Blog do Sarico

Tem novo golpe cibernético na praça


Precisamos ficar atentos a uma nova modalidade de golpe que está sendo aplicada, com o auxílio da inteligência artificial: alguns softwares conseguem clonar a voz de uma pessoa e, a partir disso, efetuam ligações ou enviam áudios no WhatsApp se passando por ela, solicitando, a familiares e amigos, depósitos em contas de terceiros.

Tendo em vista que os tradicionais golpes de WhatsApp já estão “batidos”, ou seja, as pessoas já não caem mais com tanta facilidade, os criminosos estão, constantemente, se reinventando e aperfeiçoando o seu modus operandi.

Por isso, é necessário tomar muito cuidado com ligações de números desconhecidos ou mensagens solicitando que a conversa se estabeleça por meio do envio de áudios, pois bastam poucas palavras para captar a voz da vítima e reproduzi-la.

A partir disso, o crime se desenrola, pois os golpistas, com toda a sua expertise e com todo o seu aparato tecnológico, possuem o contato dos parentes e amigos da vítima que teve a voz clonada. Aí, entram em ação, fazendo as solicitações de valores.

Por mais que a conversa possa causar estranheza, dificilmente, as pessoas duvidarão da autoria do pedido, afinal, a voz da pessoa que está na ligação é idêntica à da pessoa que se diz estar requisitando o dinheiro.

Então, aqui vão algumas dicas para evitar cair nesta nova modalidade de golpe:

– Não atenda ligações e não responda mensagens de números desconhecidos;
– Não repasse nenhuma senha ou código de aplicativo de banco ou de rede social que seja recebido por SMS;
– Desconfie do pedido de depósito de dinheiro. Hoje em dia, primeiramente, precisamos desconfiar de pessoas e de situações, para, posteriormente, obter a devida certificação;
– Estabeleça códigos, pessoalmente, entre os familiares, para poder confirmar se o pedido de depósito é real ou não. E, em se deparando com esse tipo de requerimento, questione: “Fulano, qual é o código que combinamos”? Logicamente, se o código estiver errado, não é a verdadeira pessoa quem está entrando em contato.

Enfim, hoje em dia, todo cuidado é pouco, principalmente, na internet.

Bombachudos e Engravatados 2024


O 17º jogo beneficente Bombachudos x Engravatados está marcado para acontecer no próximo dia 25 (domingo), às 09h, na Esquina da Sorte, no interior de Tapera (RS).

A partida, que iniciou em 1996 e teve algumas paralizações, é beneficente ao Hospital Roque Gonzalez.

As equipes já estão sendo montadas. Eu fui convidado pelo Ernani Barbosa, que auxilia na organização do evento, para atuar no time dos Bombachudos, porem, como a bola me abandonou já faz algum tempo não poderei me apresentar, mas me farei presente na partida para fazer o registro dela.

A propósito. Depois tem almoço no local e para ser levado para casa. Cartões já a venda com os organizadores.

 

Aqueles carnavais de Tapera…


Hoje, sexta-feira, há alguns anos atrás, começava o Carnaval em Tapera e em alguns municípios da região. O pessoal se preparava meses antes para tratar da escolha da fantasia e depois confeccioná-la e aguardar o tão esperado dia para se jogar de corpo e alma no salão de festas do Clube Aliança, que teve os melhores carnavais de toda a região nos anos de 1970 e 1980.

Segundo os mais antigos, os carnavais do Salão Junges, atual Clube Aliança, nos anos de 1940 e 1950, eram realizados sem fantasias nem blocos. Os casais caprichavam na vestimenta e iam ao salão dançar e os solteiros(as) ia para o baile na esperança de ver ou rever alguém especial. Uma coisa no Carnaval nunca mudou; a dança em círculo no salão e o trenzinho.

No final dos anos 1950, com o Clube Aliança já instalado, de madeira, o pessoal começou a usar fantasias de palhaços, homens vestidos de mulher, entre outros.

