Até o momento, temos certo na corrida presidencial do ano que vem a participação de apenas dois nomes: Bolsonaro (sem partido) e Lula (PT). E até agora, a chamada Terceira Via, a galera de centro, ensaia os primeiros passos.
E são 11 os nomes que começaram a aparecer para prospectar os votos de quem não quer Bolsonaro nem Lula e ainda deseja mudanças: Alessandro Vieira (Cidadania), Arthur Virgílio (PSDB), Ciro Gomes (PDT), Eduardo Leite (PSDB), João Doria (PSDB), José Luiz Datena (PSL), Luiz Felipe D’Avila (Novo), Luiz Henrique Mandetta (DEM), Rodrigo Pacheco (PSD), Sergio Moro (sem partido) e Simone Tebet (MDB).
Destes, na minha humilde opinião, dois tem chances de “emplacar” no segundo turno: Sérgio Moro e Eduardo Leite. João Doria teria, mas a cúpula do PSDB não o quer e nem o restante do País, além do mais ele não passa de 3% em todas as pesquisas feitas. Nasceria morto.
Eduardo Leite, por ser uma novidade, está ganhando simpatia por onde passa pela sua diplomacia. Já Moro dispensa comentários, afinal ele só enfrentou o sistema fazendo muito barulho e o resultado todos sabemos qual foi.
Em tempo. Se Moro ou Leite enfrentar Lula no segundo turno em quem os bolsonaristas votariam? E se um deles enfrentar Bolsonaro em quem os lulo-petistas votariam? Essa possibilidade existe e precisa ser levada em conta.
Aos poucos, a Terceira Via vai criando cor e forma, faltando menos de um ano para uma eleição que pode não parecer o que está parecendo hoje.

“Deve-se aprender lendo mais em profundidade do que em largura”.
Quitiliano
A Almirante Barroso, aqui em Tapera, foi asfaltada na semana que passou. A rua, que vai do Regional Supermercado até o Instituto Conego Bento, num total de 7 quadras, foi pavimentada em dois dias e ficou muito bonita.
Não é por que ela faz parte da minha vida, tendo eu nascido e me criado ao seu lado, mas a rua é importante para desafogar o trânsito de quem vem da parte leste da cidade – bairros Brasília, 8 de Maio e São Judas Tadeu, e quiser se dirigir ao trevo da ERS 223, fugindo da Avenida XV de Novembro.
O bom é que agora o tráfego será melhor para quem necessita fazer uso daquela caminho por que acabaram os muitos buracos existentes.
De parabéns a administração municipal pelo asfaltamento da AB e de outras mais na cidade nesta etapa.
Tapera, aos poucos, vai se modelando para melhor.
Na semana passada, o Hora 1, da Globo, apresentou matéria com Mark Zuckerberg, dono do Facebook, Instagram e WhatsApp – além de ser um dos homens mais ricos do mundo – falando sobre a troca de nome de sua empresa, que passará a se chamar “Meta”.
A mudança de nome, implicitamente, teve relação com o fato de uma ex-gerente ter denunciado ele e sua empresa de estarem mais preocupados com os lucros do que com a saúde das pessoas. Essa declaração, inclusive, fez Zuckerberg perder milhões de dólares.
E, na matéria, o bilionário falou sobre o “metaverso”, do qual você já deve ter ouvido falar, nos últimos dias. Ele é uma espécie de universo virtual 3D que, segundo alguns, será o futuro da internet. A ideia é que, no futuro, passemos a interagir com a internet como se estivéssemos, literalmente, “dentro” dela – quase como se fosse um “universo paralelo”. As pessoas terão avatares virtuais que serão suas contrapartes nesse mundo digital e, por meio deles, poderão conversar, trabalhar e se conectar com amigos e parentes, tudo de forma virtual.
Entretanto, essa ideia, apesar de parecer futurística demais, suscita inúmeras questões do ponto de vista ético, moral, sociológico – e, até mesmo, político. Isso porque, por meio desse “metaverso”, é possível que construamos um mundo virtual bem diferente do mundo real. E isso acarretará problemas “em dobro” para nós, pois, assim como a nossa sociedade enfrenta adversidades, certamente, o “metaverso” também enfrentará.
Confesso que estou curioso para saber como será, na prática, essa inovação tecnológica proporcionada pelo dono do “Face”. Mas, levando em consideração que as pessoas não sabem se comportar adequadamente no ambiente virtual, penso que essa ideia será um desastre.
“Se você está atravessando o inferno… Continue indo.”
