Conversando com o gerente da Sicredi Rota das Terras RS/MG de Tapera, Igor Grahl, este me falou sobre o projeto de expansão da Cooperativa de Crédito em Minas Gerais. Segundo ele, foram abertas recentemente duas novas agências naquele Estado: Varjão de Minas (29.11) e Rio Parnaíba (30.11)
Hoje, a Sicredi possui 08 agências no RS e 11 em MG num total de 19.
Os 19 municípios em que a Cooperativa de Crédito está presente:
RS: Colorado (2), Ibirubá (2), Lagoa dos Três Cantos, Quinze de Novembro, Selbach e Tapera (agência e sede)
MG: Cabeceira Grande, Carmo do Parnaíba, João Pinheiro, Lagamar, Lagoa Formosa, Lagoa Grande, Patos de Minas, Presidente Olegário, Rio Parnaíba, Varjão de Minas e Vazante.
Existe a previsão de que mais 05 agências seriam abertas em Minas, o que elevaria para 24 o número nos dois estados.
A Sicredi tem hoje em torno de 60 mil associados e mais de 200 funcionários nos dois estados.
“Os países ricos enriqueceram poluindo o planeta. Agora, eles que gastem o que ganharam para mantermos o planeta”.
Essa frase foi dita por um repórter da RBSTV, por ocasião da COP 28, em Dubai. Coberto de razão.
A história de Tapera, segundo os registros históricos, iniciou em 1897, com a chegada dos primeiros imigrantes alemães e italianos vindos das regiões do Vale dos Sinos e da Serra, respectivamente. E aqui já havia moradores: Germano Kroessin e Fabrício Boron, vindos de São Leopoldo e Garibaldi, respectivamente. Não se sabe em que ano eles aportaram por estas bandas.
Antigamente, todo povoamento era feito às margens de rios, em virtude da água, necessária para o consumo humano e animal e à limpeza, e também perto de estradas ou picadas, o que facilitava o acesso a outros locais, pois nessa região havia imensos pinheirais.
No caso de Tapera, a colonização iniciou na Barra do Colorado, onde o rio Colorado encontra o Jacuí. Contam os mais antigos que lá é que deveria ter sido instalada a cidade.
No começo dos anos 1800, o coronel Gervásio Luccas Annes, ilustre prócer e abastado cidadão de Passo Fundo, adquiriu junto à Fazenda Nacional, uma ampla área de terras na Colônia do Alto Jacuí. E, querendo desenvolver as suas posses, solicitou a medição da imensa área com o objetivo de trazer colonos para cá e dar início ao povoamento da mesma. Com o passar dos anos, muitas cidades foram criadas nesta imensa área em que estamos.
No começo, Tapera se chamava Coronel Gervásio, como consta no termo de posse da professora Francisca Joanna Cerutti como agente dos Correios no vilarejo, em 1931.
A maioria dos taperenses não sabia disso.
No final dos anos 1930, o vilarejo, já habitado por colonos e pertencente a Passo Fundo, passou a se chamar Vila Tapera. Este nome foi dado por que quando começaram as medições das terras por aqui, foi encontrado um casebre a beira de um riacho e de uma picada, habitada por um castelhano fugitivo da Justiça argentina, que servia de abrigo aos tropeiros que viajavam das terras de Cruz Alta para Soledade. Aquela velha tapera é que deu origem ao nome do nosso município.
Segundo contam, o casebre ficava onde hoje está o City Hotel e o riacho em questão é o arroio Cinco Irmãos.
No começo, Tapera e Carazinho pertenciam a Passo Fundo que havia se tornado município em 1891. Carazinho se emancipou em 1931, com Tapera sendo um de seus distritos. E em 18 de dezembro de 1954, a Vila Tapera se tornou município.
Hoje, Coronel Gervásio dá nome a uma localidade no interior do município e a rua que leva ao parque de exposições, lar do idoso, cemitério municipal e as linhas São Luiz e São Pedro.
E aqui, o povoado foi instalado novamente próximo à água. Contam os antigos que na região central, entre a escola das freiras e a praça central havia um banhado onde pescavam peixes de tamanho considerável e que para se ir à escola (das freiras) tinham de atravessar pinguelas.
