É notório que, para os Cristãos, o Natal significa a celebração do nascimento de Jesus Cristo. Mas, essa data também acaba sendo sinônimo de alegria, de reunião, de confraternizar com familiares e com pessoas queridas – sendo que, para muitos, essa é a única oportunidade de encontro, tendo em vista a distância e a correria do cotidiano, as quais impedem que as pessoas se vejam com maior frequência durante o ano.
Entretanto, nesse contexto, pouco se fala sobre como a dinâmica de reunião familiar acaba se modificando com a partida de um entre querido, especialmente, os avós – que são o cerne da família, os responsáveis por unir toda a sua prole, descendentes e agregados.
Assim, quando o último ascendente vivo se vai, infelizmente, a maioria das famílias acaba se desfazendo – em razão de uma movimentação natural da vida, e não necessariamente por conta de desentendimentos. Parece que o elo que sustentava todas aquelas pessoas unidas se rompe e, com isso, perde-se o brilho e o sentido das comemorações conjuntas. E, assim, os núcleos familiares se dividem, cada um tomando o seu rumo na noite de Natal.
Desse modo, os filhos daqueles pais que já se foram acabam acompanhando os seus próprios filhos e filhas, noras e genros, juntamente dos netos. A partir disso, vão surgindo outras novas famílias. E aquela família de origem vai ficando cada vez mais distante. O que resta é apenas uma lembrança dos Natais felizes que já foram vivenciados nas diversas fases da vida.
Quem já passou por isso sabe do que eu estou falando. E àqueles que ainda desfrutam do privilégio de passar o Natal (e outras datas comemorativas) com os seus pais e avós: sugiro que aproveitem bem estes momentos, que são muito preciosos, e, infelizmente, um dia acabam. Com o tempo, as cadeiras vão ficando vazias ao redor da mesa ou vão sendo preenchidas por outras pessoas. É a vida, as gerações em movimento.
O Hospital Roque Gonzalez de Tapera finalmente adquiriu o tão comentado (e esperado) tomógrafo. A compra foi feita no último dia 20.
Segundo o presidente Marcos Artur Gatto, o equipamento foi comprado por R$ 950 mil. O Hospital deu entrada de R$ 300 mil e o restante será financiado. Emendas do senador Heize e do deputado Cherini ajudaram na entrada.
A compra do Canon Aquilion Start foi feita após consultas a médicos e técnicos da área que sugeriram a compra deste modelo (foto ilustrativa) com melhor custo-benefício ao nosocômio.
O Marcos também me disse que, embora o momento econômico, de juros altos, dificulta a aquisição do equipamento, o Hospital precisa estar sempre em evolução e que, para atrair novos médicos, principalmente os recém-formados, se torna necessário à sua compra.
E com o equipamento em Tapera viagens de ida e de volta de médicos e pacientes serão desnecessárias.
Também, que o Hospital já contatou alguns médicos especialistas que virão a Tapera atender nos consultórios novos que estão prontos.
Marcos Gatto disse ainda que, se tudo der certo, o tomógrafo será entregue ainda neste ano e, tão logo seja instalado, o Hospital fará uma solenidade para inaugurá-lo e também os consultórios.
O Hospital Roque Gonzalez “matou no peito” sozinho a compra do tomógrafo e agora a comunidade deverá ajudar a pagá-lo. E ela sempre o ajuda, afinal quem um dia não precisará do Hospital.
“O homem tem quatro idades: quando acredita em Papai Noel, quando não acredita em Papai Noel, quando é o Papai Noel e quando se parece com Papai Noel”.
Desconheço a autoria.
Está de parabéns (mais uma vez) a Câmara de Vereadores de Tapera por ter eleito presidente nesta sexta-feira (22) o Joel Alves dos Santos, o “Colares” (PTB). A escolha foi perfeita tendo em vista a pessoa que ele é, educada, ciente do cargo que ocupa e, principalmente, quando na tribuna, sabe como deve se portar um legítimo representante do povo, medindo as suas palavras, sem agressão ou ofensa.
