Nesta semana, vendo reportagem na televisão da entrega do Prêmio Innovare 2023, que premia ações que aproximam o Judiciário da população facilitando a vida dela, chamou minha atenção a manifestação do ex-ministro do STF, Ayres Britto, que falou sobre democracia e liberdade.
Você já pensou no país em que você mora? Repleto de democracia e de liberdade? Pois é… Aqui você pode ir aonde quiser e quando quiser; se quer ou não quer algo; pode comprar o que quiser e que vai ter para comprar; pode falar mal do governo, questioná-lo e até cobrá-lo; você é livre para fazer o que quiser, dentro da lei, claro; e ainda votar. Agora, tem nações no mundo em que isso tudo não é possível podendo você estar sujeito a ser espancado e humilhado em público, ser preso e sumir numa prisão qualquer e sujeito até a ser morto e seu corpo exposto em público.
O Brasil, com todos os seus problemas econômicos, políticos e sociais, é o melhor país do mundo para se viver, pois aqui é o paraíso na Terra. E não me venham dizer que podemos virar uma nação qualquer porque isso não vai acontecer. O Brasil acordou na hora certa e se preparou para o seu futuro que está acontecendo. Devagar, é verdade, mas está acontecendo. E estamos muito melhor do que a grande maioria das nações do planeta.
Com o é bom viver na democracia e, principalmente, com liberdade.
A Prefeitura de Tapera está de parabéns por ter instalado um quebra-molas na Avenida XV de Novembro, próximo ao CAIS, onde a velocidade é constante nos dois sentidos e muitos acidentes já aconteceram naquele trecho. E ele é muito melhor do que aqueles tachões que danificam o veículo, sem falar no gasto da reinstalação dos mesmos a todo momento.
Aliás, os quebra-molas poderiam ser utilizados no lugar dos tachões aqui em Tapera.
Tem gente que é contra a instalação de quebra-molas, mas eles são necessários onde não existe educação no trânsito.
“A sola do pé conhece toda a sujeira da estrada”.
Provérbio africano.
Eu tenho conversado com pessoas ligadas aos partidos políticos aqui de Tapera e todos elas me dão um quadro para a eleição municipal do ano que vem. Claro, tem também muito “Migué” por aí. Mas, por onde ando e com quem converso, uma situação é dada como certa. Então, de modo a clarear geral, uma sugestão aos partidos políticos locais: fazer uma pesquisa de opinião para ver o que quer o taperense para o município no ano que vem.
Fiquei sabendo que houve uma equipe de fora realizando uma pesquisa pela cidade no final de semana. Não sei quem a encomendou, mas vou atrás para saber. Demora um pouco, mas eu descubro.
Pesquisa, para “consumo” interno, mostra bem o caminho a ser tomado pelos partidos em 2024.
E nesta pesquisa saberão o que deveremos ter no ano que vem: se a coligação continua e com quais nomes, se não continua, como irão os partidos e a oposição e quem serão seus candidatos. Simplesmente, ela dirá tudo.
Na manhã da última quarta-feira (13.12), em uma rápida solenidade realizada na Câmara de Vereadores de Tapera, o presidente da Casa, Luiz Carlos dos Santos, o “Pipe” (Progressistas), devolveu ao Executivo Municipal, de forma simbólica, a sobra da parte da Câmara que lhe cabe no orçamento anual. Foi devolvido R$ 905.963,14. O valor representa 50,33% do que foi repassado em 2023, de um total de R$ 1,8 milhão.
FINALEIRA – A última sessão ordinária do ano do Legislativo Taperense será antecipada para o dia 22, uma sexta-feira, às 19h. Na oportunidade, os vereadores votarão alguns projetos pendentes em mãos de sua Comissão, e ainda elegerão a nova mesa diretora para o quarto e último ano do atual mandato.
ORÇAMENTO – Entre os projetos pendentes na Casa, está o orçamento municipal para o próximo ano que será de R$ 66 milhões, um aumento de 10% em relação ao deste ano que foi de R$ 60 milhões.
“Pássaros criados em gaiolas acreditam que voar é uma doença”.
Desconheço a autoria.
O pessoal mais antigo, funcionários e ouvintes da Studio FM de Tapera, está me cobrando a data de aniversário de 40 anos da emissora, que está errada. Estou dizendo a eles que a notícia partiu da rádio e que foi colocada no site da ACIT. Eu, aqui, apenas parabenizei a Studio pela passagem e contei um pouco da sua história, tendo em vista que fiz parte dela lá no começo.
