Impressionante a quantidade de bons shows, com artistas e bandas de renome, que aconteceram ou irão acontecer na região. De todos os estilos e para todos os gostos. O povo agradece o presente, independente de pagamento ou não de ingresso.
A propósito. Deem uma olhada na programação do Natal Esperança 2013, de Espumoso: Família Lima, Daniel Torres, Comunidade Ninjitsu, Marcelo Caminha, Shana Muller e banda Barbarella (http://jeacontece.com.br/?p=83819).
Espumoso vai bombar em dezembro.
A foto mostra o Batalhão de Operações Especiais (BOE), da Brigada Militar, atuando em Tapera, no sábado, no jogo de ida da Final da Série Prata 2013, entre América e ASTF. Parece que os policiais estão barrando alguma manifestação, algo bastante comum nos dias atuais no Brasil. Na verdade, os homens do choque estavam isolando o acesso à quadra, para os atletas. A presença dos policiais no Poliesportivo, no sábado (02/11), no jogo que teve o maior público do campeonato, se resumiu à proteção do acesso à quadra e aos vestiários. Nota 10 para os torcedores taperenses, novamente.
Segundo o pessoal que trabalha no Cemitério Municipal de Tapera, a cada ano diminui a presença de pessoas no lugar. Mas, será que dá para esquecer pessoas que conviveram com a gente, durante muitos anos, e que marcaram nossas vidas?
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva reconheceu a importância da atuação do senador José Sarney (PMDB-AP) na convocação da Assembleia Nacional Constituinte, ao receber a medalha Ulysses Guimarães durante a solenidade em comemoração aos 25 anos da Constituição de 1988, no Senado, no último dia 29.
Lula se queixou que a juventude nega a política e que a imprensa avacalha ela – a política. Ora, se a juventude faz isso é porque tem motivos e é dado margem para questionamentos e manifestações. Sobre a imprensa, ela não inventa nada e nem está envolvida em maracutaia. Ela só esta atenta a tudo que rola neste País.
Menos, presidente. Menos!
Nas relações humanas no trabalho, existem apenas 3 regras, segundo Max Gehringer:
REGRA NÚMERO 1:
Colegas passam, mas inimigos são para sempre. A chance de uma pessoa se lembrar de um favor que você fez a ela vai diminuindo à taxa de 20% ao ano. Cinco anos depois, o favor será esquecido. Não adianta mais cobrar.
Mas a chance de alguém se lembrar de uma desfeita se mantém estável, não importa quanto tempo passe.
Exemplo: Se você estendeu a mão para cumprimentar alguém em 1999 e a pessoa ignorou sua mão estendida, você ainda se lembra disso em 2009.
REGRA NÚMERO 2:
A importância de um favor diminui com o tempo, enquanto a importância de uma desfeita aumenta. Favor é como um investimento de curto prazo. Desfeita é como um empréstimo de longo prazo. Um dia, ele será cobrado, e com juros.
REGRA NÚMERO 3:
Um colega não é um amigo. Colega é aquela pessoa que, durante algum tempo, parece um amigo. Muitas vezes, até parece o melhor amigo. Mas isso só dura até um dos dois mudar de emprego. Amigo é aquela pessoa que liga para perguntar se você está precisando de alguma coisa.
Ex-colega que parecia amigo é aquela pessoa que você liga para pedir alguma coisa, e ela manda dizer que no momento não pode atender.
Durante sua carreira, uma pessoa normal terá a impressão de que fez um milhão de amigos e apenas meia dúzia de inimigos. Estatisticamente, isso parece ótimo. Mas não é!
A ‘Lei da Perversidade Profissional’ diz que, no futuro, quando você precisar de ajuda, é provável que quem mais possa ajudá-lo é exatamente um daqueles poucos inimigos.
Muito cuidado ao tentar prejudicar um colega de trabalho; Amanhã ou depois você pode depender dele para alguma coisa!
Portanto, profissionalmente falando, e “pensando a longo prazo, o sucesso consiste, principalmente, em evitar fazer inimigos. Porque, por uma infeliz coincidência biológica, os poucos inimigos são exatamente aqueles que têm “boa memória.
“Na natureza não existem recompensas nem castigos. Existem consequências.”
Por garantia, trate bem todo mundo. E não seja “traíra”.