Mesmo sendo de fora da coligação, o Colares merece, afinal ele ocupa cadeira na Casa pela quinta vez, se igualando a Hermes Crestani e só perdendo para Hercílio Steffens, que foi vereador com oito mandatos e não foi mais por ter concorrido a prefeito duas vezes. E ninguém ocupa uma cadeira legislativa cinco vezes na pura sorte. No caso dele, é pela pessoa que é e pelo trabalho social que realiza há mais de 20 anos. Isso tudo faz diferença numa eleição.
Parabéns, Colares. Merecido. E votos de muito sucesso a você.
Na última quinta-feira (14.12), fui ao Centro de Eventos de Tapera para fazer a cobertura jornalística do Sonho de Natal, a programação de final de ano do município. E com casa cheia, quem foi lá adorou o que viu. As apresentações foram maravilhosas dos grupos de teatro (Malucos por Teatro) e de artes circenses e também os corais do Programa A União Faz a Vida. A galera canta e encena bem uma barbaridade.
O espetáculo, enfim, foi muito bonito e estão de parabéns os organizadores e a Patrícia Horbach, que coordena o trabalho todo.
Agora, com o que foi apesentado e por toda a coreografia existente, esse espetáculo deveria ser levado além fronteiras de Tapera. Sugiro que seja gravado um vídeo do trabalho todo, editado é claro, para ser colocado na internet para o mundo ver o que Tapera produz. E quem ver esse vídeo, com certeza, vai querer ver o show aqui ou fora daqui.
Outro lado bom do show foi a participação do público, nas cadeiras e na entrega de alimentos não perecíveis. Pelo que soube, foram arrecadados mais de uma tonelada deles que serão transformados em cestas básicas para alegrar o Natal e o final de ano de nossas famílias mais necessitadas.
Tapera está de parabéns pela Cultura que flui em suas veias. Tapera come, bebe, dorme e respira cultura. E não é de hoje.
A última sessão ordinária do ano da Câmara de Vereadores de Tapera será realizada hoje, às 18h. Na oportunidade, os vereadores votarão os projetos que estão pendentes em poder das comissões permanentes, e também elegerão a nova mesa diretora da Casa.
“Pensar positivo é essencial para tudo dar certo”.
Desconheço a autoria
Pelo que se viu na COP 28, realizada recentemente em Dubai, o que está ocasionando o efeito estufa e alterando drasticamente o clima em todo o planeta não é o desmatamento nem a criação de gado. O que está acabando com ele é a quantidade de fumaça que empresas e veículos jogam diariamente na atmosfera, ininterruptamente.
Os grandes vilões da poluição são o petróleo, o gás e o carvão. E ponto final.
Se o homem conseguir encontrar substitutos para eles a Terra terá uma chance. Mas, isso demanda tempo e de (muito) dinheiro. E vontade, claro.
Agora. Imagina aí na sua cidade a quantia de fumaça que os veículos despejam de seus escapamentos na natureza todos os dias. E imagina nas grandes cidades? E no mundo todo? E o que falar daquelas enormes chaminés industrias que liberam muita fumaça diariamente?
Nesta semana, foi mostrado nos grupos de WhatsApp aqui da região um caminhão momentos antes dele se acidentar num dos trevos de Ibirubá (RS). Não se sabe o que houve, se deu pane no veículo ou o motorista se sentiu mal.
Agora, vendo o vídeo, lembrei de um outro que vi certa vez de um engenheiro da Mercedes. Segundo ele, cada quilo colocado a mais sobre o caminhão irá comprometer toda a sua estrutura, principalmente o sistema de frenagem. E caminhão sem freios dá porcaria. Aliás, um caminhão é projetado para tantas rodas e tantos quilos. Mais do que isso é muito perigoso. Para quem o conduz e para quem se aproxima dele.
Empresas e motoristas deveriam saber disso.
Quanto tempo será que uma pessoa aguenta ficando exposta a um sol de 40 graus ou mais, sem sofrer algum mal? Pois, uma árvore pode ficar o dia todo e ainda oferecer uma bela de uma sombra. E se tiver uma brisa…
Estudos comprovam que debaixo de uma árvore a temperatura baixa 17 graus. Quer dizer, de 40 graus ela baixa para 23. Muito, muito agradável.
Viu o porquê de manter árvores a nossa volta? Agora, imagine um lugar sem elas.