Nos anos de 1970 é que começaram os blocos e as fantasias em Tapera. E tudo começou com o Sacks Block (foto), o bloco do saco, cujos integrantes se fantasiavam com sacos. Mais tarde, passaram a se fantasiar como árabes, com panos comprados na Casa Paulista ou Paulistana, do turco, que na verdade era libanês, Abdes Samie Musa Dawud Ismail, que ficava ali onde está hoje a Loja Girassol, na Rua Guido Mombelli.

O pessoal se reunia um mês antes para se organizar e ver sobre a fantasia, onde comprar o pano, os custos de tecido e da costureira e a concentração. Depois disso tudo era só esperar pela sexta, sábado, domingo e segunda-feira para cair na folia até o sol raiar. Muitas vezes o pessoal rumava até a Padaria Petter, que ainda está aí, na Rua Almirante Barroso, para tomar café reforçado, e também na Padaria Sattler, que ficava ali onde está hoje o Centro de Tintas, e só depois ia embora. Isso quando o pessoal não acabava dormindo pela cidade para desespero das pessoas que iam para a missa no domingo.

Muita gente trabalhava na segunda, mas não perdia a noite de domingo. Tinha gente que não dormia indo direto para o trabalho e aquele dia demorava para passar… Ao chegar em casa à noite, “morto” de cansado, a gente ia direto para a cama dormir um pouco. Depois de umas horas, levantava, comia algo e rumava para a concentração para então aproveitar a última noite de folia. Descansar, só na terça-feira. E no final da semana seguinte havia o “enterro dos ossos”, para fechar o ano com chave de ouro. Haja saúde (e fôlego) para tanta festa e folia.

Eu comecei cedo no Carnaval, não lembro bem o ano, pelas mãos do meu irmão, Vitor, que integrava o Sacks Block junto com a turma dele. E, aos poucos os irmãos e irmãs destes foram entrando no bloco e aquilo foi crescendo ano após ano. O Sacks fez história em Tapera.

O Clube Aliança promovia quatro bailes adultos e um infantil, no domingo à tarde, e para cá vinha gente de toda a região que lotava o salão que não dava para caminhar nem pular de tanta gente que havia. Ir até a copa ou ao banheiro era uma epopeia.

Uma das melhores fases do Carnaval de Tapera foi quando o Renato Pletsch assumiu o Clube Aliança. Ele e sua equipe impulsionaram a festa fazendo dela a maior e melhor da região. O Renato queria povo no CA e preparava ele de acordo com decoração, boa música e regalo aos blocos (bebida). Depois dele outros deram sequência ao trabalho, melhorando-o.

Alguns anos depois o Carnaval chegou ao Tenarião, para quem não era sócio do Clube pudesse ter, pelo menos uma noite, de folia. Nisso começaram os carnavais de rua onde os blocos locais e de fora desfilavam pela avenida, em frente à praça central e depois todos rumavam para seu baile, no Clube ou no Tenarião.

Haviam ainda os concursos de fantasia, adulto e infantil. No adulto, era quase impossível vencer os geniais Claudio Steffens e Clovis Gengnagel pelas suas criações (luxo e beleza) e a Letícia Kuhn, cujas fantasias eram assinadas pelo seu tio, o também genial Evandro Kuhn. Os demais blocos também caprichavam na sua.

Nos anos 1970, tivemos o Carnaval D’água, na Avenida XV de Novembro, em frente ao Clube Aliança e a Loja Maldaner, onde hoje está a Farmácia São João. O pessoal se concentrava ali com piscinas plásticas e lonas cheias de água e com balde, caneco e outros jogava água em quem passasse pelo lugar, a pé ou motorizado. Quem não queria se molhar passava com os vidros do carro fechados. Os desavisados eram molhados. A brincadeira não durou muito tempo. Um dia, a galera estava apostos e passou uma senhora com o vidro do carro aberto e alguém jogou água nela. A madame parou o carro, desceu e encheu o pessoal de desaforo. Nunca mais se teve Carnaval D’água em Tapera.

