No último domingo (27), estive na sede social da AVECS (Associação dos Veteranos do Canarinho de Selbach), da qual sou um dos seus fundadores, participando da comemoração do aniversário do clube, que completou, no último dia 07, 33 anos de atividades e de glórias, nos campos e quadras do estado – e até fora dele.
O bom da festa foi poder rever as grandes amizades cultivadas, ao longo dessas três décadas. Muitas delas, fazia muito tempo que eu não via pessoalmente. Então, foi muito bom colocar o papo em dia e relembrar os velhos tempos de clube. Também, lembrar com carinho dos queridos companheiros que já se foram e que deixaram muitas saudades.
Hoje, a AVECS está sendo tocada por uma turma renovada, diferente dos “veteranos” que deram origem à entidade, num difícil começo. Mas, a ideia é que ambas as turmas convivam, para manter viva a associação. E é aí que entra em campo a eterna “alma do clube”, o amigo Hilário Seger, que sempre puxou a frente de tudo e sempre esteve à disposição nos momentos delicados. Ele é “o cara”.
Assim como os demais colegas de time, estou afastado dos campos, faz tempo. Mas, fiz história no clube, sendo um dos seus grandes goleadores. Inclusive, no dia da festa, eu e o Joelson Werlang estávamos disputando quem de nós dois havia feito mais gols. Brincalhão que sou, eu estava convencido de que era eu. Mas, com certeza, o Joelson me ganha, porque ele é um craque nos campos.
Nesse dia, também, senti falta da presença da criançada, que sempre agitava os eventos, na sede. Hoje, todos já são adultos – o que demonstra que o tempo passa muito depressa. Mas, alguns deles estavam presentes no evento e foi uma alegria poder reencontrá-los.
Enfim, a festa foi sensacional. Que novos encontros sejam realizados, para manter o pessoal unido novamente. Vida longa à AVECS!
Recentemente, precisei ir a Passo Fundo. A ida foi uma beleza, de tão rápida, tendo em vista a terceira pista que construíram em alguns trechos da RSC 153. Porém, a volta, no começo da noite, foi um inferno, pelo intenso movimento. E o motorista precisa ser bom e ter muita paciência, pelo que eu pude presenciar no trajeto até Tio Hugo.
O grande perigo está no retorno dos caminhões à pista única. Seus condutores ligam o pisca, indicando a manobra e “metem o grandão” nela. Quem estiver próximo ao final da pista dupla deve ficar atento para não se acidentar, nem provocar um acidente. E é preciso, ainda, ter atenção e obedecer às placas de sinalização, que não estão lá para enfeitar a estrada.
Depois dessa viagem, eu tive a plena certeza de que o motorista de rodovia e o de cidade são bem diferentes, porque são dinâmicas bem distintas e a direção defensiva deve ser praticada de forma bem mais intensa na estrada. E só não acontece mais acidentes nas estradas por puro milagre.
“Se não é seu, não pegue. Se não é justo, não faça. Se não é verdade, não diga. E se você não sabe, fique quieto”
Desconheço a autoria.
Há um tempo atras escrevi sobre a história do Café Diana, o mais antigo e tradicional bar de Tapera, com mais de 75 anos de existência. E a coisa bombou na internet com visualizações e comentários de gente espalhada pelo Brasil inteiro. E até do exterior.
E para levantar essa história conversei com algumas pessoas mais antigas da cidade e também de fora, que me forneceram valiosas informações. Mas, a mais importante eu não consegui obter: a origem do nome Diana.
Afinal, quem deu o nome a ele e o porquê?
Com quem conversei, ninguém soube me dizer a razão do nome. Alguém me disse que seria uma filha de quem o construiu, mas quem conheceu a família me infirmou que não havia ninguém com este nome nela.
Enfim, Tapera quer saber a origem do nome Diana. Assim, se alguém tiver esta informação que a repasse para que eu possa publicar aqui.
Por que Café Diana?
A título de informação. Aquele prédio, localizado na esquina da Avenida XV de Novembro com a Rua Duque de Caxias, bem no centro de Tapera, foi construído em 1948, pela família Bervian; e o Orlando foi o primeiro proprietário do bar. Ele foi o segundo prédio de alvenaria construído em Tapera. No térreo funcionou ainda a estação rodoviária, mercado, floricultura, churrascaria, boate e bazar. A parte de cima sempre foi de moradia.
Recentemente, o empresário Otélio Drebes, 89 anos, fundador da rede de lojas Lebes, esteve palestrando em Tapera, e falou da sua história para uma considerável plateia no Clube Aliança.
Drebes, que começou a trabalhar aos seis anos vendendo rapaduras e que, após 60 anos, passou o comando da empresa ao filho mais velho, para não parar começou a palestrar, dando valiosas dicas para se ter sucesso, ou mesmo viver tranquilo, sem sobressaltos. E aqui vai 10 delas:
1 – Ganhar dinheiro não é pecado, desde que ele seja ganho de forma honesta e que o negócio seja bom para todos;
2 – Devemos ir atrás de nossos sonhos, não importando quanto tempo isso levará, pois um dia ele se concretizará. Na hora certa acontece;
3 – Não devemos pensar pequeno. Nós seremos do tamanho que nós quisermos ser;
4 – O segredo para ser ir bem é trabalhar muito, acreditar sempre e ter satisfação total no que se faz;
5 – Ter fé, pois ela produz grandes milagres;
6 – Rezar faz bem;
7 – Cuidar da saúde, fazendo exercícios físicos 4 vezes por semana;
8 – Dar atenção e valor à família, tendo tempo para ela e conversar com os filhos, e dando liberdade a eles com responsabilidade;
9 – Jamais devemos parar de aprender;
10 – Nunca gaste mais do que ganha.
