Na semana passada, à noite, um empresário taperense, vindo de Lagoa dos Três Cantos, pela ERS 332, próximo ao mato do Mombelli, pegou um buraco. Com o impacto a roda e o pneu se perderam. Indignado, cobra das autoridades melhorias nas estradas da região que, após a realização de tapa buracos, os mesmos estão de volta. Para ele, dirigir à noite em uma estrada esburacada e sem sinalização é muito complicado e também perigoso. “O meu prejuízo foi de mais de R$ 1.300,00 com pneu e roda novos. Afinal, o que o governo faz com o dinheiro dos impostos que arrecada?”, questiona ele.
No dia 18 de outubro de 2013, o governador Tarso Genro, na abertura da 9ª Expovig, em Victor Graeff, prometeu aos prefeitos da região que, até o final do ano, as principais estradas do Alto Jacuí – ERSs 223 e 332 – seriam atacadas, sem meia sola. O final do ano passou e com ele mais quatro meses e as máquinas prometidas ainda não chegaram à região. E os buracos só aumentam.
Na última quinta-feira, feriado de 01 de maio – Dia do Trabalhador, Terezinha Beatriz Eckstein Haupenthal fez história ao se tornar a primeira mulher a dirigir o CTG Guido Mombelli de Tapera (RS).
Aos poucos as mulheres estão entrando em setores que até então eram reduto exclusivamente dos homens, e atuando com extrema competência e desenvoltura.
As mulheres não sabem, mas o mundo é delas. E faz tempo.
No último dia 01 de maio, completou-se 20 anos da morte de um grande brasileiro, talvez o maior de todos: Ayrton Senna da Silva.
Ninguém foi mais piloto do que ele. E ninguém foi mais brasileiro do que ele.
Depois de sua morte desisti de acompanhar a Fórmula 1. Gostava dela e não perdia uma corrida. Depois de sua partida a coisa perdeu a graça.
Quem é bom no que faz é lembrado para sempre.
A Globo fez um documentário sobre a vida de Senna, no Esporte Espetacular, com diversos depoimentos de amigos e de desafetos do piloto. Muito bonito e emocionante.
Senna, eterno. E que saudades daquelas manhãs de domingo…
Fala sério. Qual a probabilidade de se morrer atingido por um vaso sanitário jogado do alto de um estádio de futebol? Pois, aconteceu. Aqui no Brasil. Que coisa!
Mas, o que foi o Inter ontem contra o Cuiabá, em Mato Grosso, pela Copa do Brasil? Jogando dessa forma como quer ser campeão da CB? Foi duro aquilo. Doído. O time levou um banho de bola do mato-grossense. No primeiro tempo não armou nada. E a Zaga? Credo!
Enfim, cadê o time dos dois Grenais? Alô, Abelão, te liga!
E o Grêmio, que cheguei a pensar que iria levantar a Libertadores por conta do nível da competição, deu adeus na quarta-feira, quando caiu para o San Lorenzo, o time do Papa e um dos “grandes” da Argentina, em casa. Em 37 disputas por pênaltis, o Grêmio ganhou 16 (43%) e perdeu 21 (57%). Não vai bem nos pênaltis.
E o que acontece agora com o Tricolor?
Enfim, na Copa do Brasil e no Brasileirão Inter e Grêmio terão de jogar muito mais do que isso para chegar ao alto da tabela. E não me venham falar em G4 e Libertadores. Chega disso! Falem em título.
O Palácio da Polícia em Porto Alegre, sede da Polícia Civil no Estado, foi invadido a noite passada e roubado. Ninguém viu ou ouviu nada. O Palácio não tem monitoramento por câmeras. Mas, se até a Polícia Civil é vítima da violência, o que será de nós, cidadãos? Existe uma guerra ai fora, sim, e os mocinhos estão perdendo de goelada.
Dois pequenos agricultores, da agricultura familiar, morreram em Faxinalzinho (RS) em confronto com os índios. Era uma tragédia anunciada. Afinal, de quem é a responsabilidade? Ou a omissão? Do governo federal? Do estadual? Do Judiciário? Afinal, de quem é a culpa? Os gaúchos querem saber por que esta guerra entre agricultores e índios está crescendo em todo o Brasil e fazendo vítimas por todos os lados. Até quando vai isso?
Mais uma coisa. E quem estaria fomentando todo este ódio, não querendo uma solução definitiva para a questão fundiária no País?
Então o menino Bernardo Boldrini é medicado pela madrasta, de forma errada (super dosado), e morre, ai ela pega o corpo e o enterra distante 80 quilômetros do seu município? E foi lá para fazer negócios? Por favor!
No Rio Grande do Sul, já não chega o leite ser batizado agora também o vinho. Mas, até onde vai a ganancia humana? E se esse pessoal, ao invés de prejudicar o consumidor, diminuísse seu padrão de vida? Assim é muito fácil.
A amiga da madrasta de Bernardo Boldrini, Edelvania Wirganovicz, refez seu depoimento à polícia. Agora, disse que recebeu o menino morto e que ajudou a enterrar seu corpo. Mas, e as imagens do posto de combustível em que ela é vista em seu carro com a madrasta e o menino, vivo? Lá tem a data e a hora da ida. E da volta, também. Desta vez, sem Bernardo.
Outra coisa. O que a madrasta dirá em seu depoimento à polícia? Qual sua versão para o caso? E é tudo para esta semana.