Nesta quinta-feira (02), começou a operar em Tapera a nova empresa encarregada de recolher o lixo da cidade. Trata-se da Novo Mundo, de Vila Maria (RS), que venceu a licitação aberta pela Prefeitura, para a execução do serviço.
Com isso, as lamentáveis cenas de contêineres abarrotados de sacos de lixo por toda parte não serão mais vistas – o que é um alívio, pois causavam mal-estar na comunidade, além do fato de a proliferação desordenada de resíduos ser um problema sanitário, que compromete a saúde coletiva.
Também não posso deixar de comentar – pois temos que reconhecer os pontos positivos e as melhorias, em todas as situações – que a cidade está bonita, limpa, com a grama dos canteiros aparada e os cordões pintados, pelo menos, na região central.
E a decoração temática da Toca do Coelho já está sendo instalada, anunciando mais uma edição desse grandioso evento, que projeta a Cidade Cultura para o estado todo.
Tomara que a nossa Tapera siga assim, bonita e limpa, deixando o seu povo contente, pois ver aqueles montes de sacos de lixo, dentro e fora dos contêineres, fazia com que todos estivessem deprimidos e preocupados com a situação. E, tomara, também, que a empresa contratada faça um bom trabalho.
Nesta semana, uma equipe da Prefeitura de Tapera começou a ornamentar a cidade para a 22ª Toca do Coelho, que acontecerá no município, no Tenarião, de 30 de março a 09 de abril.
O tema deste ano será o ABC.
A Toca do Coelho de Tapera é o maior evento do município e um dos maiores da região, e integra o calendário de eventos do Estado.
Há pouco tempo um cometa verde passou próximo à Terra. Segundo os astrônomos, ele faz essa trajetória a cada 50 mil anos? Como eles sabem disso se ninguém sabe o tamanho real do universo? Além disso, ninguém está vivo para testemunhar a sua passagem.
Sabemos que existem cálculos (malucos) que “confirmariam” isso, mas quem garante que eles são exatos?
Me prolongando no tema. Dizem que o plástico demora até 500 anos para se decompor na natureza. E, por acaso, alguém já viu um se decompondo, sabendo que o primeiro ainda não foi decomposto?
Estas são apenas algumas dúvidas que povoam a mente da gente e que nos fazem pensar tentando encontrar uma resposta, se bem que tem muita coisa por aí difícil de ser explicada.
Esses balões que foram derrubados, recentemente, nos EUA e no Canadá, que supostamente seriam de espionagem chinesa, também poderiam ser objetos voadores não-identificados, os famosos OVNIs.
Apesar de nunca ter visto um disco voador ou um ET, eu acredito que não estamos sozinhos nesta imensidão que é o universo. Seria ingenuidade nossa achar isso, principalmente, porque o homem surgiu no planeta há 2,5 milhões de anos e o universo tem 13,8 bilhões de anos. Quantas formas de vida devem ter se criado no cosmos nestes milênios todos?
E, se existem outros seres fora da Terra, eles podem ter as mais variadas formas e, talvez, devem existir de forma muito diferente da nossa. Ou não – afinal, esse é um grande mistério que nos cerca e tudo o que se fala a respeito é baseado em suposições.
A comunidade científica internacional, incluindo físicos e astrônomos, se divide quanto à existência de vida fora da Terra. Eles argumentam que a probabilidade de vida extraterrestre inteligente é significativamente alta, mas que a distância e as limitações da Física tornam as viagens interestelares quase impossíveis, o que torna improvável que os objetos voadores não identificados façam grandes viagens pelo cosmos.
Pode até ser, mas existem relatos de pilotos de aviões, militares e privados, que avistaram objetos se movimentando em grande velocidade, que paravam no ar, recuavam, subiam ou desciam na mesma velocidade e, no mesmo instante, desapareciam. Inclusive, foi há poucos meses que relatos como esse eram noticiados em Porto Alegre, despertando a curiosidade do país todo.
Eu ainda acho que a NASA e as autoridades americanas têm certeza da existência dos extraterrestres, mas não divulgam informações sobre eles, por medo do pânico e do caos que poderia se estabelecer no mundo todo. Por outro lado, acredito que, se os nossos vizinhos de galáxias distantes fossem do mal, eles já teriam atacado o nosso planeta há muito tempo.
Penso, também, que ainda não estamos preparados para ter contato com esses seres – os quais, certamente, dispõem de tecnologias muito superiores às nossas. E, por falar nisso, levando em consideração todas as evoluções que tivemos no mundo, nos últimos 50 anos, será que isso não teria o “dedo” dos extraterrestres, que sempre estiveram entre nós, de forma oculta, sem que saibamos?
Nessa mesma perspectiva, uma outra questão que me deixa carregado de dúvida são as construções das civilizações antigas no Egito, Peru, México, Guatemala, Iraque, Camboja e outros. Todas elas assumem diferentes formatos por fora, mas, por dentro, são idênticas, assim como os escritos (desenhos) que nelas aparecem, os quais possuem diversos formatos, mas significam a mesma coisa. Como pode isso, se esses povos jamais se comunicaram? Aliás, eles nem sabiam da existência uns dos outros…
Enfim, tudo isso são teorias da conspiração que pipocaram na minha mente, durante um domingo de ócio. Talvez, cientificamente, nada disso faça sentido, mas o fato é que é intrínseco ao ser humano especular o desconhecido, em um misto de curiosidade e medo.
