O grande tema da eleição municipal de Tapera (RS) neste ano, pelo menos no horário político no rádio, está sendo o montante que o ex-prefeito Nestor Arnemann deixou em caixa para seu sucessor, em 2009.
Recentemente, o PTB veiculou uma gravação onde o ex-prefeito Ireneu Orth confirma o valor recebido e elogia a situação das contas da Prefeitura. Nesta semana, Orth contra-atacou dizendo que a gravação foi editada com meias verdades e que a resposta completa virá nos próximos dias.
Vamos ver o que está vindo ai. O certo é que conversando com pessoas ligadas aos três partidos todos dizem ter farta munição para atacar. E temos ainda 12 dias até a eleição.
O embate em Tapera está sendo entre a coligação MDB/PP e o PTB, com o PDT correndo por fora, longe de polêmica.
Numa manhã dessas, enquanto almoçava, na tevê, a CNN Brasil falava sobre o terremoto acontecido na semana passada na Turquia. Uma tristeza aquilo. Imagine você, em casa com sua família e, de repente, tudo que você construiu ao longo de uma vida, virar entulho. Isso deve ser uma sensação terrível, pior apenas que a morte. Mas, o que chamou minha atenção naquilo foi o número de curiosos que ficavam vendo tudo e filmando, atrapalhando e não ajudando as equipes de socorro. Tem quem se envolva e ajuda, mas são uma minoria, infelizmente.
E por que sempre numa tragédia há um grande número de curiosos observando e filmando para depois ter o que mostrar e falar nos seus grupos de WhatsApp, achando que isso o torna um bem informado.
Enfim, a coisa deve funcionar assim: se você ver uma ambulância com a sirene ligada na estrada, dê passagem a ela. Se ver um acidente na estrada e grande movimentação no local não pare. Se houver um incêndio não estacione seu carro nas proximidades para não atrapalhar o caminhão dos bombeiros que poderá manobrar. E se ver uma tragédia não atrapalhe o pessoal do resgate. São coisas simples que podem salvar vidas. Segundos preciosos que contam na continuidade ou não de uma vida.
E lembre-se: se sair para atrapalhar (ou brigar) fique em casa.
Neste sábado, um amigo e leitor me informou que parte da cobertura da arquibancada e da copa do Estádio Dr. Avelino Steffens, do Grêmio Esportivo América de Tapera (RS), veio abaixo. Imediatamente subi lá nos altos do bairro, que leva o mesmo nome, para conferir o fato de algo que já vem sendo anunciado a muito.
O madeirame, completamente comprometido pela ação do tempo, não resistiu e caiu. Felizmente, o fato aconteceu quando não havia evento no complexo esportivo. E o restante vai caindo aos poucos até não sobrar nada lá.
Agora, se algum evento for realizado no estádio, o pessoal terá de se acomodar ao redor do campo e a copa terá de ser improvisada.
O fato aconteceu quando não havia evento e, se por ventura, tivesse acontecido durante um, municipal ou particular, quem se responsabilizaria?
O Estádio Dr. Avelino Steffens é particular e está aos cuidados do time dos veteranos do América, que vez por outra o aluga ao município para a realização de jogos.