Lembro que o bloco Kaxkalho, que eu integrei, se reunia no domingo na propriedade dos Maldaner (Giba e Banana), em Lagoa dos Três Cantos, aquecendo as baterias para a terceira noite de folia. Fazíamos um churrasco e após desfile de fantasia. Quem ganhasse era coroado rei e rainha do bloco. E no final do dia o pessoal ia para casa vestir a fantasia do bloco e rumar para a concentração e após para o Clube.

Com o passar dos anos o pessoal foi casando e a família aumentando e com isso a festa momesca foi perdendo fôlego e diminuindo de público e de bailes. Mas, o Carnaval não parou, pois os blocos locais começaram a ir para Espumoso, Ibirubá, Carazinho e Não-Me-Toque. Bem mais tarde para Passo Fundo, Cruz Alta e Ijuí.

Com as novas gerações chegando as músicas e o gosto foram mudando e o Carnaval perdeu a sua essência com o fim das marchinhas até acabar de vez. Alguns clubes da região tentaram reativá-los, sem sucesso. O Carnaval atual encontra espaço apenas nas grandes cidades. Nelas, a festa acontece em clubes e nas ruas e avenidas do Rio, São Paulo, Salvador, Recife, Olinda, entre outros.

BLOCOS – Tudo começou, com o Sack’s Block, “o bloco dos sujos que não tem fantasia, mas que traz alegria para o povo sambar…”, depois vieram o Unidos do Nosso Bloco, que mais tarde se uniu ao Sacks Block e formaram o Unisacks. Vieram também Maracangalha, Oba Oba, Alegria Alegria, Aliança, Banco do Brasil, Aliança (da velha guarda do Clube), Verde e Branco, Kaxkalho, entre outros. E bem mais tarde, na “finaleira” vieram o Rei do Trago, 100 Futuro, Choppados e Meketrefes.

MARCHINHAS – As marchas que fizeram gerações pular nos clubes: Mamãe eu quero, Allah-la-ô, Me dá um dinheiro aí, Ta-hi, Cabeleira do Zezé, Cachaça não é água, O teu cabelo não nega, Saca-rolha, Mulata iê iê iê, Bandeira Branca, O abre alas que eu quero passar, Turma do funil, Cidade maravilhosa, entre outras.

O Carnaval de Tapera ficou no passado, em nossas memórias, assim como tantas outras coisas, como a Trinity Discoteca, que ficava no Clube Aliança e que fez grande sucesso nos anos 1980. Enfim, na vida, tudo tem um começo meio e fim. E com o Carnaval não foi diferente. Mas, quem viveu aquele tempo hoje conta com saudosismo e até lágrimas para seus filhos e netos como foram aqueles tempos maravilhosos de folia.

Eu posso dizer com muita alegria e satisfação: eu vivi isso tudo.

Tapera sem rodeio neste ano


Tapera não terá rodeio neste ano. O CTG Guido Mombelli desativou a sua invernada campeira e o Grupo Cultural Piazito Gaudério mantem apenas a sua invernada cultural.

Falei com o patrão Leodegar Tischer, do Guido Mombelli, que me confirmou que a entidade não realizará o seu rodeio neste ano e citou como causas a questão financeira e também a falta de gente para trabalhar no evento. E ele não garante a realização do rodeio para o ano que vem.

Também falei com o patrão Atílio da Silva, do Piazito Gaudério, que me confirmou que a entidade não realizará o seu neste ano. E como motivo da desistência citou o alto custo, a falta de gente para trabalhar e visitar e ainda a falta de incentivo. Informou ainda que o Piazito continuará fazendo visitas em rodeios pela região, junto com o Piquete de Laçadores Presilha Doze Braças.

O Atílio me disse ainda que, ao invés do rodeio, o CTG realizará um baile com a participação das entidades visitadas pelo Piazito.

