O senador Rogério Marinho (PL-RN), líder da oposição no Senado, protocolou uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC), para invalidar a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que responsabiliza os veículos de comunicação por “eventuais declarações ilícitas de seus entrevistados”, em suas reportagens.
O Supremo decidiu por 9 votos a 2 que empresas jornalísticas de qualquer natureza podem ser responsabilizadas civilmente por calúnia, difamação e injúria decorrentes de declarações feitas por pessoas entrevistadas. A Corte definiu em 29 de novembro de 2023 a tese fixada na análise de uma ação que trata de uma entrevista publicada em 1995 pelo jornal Diário de Pernambuco.
A Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (ABRAJI) e A Associação Nacional de Jornais (ANJ) também se posicionaram contra a decisão da Corte e reiteraram a necessidade de ser cumprido o direito à liberdade de expressão e o direito à informação assegurados na Constituição.
Imprensa com liberdade é um pilar fundamental da democracia e deve ser preservada a todo custo.
O Supremo deveria saber disso.
Nesta semana, um acidente no aeroporto de Tóquio, no Japão, envolvendo dois aviões chamou atenção do mundo. Um Airbus, com 379 passageiros, chocou-se contra um jato da Guarda Costeira daquele país. As duas aeronaves acabaram consumidas pelo fogo. Dos seis tripulantes do avião menor cinco morreram, já os do Airbus nada sofreram, apenas o susto.
Agora, chamou atenção neste acidente a calma dos passageiros do Airbus. Todos sentados, nervosos é claro, mas permaneceram sentados ouvindo as instruções dos comissários de bordo. E em poucos minutos duas das seis portas do avião foram abertas e todos desceram em segurança levando consigo seus pertences de mão. Momentos depois o avião explodiu.
Este acidente mostrou a disciplina dos japoneses, mantendo a calma naquela hora. Se fosse aqui no Brasil as pessoas tinham destruído tudo dentro do avião tentando sair dele. Isso se não tinham agredido a tripulação.
Agora, como pode os japoneses cometerem um erro desses? Como pode um avião estar descendo e outro levantando no mesmo instante? Erro da torre de controle ou de um dos pilotos? Isso as autoridades japonesas vão levantar.
Por outro lado, os passageiros do Airbus perderam tudo que estava em suas malas. Mas, estão vivos após grande susto.
“Que você, sendo católico, evangélico, espírita, umbandista, budista, ateu… Não renuncie jamais ao ideal de ser bom, pois é isso que verdadeiramente importa”.
Desconheço a autoria.
Dia desses, conversando com um amigo, este me falou sobre a minha postagem de que Tapera já se chamou Coronel Gervásio, lá no começo de tudo, e me contou que a sua avó, já falecida, falava que um dia houve um plebiscito aqui para a troca do nome para Avante. Ele não tem maiores detalhes a respeito, porque era muito jovem, mas lembra dessa conversa em família.
Com a informação, eu fui atrás do pessoal mais antigo, que ainda está por aí, mas nenhum deles soube me falar a respeito. Lembram de Coronel Gervásio, mas não deste plebiscito.
Coincidentemente, o Almiro Simon tinha uma indústria de implementos na Linha Coronel Gervásio e um dos produtos fabricados por ele se chamava Avante.
Tapera começou como Coronel Gervásio e depois veio a ser chamada de Tapera, devido a casinha aquela que ficava ali onde está o prédio do City Hotel e cuja história todo taperense conhece.
Agora, trocar o nome de um município é bem complicado. Às vezes dá certo e às vezes não dá. Em Não-Me-Toque, por exemplo, não deu certo, porque após trocar o nome para Campo Real a população decidiu voltar ao antigo nome.
Em tempo. Victor Graeff já foi Cochinho e Colorado Boa Esperança.
Eu vou continuar buscando essa informação do plebiscito, porque em algum canto da cidade ou fora dela, ou na cabeça de alguém, tem alguma coisa a respeito.
Tu já pensaste morar ou ter nascido em Avante? Soa estranho, não?
O governo federal definiu que o novo salário mínimo será de R$ 1.412,00 a partir de 01 janeiro, com pagamento em fevereiro. Atualmente, o mínimo é de R$ 1.320,00. O aumento é de 6,52%.