No sábado (02/11), em pleno feriado de Finados, no jogo de ida da Final da Série Prata 2013, entre América e ASTF (Teutônia), o Poliesportivo de Tapera teve seu maior público do ano e também da competição. Registrei com minha câmera para que o pessoal tivesse uma real dimensão do público presente ao grandioso e maravilhoso ginásio de esportes taperense, a casa do América/GF/Fepol/Marasca.
Veja as imagens em http://youtu.be/vWx7NVahUeQ
Pelo amor de Deus, mas o que foi o Inter nesta tarde, contra o Atlético, no Paraná? O time desistiu mesmo de 2013, apesar de faltar 6 jogos para o término do campeonato. E a ameaça do rebaixamento existe, se bem que, se fizer 3 dos 18 pontos que disputará, escapa do inferno.
Até o Dalessandro, melhor jogador do time, desistiu do ano. O Inter não quer mais nada com nada. Então, que se comece a planejar 2014. Tomara que façam uma limpa no plantel e montem um time competitivo, de pouca idade e com jogadores comprometidos com o clube. O Inter, como está nesta reta final de campeonato, é uma caricatura de time. Dá pena.
Que ano está sendo 2013. Ainda bem que está indo para o fim.
Ontem à noite, estive no Ginásio Poliesportivo de Tapera, para ver América/GF/Fepol/Marasca e ASTF (Teutônia), na partida de ida da decisão da Série Prata 2013. O jogo foi marcado pela forte marcação e raras oportunidades de gol. A partida parecia que seria resolvida no detalhe, em um lance de beleza ou de sorte, o que não aconteceu. Ao final, zero para todo mundo, e a decisão fica para o próximo sábado, em Teutônia. Não tem vantagem para ninguém.
Na última partida do América no Poli, neste ano, a torcida que passou de 3 mil pessoas, viu um grande jogo. Na quadra, as duas melhores equipes da competição. E assim sendo, não tinha como dar jogo ruim. A coisa foi pegada do começo ao fim e o preparo físico de quem entrou estava no limite quando o placar eletrônico foi zerado.
Houveram lances de gol, sim, mas foram poucos, o que atesta a qualidade das duas equipes. América e ASTF até que criaram bastante durante o jogo, mas tudo parava na forte marcação e nas mãos de dois grandes goleiros. Ou na trave de Bilica (ASTF).
O América, por jogar em casa, teve mais volume de jogo. A ASTF, sabendo que do outro lado estava uma equipe encardida de enfrentar, se segurou como pode, pois sabia que tudo seria resolvido em casa, em uma semana. Ao final, o empate foi muito comemorado pelos teutonienses.
Os dois treinadores trocaram bastante os quartetos e quando isso acontecia o jogo alternava de ritmo. Num momento era de toques e muita paciência e no outro de extrema correria. Assim foi o jogo todo.
O América teve apenas uma oportunidade de gol na primeira etapa, com Marcel, tentando de calcanhar, de costas para o gol. Se marcasse seria um golaço.
Na segunda etapa, o time de Ronaldão deu duas no poste, com Douglas, um dos melhores da partida. O goleiro Bilica, da ASTF, fez uma grande defesa num chute frontal do mesmo Douglas, de mão trocada. Peixe (ASTF) também quase marcou. Estes foram os lances da grande partida de ida, ontem, em Tapera.
Com o Poliesportivo lotado e a torcida americana jogando junto com o time, especialmente o Comando Vermelho, a conceituada e experiente arbitragem parece que se impressionou com a agitação nas arquibancadas e solicitou ao BOE (Batalhão de Operações Especiais) da Brigada Militar, que protegesse a sua retaguarda. Afora os gritos da torcida, nada de mal aconteceu no Poliesportivo à noite passada. E mais uma vez lembrei daquele time que não voltou para jogar a segunda etapa, alegando que Tapera não oferece segurança. Ontem, mas uma vez a Brigada Militar foi uma mera espectadora. E para dizer que não trabalhou, se restringiu a isolar a entrada e saída dos atletas de quadra.
Antes do jogo, a direção do América reuniu a direção da ASTF, os patrocinadores da equipe – Prefeitura, GF Pneus, Fepol e Marasca, autoridades municipais e a imprensa presente para um coquetel na sala do Departamento Municipal do Desporto e Lazer, adiantando o que seria o clima da partida, de cordialidade, respeito e profissionalismo, obrigação de duas grandes equipes.
