Chegou até mim, no JEAcontece (jeacontece.com.br), matéria da Assessoria de Comunicação da Unicruz (Universidade de Cruz Alta), dando conta de que seu curso de Comunicação Social completa 18 anos em 2013. E, para marcar a data, estão realizando uma mostra fotográfica, que irá até o final do semestre.
Quero ver se dou um pulo a Cruz Alta (RS) para ver as fotos e “matar” a saudade de tudo aquilo, já que integrei a primeira turma do Jornalismo, que se formaria em dezembro de 1999, mas que colou grau em janeiro do ano seguinte (2000).
A instalação do curso, que tinha, além de Jornalismo, Publicidade e Propaganda e Relações Públicas, foi estressante, assim como tudo que é novo. Quando ingressamos na universidade, em março de 1996, ficamos o primeiro semestre todo temendo pelo não reconhecimento do curso pelo Ministério da Educação, pois havia dúvida no campus quanto a isso. Felizmente o reconhecimento veio, demorou um pouco, mas veio. Depois foi o estresse da instalação dos laboratórios, quando a direção do curso dizia uma coisa e a universidade outra. Demorou quase dois semestres para quer os mesmos fossem instalados.
Os primeiros laboratórios instalados do Jornalismo foram os de Televisão e o de Informática. Entre os que optaram pela televisão, que ficava no prédio central, estava a bela e simpática Carla Fachin, que começou na RBSTV Cruz Alta e hoje é apresentadora do Bom Dia Rio Grande da RBSTV Porto Alegre. E quem optou pela escrita, como eu, tinha de ir para o laboratório que ficava no prédio ao lado, onde ficavam os corpos para estudo. Lá nós fizemos um jornal e uma revista e onde foi dado o pontapé inicial da Comunicação Social na Unicruz.
Guardo boas lembranças de professores e colegas nos oitos semestres que passamos juntos. Eu, com minha experiência em rádio e jornal, trabalhando na área desde 1983, acredito que contribui com as aulas. Inclusive, um dos meus professores, que era chileno, me alertava de que, após formado, deveria fazer um mestrado para lecionar na universidade, que logo precisaria de bons profissionais, e que para lecionar era necessário ter mais do que a graduação. Dizia que eu, pelo meu conhecimento, comunicação e escrita seria um bom professor. Eu não segui seu conselho.
Quando for até a Unicruz deverei encontrar gente conhecida lá, pois muitos dos meus colegas devem ser hoje professores do curso. Adoraria reencontrá-los e lembrar os quatro anos que passamos juntos, dos planos traçados, das conversas nos corredores e no RU, dos trabalhos realizados e da epopeia que foi a nossa participação do nascimento do curso de Comunicação Social da Universidade de Cruz Alta.
Parabéns a Unicruz e ao pessoal da Comunicação Social, especialmente os colegas jornalistas. Foi um prazer, um privilégio e uma honra ter feito parte desta história.
O trânsito de Tapera é coisa de louco, literalmente. Na segunda-feira (28/10), no final da tarde, descendo a Rua Coronel Gervásio, em direção ao centro, ao chegar na esquina da Avenida Tancredo Neves, uma caminhonete desceu a mesma, carregada de material de construção e, sem obedecer a preferencial, que era minha, enfiou a mesma na minha frente. Como eu vinha devagar, parei e fiquei olhando o apressado motorista, que ficou me encarando, indignado, como se eu estivesse errado.
Na terça-feira (29/10), na Avenida Dionísio Lothário Chassot, indo em direção ao centro, no final da tarde, uma bicicleta motorizada saiu da Rua Pedro Binni e entrou na minha frente, sem olhar. Novamente indo devagar, parei e olhei o ciclista, um senhor de idade, que não me viu e seguiu viagem apressado. Mas, e se eu tivesse batido nele?
E se eu batesse naquela caminhonete iria me arrebentar, porque pegaria ela de frente.
Na tarde desta quarta-feira (30/10), na Avenida XV de Novembro, quase que uma caminhonete atropela uma mulher que a travessava. A mulher não viu o veículo que vinha numa velocidade acima da permitida na via.
E nesta quinta-feira (31/10), na Avenida XV de Novembro, na esquina da Praça, uma mulher tripulando um Gol não respeitou uma mulher e três crianças que atravessavam a faixa de segurança. As crianças, certamente, vinham da aula. E se a motorista pega os quatro?
Há tempos venho dizendo que dirigir e andar em Tapera é como andar em um campo minado: todo cuidado é pouco.
Na cidade, assim como na estrada, devemos andar/caminhar com os olhos bem abertos e respeitando os limites de velocidade e também a sinalização. É bom (e seguro) para todo mundo.
No último sábado (26/10), o América/GF/Fepol/Marasca recebeu o Arsenal (Não-Me-Toque) na partida da volta pela Semifinal da Série Prata 2013. O jogo terminou 4 a 3 para o Arsenal no tempo normal e, na prorrogação, o América venceu por 2 a 0, ficando com a vaga para a Final e o direito de disputar a Série Ouro em 2014.
Vendo o compacto, destaco os gols do Marcelinho (1×1) para o América, do Maurício, com passes de Nuno e Fabinho (3×2); de Tiaguinho do Arsenal (3×3) e o de Nuno, por cobertura, na prorrogação (2×0). Também, a defesa de Sacolé no tiro livre direto e o gol que o América perdeu, estando três jogadores taperenses contra 1 e que, se marcado, teria evitado todo o sofrimento da prorrogação.
O Luiz Paulo Cioatto foi generoso no compacto deixando de fora outros três tiros livre direto que o América errou e os chutes contra o gol aberto do Arsenal. As oportunidades de gol perdidas pelo América foram surpreendentes e não estão no vídeo.
A narração é do meu amigo Buxa Teodoro (Rádio Cultura de Tapera).
Esta aberta a votação para a escolha da Miss RS 2013 na internet. A promoção e da Band.
Eu estava olhando no site as 30 meninas que estão concorrendo. O difícil é escolher a mais feia delas. Complicado. Em termos de beleza não tem para ninguém. Ninguém bate a mulher gaúcha. Olha lá e confere: http://noticias.band.uol.com.br/cidades/rs/miss/votacao.asp
A representante de Tapera é Leticia Borghetti Kuhn, número 27 (foto).
Para entrar na Argentina, pelo Rio Grande do Sul, é necessário agora apresentar a carteira de identidade ou o passaporte, tal qual em Foz do Iguaçu (PR) e Dionísio Cerqueira (SC). Isso ai é integração?
Larguem de mão deste Mercosul. Ele só existe na cabeça dos políticos. É pura balela.
Tenho uma história sobre um eletrodoméstico comprado dentro do bloco. Depois eu conto.
Quem é que garante que os EUA, a apedido do seu governo, não esteja instalando portas dos fundos em chips e materiais nos computadores para ajudar em seu trabalho de espionagem pelo mundo todo?
Especialistas dizem que existe uma maneira de criar uma porta dos fundos em um computador novo de forma que nem mesmo a troca do disco rígido a fecharia. E que esta ação pode ser feita em uma das várias etapas do processo de montagem de um equipamento.
Será que um técnico, mesmo um gênio em informática, poderia encontrar este “excesso” em um hardware?
Afinal, o Abel vem ou não? Quem está enrolando: o clube ou o treinador? Feliz 2014!
Por outro lado. Onde foi que o Inter errou em 2013?
Outra coisa. Não estaria na hora de Inter e Grêmio começarem a pensar em ganhar o Brasileiro e não apenas em arrumar vaga para disputar a Libertadores do ano seguinte? A Dupla ficou pequena. Essa é a impressão.