É melhor ser lembrado após a morte por ter sido um mártir religioso, depois de ter matado uma ou mais pessoas inocentes em um atentado, ou por ter feito algo de bom para seu semelhante em vida?
E quem é o Deus que pede para matar em seu nome?
Entendo um pouco de religião e acredito que haja um único Deus e o que Ele quer é bem outra coisa: paz e amor entre os homens.
O governo Dilma exige o fim do embargo econômico imposto pelos EUA à Ilha dos irmãos Castro. Mas, nada diz a respeito do embargo que pretende executar aos meios de comunicação brasileiros. Brasília está louca para botar as mãos na imprensa e calá-la ou colocá-la de joelhos. Sonha à noite com isso.
Em seu primeiro mandato a presidente Dilma despachou oito ministros, sendo a maioria acusada de corrupção. Nunca na história de um País algo semelhante aconteceu. E neste segundo mandato, que é dela, com pessoas de sua confiança, quantos terminarão o governo em 2018?
Tomara que Dilma tenha feito a escolha certa de seu pessoal e que consiga fechar o túnel que leva ao cofre.
“Enquanto você está só planejando, outros estão agindo”.
Desconheço a autoria.
Vamos pensar bem nisso ai em 2015?
O vice-prefeito de Tapera, Volmar Kuhn, está comandando o Executivo municipal. O prefeito Ireneu Orth saiu em férias deixando a Prefeitura em suas mãos, até o dia 15.
Sair e deixar a “caneta” nas mãos do vice demonstra que Orth confia nele, diferente do seu antecessor, Beto Visoto, do PMDB como Kuhn, que não desfrutava da mesma benesse. Havia ruído na relação entre prefeito e vice e este repercute ainda hoje, pelo menos numa parte do PMDB local.
Se Volmar Kuhn recebe a “caneta” do gabinete é por que comunga das mesmas ideias do prefeito e, sendo assim, passa a ser ele o ungido da Aliança Democrática (AD) para a próxima eleição municipal (2016). Kuhn está indo em alguns eventos, representando Orth e falando em seu nome, e em outros o acompanhando. O vice-prefeito está aparecendo em público e dificilmente não será ele o candidato na eleição, pela AD, se esta se mantiver até lá, por que com duas eleições o motor deste carro começou a fazer barulho.
A Aliança Democrática se manterá se falar a mesma linguagem, coisa que não está acontecendo, e focar no mesmo nome com a escolha de um bom vice, com trânsito livre em todos os setores e locais do município.
O PMDB é o partido com maior chance de colocar o prefeito em 2016, tendo mais de um nome para tanto. O PP, que colocou o prefeito e comandou a Aliança nestes dois mandatos, deverá ficar de fora ou, no máximo, colocar o vice-prefeito. Hoje, o PP não tem um nome de peso para concorrer e pelo visto, não terá tão logo. O PDT, que também integra a Aliança, igualmente não tem um nome forte para prefeito, mas tem um bom para ser vice. PSB e PPS, outros integrantes da AD, sabendo de sua realidade, deverão apoiá-la. Se permanecerem nela.
A Aliança Democrática, que foi criada para eleger Ireneu Orth prefeito em 2008 e reelegê-lo em 2012, cumpriu sua missão. Já um terceiro mandato, com todo este ruído dos últimos anos, poderá até continuar, mas as regras deverão ser alteradas. O primeiro ruído que se ouviu foram as promessas de cargos na Prefeitura para PMDB e PDT, que não teriam sido cumpridas pelo prefeito, que nega, dizendo que nunca houve tais promessas, cujo governo é técnico como não cansa de dizer. O segundo ruído foram estes constantes desencontros na Câmara de Vereadores onde a coligação tem maioria na Casa, mesmo perdendo um de seus integrantes.
Já a oposição, que amargou duas derrotas consecutivas, sendo a última com dois ex-prefeitos, altamente populares e montados em cima de um monte de votos, não deixará barato. Hoje, não há novos nomes do outro lado, mas sempre tem a possibilidade de se “requentar” um conhecido. Ou mais de um. A oposição não permitirá um terceiro mandato para a Aliança Democrática e trabalhará forte para isso, podendo até mesmo arrebanhar integrantes e partidos situacionistas, o que é do jogo.
O PMDB taperense, que está dividido, deverá “lavar sua roupa suja” e escolher um nome e indicá-lo aos demais partidos da AD e, todos juntos, deverão indicar o vice e trabalhar para permanecer à frente da Prefeitura, com regras claras e, de preferência, colocadas no papel para ser de conhecimento público para que depois possa ser cobrada, se este for o caso.