Agora, tudo será resolvido em Teutônia, no próximo sábado (09/11), quando as duas equipes jogarão pela vitória, sem vantagem para ninguém. Se houver empate no tempo normal o jogo segue para a prorrogação, de 5 minutos cada lado e, persistindo o empate, haverá cobranças de pênaltis.
O América/GF/Fepol/Marasca busca o BIcampeonato. E a ASTF busca um título inédito. Os dois times estarão na Série Ouro do ano que vem.
O time taperense chega para sua quarta decisão da Prata. Em 1996, levou o título sobre a Reserg, em Bento Gonçalves. Em 2010, perdeu para a AGSL (São Luiz Gonzaga), em Tapera. Em 2011, perdeu para Cachoeirinha, fora.
CURIOSIDADE – O América/GF/Fepol/Marasca jogou 29 partidas neste ano, sendo 15 em casa e 14 fora. Nestes jogos, só não marcou gol em duas delas: na 1ª, quando foi derrotado em casa pela ASIF (2×0), e ontem, 0 a 0 com a ASTF.
O América/GF/Fepol/Marasca, jogando agora a noite no Ginásio Poliesportivo, contra a ASTF (Teutônia), a primeira partida da Final da Série Prata, empatou em 0 a 0. Agora fica tudo para o jogo da volta, no próximo sábado (09/11), em Teutônia, quando as equipes jogarão pela vitória. Se der empate tudo irá para a prorrogação e se continuar igual haverá pênaltis.
O jogo desta noite foi digno de uma final, com as duas melhores equipes da competição fazendo uma grande partida, com muita marcação e poucas oportunidades de gol.
Depois falo mais sobre este jogão.
O Grêmio Esportivo América vai para mais uma final na Série Prata. A quarta. O clube já emplacou em 1996, quando venceu a Reserg, em Bento Gonçalves, por 10 a 4. Eu estive naquele jogão.
Este texto e as fotos servem de incentivo a gurizada vermelha e branca do Ginásio Poliesportivo que irá em busca do Bicampeonato.
É para fazer a torcida taperense, que gosta muito de futsal, recordar da epopeia de 1996 e para incentivar o atual elenco americano que disputa uma competição já conquistada e que o time ficou em 2º lugar em duas oportunidades: 2010 e 2011.
Em 1996, em plena Bento Gonçalves, num sábado, o time do América/Cegel disputou a final contra a Reserg, e levou o título de forma espetacular. A Reserg era bem melhor que o América, pois tinha um grupo muito bom. Mas, naquele domingo a sorte premiou quem entrou em quadra mais focado e humilde. Além de vencer o bicho papão daquela temporada, o América/Cegel o goleou. Naquela data, Tapera que já é conhecida do futsal desde 1972, entrou definitivamente para a galeria dos campeões gaúchos.
O cearense Baega, de quem tenho a camisa 5, era o maestro daquele timaço que foi montado a muitas mãos com jogadores de Tapera, de Espumoso e do Ceará. Os guris jogavam muita bola e voavam em quadra. Onde o time jogava botava medo e ninguém queria perder para o América de Tapera, assim cada partida era uma guerra.
Além da camisa 5, ganhei também a 11 do empresário e amigo Cali Crestani, proprietário da Cegel Concretos, patrocinadora da equipe. Aliás, em termos de patrocínio, o Cali (Cegel) tem a exclusividade de um título estadual.
O América/Cegel tinha no seu elenco 22 jogadores, sendo 03 goleiros, 04 beques, 08 alas e 05 pivôs. Fardavam 12 e 10 ficavam na suplência, sem fardar.
Como repórter da então Rádio Gazeta, estive naquela decisão e apareço numa das fotos. Que tempos de rádio aqueles.
Parabéns, América! E parabéns, Tapera! Vamos ver se neste ano, após dois tropeços, os deuses do futebol se posicionam do lado de quem montou um projeto arrojado em um município pequeno, com um orçamento apertado e fez bonito na competição, apesar dos altos e baixos. O América merece este título, sim. Pensem nisso, os que se fardam com as nossas cores.