Winston Churchill
A psicóloga taperense Mariana Bauermann, que reside fora de Tapera há vários anos, lançará o seu primeiro livro, “Su casa mi casa”, pela editora BesouroBox, na 67ª Feira do Livro de Porto Alegre, que começa nesta sexta-feira (29). A sessão de autógrafos será no dia 14 de novembro, às 17h30, no pavilhão de autógrafos.
Mariana, que é filha de Arlindo e Inês Bauermann, é mais uma conterrânea que faz bonito lá fora, para orgulho de sua terra e de sua família.
Parabéns, e que muitos outros venham depois deste.
Está difícil conversar sobre política com algumas pessoas de direita (bolsonaristas) e também de esquerda (lulo/petistas) – extremistas, diga-se de passagem. Colocar posição sobre como vejo as coisas está ficando muito complicado porque esse pessoal “sobe nas tamancas”, quando uma opinião é contrária à sua e fica achando que o cara é do outro “lado”. Fica difícil manter a conversa assim.
Eu não sei onde todo esse fanatismo político vai parar – e isso me assusta, porque, daqui a pouco, o pessoal, num ato impensado, tomado em uma fração de segundo, pode vir a falar algo que vá se arrepender depois.
Acho muito estranho morrer de amor por uma pessoa, ainda mais, um político e o seu “legado”. Isso não leva a nada. Só a desgastes desnecessários com pessoas com quem a gente se relaciona de várias maneiras, praticamente todo dia.
Vou começar a fazer com a política como fiz com o futebol. Havia uns camaradas aí que surtavam quando debatíamos sobre a Dupla e, em dado momento, a situação descambava para uma discussão áspera e descabida. E, para não perder o amigo, resolvi perder o tema – o que é mais inteligente. Só que nunca mais falarei com eles sobre futebol. Pelo bem da saúde e, também, da cabeça.
Uma discussão não leva a nada, só a desgastes e mal-estar. Além do mais, ninguém vai mudar a opinião de ninguém no grito. É muito difícil mudar uma.
Lembrei de uma frase de Martin Luther King: “Para criar inimigos não é necessário declarar guerra, basta dizer o que pensa”.
Sejamos inteligentes. É preciso, afinal nós ficamos aqui.
“Não basta que todos sejam iguais perante a lei. É preciso que a lei seja igual perante todos.“
Salvador Allende, ex-presidente do Chile
Ontem à noite (26), na Afuco, em Tapera, a Sicredi Integração Rota das Terras RS/MG reuniu a imprensa de Tapera, Selbach, Colorado e Lagoa dos Três Cantos para comemorar seus 40 anos, transcorrido ainda em fevereiro.
A Cooperativa queria comemorar o aniversário na data, mas em função da pandemia não foi possível. Agora, com a coisa normalizando a confraternização aconteceu. E foi muito bonita.
O presidente Sérgio Tonello, com seus gerentes e assessores, recepcionou os profissionais da imprensa. Às empresas foi entregue um troféu a ao pessoal um mimo. Depois, foi lhes oferecido um jantar.
No encontro, a equipe da Sicredi falou do seu trabalho nos municípios onde atua, dos seus números e dos seus planos. A empresa, que já possui 04 unidades em Minas Gerais, até o final do ano abrirá outras 03.
Também foi informado que a Câmara de Vereadores de Ibirubá prestou uma homenagem a Sicredi pelos seus 40 anos. É uma homenagem justa a quem faz de verdade. Aliás, homenagens deveriam ser feitas a que faz, mesmo.
Parabéns ao presidente Sergio e sua equipe pelo aniversário e recepção, alias a Sicredi é um daqueles poucos que lembra da imprensa e do seu papel numa região e isso muito nos alegra.
O governo está trilhando um caminho muito perigoso para si e para o País por conta da situação econômica atual. Ou ele controla os preços, principalmente dos alimentos e da gasolina, ou as urnas irão engoli-lo no ano que vem.
Gasolina a R$ 6,90, diesel a R$ 6, Gás a R$ 110, feijão a R$ 12, arroz a R$ 25 (5 Kg) e carne a R$ 28, só para ficar nestes. Está difícil a coisa.
Algo precisa ser feito e para ontem, pois o Brasil anda mal das pernas e as previsões para o próximo ano não são nada animadoras.
A inflação beirando os 10% sinaliza que o Plano Real foi para o espaço e que a coisa fugiu do controle.
E do jeito como as coisas estão andando, será muito difícil defender alguém na eleição. E tem ainda a pandemia.
Não precisa ser um gênio para saber que as coisas não andam bem por aqui e que é preciso mudanças. O mais importante neste momento e tranquilizar a população que não está nada bem, muito menos feliz.