Blog do Sarico

Asfaltamentos deverão iniciar em breve


Na segunda-feira (30), uma equipe do governo taperense esteve na Corsan, em Porto Alegre. Pelo que soube, foram até lá para solicitar à Companhia que realize rapidamente o conserto da tubulação de água das ruas que receberão o asfaltamento nesta próxima leva aqui em Tapera.

De acordo com o diretor da estatal, as máquinas e materiais necessários para o trabalho já estão sendo deslocados para o município, possibilitando que a pavimentação asfáltica inicie o mais breve possível.

Vem mais asfalto aí, o que é muito bom.

Sem sombra


Ainda estamos no inverno e o sol já está nos judiando. E não tem sombra no centro de Tapera para proteger os carros. E deixá-los no sol é terrível. Agora, sem sombra, como será no verão aqui?

É só uma pergunta.

É bom ou ruim?


Essa instabilidade política instalada no Brasil com poderes brigando entre si, afetando os indicadores econômicos, entre outras coisas, é bom para o País?

É só uma pergunta.

A FIESP, a poderosa Federação das Indústrias do Estado de São Paulo, emitiu nesta semana um manifesto alertando sobre o incômodo nos setores produtivo e financeiro com esta crise institucional. E muitas entidades, inclusive ligadas ao agronegócio, estão aderindo ao documento.

O Brasil está perdendo muito com essa briga desnecessária e desconfortável.

Cliente atento


Em tempos de redes sociais, as empresas no mundo todo estão se atirando de corpo e alma nelas para vender seus produtos e serviços. E, em tempos de pandemia, algumas estão se sobressaindo nesse segmento.

E, como em tudo, as estratégias usadas pelas empresas vão sendo ampliadas, para fidelizar o cliente e, assim, continuar tendo um faturamento satisfatório.

Nessa perspectiva, as empresas estão colocando, em suas páginas, um espaço para que o cliente avalie seus produtos e serviços. E essa ferramenta está ajudando as pessoas a terem uma melhor experiência de consumo.

Este tema foi pauta do “Pequenas Empresas, Grande Negócios”, da manhã do último domingo (29), na Globo.

No programa, alguns diretores de empresas falaram sobre esta ferramenta e o sucesso que ela está fazendo, no sentido de melhorar seus produtos e serviços e satisfazer seus clientes – e, ainda, fideliza-los.

Agora, os consumidores podem buscar opiniões nos sites, para depois resolver se compram ou não. E, nestas opiniões, até aspectos desfavoráveis são mostrados na tela, evidenciando transparência, por parte da empresa, na hora da venda.

Enfim, produto e serviço que tiver mais elogios do que críticas, terá a preferência do consumidor.

Tudo pelo cliente. E por uma venda, também.

Economiza, mesmo?


Uma coisa que jamais entenderei são aqueles litros cheios de água, acomodados próximo ao contador da energia elétrica das casas. Quem faz uso deles alega que é para economizar luz, que anda saltando os olhos da cara.

Mas, será que é verdade? Será que eles economizam de fato?

Quem entende de eletricidade diz que isso não ajuda em nada, que é bobagem e que no máximo ajuda a assustar os gatos vadios que perambulam pela cidade ao passar na frente deles.

E estes mesmos profissionais dizem que só tem uma maneira de se economizar luz: é controlar o consumo, lâmpadas antigas, chuveiro, ferro, luz acessa em lugar que não está sendo ocupado, eletrodomésticos velhos, entre outros.

E a energia elétrica só aumenta. Como tudo neste País.

Quem se arrisca?


A defesa do Dr. Jairinho, o médico e político aquele acusado de torturar e matar o enteado com a ajuda da mãe do menino, ingressou na Justiça pedindo que seu cliente seja libertado e que possa voltar a clinicar. O Judiciário ainda não se manifestou a respeito.

Acho que esse cidadão terá problemas em voltar a trabalhar, pois seus clientes não voltarão a vê-lo e novos não o procurarão.

Mas, isso não deverá ser problema, pois no Brasil também tem aqueles que adoram o lado ruim

Olha, bem tenteado, ainda vão alegar que quem matou o Henry foi o pai dele. Aqui tudo pode acontecer.

Vende-se pra todo lado


Quem anda pela cidade de Tapera percebe a grande quantidade de casas à venda. E elas estão por todos os lados. Também tem apartamentos para venda.

Intrigado com isso, fui atrás das imobiliárias para obter uma explicação para isso e soube delas que esta questão é resultado de vários fatores.

Segundo elas, a maioria que põe seu imóvel para venda está querendo trocar a sua casa grande por uma menor, para escapar do tamanho da limpeza, das escadas e das distâncias entre as peças. E que prefere um apartamento pela comodidade do espaço menor, fácil limpeza e, principalmente, do elevador.

Eles também negociam o imóvel por que os filhos saíram de casa para ter a sua própria vida e os “velhos” acabaram ficando sozinhos.