Uma coisa está difícil de levantar: por que a cidade foi instalada onde está hoje se na Barra do Colorado havia moradores, casa de negócios, igreja e oficina mecânica. Esta informação se perdeu com o tempo.
Nesta semana, eu conversei com o presidente da ACIT, Jaimir De Lazri, o “Bidio”, sobre a sucessão na entidade. E ele me disse que a direção está conversando com um empresário para ver da possibilidade dele assumir a Associação e dar sequência ao belo trabalho que estão realizando nela.
Conheço o empresário, já foi presidente da Associação, e é ligado à sua equipe de trabalho. Não terá nenhum problema pela sua capacidade e pelo time que o cercará.
A propósito. Na terça-feira (05), a ACIT reuniu os seus associados no Clube Aliança para a última reunião-jantar de 2023. E na oportunidade, foram homenageados os ex-presidentes que continuam ligados a ela com sua empresa.
A secretária Isaura Bervian fez um breve resgate da história de 66 anos da ACIT. Fundada em 1957, dois anos após Tapera tornar-se município, ela ficou parada por 12 anos, sendo retomada em 1972 e nunca mais parou. Ela disse ainda que a ideia para 2024 é fazer uma ACIT melhor e diferente e, por isso, estão aceitando ideias, sugestões e críticas.
O secretário de Desenvolvimento de Tapera, Elias Goulart, esteve presente na reunião. Ele informou que os distritos industriais estão em fase de finalização para o empreendedorismo. Também, que o executivo enviará a Câmara de Vereadores dois projetos de lei: um de liberdade econômica facilitando o empreendedorismo no município e outro de juro zero subsidiado pelo município. Segundo ele, Tapera tem hoje 900 MEIs (Microempresa Individual).
Nas manifestações na reunião-jantar todos enfatizaram a importância da ACIT para Tapera e conclamaram os jovens a se integrar a ela e ainda ajudar a fazer uma Tapera maior e melhor. Também, que mais gente participe dos conselhos municipais uma vez que a ACIT participa de todos eles.
O Armindo Rizzi, um dos precursores da ACIT, lembrou do começo dela. Também, que a bandeira da Associação foi uma criação dele e do Renato Pletsch, com ajuda da arquiteta Neusa Maldaner. “Tapera precisa de gente que pensa grande”, disse ele, coberto de razão.
Enfim, vamos torcer para que o empresário aceite o convite e dê sequência numa das melhores associações comerciais e industriais da região.
“Pais no asilo, filhos na creche e os cachorros na cama. Eu me pergunto: para onde estamos indo?”
De um leitor(a) anônimo(a) do meu blog, na postagem sobre a placa alertando as pessoas do recolhimento das fezes de seu(s) pet(s).
No último sábado (02), estive no aniversário de 18 anos do meu amigão Reynaldo Silva Borossi, filho do Naido e da Mana, e encontrei muitos amigos na festa dele lá no Moinho, que finalmente eu conheci. Um bonito lugar.
Mas, na festa do Reynaldo, chamou a minha atenção o pessoal da música presente, 100% taperense, que subiu ao palco para tocar, cantar e animar os convidados, e os caras, sem ensaio nenhum, tocaram várias músicas e divertiram os presentes que foram para a pista. Eles tocaram no olhar. Um gritava a nota e os demais iam atrás. Com sucessos de antigamente, o pessoal da certidão amarelada, como eu, lavaram a alma ouvindo e também cantando músicas da sua juventude.
O Dudi na guitarra, o Naido, o Beto Visoto e o Likimaier, se revezando na bateria; mais o Fábio no baixo, o Guará no teclado e o Milton no sax fizeram bonito no palco. Essa turma tem mais de 30 anos de estrada e é muito boa no que faz. O Dudi, por exemplo, toca e canta de tudo, para todos os gostos. É um artista completo.
Agora, vendo aquele pessoal se apresentando no palco do Moinho me fez lembrar a quantidade de músicos que Tapera produziu nestes anos todos. Se algum dia reunirem todos que ainda estão por aí, mesmo tendo parado de tocar, quantos artistas taperenses juntaríamos? Centenas, com toda certeza.
