“Quando eu era menino, na escola, as professoras me ensinaram que o Brasil estava destinado a um futuro grandioso porque as suas terras estavam cheias de riquezas: ouro, diamantes, ferro, florestas e coisas semelhantes. O que me disseram equivale a dizer que um homem será um bom pintor por ser dono de uma loja de tintas. Mas, o que faz um quadro não é a tinta: são as ideias que moram na cabeça do pintor. São as ideias dançantes que fazem as tintas dançarem sobre a tela. Por isso, sendo um País tão rico, somos um povo tão pobre. Somos pobres de ideias. Não sabemos pensar”.
RUBEM ALVES, teólogo, educador e psicanalista
A mais pura verdade. E Brasília é a prova cabal disso.
Na última quinta-feira (22), o Inter fez mais uma bela surpresa à sua torcida. Aliás, isso já era favas contadas pelo que vem jogando. Pois, atuando em casa, contra o Olímpia, de novo contra ele, o time novamente fez um papelão.
Jogou muito, verdade, pressionou o tempo todo, mas não conseguiu marcar. E quando teve um pênalti a seu favor, que daria a classificação, o Denílson errou. Depois, na sequência de pênaltis, ele se redimiu, mas o “louro” Tiago Galhardo isolou a bola mandando-a para o Guaíba.
Vamos falar a verdade. Depois da partida, os colorados não ficaram brabo por que sabiam que o time não iria muito longe na competição e se enfrentasse o Flamengo sofreria um grande vexame.
Inter fora. Foi melhor assim, por que estamos no segundo semestre e nossa direção continua fazendo barbeiragem. Uma atrás da outra.
2021 para o Inter foi só fiasco e vergonha. Resta torcer para não cair novamente.
HISTÓRIA – Mas, vendo o jogo pela tevê, lembrei daquela partida de 17 de maio de 1989, no mesmo Beira-Rio, quando o mesmo Olímpia tirou o Inter da final. O Colorado venceu em Assunção por 1 a 0, gol de Luiz Fernando, de bicicleta, e em Porto Alegre, perdeu por 3 a 2. Naquele jogo, o Nilson errou o pênalti que daria a condição para o time enfrentar o Nacional Medelín, da Colômbia, na final, e depois o Milan, no Mundial. Isso nunca aconteceu.
Naquele jogo eu trabalhei como repórter de campo para a Rádio Gazeta de Carazinho. Era eu e o Carlos Baldo nas reportagens, o Egon Zir na narração e os comentários com o Iron Albuquerque.
Naquele tempo era possível entrar nos vestiários, não onde ficavam os jogadores, mas na grande sala que levava até ele e lá encontrei o presidente José Asmuz, que me concedeu uma longa entrevista. E enquanto eu falava com ele, pensava que tinha de providenciar meu passaporte para viajar com a Gazeta e o Inter para a Colômbia, o que não foi possível pela imperícia do Inter.
Esse Inter tem me dado alguns dissabores nestes últimos tempos.

Eu não costumo responder às críticas, quando as recebo, por saber que isso faz parte de quem escreve e coloca a sua face nas telas virtuais. Estando neste métier há mais de 40 anos, sei bem como conduzir o “barco”, principalmente, neste rio traiçoeiro que é a internet.
Estou me referindo às críticas que recebi, aqui neste espaço e também no meu blog, por ter publicado a notícia do termômetro da praça de Tapera que está inoperante e que está fazendo falta à cidade.
Eu sei que temos celulares que podem tirar print da tela, mas o que dizer dos mais idosos que não sabem manusear o aparelho ou, sequer, os tem? Outra. De manhã, bem cedo, quando vou para o JEAcontece, vejo muita gente na frente do equipamento, tirando foto da temperatura, para postar nas redes sociais ou para enviar aos seus grupos de WhatsApp (família, amigos, colegas e outros). Também, vejo muitos carros diminuindo a velocidade na avenida para poder ver a temperatura, e até outros esperando no cruzamento, para ver qual número aparecerá logo a seguir.
Isso é um costume, um hábito que faz parte da cultura das cidades, principalmente, porque a previsão do tempo é um assunto que sempre está presente nas rodas de conversas – sejam elas presenciais ou virtuais. E sempre tem gente que acha interessante tirar uma foto do termômetro da praça marcando zero grau, às 05h30 da manhã, para compartilhar em suas redes, indicando a sua coragem para enfrentar o frio, naquele horário.
Mais uma. A temperatura que o celular registra não é real. Ele marca de algum ponto, onde se localiza a estação meteorológica, que não se sabe onde fica, mas não quer dizer que é de onde você se encontra. Pegue seu celular e um termômetro e compare os números. Por exemplo. Hoje pela manhã, meu celular marcava 15 graus e o meu termômetro caseiro marcava 13. Existe diferença entre eles de 2 a 3 graus.
Eu, como jornalista, presto um trabalho social e gosto muito de falar sobre as coisas de Tapera. E longe de mim criticar. Se informo algo, é no sentido de ajudar, sempre. E preciso pensar no contexto todo, afinal não estamos sozinhos na sociedade.
Entendo as críticas, porque o mundo é diverso de opiniões – e isso é democrático. O mundo seria muito sem graça sem o vermelho e o azul, o feijão e o arroz, e o próprio frio e o calor – que são registrados no termômetro da praça ou na tela dos celulares (como queira). Mas, antes de estabelecer um posicionamento em relação a algo, é sempre necessário ampliar o ponto de vista, exatamente como eu fiz.
O termômetro da Sicredi Integração Rota das Terras RS/MG, localizado na Praça Dr. Avelino Steffens, no Centro de Tapera (RS), está desligado. O pessoal está lidando na revitalização da mesma e deve ter mexido na fiação elétrica.