Eu, assim como o restante dos taperenses, fico lembrando que já tivemos rodeios aqui em Tapera, lá nos anos de 1980, que lotavam o parque de exposições com entidades vindas de todos os cantos do Estado e até de fora dele; de gente ocupando todos os locais daquela bela área com barracas e milhares de pessoas circulando de um lado ao outro nos seus caminhos internos, também grande comércio tradicionalista presente, sem falar nas festas que eram realizadas nas barracas com muita música, comida e bebida.

Hoje, os tempos são outros, e não está nada fácil para as entidades se manter em pé, imagine promovendo um evento do tamanho de um rodeio que dá muito trabalho e gasto. Mas, cada um sabe onde sente a dor e o momento não é de se fazer loucura.

Pensamento do Dia


“As coisas são como elas são, a gente só sofre porque imagina que elas poderiam ser diferentes”.

Desconheço a autoria.

O Sarico estava certo


O recolhimento do lixo em Tapera não está 100%. Tem gente que acha que o serviço melhorou com a troca de empresa e tem quem ache que não. O problema é que ela não consegue recolher todo o lixo produzido na cidade num só dia porque é muita coisa descartada pela população. Por outro lado, o pessoal tem pressa em descartar o seu lixo e isso acaba gerando uma confusão dos diabos na cidade, sem falar dos que insistem em descartar móveis, eletrodomésticos e outros em qualquer lugar.

Na última segunda-feira (05.02), o vice-prefeito Prego Henrich, esteve na sessão de abertura da Câmara de Vereadores para falar sobre entulhos, que não deixa de ser lixo. E ele reconheceu que a coisa anda complicada aqui porque a Prefeitura recolhe o material e logo em seguida aparecem mais descartados e que isso acontece em todos os lugares da cidade.

Ele informou que câmeras foram instaladas em pontos estratégicos, onde mais acontece os descartes de entulhos, na tentativa de coibir o pessoal, mas ao que parece, não está adiantando. Um projeto de lei será enviado à Câmara regulamentando a questão. Primeiramente haverá advertência e depois multa.

Foi proposto a criação de vários Ecopontos pela cidade para que este material seja descartado de forma correta. É uma saída, mas o povo precisa ajudar fazendo (bem) a sua parte.

Pois, chamou minha atenção na fala do Prego na tribuna, quando ele disse que temia pelo serviço de recolhimento do lixo tendo em vista o valor que a nova empresa teria pedido para executar o trabalho em Tapera.

Eu escrevi sobre isso aqui no dia 08 de março de 2023. Disse que havia lido o contrato e que me preocupava o valor pedido, R$ 60,788,87, para descarregar 260 contêineres na cidade.

O secretário de Desenvolvimento Elias Goulart, me disse na época, que o caminhão conseguiria realizar o serviço, conforme mostrava o GPS, e que se ele estragasse outro o substituiria e ainda que os contêineres seriam higienizados a cada 90 dias.

Na oportunidade, alguém da empresa, escreveu que não haveria problema e que ela conseguiria realizar o trabalho de coleta com o valor proposto. E uma outra pessoa, de forma anônima, escreveu o seguinte:
– “Sarico sendo Sarico. Sempre querendo criar a discórdia e disseminar coisa ruim. Mas a sociedade taperense sempre haverá de ter um Sarico. Pena meu amigo. Teu potencial sempre foi gigantesco. Mas tuas vaidades o te destruíram” (ipsis litteris).

Pois é, este mesmo Sarico foi lembrado de forma indireta pelo vice-prefeito Prego na Câmara na segunda-feira, ao reconhecer que temos problemas com o recolhimento do lixo em Tapera. E este problema em parte é da empresa e em parte dos cidadãos que não fazem a coisa certa quando descarta o seu lixo.