Até, no último sábado (09), por ocasião do encontro de ex-militares da turma de 1985, da AD/3 de Cruz Alta, aqui em tapera, encontrei no grupo o Guto Ávila, que foi um dos seus grandes comunicadores, e ele me cobrou o erro da data. Expliquei a ele que a informação não partiu de mim.
Para clarear. A Rádio Gazeta, atual Cultura, nasceu em 31 de dezembro de 1982, tendo por tanto, 41 anos. A Studio 2 FM, atual Studio FM, começou a ser pensada pelos proprietários da Gazeta, em 1984. A portaria nº 297/85, de 23 de outubro de 1985, do Ministério das Telecomunicações, concede o canal de FM para Tapera. O trabalho de montagem dos equipamentos iniciou em março de 1986. Não lembro quando entrou no ar em caráter experimental, mas ela entrou no ar em definitivo no dia 29 de setembro de 1986, tendo por tanto, 37 anos.
Eu não sei que data a emissora usa para comemorar o seu aniversário, mas pelo que eu sei é isso, porque a minha carteira de trabalho estava ligada de 01.06.87 a 30.06.93, na Emissoras Taperense de Radiodifusão Ltda, mas eu trabalhava na Rádio e Televisão Gazeta Ltda (AM).
É isso.
O treinador Carlos Abreu, da ADAJ de Tapera, que esteve nesta segunda-feira (11.12) na sessão da Câmara de Vereadores de Tapera para relatar as atividades da escolinha no ano, fazendo uso da tribuna livre, revelou que o Ginásio Poliesportivo está cheio de goteiras, que prejudicam os jogos em dias chuvosos, além do mesmo estar sujo. Também, que nesta quarta-feira (13) haverá a final do estadual do Sub 11 no ginásio.
“Eu fico constrangido de apresentar um ginásio tão bonito como o nosso para o pessoal de fora estando ele nesta situação”, disse ele.
Abreu revelou que a equipe está desenvolvendo dois projetos sociais em escolas municipais: na Vila Elisa, com 70 alunos, e na Vila Paz.
Também, que a equipe obteve autorização para o Pro Esporte, no valor de R$ 200 mil, mas que não encontrou nenhuma empresa parceira para auxiliar a ADAJ.
“As pessoas querem saber do Messi e não do Lenin”.
Volodymyr Zelensky, presidente da Ucrânia, na posse do novo presidente da Argentina.
Após a posse, em entrevista concedida a alguns veículos de comunicação presentes, Zelensky, disse que a esquerda da antiga União Soviética, que norteava as esquerdas no mundo todo, não existe mais, que faliu por que não deu certo em lugar nenhum.
Na sexta-feira (08.12), a Rádio Studio FM de Tapera completou 40 anos de atividades. Não comuniquei nela, mas fiz parte da sua história, pois quando funcionava junto com a antiga Rádio Gazeta, ali na esquina da Avenida XV de Novembro com a Rua Tiradentes, na antiga Laurindo Motos, a minha carteira profissional estava ligada a ela. Lá no começo de tudo.
O Egon Elias Zir era o diretor das duas emissoras e eu vendedor das mesmas. E, sem falsa modéstia, era um bom vendedor com dois produtos bons para oferecer. Ainda cobrava e renovava contratos e também fazia reportagens e preparava o jornalismo da AM. Eu tenho o rádio no meu DNA, com toda certeza.
Uma curiosidade que poucos sabem. No começo, quando o Jacó, o Bertillo, o filho dele e um outro cara que não lembro o nome, estavam montando a emissora, ela ainda não tinha nome. A esposa de um dos sócios, Lindamir Setti, sugeriu o nome de Porto Belo FM, que não vingou. O nome veio das conversas entre os técnicos: “Leva lá no estúdio 2” ou “Trás aqui no estúdio 2”. E como havia dois estúdios no prédio foi escolhido Studio 2, sem o “E”, por que o 1 era o da Gazeta. Eu não sei quem batizou a rádio.
Muita gente boa passou pelo microfone da emissora e deixou marcas da sua passagem pela qualidade da sua comunicação como Guto Ávila, Aman Junior, Daniela Zir, entre outros.
Eu nunca comuniquei na Studio. Algumas vezes fui entrevistado pelo gerente Paulo Moraes, após a divisão das emissoras, sobre futebol uma vez que eu fazia reportagens para a Gazeta também sobre os saudosos Kings Club e Agrotap.
Parabéns a quem fez e faz parte da emissora. Vida longa à Studio FM de Tapera.