Estive no Poli na quarta acompanhando América (2) e ADS (1). Foi uma bela vitória taperense num bom jogo, com muita correria e marcação. O jovem time da ADS, bem treinado pelo Paulinho Sananduva, que tem nas mãos uma equipe vibrante e corajosa, valorizou e muito a vitória americana.
Para não dizer que o time de Ronaldão foi 100%, o América abusou novamente de errar gols, principalmente no primeiro tempo. E chegará um dia que estes gols perdidos farão falta ao time. Está ai um filme que já muitas vezes, inclusive aqui em Tapera.
Outra coisa. Às vezes, o América é muito burocrático no jogo o que não é bom. Um time objetivo, que faz gols, fica mais tempo numa competição.
O Ban foi o grande nome na partida, novamente, com pelos menos cinco grandes defesas. Não gosto quando o goleiro é o melhor do time. E o que foram os minutos finais da partida, com o América sendo pressionado em casa?
Jogando bem ou mal, o América fez a lição de casa e isso basta. Em casa não se pode perder pontos e fora, até pode, mas sem facilidade.
O América, que era 9º, agora é 8º. Neste sábado, recebe a ALAF, de Lajeado, e uma vitória joga o time lá para o alto. Seis pontos em dois jogos, em casa, farão uma diferença e tanto.
A Afusca levou 15 a 1 da ACBF. Olha, um time que leva uma goleada dessas deveria pedir para sair da competição. Se fosse seu torcedor, não iria mais ao ginásio. Uma goelada com esta magnitude “mata” o torcedor mais fanático. A Afusca tem problemas.
Está ai. Antes tarde do que nunca. O JEAcontece absorve boa parte do meu tempo, ao que peço escusas aos meus amigos e leitores, especialmente aqueles mais acalorados.
Comprei uma bicicleta para fazer exercício e sair da frente do computador, mas também para perder uns quilinhos e ter um pouco mais de qualidade de vida. Cheio de vontade, lá fui eu para as ruas de Tapera, dar umas pedaladas, todo alegrão.
Andei cerca de 30 minutos e quase fui atropelado três vezes neste tempo. Uma na Rua Rui Barbosa, por uma Saveiro, e duas na Avenida XV de Novembro, por um Civic e um Focus.
Será que esse pessoal que dirige sabe que bicicleta também precisa cumprir as regras do trânsito e ser respeitado? Quem entrega CNH ensina isso nas aulas?
Com medo, recolhi a bicicleta naquela noite.
Quem quiser andar de bicicleta em Tapera, a qualquer hora, sugiro comprar um avião. Pelo alto é mais fácil.
Aqui em Tapera o pessoal não respeita bicicleta, nem faixa de segurança e acesso a cadeirantes.
E já que estamos falando em trânsito. As ilhas e o canteiro próximo ao City Hotel não são rótulas e a preferencial continua sendo a Avenida XV de Novembro.
“Todos nós dependemos de resultado.” (Rui Costa, diretor-executivo do Grêmio)
“O vínculo com o clube depende de resultados” (Enderson Moreira, treinador do Grêmio)
As frases são um alerta a quem pensa que sabe tudo de futsal e acha que as coisas acontecem fora da quadra ou do campo. A torcida quer resultado. Sempre.
Falando em futsal. Hoje tem América e ADS (Sananduva) num jogo de seis pontos. Todos ao Poli, às 20h.
Nesta semana, conversando com um amigo espírita, sobre a vida, pedi a ele qual seria, segundo a doutrina espírita, o objetivo da vida, de todos nós. Sua resposta: “Estamos aqui por três motivos: ajudar (fazer o bem), entender (não criticar) e perdoar (esquecer)”. Que tal?
E você, tem feito isso ao longo de sua vida? Lembre-se que ela é como um restaurante, onde você chega e senta onde quiser e come o que quiser. Você poderá ficar lá o tempo que quiser, mas terá de voltar para casa e, antes disso, pagar a conta.
Na Copa o preço das coisas irá disparar. E bem. E estes aumentos não farão a inflação subir? A ver.
Nos anos 80 convivi com uma inflação superior a 90% ao mês. O salário, se fosse o de hoje, no início do mês seria de R$ 724,00 e ao final dele, de R$ 72,40. A diferença – R$ 651,60 – evaporava na frente de nosso olhos pelas máquinas de remarcar. Lembram disso?
O garoto Bernardo Boldrini, ao que parece, foi enterrado vivo, após ter sido anestesiado. Que tal se o pai, a madrasta e a amiga do casal tivessem o mesmo destino? Olho por olho, dente por dente…
Segundo o Código de Hamurabi, rei babilônico (XVIII a.C.), que criou um código com 282 leis – Talião – quem era ofendido, agredido ou morto poderia infligir ao delinquente o mesmo dano ou mal praticado.
