lixo em Tapera está uma coisa muito séria. E o grito é grande por toda a cidade. Eu recebi muitas mensagens e também conversei com pessoas indignadas com a situação. E o pessoal quer solução. Para ontem.
Me disseram que o governo municipal teria se manifestado num canal de comunicação do município, mas pelo visto pouca gente está sabendo o que anda acontecendo em Tapera.
Pelo que sei, a empresa que recolhia o lixo foi impedida pela Justiça de atuar e que a Prefeitura teria se socorrido com uma empresa de fora para resolver a questão, sem sucesso.
E tem gente reclamando que o contêiner de sua rua está cheio e que os cachorros começaram a fazer “festa” com os sacos no chão, como me disseram uma senhora e um empresário, meus leitores.
Agora, só não me venham dizer que a população deve segurar o seu lixo em casa por que nenhuma dona de casa quer lixo dentro de casa. Uma vez que encheu a lixeira elas correm para se livrar dele. Lixo incomoda e muito.
Tomara que a coisa se resolva de uma vez por todas em Tapera, por que até quarta-feira ela só tende a piorar.
Agora, bem que a Prefeitura poderia ter produzido uma nota e repassada a todos os veículos de comunicação do município, TODOS, informando sobre o problema, afim de tranquilizar a população. Ao menos tentar.
Normalmente, uma boa comunicação ajuda um montão. Melhor do que ficar calado.
Dia desses, assistindo a um filme antigo, em preto e branco, parei para pensar em como seria a vida sem a energia elétrica, que é a mais comum dentre todas as outras formas existentes. Nos tempos antigos, as pessoas nunca tinham convivido com uma lâmpada, um chuveiro quente, uma televisão – e, muito menos, com a internet ou celular. A vida era precária e difícil, mas o fato de os indivíduos nunca terem tido contato com essas benesses, pelo fato de elas não existirem, obviamente, elas não faziam falta.
Entretanto, a situação muda de figura nos dias de hoje, quando ocorre algum evento (natural ou não), que desencadeia a interrupção da energia elétrica. Toda a nossa vida depende da “luz” e, quando ela vem a faltar, tudo vira um inferno. E o pior de tudo é que a gente só valoriza esse artifício quando somos privados dele, porque ele é tão básico, que, muitas vezes, nem nos damos conta de sua existência.
Indo mais além, fiquei pensando o que seria das sociedades no caso de ocorrer algum evento bélico, como uma terceira guerra mundial, por exemplo. Sem energia – e, principalmente, sem internet – o mundo retrocederia quantos séculos?
É possível visualizarmos uma prévia desse caos a partir do cenário da Guerra na Ucrânia (evento bélico) e do terremoto que atingiu a Turquia e a Síria, recentemente (evento natural). A vida, simplesmente, parou nesses países e, sem fontes de energia disponíveis, o recomeço e a reconstrução desses lugares ficam, praticamente, impossíveis.
Definitivamente, nada somos sem a água, o ar, a terra e as fontes de energia.
“Dê a seu filho raízes. Mais tarde, asas”.
Provérbio Judaico
A Toca do Coelho 2023 vai voltar ao Tenarião. O evento, em sua 22ª edição, acontecerá de 30 de março a 09 de abril.
O horário de funcionamento da Toca será das 13h30 às 21h. Após, o Tenarião será fechado, sem acesso. Já a praça de alimentação terá horário estendido.
A ACIT já está comercializando os espaços. Associados poderão fazer sua reserva até hoje (17). Não associados de 22 a 24 de fevereiro. Após, os espaços serão disponibilizados para empresas de outros municípios.
Com a volta ao Tenarião a Toca terá um espaço maior e mais seguro para todos, especialmente as crianças, que deverão vir em peso a Tapera agora após a pandemia.
Os centros da cidade e o de Eventos ajudaram a abrilhantar a Toca no último ano, mas o espaço do Tenarião dará outro brilho ao maior evento de Tapera e um dos maiores da região e que integra o calendário de eventos do Estado.
A decoração deste ano está guardada a sete chaves. Mas, ao que parece muito material será reutilizado.
E a Toca terá um aporte considerável da Prefeitura: R$ 80 mil, que o ex-presidente da Câmara de Vereadores, Márcio Paulus, ao devolver dinheiro do Legislativo ao Executivo no final do ano passado, pediu que tal valor fosse repassado à Toca do Coelho. E, segundo ele, foi atendido.