A próxima eleição será bastante interessante em razão do momento por que passa Tapera que neste ano completa 60 anos. O município está tendo um crescimento considerável sendo reconhecido pela população regional. E este crescimento deverá continuar depois de 2016, independente de quem estiver ocupando a principal sala do Centro Administrativo João Batista Crestani. Podem até trocar os nomes e os partidos, mas o trabalho e a ideia precisam ser mantidos, por que não se pode dar um passo para frente e depois recuar. Isso e inconcebível. E imperdoável. Aqui não!
Neste caso do menino que matou outro, em Espumoso, após um soco e a queda. Qual a probabilidade de uma pessoa vir a morrer desta maneira?
Uma coisa que não entendo e jamais entenderei é: se os dois eram amigos, por que a briga e a agressão? O que só os dois sabiam?
Quando as torres gêmeas foram atacadas nos EUA, em 2001, por fundamentalistas islâmicos, a então deputada federal gaúcha Luciana Genro, que concorreu à presidência na última eleição pelo PSol, entrevistada por uma rádio de Porto Alegre, disse em alto e bom tom: “BEM FEITO!”. Ela deve ter dito a mesma coisa, agora, com esse ataque covarde contra a revista francesa Charlie Hebdo, na terça-feira.
É desta forma que as pessoas contrariadas devem agir? Com tiros e mortes?
E tem governo por ai que adoraria botar as mãos na imprensa do seu País, em toda ela, tentando controlá-la.
Nesta época do ano, por onde quer que se vá, vemos lojas de todos os ramos torrando seus produtos oferecendo descontos que chegam a 70%. Está ai uma coisa que o consumidor nunca entenderá. Como pode uma empresa dar até 70% de desconto? Outra coisa são aquelas promoções de levar 2 e pagar 1. Como é que pode? Ninguém paga para trabalhar.
Isso ai deve ser uma estratégia legal das lojas para vender e, mesmo em cima de bom desconto, há ganho. Para quem vende e para quem compra.
Por outro lado, produto bom, com preço justo e bom atendimento é o sonho de consumo de todo consumidor. Isso encanta e fideliza.
No quesito marketing Inter e Grêmio não são profissionais, nem inteligentes. No caso de suas camisas, por exemplo. Enquanto a nova do Inter custará R$ 350, a nova do Grêmio sairá por R$ 300. É muita grana, principalmente quando o povão compra uma pirata por R$ 30. E quem vai querer saber se a camisa que está usando é ou não de “grife”? Isso importa antes, durante ou depois de um jogo ou da conquista de um título?
Uma camisa pirata custando 10% do valor de uma oficial, quer dizer que mais de 90% das camisas que estão na rua, de colorados e gremistas, saíram do fundo de um quintal, sem CGC e sem autorização.
E quanto Inter e Grêmio faturariam a mais se suas camisas fossem mais baratas? A fornecedora de material esportivo precisa faturar, mas o time também, afinal ela é quem vai até ele para vender, sabendo que a “vitrine” é boa.
Sou colorado e já fui fanático, mas com o passar dos anos a gente começa a ver certas coisas com outros olhos e uma delas foi o futebol. Não pagaria R$ 350 por uma camisa. E se precisar comemorar, o que é bom, visto vermelho e pronto.
E será que sai o Brasileirão neste ano? Já são 36 anos…
Na manhã desta quarta-feira (07), um atentado a tiros na sede da revista francesa Charlie Hebdo, matou 12 pessoas, entre os quais os cartunistas Charlie Hebdo Charb (Stéphane Charbonnier), Cabu (Jean Cabut), Wolinski (Georges Wolinski), e Tignous (Bernard Verlhac) e o repórter Bernard Maris. Também morreram no atentado outros cinco funcionários da revista e dois policiais que faziam a segurança do editor Stephane Charbonnier, que estava sob proteção policial, após receber ameaças de morte.
Não se sabe de quem foi a autoria do atentado, mas suspeita-se de que tenha sido provocado por algum grupo radical muçulmano contrariado com as constantes caricaturas que a revista fazia do profeta Maomé, assim como fazia de Cristo, o Papa, Hitler e de tantos outros.
Mas, fazer brincadeira, humor, é motivo de agressão, tiros e mortes? Deus, que é único em todas as religiões, abonaria uma ação dessas? Seria ele vingativo? E será que o próprio profeta Maomé aceitaria uma coisa dessas?
Está na hora de se dar um basta na intolerância (seja política, religiosa ou de qualquer natureza) e no obscurantismo que tem gerado ataques às liberdades de expressão e de imprensa no mundo todo.
Chega disso. No mundo atual não tem mais espaço para este tipo de coisa, ainda mais alicerçado em cima de religião, de fé. Sou cristão, católico, crente e temente a Deus, e não admitiria de maneira alguma que minha religião apoiasse uma covardia dessas. Minha religião errou muito no passado e precisa mudar, mas mesmo assim estou muito satisfeito com ela e com o meu Deus, que prega a paz e o amor ao próximo, e por que não permite que eu mate em seu nome.
Je suis Charlie (Eu sou Charlie)