Drebes poderia ter incluída mais uma na lista: a sorte.
Essas dicas são preciosas para quem pensa em empreender algum dia.
“Sofra depressa que é para alegrias novas poderem vir. A alegria sempre nos encontra”.
Guimaraes Rosa
A Associação dos Veteranos do Canarinho de Selbach (AVECS) vai comemorar 33 anos de uma bela história, com um almoço na sua sede social, neste domingo (27). E, neste evento, eu terei a satisfação de me fazer presente, afinal, tenho história com o clube, pois sou um dos seus cinco fundadores, além de ter sido o seu 11º presidente, em 2000.
A história da AVECS se iniciou na noite gélida de 08 de agosto de 1990, na casa do Neuri Maldaner, na Linha Cristal. Reunidos em torno do fogão à lenha e degustando um bom vinho colonial, estavam o anfitrião da residência, o Hilário Seger, o João Chaves, o Sadi Junges e eu. Nessa ocasião, então, fundamos o clube, que sempre foi marcado pela amizade; pelas boas risadas, quando nos reuníamos; e pelas confraternizações entre os membros da associação e suas famílias.
Inicialmente, as reuniões da AVECS ocorriam no Salão Muller e, também, no antigo “Chatô” do Olavo Muller. Com o passar do tempo, a entidade construiu a sua sede própria, com muito esforço, próxima à sede da ASSEPSEL. Foram inúmeros os momentos vivenciados neste espaço – e que deixaram saudades e boas lembranças daqueles tempos: os jogos de bocha; o carteado; a sinuca; os jantares dançantes e outros eventos que ocorriam ao longo do ano, como a comemoração do Dia das Mães, do Dia dos Pais e o Natal, com a presença do Papai Noel e a distribuição de presentes para as crianças.
E, por falar nas crianças, elas sempre se fizeram presentes na AVECS, correndo pra lá e pra cá, na sede, agitando o ambiente. Hoje, estão todos adultos, tendo suas profissões. E é sempre uma alegria reencontrá-los por aí! Também deixaram muitas saudades as à la minutas feitas pelo Chico Hilgert, nas noites de sexta-feira, que eram sensacionais.
Hoje, a “velha guarda” da AVECS está fora dos gramados e o time está sendo comandado por um pessoal mais novo. Porém, está sendo levantada a ideia de reativar o clube, trazendo de volta os membros iniciais e os que foram chegando ao longo dos anos, para reavivar os velhos e bons tempos e manter viva a chama da associação.
Vida longa à querida AVECS!
Eu tenho visto aqui em Tapera algumas pessoas pilotando bicicletas motorizadas em alta velocidade. E do jeito que elas andam, o que aconteceria se um carro viesse a bater numa delas ou uma delas vier a bater em um carro? Quem levará a pior será sempre o ciclista, cuja maioria anda sem capacete, sem falar que elas não possuem espelho retrovisor, sinaleira e nem luz?
Eu não sou contra essas bicicletas, longe disso, mas o pessoal precisa ter cuidado no trânsito porque uma batida, a mínima que seja, poderá ter seríssimas consequências. E para acontecer é bem rápido.
Conversei com autoridades do trânsito e elas me disseram que não existe legislação para este tipo de condução, assim cabe a cada um dos ciclistas se cuidar e, principalmente, os motoristas quando na via por que num segundo poderá surgir uma delas à sua frente e a porcaria estará feita.
Trânsito não tem segredo. O negócio é se cuidar e cuidar com os outros, e de preferência andar devagar.
“Você nunca mudará as coisas lutando contra a realidade existente. Para mudar algo, construa um novo modelo que torne o modelo existente obsoleto”.
Desconheço a autoria.
A Feira do Produtor de Tapera existe há mais de 40 anos e ela funcionou em vários pontos na cidade.
Tudo começou no início dos anos 1980, em um terreno que ficava na esquina das avenidas XV de Novembro e José Baggio, onde hoje está o prédio que abriga o Sicoob, Bimba Bazar, Fotolândia, entre outros. Na construção que aparece numa das fotos está o cachorrão dos Galvagni.
Mais tarde, a Prefeitura construiu um prédio em frente ao antigo Mercado Estrela, na Avenida José Baggio, onde hoje está a pracinha daquele bairro. De lá, ela se mudou para a casa que fica na esquina da Avenida José Baggio com a Rua Almirante Barroso, em frente ao Sindicato dos Trabalhadores Rurais. Depois, foi para a garagem do Centro de Eventos, onde ficou por um curto período, até mudar-se para seu atual endereço, na Avenida Dionísio Lothário Chassot, no antigo bolão do Clube Aliança.
O resgate desta parte da história de Tapera foi possível graças à colaboração do Jair Ross que, por muitos anos atuou na Emater taperense.
