A passarela de observação do projeto ambiental “Valorizando o Valoroso”, do Lions Clube de Tapera, localizada às margens da ERS 223, bem próxima a um dos acessos à cidade, está aos poucos ganhando forma. Depois que a natureza se assentar, após a transformação do local pela ação de homens e máquinas, o lugar ficará muito bonito com animais e vegetação e, com certeza, será palco de muitas fotos de taperenses e até de quem estiver trafegando pela rodovia.
Na manhã desta terça-feira (24), vendo o Hora 1, na Globo, foram mostradas imagens da situação no Afeganistão, com famílias inteiras fugindo do caos instalado naquele País por conta da ascensão do Talibã ao poder.
E uma imagem me chocou. Era de uma mãe entregando seu filho de colo, com poucos meses de vida, a um soldado norte-americano, que o pegou com uma mão, como quem pega uma trouxa de roupas, e o passou a um colega que estava atrás dele.
Eu não acreditei naquilo e aí mostraram mais mães fazendo a mesma coisa para que os militares as levassem para fora do País, em segurança.
O que é o desespero daquela gente. E fiquei pensando: será que aquelas mães, que entregaram seus filhos, os reencontrarão algum dia? E o que será deles, que não falam e não tem documento consigo?
Triste isso. Muito triste.
Nesta etapa do projeto de pavimentação de ruas aqui em Tapera mais 10 delas serão asfaltadas. Os trabalhos deverão começar em breve. Destas, 04 estão no Centro, 03 no bairro Elisa e 03 nos bairros Azul, Pompeia e São Judas Tadeu.
São elas:
CENTRO (4)
– Rua Duque de Caxias (da Rui Barbosa até a Permião José Tosetto)
– Rua Marechal Deodoro (da Avenida XV de Novembro até a Rua Almirante Barroso)
– Rua Almirante Barroso (da Avenida José Baggio até a Rua Conego Dionísio Basso)
– Avenida José Baggio (da Rua Almirante Barroso até a Rua Farroupilha)
BAIRRO ELISA TREVISAN (3)
– Rua Guarani (toda sua extensão)
– Rua Tolentina Campos (até a Rua Leandro Leal)
– Rua Arcângelo Trevisan (da Rua Leandro Leal até a Rua Tolentina Campos)
BAIRRO AZUL (1)
– Rua João Bervian Filho (da Rua Nilo Peçanha até a Rua Adelina Mombelli)
BAIRRO POMPEIA (1)
– Rua Clemente Mânica (da Rua Rui Barbosa até a Rua Permião José Tosetto)
BAIRRO SÃO JUDAS TADEU (1)
– Rua Goiás (toda sua extensão).

Com a saída do delegado Marcos Veloso da DP de Tapera (RS) esta continua sem titular. Quem responde interinamente por ela é a delegada Camila Almino, de Soledade.
Em contato com a DP local, o pessoal não soube me informar quando virá um delegado titular para o município, pois não existe nada oficial ainda. Comentários na cidade dizem que viria para cá um casal de delegados, sendo que a delegada ficaria em Tapera e o delegado em Espumoso, mas não há nada confirmado oficialmente.
Ainda na DP, fui informado de que se está esperando a formatura de uma turma na academia e, tão logo isso ocorra, haverá a designação dos novos delegados para as DPs gaúchas, entre as quais Tapera.
Se for confirmada a vinda de uma delegada para Tapera teremos 04 mulheres nos 05 cargos mais importantes do município: Câmara de Vereadores, Fórum, Ministério Público e Delegacia de Polícia.
“Um pai ou uma mãe, ainda que seja o mais pobre, tem sempre uma enorme riqueza para deixar aos filhos: o seu EXEMPLO”.
Coelho Neto
Nenhum pai ou mãe tem a obrigação de deixar patrimônio aos filhos. A sua obrigação é entregar ao mundo pessoas de bem.
Um amigo e leitor me enviou cópia da página de um jornal de Santa Maria (RS), datado de 24 de novembro de 1942, há 79 anos, trazendo um texto assinado pelo bispo, Dom Antônio Reis, e pelo chanceler do bispado, monsenhor Paschoal Gomes Llibrelotto, falando sobre um possível atentado contra um padre aqui em Tapera, e o enfrentamento do mesmo com algumas pessoas da comunidade. Tal fato teria acontecido em 08 de novembro daquele ano.
Conforme o texto, houve um enfrentamento entre o padre Clemente Aloísio Kampmann e alguns membros da comunidade e que teria resultado na tentativa contra a vida do pároco, vindo da Alemanha, em 1938, e que ficou no município até 1943, quando foi transferido, oficialmente. Extraoficialmente, ele teria fugido da cidade levando consigo uma mulher de 30 anos, que para alguns seria sua cozinheira e para outros sua amante.
Conversei com algumas pessoas mais antigas daqui e também com taperenses que residem fora do município, para saber sobre o caso, e consegui levantar a história que, como em tudo, tem duas versões.
Segundo o texto ainda, o bispo, que protege o sacerdote, mandou fechar a Igreja Matriz e as capelas do interior, deixando aberto apenas a Escola Imaculada (das freiras), o Hospital Roque Gonzalez e a capela da Barra do Colorado. O Santíssimo foi levado para o hospital. Ainda, pediu ao padre Nicolau Fridolino Schuster que passasse a atender os fiéis no hospital, e determinou a compra de um livro para que quem quisesse permanecer ligado à Igreja Católica, deveria assiná-lo, lá no hospital. Depois, dependendo do número de assinaturas, determinaria a reabertura ou não da igreja e o retorno das missas.