Caminhar em Tapera está muito perigoso. Quem está a pé, no centro da cidade, deverá estar com olhos e ouvidos bem abertos, pois o perigo está à solta, em cada esquina. Neste domingo (20/04), quando sai da Igreja, da missa de Páscoa, indo para o jornal (JEAcontece.com.br), quase pisando na faixa de segurança, surge uma Mitsubishi preta, com placas de fora, pela Rua Tiradentes, vinda da Avenida XV de Novembro, em direção ao Tenarião. Pois, o motorista, de fora, passou a Rua Rui Barbosa, que é a preferencial, em alta velocidade, e se eu tivesse na faixa teria sido atropelado. Veja só… E se viesse um carro pela Rui Barbosa?
Mais tarde, indo para casa, na Avenida XV de Novembro, em frente a Laurindo Motos, na minha frente iam duas senhoras. Por uma fração de segundos olhei para o lado e, quando olhei para frente, vi uma delas segurando a outra que havia tropeçado. Se a amiga não a segura, a mulher teria se esborrachado na calçada, devido às fendas e “degraus” existentes naquela via, em pleno centro.
Um pouco mais acima e também na Avenida Dionísio Lothário Chassot, vi várias garrafas e copos quebrados pelo chão, numa cena muito triste.
É, Tapera já não é mais a mesma. Aquela cidadezinha pacata de 20, 30 anos atrás não existe mais. Nossa cidade cresceu e com este crescimento veio mais gente e mais carros e também a pressa e a indiferença. Mas, que saudades daquela lugarzinho de antigamente que tinha poucas coisas, mas que era bem mais segura. Claro, a Tapera de hoje tem os seus benefícios, que não são poucos, mas aquela de outrora era muito mais tranquila e segura.
Uma última coisa. Alguém já parou na cidade, em qualquer ponto dela, para pensar nela e lembrar de como Tapera era anos atrás? Em qualquer lugar vem à nossa cabeça uma imagem, uma cena, um fato, uma história. Faço isso seguidamente e na maior parte das vezes dou boas gargalhadas com a recordação. Em outras, seguro o nó na garganta por algo acontecido. Uma cidade pulsa (e vive) pela lembrança do seu povo.
Segundo o Vox Populi, a pedido da CartaCapital, a presidente Dilma continua na frente para vencer as eleições presidenciais de outubro. Dilma tem 40% da preferência dos eleitores. Os adversários, juntos, somam 26% das intenções de voto.
O presidente do PSDB e senador Aécio Neves (MG) aparece em 2º com 16%. O governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), soma 8%. E Pastor Everaldo Pereira, pré-candidato do PSC, tem 2%.
Votos brancos ou nulos somam 15%. O número de eleitores que não sabem ou não responderam a pesquisa é de 18%. Os pré-candidatos Levy Fidelix (PRTB), Randolfe Rodrigues (PSOL), Eymael (PSDC) e Mauro Iasi (PCB) não pontuaram.
Tudo será resolvido no primeiro turno, ao que parece.
A gente que é pai (e mãe), se vira nos 30, literalmente, nas 24 horas do dia para dar condições aos filhos para que cresçam, estudem e tenham uma vida digna e tranquila preparando-se para ter um dia boa colocação na vida. Ai vem um pai, se é que se possa chamar assim, com a vida resolvida e mata o próprio filho, com a ajuda de sua companheira. Isso ai não tem explicação e ninguém, de sã consciência, queira defender um horror desses. Agora, este “pai” deverá aguentar o que vem por ai e encarar o seu destino. Ele terá de viver com uma dor eterna e o peso de uma ação insana e covarde, e também com a indiferença das pessoas e tudo mais que surgir.
Não se sabe como a coisa toda se deu, mas todos querem saber como foi e o motivo.
E a mãe de Bernardo, morta há 04 anos, será que ela se suicidou mesmo? A Justiça deveria abrir o caso.
Lembrei que no Brasil a pena de morte existe em tempos de guerra, mas como o Brasil não luta com ninguém, a não ser contra o seu futuro, jamais teremos a pena máxima. No caso de Três Passos, do menino Bernardo, seria de se pensar nela. É muita crueldade e sangue frio por nada.
Neste domingo, no Esporte Espetacular (Globo), o comentarista Walter Casagrande colocou Inter e Grêmio como favoritos para faturar o Brasileirão 2014. De novo! Não gosto disso, pois quando colocam o Inter na lista a coisa acaba em porcaria. Tomara que o Colorado faça o seu dever de casa, que é vencer e somar o maior número de pontos. Agora, não pode errar gols como errou contra o Vitória, sábado, no Beira-Rio. Time que erra tanto gols não vai a lugar algum. Muito menos ao título.
O Inter não vence um Brasileirão há 35 anos. O último foi em 1979, de forma invicta. Há muito tempo…
Nos últimos anos o Inter se especializou em faturar campeonatos internacionais, como que esnobando o Brasileiro e a Copa do Brasil. Tornou-se um time internacional, de fato. Mas, falta ao Colorado um título nacional que daria a real dimensão do seu tamanho. E a última Copa do Brasil foi conquistada em 1992, há 22 anos.
Para este ano não me venham falar de G4 e Libertadores. O Inter deve pensar em vencer o Brasileirão, em ser campeão. Já foi três vezes vice nos últimos anos. Chega de ser apenas participante.