No último dia 15 comemorou-se o Dia Mundial de Conscientização da Violência contra a Pessoa Idosa. A data foi declarada pela ONU. E o tema é sempre atual e oportuno. Eu já ouvi muitos relatos de maus tratos a idosos por ai.
Mas, o que leva uma pessoa a maltratar um pai, mãe, avô ou avó? É possível que até para isso alguém possa dar uma explicação plausível. E, como será que quem maltrata hoje foi tratado na infância? Acontece, mas uma agressão não justifica outra. Nenhuma forma de agressão justifica alguma coisa.
Pessoa idosa, que gerou vida, que criou, que ensinou o bem e o certo e que deu e se doou, na velhice merece ser protegida e coberta de atenção, amor e carinho, até ficar braba com tanta proteção. A pior coisa que existe na vida é a ingratidão.
Lembremo-nos de uma coisa. O mundo, a vida, é uma grande caixa de ressonância e tudo que você mandar para o alto, um dia retornará para você numa intensidade muito maior. Assim, cuidado com o que você fizer e desejar.

“Pintar o cabelo (de loiro) é fácil. Quero ver é jogar bem”.
De um torcedor brasileiro, no Facebook.
A Câmara dos Deputados está fazendo um levantamento sobre os valores que as operadoras de telefonia celular estão devendo ao governo brasileiro, por irregularidades, tudo decidido em juízo. Não se sabe ainda ao certo o número, mas atiram, por cima, em mais de R$ 280 milhões. Até agora não entrou um centavo disso nos cofres públicos.
E a “Sbórnia” não para por ai. As multas por desmatamento na Amazônia somam a bagatela de 476 milhões. Deste valor, apenas 0,2% foram pagas. Só um proprietário de terras deve mais de R$ 30 milhões de multa. O cabra, no Jornal Nacional, riu de tudo, pois sabe como as coisas terminam no Brasil.
A coisa funciona assim aqui: todos fazem de conta que fazem a sua parte, ninguém faz nada e nada acontece.
É mole?
Mas, o que foi o Brasil hoje à tarde, contra o México? Fez bom primeiro tempo e desandou no segundo. O talento brasileiro sucumbiu diante de uma equipe que jogou simples e com garra o tempo todo e que não acreditava que estava dando sufoco nos pentacampeões mundiais. Os mexicanos nunca mais esquecerão este jogo.
Fico imaginando se do outro lado do campo estivesse o Panzerarmee que ontem chutou para o espaço os nossos descobridores.
O Brasil pode (e deve) jogar mais do que jogou hoje. Mas, até aqui, me impressionaram demais Alemanha e Holanda. Brasil e Argentina ainda não se credenciaram para a final. E França e Espanha não deverão jogar mais do já que jogaram. Poderão surpreender, claro.
Está tudo em aberto, pois é começo e muita coisa acontecerá depois da primeira fase. Mas, Alemanha e Holanda irão longe.
Neste domingo (22/06), às 18h, na Praça General Osório de Ibirubá, haverá show com Luiz Carlos Borges.
O show, que faz parte do Projeto Gaiteiros do Sul, é uma realização do Ministério da Cultura, através da Lei de Incentivo à Cultura. Tudo gratuito.
Baita presente da Administração Municipal de Ibirubá à comunidade.
Nesta segunda-feira, tomando café e vendo o Globo Rural, chamou minha atenção a quantidade de publicidade do governo federal na Globo. Como não consegui contar quantas inserções foram feitas, e foram várias, me programei para fazê-lo no dia seguinte. E foi o que fiz. Nada mais nada menos do que cinco inserções foram feitas em cinco blocos comerciais. Parece pouca coisa, mas não é. Imagine quanto deve custar o minuto naquele programa. Não é barato, não. Ou a Globo tem pouco patrocínio para o horário e ocupa o espaço com publicidade oficial? Papai Noel é verde e existe, sim.
Nunca antes no Brasil as agências de publicidades e as empresas de comunicação brasileiras ganharam tanto dinheiro com publicidade do governo federal como agora. E isso quem diz são os publicitários. Vendo isso muitas coisas começam a ter explicação neste País.
“O povo toma pileques de ilusão com futebol e carnaval. São estas as suas duas fontes de sonho”.
Carlos Drummond de Andrade
Os membros de uma pequena igreja, nas montanhas, construíram um novo prédio em um terreno que haviam recebido por doação. Dez dias antes da inauguração, o inspetor de obras da localidade informou que o estacionamento era insuficiente para o tamanho do prédio.
Se a igreja não dobrasse o tamanho do estacionamento, não poderia usar o salão. Infelizmente, a igreja já havia ocupado cada polegada do escasso terreno, com exceção da colina que ficava atrás do prédio.
Para criar mais vagas no estacionamento, seria necessário remover a colina. Na manhã do domingo seguinte o pastor anunciou corajosamente que à noite queria reunir-se com todos os membros da igreja que tivessem “fé para remover montanhas”.
Eles teriam uma noite de oração para pedir a Deus que removesse a colina e providenciasse o dinheiro suficiente para asfaltar o estacionamento antes da inauguração no domingo seguinte. No horário combinado reuniram-se para orar 24 dos 300 membros da igreja. Eles oraram durante cerca de três horas. Às 22 horas o pastor disse o último “Amém”.
Na manhã seguinte, quando estava trabalhando em seu gabinete, alguém bateu com força na porta. Ao responder “entre!”, apareceu um empreiteiro, que tirou seu capacete.
“Desculpe, sou da empreiteira de obras da localidade vizinha. Estamos construindo um enorme centro de compras e precisamos de terra. O senhor estaria disposto a nos vender uma parte da colina que fica atrás da igreja? Nós pagaremos a terra que tirarmos e asfaltaremos gratuitamente o espaço vazio, desde que possamos dispor da terra imediatamente”.
Seja sincero: você teria participado daquela reunião de oração?
Desconheço a autoria.
As prefeituras brasileiras estão mantendo mais de 390 programas federais e estaduais, que deveriam ser mantidos pela União e os Estados. Os Municípios estão gastando um dinheiro que não tem para manter o que não é seu. E Brasília e Porto Alegre e as outras capitais brasileiras não estão nem ai. Por que os Municípios não param os programas? A União e os Estados enviariam o dinheiro ligeirinho, pois o povo chiaria.
No debate que a rádio CBS, de Ibirubá, realizou nesta sexta-feira (13/06), com os prefeitos da Amaja (Associação dos Municípios do Alto Jacuí) que foram a Brasília, na Marcha dos Prefeitos, o presidente da CNM (Confederação Nacional dos Municípios), o gaúcho Paulo Ziulkoski, disse por telefone, que a presidente Dilma aceitou aumentar o repasse do FPM (Fundo de Participação dos Municípios) aos Municípios em 1%. Na Marcha, lhe foi pedido 2%. Já é um avanço. Mas, esse dinheiro precisa vir.
Na verdade os governos federal e estaduais estão gastando um dinheiro que é produzido nos Municípios e não devolvem de forma justa a eles.
Outra coisa. Essas motoniveladoras, pás carregadeiras e caminhões basculantes que o governo federal entregou aos Municípios através do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) saíram da parte dos Municípios. Não foi presente, mas um agrado de Brasília com chapéu alheio. O governo – todos eles, em todos os tempos – não dá presente e, como tudo na vida, a conta precisa ser paga por alguém, neste caso pelos Municípios, que perderam mais uma vez.
E tem ainda a questão da “devolução” das ajudas de campanha. Isso acontece aqui e em todos os lugares do mundo.