Falar do salário mínimo é bem complicado, porque para quem paga é muito e para quem recebe é pouco.
Ao dar estes mais de 6,5% de aumento ao trabalhador o governo pensa ser suficiente para mantê-lo e a sua família por um mês. Mas, isso não acontece porque tudo aumenta numa proporção muito maior fazendo com que o poder de compra seja menor a cada dia.
O problema são os impostos que encarecem tudo e não contribuem para a tranquilidade das famílias trabalhadoras. Agora, se o governo diminuísse os impostos, a quantidade e os valores, com dinheiro na mão, o trabalhador teria um poder de compra maior e real.
Resumindo a ópera: entra direita entra esquerda e ninguém consegue cumprir o seu papel de melhorar este país e a qualidade de vida do seu povo. Ninguém consegue fazer o dever de casa.
“Trabalhe mais e gaste menos”.
Desconheço a autoria.
Este é o meu desejo a todos os meus leitores, familiares e amigos. Enfim, a todo mundo.
E um Feliz 2024 a todos, com muita saúde, paz e felicidade.
Em tempo. Ao invés de desejar feliz ano novo deseje feliz atitudes novas, pois o ano será igual se as atitudes forem as mesmas”.
No dia 08 de outubro de 1927, a minha avó paterna, Zelinda Biazus Crestani, foi nomeada professora da Escola Municipal de Linha Etelvina, interior de Tapera, então 8º distrito de Passo Fundo.
Essa foto, quase centenária, tirada em 21 de dezembro de 1927, mostra a professora Zelinda com os seus alunos, de várias idades pelo que se pode ver, todos habitantes daquela região que iam estudar na Linha Etelvina, uma das quatro comunidades italianas aqui de Tapera. E, para ir à escola, os meninos e as meninas o faziam a pé, a cavalo ou mula e ainda de aranha, uma espécie de charrete (carroça), de dois lugares e duas rodas, puxada por um cavalo ou mula.
Em 05 de janeiro de 1928 a professora Zelinda pediu exoneração do cargo, alegando problemas de saúde e também por segurança, pois ela tinha de andar a cavalo pela mata densa que havia aqui no começo, aproximadamente três quilômetros, até a escola. Com medo dos animais, que haviam muitos por aqui, ela levava consigo uma espingarda.
Imagina hoje em dia uma professora chegando na sua escola levando uma sacola em um dos braços e no outro uma “estiopeta”, como chamavam uma espingarda antigamente. Mas, aqui era muito perigoso porque a mata escondia muitos perigos.
A propósito. Muitos destes meninos e meninas deixaram filhos, netos e bisnetos espalhados por aí. E uma identificação é impossível.
Outra coisa. O que estaria escrito naquele quadro?
Essa foto veio do álbum do Nadir Natal Crestani, filho da Zelinda e irmão do meu pai, Ivo. E a história me foi contada por ele.
COMPLEMENTO:
A Lacy Ruschel, uma das filhas da Zelinda e irmã do Nadir e do meu pai Ivo, veio em meu socorro na tradução do que está escrito no quadro negro: “ESCOLA PÚBLICA MUNICIPAL LOCALIZADA NA LINHA ETELVINA, TAPERA, 8º DISTRITO DE PASSO FUNDO REGIDA PELA PROFESSORA ZELINDA CRESTANI, 21/12/1927”.
Na manhã desta quarta-feira (27.12), passei em frente ao Hospital Roque Gonzalez, aqui em Tapera (RS), e me deparei com um caminhão descarregando vários caixotes. Imaginei ser o tomógrafo chegando. E era.
Conversei com o administrador do HRG, o Kiko Rizzi, que me confirmou a chegada e que, segundo ele, estão aguardando o croqui elétrico para adequar a sala e dar continuidade à sua instalação.
Depois que o tomógrafo estiver instalado o Hospital realizará uma solenidade para inaugurá-lo e também os consultórios novos.
É o oitentão hospital de Tapera abrindo as portas para um novo tempo, que virá com a ajuda da comunidade.
Em tempo. O Hospital Roque Gonzalez completou 82 anos no último dia 15.
“A língua é o chicote da bunda”.
Essa frase, cuja autoria não sei, me faz lembrar que quem fala demais ouve o que não quer e também não leva o que deseja.