Na última semana, máquinas da municipalidade começaram os trabalhos de terraplenagem da área que receberá um novo campo de futebol municipal. O mesmo está localizado nos fundos da pista de laço do Parque de Exposições de Tapera, com acesso pelo interior deste, a princípio.
Segundo soube, a ideia do governo taperense é acomodar lá as equipes da Chape e do Kings Club, que estão à procura de campo para fazer os seus eventos esportivos.
Eu ainda não sei como será a sistemática do uso daquele bem público, mas soube ainda que qualquer equipe poderá jogar lá desde que pague uma taxa de manutenção ao município.
O novo campo será o quarto municipal, vindo a se somar com os dos bairros Progresso, Brasília e São Judas Tadeu, que estão sob os cuidados de Juventude, Operário e Pôr do Sol, respectivamente.
“Na vida é fundamental saber diferenciar quem é solução de quem é gambiarra”.
Desconheço a autoria.
O governo municipal de Tapera enviou projeto de lei (102/2023) à Câmara de Vereadores pedindo autorização para contratar empréstimo bancário para realizar uma série de obras no município. O mesmo foi aprovado no último dia 14, por unanimidade.
O valor a ser contratado é R$ 3,4 milhões, para ser pago em 10 anos, com um de carência. O município entrará com contrapartida de R$ 1,5 milhão, pegando o valor quando entrar dinheiro federal e estadual.
Nas obras elencadas no projeto estão o asfaltamento de oito ruas na cidade (Programa Pavimenta RS), asfaltamento até o Centro Turístico Crestani na Linha Etelvina (Ministério do Turismo); cobertura de internet em 100 % do interior com fibra ótica e finalização do complexo esportivo do Poliesportivo. Também, o asfaltamento de outras ruas da cidade.
As ruas e avenida a serem asfaltadas:
– AVENIDA XV DE NOVEMBRO – da Santa Clara e Farmácia Cassol até o Escritório Schumaker e a Laurindo Motos e do Café Diana e Skina Lanches até a Academia Planeta Energia e o Posto Petrobras
– PRESIDENTE GETÚLIO VARGAS – da Oficina do Amarildo até a BM e o Fórum
– OLINDO BOFF – do Hospital até a GPP
– OSVALDO HENRICH – da entrada do bairro Elisa até o campo do Guarani
– FARROUPILHA – do Bar do Mané até o antigo abatedouro do Seibel
– FREDERICO HOFFMANN – da JPR Projetos Agrícolas até o campo da AFUCO
– BEIRA RIO – na Vila Paz, da Escola até a ponte do rio Jacuí
Também estão na lista as ruas:
– ARSÊNIO KOEHLER – no Bairro Elisa
– LEANDRO LEAL – no Bairro Elisa
– ADELINA MOMBELLI – do Auto Posto Tapera até o Big Posto, via Bairro Azul
– DUQUE DE CAXIAS – da CEF até a Rua Alberto Mânica, no Bairro Brasília
– FARROUPILHA – do antigo abatedouro do Seibel até a Escola 8 de Maio
– ANTÔNIO LIBÓRIO BERVIAN – do GF Piazito Gaudério.
E sobre essa questão de financiamento que um contrata e outros pagam, eu penso que se é para OBRAS, para melhorar o município e a qualidade de vida das pessoas e que não compromete o caixa municipal, que seja tomado, não importando quem pagará a conta, afinal elas, as OBRAS, ficarão aí para sempre. E ninguém tem dinheiro para pagar uma à vista. Toda obra é uma construção conjunta.
Bem que o Progressistas de Tapera, da região e do Estado poderia conversar com o senador Luiz Carlos Heinze para que possibilite ao ex-prefeito de Tapera, Ireneu Orth, assumir por um período a sua cadeira no Senado. Seria bom para o Ireneu, para o município, para a região e também para o partido, pois seria um feito que, talvez, jamais se repetirá.
E seria muito bom para o partido que ano que vem vai para mais uma eleição municipal querendo novamente fazer muitos prefeitos e vereadores no Estado.
“Nada é mais ético do que falar a verdade”.
Desconheço a autoria.
Nesta segunda-feira, o barbeiro Lothari Junges, de 96 anos, o mais antigo de Tapera e acredito eu ser um dos mais antigos do Estado e do País, deu baixa da sua empresa, a Barbearia Junges, após 82 anos de atividade.