Agora, nestes dias de frio, faz falta as informações da temperatura na cidade. Está todo mundo meio que “perdido” sem saber dela cedo da manhã.
Conversei com o gerente Igor Grhal, que me informou que já estão providenciando o restabelecimento do serviço.
Em tempos de muito frio, todo mundo quer mandar a temperatura da sua cidade para seus parentes, amigos e colegas de grupo no WhatsApp.
O termômetro da Sicredi na praça é peça importante no dia-a-dia da cidade.

Nesta manhã (22), o Hora 1 da Globo, veiculou matéria sobre Tio Hugo e Novos Cabrais, dois municípios gaúchos que há muito não registram morte por Covid-19. E nela, foi revelado o que os municípios estão fazendo para controlar a pandemia em seu território e proteger a sua população.
Nada como se ter uma assessoria de imprensa que funciona. As coisas vão longe com ela. Para todo o Brasil.
Mas, o que mais chamou minha atenção na reportagem foi a entrevista com um infectologista que disse que se os municípios atingirem 60% da sua população com a 2ª dose da vacina, as coisas começarão a melhorar. Disse também, que espera que até o final do ano tudo volte a funcionar, aos poucos e com os devidos cuidados conhecidos. “Nossa vida normal está voltando”, disse ele.
Que assim seja.
A Olimpíada de Tóquio, que deveria ter sido realizada no ano passado e que já começou, será uma incógnita dentro e fora dos estádios e ginásios, pois não haverá a presença de público.
Os atletas competirão sem o calor da torcida nas arquibancadas. E, na hipótese da conquista do ouro, eles correrão para que lado para vibrar se não haverá plateia? Imagine a cena. O(a) atleta ganha uma medalha olímpica, com o mundo todo lhe vendo, e ele(a) não ter com quem comemorar aquele momento ímpar e, talvez, único na sua vida.
Por outro lado, sem público nos estádios e ginásios, não haverá turistas e, consequentemente, faturamento no comércio em geral. Os comerciantes da capital japonesa devem estar adorando a ideia dos jogos neste momento de pandemia.
Essa Olimpíada entrará para a história, pelo momento e também pelos investimentos feitos, sem retorno algum para a cidade.
“Amigos são como sapatos: a gente pode ter vários, mas a gente anda com os que fazem a gente se sentir melhor”.
Desconheço a autoria.
Amizade é que nem casamento: precisa ser bom para todos e não somente para um.
E amizade é uma via de duas mãos. Não somente de uma.
Aqui vai o meu abraço bem apertado a todos os meus amigos. Inclusive, a quem não gosta de mim e até mesmo aos que me toleram.
Em nota técnica divulgada, o Ministério da Saúde disse que a famosa cloroquina, assim com hidroxicloroquina, ivermectina, azitromicina, lopinavir/ritonavir, colchicina e plasma convalescente são contraindicados no tratamento da Covid-19 por não possuírem evidência científica.
A nota não faz referência a qualquer evidência do benefício do uso das substâncias de forma profilática ou nos estágios iniciais da doença. E enfatiza que não está em avaliação incluir cloroquina como medicamento indicado em qualquer fase do tratamento à doença, principalmente no chamado tratamento precoce.
Aí políticos e médicos foram para a imprensa alardear que o tratamento precoce com o “Kit Covid” salvaria da doença. Tem gente que tomou um caminhão de remédios e pegou a doença e teve quem os tomou e morreu.
Desde o começo da pandemia as opiniões se dividiram no Brasil e a coisa virou política. O pessoal esqueceu da saúde para se ater a política, como se ela salvasse vidas.
E o povo, que acredita em tudo de primeira, “embarcou” novamente. Correu às farmácias e se entupiu de medicamentos. Alguns pagaram muito caro por isso e não poderão mais dar continuidade à sua história.
Não dá para se duvidar da ciência.
Você viu o que está acontecendo em Cuba? Os cubanos, após um pesadelo de mais de seis décadas, finalmente “acordaram” e foram para as ruas pedir o fim da ditadura comunista-castrista. Isso acontece por que o País afundou assim como o regime. Cuba bateu no fundo do poço.
A esquerda do mundo todo, inclusive a brasileira, insiste em dizer que Cuba só não progrediu devido ao embargo imposto pelos EUA o que é uma mentira. Na verdade, ele nunca impediu aquela ilha de importar alimentos e remédios dos EUA. E a medida também não a proíbe de fazer comércio com qualquer nação do planeta. Assim, fica a questão: por que todos os negócios com outros países até agora não melhoraram a qualidade de vida dos cubanos? Nestes 62 anos o País só andou para trás.
Segundo o economista cubano Carlos Seiglie, da Universidade Rutgers, Cuba só não fez mais porque não tem dinheiro ou porque ninguém mais quer emprestar a ela.
Certa vez, o ex-presidente Lula disse que se não fosse o embrago norte-americano, Cuba teria sido uma Holanda. Imagina…
O comunismo e o socialismo não sobrevivem sem dinheiro. E eles precisam de muito dinheiro para seguir em pé, manipulando o povo e mantendo seus líderes no poder com muitas regalias. Só que um dia o “sonho” acaba, como acabou para Cuba.
A pandemia está sendo controlada aos poucos graças aos cuidados que a população está tendo, mas principalmente pelas vacinas que estão no mercado. Todas elas. E ainda tem gente escolhendo marca, como se uma fosse melhor do que as demais.
Todas as vacinas existentes têm eficácia comprovada. Assim, quem acredita em uma marca precisa se informar melhor.
Agora, a vacinação bem que poderia ter iniciado antes.
E você, trate de se vacinar, sem medo algum. Alguns organismos sentirão o efeito da vacina e outros não. O importante é ser imunizado. E, mesmo vacinado, continue se cuidando.