Será que estamos mesmo sós no universo?
Ibirubá realizou neste final de semana o 2º Downhill Carrinho de Lomba. O primeiro havia sido um sucesso e o segundo repetiu a dose.
O pessoal fechou parte da Rua General Osório, na descida do antigo frigorífico, e botou muita gente lá, de todas as idades, para correr. Bonito foi ver pais, que brincaram muito com estes “veículos”, correndo com seus filhos.
A corrida, que entrou noite a dentro, obrigou o pessoal a equipar seu bólido com faróis. Ainda, teve provas infantis e adultas, com rodas de rolamento, madeira e força livre.
Tapera, pelo seu relevo, tem um montão de descidas e asfalto por toda parte. Por que não se promove algo assim aqui? Aposto que apareceria gente de todos os lados. Afinal, quem um dia não andou num carrinho desses na sua infância ou adolescência?
Fica a dica, fugindo do costumeiro.
“Só é possível ensinar uma criança a amar, amando-a”.
Desconheço a autoria.
Já repararam na quantidade de contêineres quebrados por toda a cidade de Tapera? É só dar uma volta por aí para ver equipamentos com rodas quebradas, sem rodas e até rachados. Diante disso se pergunta: quem deve arcar com o conserto deles ou a sua troca: a Prefeitura? Os moradores das imediações? Ou a empresa recolhedora do lixo?
Há alguns dias o antigo caminhão recolhedor parou na minha frente, em plena Avenida, quase em frente à Farmácia do Magrão. Os recolhedores pegaram um dos contêineres, que estava pesado, colocaram ele próximo ao caminhão e tiveram trabalho para acoplar nele os braços que o içariam para descarregá-lo. Como os braços estavam soltos – uma gambiarra – quando foi descarregado, no baixar, o mesmo despencou do alto batendo forte no chão. O contêiner não teve dano algum, por sorte, mas poderia ser mais um a entrar na lista dos danificados.
Uma coisa que me intriga é: esses contêineres, pelo seu frágil material, eram os indicados para o serviço? Eu tenho a impressão que não. Certamente, foram pegos os mais baratos. E o mais barato…
Mas, por outro lado, a população também precisa fazer a sua parte para que tenhamos uma cidade limpa e bonita, afinal Tapera é a nossa casa e o lugar onde escolhemos para viver e criarmos os nossos filhos.
Lugar de lixo é na lixeira e contêiner não é uma lixeira. Ele é um depósito de lixo ensacado. A violação dos sacos é que provoca o mau cheiro e a junção de moscas ou ainda o lixo jogado direto dentro dele.
Outra coisa que se poderia fazer aqui para ajudar na limpeza: ensacar as latinhas metálicas em separado para que o pessoal que as recolhe não precise rasgar os sacos para pegá-las.
Se todos dermos uma olhada melhor para o nosso lixo, teremos a cidade que queremos. É só a gente querer. E não custa absolutamente nada.
E fico aqui na torcida para que a Prefeitura de Tapera consiga contratar uma boa empresa recolhedora de lixo e que ela realize bom trabalho na cidade.
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Desconheço a autoria.
“Quando você alinha palavras e atitudes a vida fica mais reta”.
Desconheço a autoria
Esta foto veio do arquivo do Nadir Crestani e mostra uma parte da antiga Praça Olavo Bilac, atual Dr. Avelino Steffens, no Centro de Tapera. Ela foi tirada na metade dos anos 1960.
Pela imagem, vê-se como era a praça, ainda com os seus belos ciprestes e calçadas internas. A mesma foi tirada em frente ao Tapera Bureau em que o Nadir e o Carlito Batistella, que aparecem na foto, trabalhavam. Hoje ali tem o Escritório Ritter.
Quem também está nesta foto, no centro dela, é o Albano Seibel, dono do açougue que tinha com seu irmão Edgar, e que ficava do lado do Bureau, e onde hoje está o CFC.
A caminhonete Chevrolet, à esquerda, era dele, e a Toyota Bandeirante, à direita, de um senhor de Alto Alegre, que tinha negócios na região e era cliente do Bureau.
Atrás deles é possível ver um banco. Pois, iguais a ele haviam outros por todos os lados da praça, dentro e fora dela, e muita gente namorou neles, especialmente no verão. O pessoal ia até o Café Diana pegar sorvete ou picolé e voltava para continuar o namoro. Sei de muitos casamentos que começaram em eventos no Clube, no Tenarião ou em festinhas de garagem, se firmaram nos bancos da praça e se consumaram na igreja que aparece à direita, numa época em que ainda se casava.
Em tempo. Repare que o barranco que foi tirado nesta repaginação da praça teve início lá no começo dela. E foi aumentando.