Tudo começou no quiosque da praça central de Tapera, em 1941, em plena Segunda Guerra Mundial. E lá ele ficou até 1945. Naquele mesmo ano, se mudou para o prédio do antigo Cinema Avenida, na Avenida XV de Novembro, onde ficou até 1972. Em 1973, ele atravessou a avenida, indo para o outro lado, em uma peça da residência do dentista Dionísio Lothário Chassot, o primeiro prefeito do município.
Segundo a filha Simone, que foi dar baixa da empresa na Prefeitura, a idade avançada e uma recente enfermidade forçaram o pioneiro barbeiro a encerrar o seu trabalho e abandonar uma vasta clientela que atendeu nestas oito décadas.
Lothari Junges, aos 96 anos e dono de uma memória invejável, continua sendo uma das minhas fontes para os textos que resgatam a história de Tapera e de sua gente.
ma equipe da Prefeitura de Tapera instalou tachões e placas de sinalização na Avenida XV de Novembro, nas esquinas que dão acesso ao campo do América e à Afuco e também ao Bairro Azul, nas duas vias. Aquilo faz parte do projeto contratado de organização do trânsito na cidade.
Só que assim, da maneira como foram colocados os tachões eles não estão reduzindo a velocidade por que o pessoal continua acelerando na avenida, no subir e no descer.
Aquele cruzamento da Avenida com a Rua João Bervian Filho, da subida do América, é complicado e muitos acidentes já foram registrados nele, inclusive com morte. Eu mesmo já levei sustos com veículos vindo da Rua Azul em direção à avenida.
Eu penso que a saída lá é a instalação de quebra-molas antes das duas esquinas. Só assim para reduzir a velocidade naquela área, por que o pessoal está sempre apressado.
“O mundo está que nem chuveiro velho. Se vê não liga e quando liga não esquenta”.
Desconheço a autoria.
A Administração Municipal de Tapera pensando em revitalizar a Avenida XV de Novembro, realizou uma pesquisa na internet para saber da população o que quer para ela, se continua com os PAVS ou se quer asfalto. Pois, 62% pediu asfalto, o que será feito.
Soube que os PAVS serão retirados e o terreno melhorado para receber a pavimentação asfáltica.
Ainda, as pedras serão levadas para o Parque de Exposições para calçar as ruas internas dele transformando aquilo num caminhódromo, sendo mais um atrativo para os praticantes das caminhadas.
Sobre o asfalto, seria interessante que a água possa escoar livremente, por que se chover muito o centro da cidade vira um inferno, pois sabemos como é o subsolo da nossa cidade na região central.
Ainda sobre a principal. Na minha humilde opinião, deveriam dar uma revitalizada também nos canteiros centrais e também manter a mão dupla. Com isso, nosso centro viraria uma joia, algo que podemos nos orgulharmos de sua beleza.
Recentemente, a Escola Dionísio, aqui de Tapera realizou uma roda de conversa com os pais de seus alunos, no Centro de Eventos, para falar sobre Bullying, contando com a presença de três palestrantes.
O bullying, também chamado de intimidação sistemática, é “todo ato de violência física ou psicológica, intencional e repetitivo que ocorre sem motivação evidente, praticado por indivíduo ou grupo, contra uma ou mais pessoas, com o objetivo de intimidá-la ou agredi-la, causando dor e angústia à vítima, em uma relação de desequilíbrio de poder entre as partes envolvidas”, conforme definido em lei (13.185/2015), que instituiu o Programa de Combate à Intimidação Sistemática (Bullying).
Normalmente, o bullying é praticado por crianças e adolescentes, no ambiente escolar ou por meio da internet. São violências que não são esquecidas pelas vítimas, que carregam traumas pela vida toda.
Na minha época, já existia bullying, mas ninguém tinha noção de que as práticas que o caracterizam eram consideradas equivocadas e geravam danos permanentes. Graças aos estudos das áreas da Psicologia e da Educação, foi possível ter uma dimensão desse fenômeno e traçar estratégias de prevenção contra ele.
É fundamental que as escolas abordem essa temática com a comunidade escolar e que os pais tratem desse assunto, com seus filhos, em casa, para que tenham a capacidade de identificar se o seu filho, eventualmente, está praticando ou sendo vítima do bullying. A partir disso, então, é necessário que tomem as providências cabíveis, no sentido de remediar a situação.
O bullying não pode ser tolerado e o respeito ao próximo deve ser exercido desde a infância. Só quem já foi vítima de alguma violência – seja qual for – sabe o quão difícil é lidar com isso. E, às vezes, o peso das palavras dói mais do que uma agressão física. E quem é violentado jamais esquece, ao contrário do agressor.