Parabéns aos artistas locais pelo belo presente e ao Reynaldo pelo festão. Vida longa a todos.

A região do Alto Jacuí, no Norte do RS, é uma região campeã no futebol, tanto na quadra como na grama.
No campo, foram campeões do Estadual de Amador: o América (Tapera) e o Juventude e o Grêmio (Ibirubá). E no Futsal: o América (Tapera) e o Guarany (Espumoso), na Série Prata. E agora a ASAF (Campos Borges), na Série C (Bronze).
Todas as conquistas:
Futsal:
AMÉRICA – Série Prata 1996 e 2013
GUARANY – Série Prata 2016 e Copa dos Pampas 2019
ASAF – Série Bronze 2023
Campo:
AMÉRICA – Amador 1962
JUVENTUDE – Amador 2003
GRÊMIO – Amador 2008
A título de informação. O Estadual de Amadores não existe mais no RS. Lembro que, lá nos anos 1980, havia mais de 200 times disputando a competição por região. Só aqui na nossa havia em torno de 20 deles.
“De tudo que gastamos, o mais caro é o tempo”.
Desconheço a autoria.
Nesta semana, uma equipe da Prefeitura de Tapera montou a decoração de final de ano na Praça Central. Foram colocados lá o presépio, a árvore natalina, renas, a rua iluminada e aumentada a iluminação.
A decoração é acanhada se comparada à de outras cidades da região que capricharam muito nela, mas é melhor do que nada. Enfim, é o que se tem para o momento.
A decoração nas casas e nas empresas também está acanhada neste ano aqui em Tapera e será sempre assim daqui para frente. Não sei o que há, mas o espírito natalino está esmorecendo, o que é lamentável. As novas gerações não estão se importando com este momento mágico, se bem que tem muita gente que não gosta dele e fica mal neste período, além disso nada é para sempre, o que é uma pena, pois quem viveu este momento na sua infância sabe do que falo.
E sobre programação de final de ano, cada município da região montou a sua da melhor maneira possível com o tamanho do seu dinheiro ou da sua criatividade. Quem economizou e foi atrás de parcerias vai se dar bem agora e depois. E alguns deles surpreenderam pela ousadia.
Não vou falar aqui sobre decoração, mas de shows, de presente para o povo:
IBIRUBÁ – A 1ª Feira da Pitanga terá Ana Castella no dia 08, Ícaro & Gilmar no dia 09 e no dia 10 João Bosco & Gabriel.
SELBACH – Grupo Tholl no dia 05.
QUINZE DE NOVEMBRO – Grupo Tholl no dia 12.
NÃO-ME-TOQUE – Amado Batista no dia 18, na festa de 69 anos do município, numa parceria entre Prefeitura, Stara, Jan e Roos.
ESPUMOSO – Humberto Gessinger, ex-Engenheiros do Hawaii no dia 22 e Claus & Vanessa no dia 23, numa parceria entre Prefeitura, Cotriel e Sicredi.
Visite a página do JEAcontece ( https://jeacontece.com.br/ ) na internet e veja a programação natalina de alguns municípios da região do Alto Jacuí.
Passando em frente ao Residencial Soberano, aqui em Tapera, chamou a minha atenção em uma das minhas caminhadas matinais esta placa colocada no seu jardim, alertando o pessoal que tem cão ou cães em casa.
E é uma grande informação e que poderia ser espalhada pela cidade.
O pessoal pega o seu bichinho e o leva para fora para se “aliviar” deixando tudo lá, na calçada ou na grama.
É desagradável pisar no excremento de um cão e depois entrar em casa, na empresa ou em outro lugar qualquer carregando aquele odor fétido nos calçados. Pior ainda é na praça, na grama, onde o pessoal senta em cadeira ou mesmo na grama e onde as crianças brincam e correm, descalças ou não.
Seria bom que quem tem um bichinho que, ao sair com ele para se aliviar, que leve junto uma sacolinha para recolher as suas fezes e depois depositar tudo em uma lixeira.
Nós não estamos sozinhos na cidade e o vai e vem está por toda parte.