Ainda, o bispo pede aos fiéis muita oração e jejum e comenta que a coisa toda seria fruto da intervenção do Demônio.
Pelo que me disseram, não queriam matar o padre, mas se livrar dele devido às suas ações e manifestações, que desagradavam parte da comunidade, tendo inclusive dividido famílias, umas 50 na época. Uma senhora me contou que o padre era contra os bailes por ser “coisa do Diabo”. Na verdade, segundo ela, o pároco não admitia faltas nas missas de domingo. Os rapazes não obedeciam aos pais e iam nos bailes, mas as moças cumpriam a determinação rigorosamente, e por isso os bailes no Salão Junges, atual Clube Aliança, tinham poucas moças. Pelo menos durante a estada do padre na vila, então 3º distrito de Carazinho.
Fico imaginando o clima que tínhamos no lugarejo, pois havia dois grupos distintos nela: um liderado pelo padre e o outro por um médico. O bom é que quando o padre partiu as coisas voltaram ao normal aqui.
A divisão que se deu em Tapera e que ganhou corpo após a emancipação, deve ter começado nesta questão do padre. Tudo leva a crer nisso.
Em anexo seguem cópia da publicação do jornal (no alto) e a cópia fiel para melhor leitura (abaixo).

Confesso que sempre quis saber quanto ganha o âncora do principal jornal da televisão brasileira.
Em época de internet e de redes sociais, não existem mais segredos. É muito difícil guardar um estando tudo na rede mundial.
Nesta semana, vazou o novo contrato do meu colega William Bonner, com a Globo, que irá até 2025. O carinha vai “matar” a cada mês R$ 900 mil, “limpinho”.
Acima dele só estão apresentadores(as) de programas que levam junto consigo grandes patrocinadores, como Faustão, Luciano Huck, Ana Maria Braga, Fátima Bernardes, entre outros, de todas as emissoras.
Neste caso do Bonner é bom ser jornalista. Imagina poder gastar R$ 900 mil num mês. Não tem como. Nem que queira.
Mas, por outro lado, se o âncora fatura essa bolada toda, quanto a emissora fatura no JN para poder pagá-lo? Pois, 60 segundos nele valem R$ 1.704.800,00. Por 30 segundos, o empresário pagará metade deste valor, ou seja, R$ 852.400,00. É o valor mais caro da tevê brasileira.
Para se ter ideia do quão alto é o preço para anunciar no Jornal Nacional, em um minuto do intervalo dele, a emissora já arrecada o valor do prêmio principal do Big Brother Brasil e ainda sobra mais de R$ 200 mil.
E as grandes empresas brasileiras quando querem anunciar adivinha quem elas procuram?
Esse silêncio que o pessoal vem fazendo na CPI da Covid é benéfico para eles? Sim, por que seria um bom momento para eles dar a sua versão dos fatos. A não ser que tenham algo a esconder.
Agora, é constrangedor, para todos, ver um convocado se furtar de responder a uma ou mais perguntas. É constrangedor até para quem assiste.
E, se não tem nada contra si, por que o silêncio?
Será que essa CPI resultará em alguma coisa? Afinal, foi feito muito barulho.
Na semana passada, máquinas e servidores da Secretaria de Infraestrutura de Tapera (RS) estiveram na Rua Almirante Barroso derrubando algumas árvores. Intrigado pela ação, pedi ao pessoal da pasta o porquê dos cortes e me informaram que é para preparar a rua para receber asfalto, que deverá iniciar no próximo dia 25.
É, o progresso tem um custo e, às vezes, é preciso sacrificar alguma coisa, neste caso árvores, algumas com mais de 50 anos e que davam uma boa sombra nos dias quentes de verão.
E não se espantem se mais árvores venham a ser sacrificadas ao longo da Almirante, que vai do Regional Supermercados até a entrada do Instituto Cônego Bento, num total de 07 quadras.
Tomara que após sejam plantadas novas espécies e que um dia venham a dar sombra, algo que está em falta em todo o Centro da cidade, pois logo em seguida vem o verão. E, se esse inverno está sendo o bicho, imagine como será a estação do sol.
Agora, a pavimentação asfáltica na Rua Almirante Barroso é necessária pelo movimento de veículos que tem e que viria a desafogar a Avenida XV de Novembro, de quem vem da parte leste da cidade e precisa se dirigir ao sul, em direção ao trevo da ERS 223.
Esse asfalto vem muito bem.
E parece que tem outras 10 ruas que receberão a cobertura de piche. Vou me informar e depois informo quais são elas.
Tudo para deixar nossa Tapera mais bonita e melhor.
Dois vereadores de Tapera (RS) me confirmaram que haverá de fato a troca no comando da presidência da Câmara de Vereadores. E será no próximo dia 06, obedecendo o acordo firmado entre os partidos vencedores da última eleição municipal, MDB e PP, e que possuem maioria na Casa.
Pelo acordo, os seis vereadores situacionistas, sendo 04 do PP e 02 do MDB, comandarão a Casa nesta 17ª legislatura, algo inédito no município.
Pelo acordo firmado no início do ano, o comando na Câmara taperense ficará assim nestes 4 anos:
2021 – Vanize (MDB) – 8 meses (jan/ago) e Solange (PP) 4 meses (set/dez)
2022 – Márcio Paulus (PP)
2023 – Pipe dos Santos (PP)
2024 – Krapa (MDB) 8 meses (jan/ago) e Vandinho (PP) 4 meses (set/dez).