Outros preferem construir uma casa maior, por que a família aumentou, em outro ponto da cidade.

Quem prefere um apartamento, pagando ele a partir de R$ 300 mil, o quer para investimento e faturar com o aluguel, uma vez que a poupança está pagando pouco, se bem que a diferença do aluguel e do imóvel é enorme. Também tem quem queira presentear um filho ou filha.

Ainda, tem quem queira mudar de cidade, por achar melhor para a sua família.

Enfim, existem todos os tipos de situação e todas levam a um “brique”, pois sempre haverá alguém para vender e outro para comprar.

Segundo elas ainda, a grande procura por apartamentos e por casas, custando igualmente a partir de R$ 300 mil, demonstra que em Tapera a economia anda aquecida por conta do preço da soja. E que estes investimentos podem ser feitos aqui ou em outras cidades.

As imobiliárias confirmam que a quantia de apartamentos existentes e que estão em construção, tem demanda mesmo nesta época com economia a passos lentos e dólar alto, e que outros prédios estão sendo projetados para serem construídos em Tapera no próximo ano.

Aos poucos, Tapera vai se modificando com novas formas por todos os lados e também por caras e desejos novos.

Ajuda contra o uso e abuso do álcool


De 23 a 27 de agosto, aconteceu aqui em Tapera a V Semana Municipal de Prevenção ao Uso e Abuso do Álcool na Adolescência e na Vida Adulta, com extensa e boa programação desenvolvida nas escolas com os estudantes.

A ideia de prevenir o uso e o abuso do álcool desde muito cedo é muito boa e precisa ser elogiada e também apoiada.

Há cinco anos esse trabalho vem sendo realizado no município sem a participação da imprensa local. De toda ela. No ano que vem, na VI edição, se os organizadores quiserem o apoio dela para que a mesma atinja o maior número de pessoas e tenha um efeito maior e melhor, sintam-se bem à vontade para convidá-la. O JEAcontece e este humilde escriba estão à disposição para colaborar. Sem custo algum.

Homenagem embaraçosa


Eu assisti Grêmio e Flamengo pela Copa do Brasil na quarta-feira (25) e chamou minha atenção que no primeiro gol dos cariocas, o Renato, ex-treinador e eterno ídolo gremista, vibrou como o mais fiel torcedor rubro-negro. Estranhei muito aquilo, pois fora da Arena existe uma estátua em sua homenagem.

E sobre homenagem a pessoas vivas eu tenho uma cisma, pois tem dois lados, como em tudo nesta vida, por que as pessoas mudam, inclusive de gosto e até de lado.

Isso não é “cornetear” os azuis, mas colocando uma coisa que vi e que não me agradou nenhum pouco, afinal o Renato foi desrespeitoso com seu outro clube do coração.

Pela hora da morte


As eleições presidenciais do ano que vem, além da pandemia, também serão influenciadas pela economia, tendo em vista o aumento generalizado dos preços dos bens de consumo, especialmente os alimentos. Aliás, tudo aumentou. Inclusive a inflação.

Quem vai ao mercado com muito dinheiro não sente essa alta dos preços dos produtos, porque não precisa fazer contas, nem optar por o que levar para casa. Mas, essa não é a realidade de quem vive com o dinheiro contado, tendo condições para levar, para sua família, apenas o básico do básico.

Dia desses, num supermercado aqui em Tapera, na fila do caixa, à minha frente, estava uma mulher com um carrinho pequeno, aguardando para ser atendida. E, na fila ao lado, à nossa direita, estava outra mulher com um carrinho grande, lotado de produtos. E eu percebi que a mulher da minha frente não tirava os olhos daquele carrinho abarrotado. Certamente, estava pensando na diferença abissal que existia entre elas, economicamente falando.

A mulher que estava à minha frente tinha o básico para a alimentação, limpeza e higiene. E a outra, boa parte do que levava, era supérfluo, eram itens “complementares” em relação aos produtos “essenciais”.

Já no caixa, a mulher que estava à minha frente, ao receber o total a que teria de pagar, olhou para mim e se queixou para a atendente dos preços dos produtos, e, no seu rosto, era visível a expressão de decepção, resultado de uma dura batalha diária pela sobrevivência.

Não adianta o governo e os economistas tentarem explicar o aumento das coisas para as pessoas, porque ninguém está interessado em saber se o dólar está alto ou entender todas as outras inúmeras variáveis econômicas que influenciam nos preços. Todo mundo quer saber é se vai ter condições de colocar comida na mesa de sua família, o mês inteiro.

E, nós, que apostamos em mudanças, estamos tendo estas mudanças? Não adianta falarem que a roubalheira acabou, se a economia não está a favor da população e o povo está tendo de fazer malabarismos, durante o mês, com o seu dinheiro e, principalmente, para comprar comida, cujo preço está pela hora da morte.