Na manhã do último sábado (24), saindo de um supermercado aqui em Tapera (RS), fui interpelado por um cidadão. Eu não o conhecia, mas segundo ele, é natural do município. Ele, que é meu leitor nas redes sociais, me contou que trabalha fora de Tapera e que casou a dois anos e está enfrentando sérios problemas para ter sua morada, sendo que reside com seus sogros.
Ele me contou que está economizando para comprar um terreno no bairro onde seus pais residem e logo em seguida pretende construir sua casa para então viver “folgado” com a esposa e pensar no futuro, mesmo com os preços das coisas no município. “Em Tapera, tudo é mais caro”, disse.
O rapaz elogiou a saúde e a educação no município, mas acha que ele pena nas questões emprego e moradia. Segundo ele ainda, tem muitos conhecidos seus na mesma situação.
O homem não se manifestou politicamente, mas espera que quem vencer a eleição olhe com carinho para as questões emprego e moradia.
Está feito, amigo. Pedido atendido. Agora é torcer para quem vencer a eleição do próximo dia 15 coloque isso em seu projeto de governo para os próximos 4 anos e execute.
E obrigado pelas palavras e pela parceria. Sucesso a vocês.
Essa pandemia nos reinventou sobre uma série de coisas que começarão a ser utilizadas por nós daqui para frente, pois mostraram resultados altamente satisfatórios neste período. A partir de agora, a maioria das coisas serão feitas por videoconferência, o que ocasionará economia em todos os setores, uma vez que não haverá mais a necessidade de se fazer viagens desnecessárias geradoras de despesas.
Após este surto, as pessoas somente viajarão se for estritamente necessário o que vai frear sensivelmente os gastos com passagens, combustível, alimentação e, principalmente, diárias.
A pandemia veio para nos mostrar que a economicidade é necessária em todos os setores, especialmente no público.
O Instituto para o Desenvolvimento do Jornalismo (Projor) vai atualizar o Atlas da Notícia no Brasil, a mais completa pesquisa sobre o jornalismo local no País.
No ano passado, foram identificados 11.833 veículos jornalísticos em atuação no Brasil e foi percebido uma distribuição desigual deles.
Para cada 10 municípios brasileiros 6 são desertos de notícias, ou seja, seus habitantes não dispõem de informação jornalística sobre o lugar em que vivem. Dos quatro restantes, outros dois são quase desertos, lugares servidos por até dois veículos de comunicação e com risco de se tornarem desertos, pois estes veículos não fecham suas contas a cada final de mês.
Essa foi a realidade de 64,9 milhões de brasileiros no ano de 2019, ou seja, mais de 30% de nossa gente.
A ideia é atualizar os veículos de comunicação dos 5.570 municípios brasileiros e ainda ver quantos deles foram abertos e fechados no período.
A quarta edição sai em dezembro, no site do Observatório da Imprensa.
Isso tudo em plena era da internet e de redes sociais. Pode uma coisa dessas?
A Mesa Diretora da Câmara de Vereadores de Tapera (RS) emitiu nesta semana nota acerca dos fatos ocorridos na última sessão ordinária daquele poder, na segunda-feira (26), envolvendo o vereador Buxa Theodoro (PT) e o servidor da Casa, Ivanor Pasetti, quando após a sessão os dois discutiram e quase entraram em vias de fato.
A nota, assinada pelo presidente Alexandre Carlos Durigon (PP), coloca panos quentes no fato, certamente por ser final de mandato.
Espera-se que um fato lamentável desses não ocorra mais na Casa e que cada um saiba bem qual é seu papel lá, pois é inconcebível algo assim no nosso parlamento.
E fica a torcida para que o Legislativo mude para a próxima legislatura.
Veja a nota da íntegra:

O selbachense Marquinhos Gabriel, meia-atacante do Cruzeiro, de Minas Gerais, doou um respirador mecânico portátil ao Hospital São Jacob de Selbach (RS).
O equipamento foi entregue pela esposa do jogador, Diana Staudt, na manhã desta quarta-feira (28), ao presidente e administrador do hospital, Remi Knob. Estavam juntos na oportunidade, os médicos Marta Guitel (diretora clínica) e Frederico Lisboa.

Nesta semana, um candidato a vereador de Tapera (RS), fazendo uso do horário político no rádio, disse que se for eleito entrará com projeto na Casa para diminuir o valor do vencimento dos vereadores e também o número de sessões mensais, de quatro para duas.
Hoje, um vereador percebe R$ 2.908,92 – R$ 727,23 por sessão. O presidente recebe R$ 4.363,36.
Acho boa a proposta, afinal vereança nunca foi e nunca será profissão.
E vamos ver se desta vez não dá na “trave” como deu no último jogo.
Os EUA é um País amado e odiado ao mesmo tempo por todos, mas todo mundo quer morar, trabalhar ou estudar lá. Confesso que sou fã deles pela forma como vivem. E acho que deveríamos copiá-los em algumas coisas que fazem bem melhor do que nós, menos em eleição. Eles não sabem fazer eleição.
Enquanto aqui no Brasil o povo elege seu presidente em urnas eletrônicas e de forma rápida, lá quem elege o seu são os delegados representantes do povo, em voto de papel e de forma bem demorada.
O Colégio Eleitoral dos EUA encontra-se a cada quatro anos com grandes eleitores (delegados eleitos pelos pequenos eleitores, que são os cidadãos comuns) de cada Estado.
Cada Estado possui direito a um certo número de delegados no Colégio Eleitoral, número que varia de acordo com seus representantes no Congresso. Os delegados deste Colégio é que elegem o presidente do País. Há no total 538 votos no CE. Um candidato vence a eleição presidencial se tiver pelo menos 270 votos colegiados, mesmo que tenha um número total de votos populares menor do que outro candidato concorrente.
A eleição dos delegados (ou grandes eleitores) é feita Estado a Estado e o candidato mais votado leva todos os delegados daquele Estado, mesmo que o mais votado tenha apenas, por exemplo, 38% dos votos contra 37%, 21% e 4% de outros três candidatos.
Complicado, não?