Escutando América e Cachoeira, no sábado, pela rádio Cultura (Tapera), chamou minha atenção a conversa do atual comandante técnico do América, Nuno, nos tempos técnicos solicitados por ele. Enquanto Ronaldão incentivava o grupo nestas paradas, Nuno faz uma rápida análise de sua apresentação – do grupo – e indica o que fazer para mudar, para acertar e vencer.
Nuno e Ronaldão, dois defensores renomados na quadra, são dois bons treinadores com sistemas de atuação diferentes. E o Nuno está 100% no cargo, vencendo seus dois jogos pela Copa Lupicínio Rodrigues, e de virada.
O América está mostrando que, com o time que tem, poderia ter ficado entre os 08 na fase 2 da Série Ouro, a que não terminou e não sei se terminará.
SCOUT – Uma novidade que o Nuno trouxe para o América foi a utilização do scout – escoteiro em inglês, ou mais ou menos isso, que nada mais é do que a análise de tudo que a equipe fez – erros e acertos – durante uma partida. Com ele é possível melhorar o desempenho do time na partida e nas próximas. É uma ajuda e tanto.
O Jornal Nacional de ontem “picou” o candidato Aécio Neves. O cara teve de fazer força para sair de pé do programa. Espera-se que seja assim com todos os candidatos entrevistados. Se for assim, maravilha.
Agora, as 11 propostas feitas por ele foram interessantes. Se vencer a eleição e conseguir colocá-las em prática, o Brasil e os brasileiros agradecerão. E se a Dilma vencer, o que deve acontecer, que os utilize em seu segundo mandato, para o bem do Brasil.
O Inter ganhou o Gre-Nal 402 por que tem melhor time, apesar de sua defesa e ataque, e isso é fato. Mas, a torcida do Grêmio precisava cantar aquela música para o Fernandão: “Ôooo, Fernandão morreu, Fernandão morreu…”? O futebol não merecia uma coisa dessas. Passei vergonha por isso. Aliás, o RS passou vergonha por isso.
O Inter vai que vai. Será que vai dar um susto na torcida neste ano? Vai, dá! Estamos esperando este susto só há 35 anos.
Nossa maior empresa nacional está fedendo. E quanto mais mexem nela, mais ela fede.
Isso ai – contratos, direção, navio, doleiro, parceria, sócios – não está demais?
E o governo federal deixará por isso? Não deveria, afinal tudo aquilo é nosso, do povo brasileiro.
A situação econômica do Brasil no governo FHC (1995-2002) era bem pior que a que a Argentina vive hoje. Isso é sabido, mas quando deixou o governo, FHC deixou o avião na cabeceira da pista, pronto para decolar. Quem entrou, teve apenas de fazer ajustes na aeronave, e decolar. A Argentina terá de fazer o mesmo. Mas, não será fácil. Terá de haver ranger de dentes.
Que jogo teremos neste domingo, no Beira-Rio? Quem levará? O Inter, jogando em casa, no estádio da Copa e reformado; integrando o G4, vitorioso a três jogos e favoritíssimo? Ou o Grêmio de treinador novo e precisando voltar a vencer o maior rival e também no campeonato?
Como colorado acho que dá Inter. Mas, não esperem placar dilatado, afinal é Gre-Nal. E do outro lado estará o Grêmio de tantas peleias sangrentas, dores e doces vitórias e conquistas.
Sobre favoritismo. Ele não diz nada, pois em Gre-Nal, costumeiramente, ele não se apresenta.
Será que o Flamengo deixará neste ano o grupo de cinco equipes brasileiras que jamais foram rebaixadas? São eles: Cruzeiro, Flamengo, Inter, São Paulo e Santos.
E será que rebaixariam o Flamengo? Vamos ver.
No mundo, segundo a FIFA, apenas 31 clubes jamais foram rebaixados:

Em 25 dias de campanha, Dilma, Aécio e Campos arrecadaram R$ 29 milhões. Que tal? Quanto arrecadarão até o final dela?
O problema é que parte desse dinheiro vem de empresas, como a JBS Friboi que já deu até aqui mais de R% 53 milhões para Dilma e Aécio. Isso até aqui, e a coisa vai mais longe, ainda. E sobre doar para campanha. Quem dá agora, vai querer ser ressarcido depois e ai sabe como é a coisa, ainda mais num País sem limites como o nosso. E para pagar uma ajuda recebida, o eleito dará um jeito em retribuir a “parceria” na forma de obras ou de compras. Isso foi, é e será sempre no Brasil.
O pior da política, ou talvez melhor, é que dinheiro e voto não se misturam. Quem tem dinheiro não tem voto e quem tem voto não tem dinheiro. É bem assim a coisa. Para o bem ou para o mal.
“Aquele que muito confia, muito se decepciona”.
Desconhecido
A presidente da Argentina Cristina Kirchner culpa o Brasil pela queda do PIB argentino. Ora, estão fazendo bobagem naquele País há vários anos e, agora, quando a coisa degringola de vez, culpam a nós por suas barbeiragens? Vão cachimbar formigas – o governo argentino.
O Brasil deveria, sim, era parar de bajular nossos vizinhos.