Nova pesquisa em Tapera


Tem gente com (muita) pressa para a definição de nomes para as eleições municipais deste ano aqui em Tapera (RS), pois na semana passada uma nova pesquisa foi realizada na cidade para medir a “febre” do eleitorado taperense.

A equipe, de fora do município, esteve em vários pontos da cidade na última sexta-feira (02). Segundo um amigo, que foi abordado próximo ao Supermercado Santa Clara, o pessoal lhe fez uma única pergunta: “Em quem destes nomes você votaria para prefeito?”, e citou três deles: Ireneu Orth (Progressistas), Aurélio Vicari (PTB) e Jorge Paulus (PT).

Como sempre, ninguém assumiu a autoria da pesquisa, mas pelo seu conteúdo dá para se ter uma ideia de quem a encomendou.

E sobre os nomes citados o que eu levantei até aqui:

JORGE PAULUS – Eu ainda não conversei com o ex-vice-prefeito, mas amigos seus dizem que ele não é candidato. Um petista me confidenciou que a sigla pode não colocar candidato a prefeito e nem a vereador na eleição. Já outro me disse que candidato a vereador o partido terá, desde que a sigla esteja regularizada.

AURÉLIO VICARI – O vereador não esconde de ninguém que é candidato em outubro pela oposição e espera algumas definições que deverão ocorrer em Tapera ainda neste ano para se lançar candidato. Um amigo dele me disse, rindo, que está escrito na testa do Vicari que ele é candidato e que quer ser prefeito de Tapera. Sua atuação sistemática na Câmara comprova isso.

IRENEU ORTH – O tetra prefeito é sempre lembrado, em todos os lugares, por progressistas e por pessoas sem partido e até antigos opositores seus, que o querem de volta na Prefeitura. O Ireneu, raposa sábia, sabe que enquanto não houver indefinição ele continua colhendo frutos de suas quatro administrações pelas suas realizações. Em momento algum ele se diz candidato e até desconversa. Mas, amigos próximos a ele acham que ele concorrerá. Na verdade, o Ireneu deixa o tempo passar e enquanto isso vai sendo lembrado o que de certa forma é muito bom, afinal quem não gosta de ser lembrado a todo momento e em todos os lugares por todos pelo que realizou?

Enquanto isso seguem as conversas nos bastidores em Tapera. O pessoal tem um quadro geral da coisa toda, mas sabemos que política é como o gás, volátil e, como diz a física, ela pode mudar a qualquer instante dependendo das condições do “ambiente”.

Mês que vem começam as definições. Pelo menos as tratativas. Depois eu falo mais.

Se falou tá falado


Eu acompanhei todas as 43 sessões da Câmara de Vereadores de Tapera em 2023 para o JEAcontece, jornal eletrônico do qual sou seu diretor e editor, e testemunhei muitas manifestações na tribuna, entre as quais algumas promessas.

E os vereadores se esforçaram para dar o seu recado a seus eleitores e ao povo taperense. A oposição fez a sua parte criticando a administração municipal e a situação, maioria na Casa, fez a sua defendendo-a. E as diferentes posições são do jogo, da democracia.

Agora, muita coisa que foi falado na tribuna foi guardada na memória de algum equipamento para ser cobrada depois pela comunidade e ainda ser utilizada na eleição deste ano.

Quando se usa a tribuna não se pode falar por falar, é preciso dar o recado sempre de forma pensada para não dar margem a cobranças caso a promessa não seja cumprida. Numa época como essa, com os políticos sendo questionados a todo momento, falar por falar, torna-se uma arma muito perigosa, principalmente em ano eletivo pois servirá de munição nas ruas, nos bares, nos palanques, nos programas radiofônicos e também nas urnas.

Afinal, o que se fala numa tribuna torna-se oficial e indica certeza na realização. Uma tribuna não comporta leviandade.

A propósito. Hoje à noite iniciam os trabalhos na Câmara de Vereadores de Tapera relativos a 2024, o último do atual mandato. E, neste ano, ela será comandada por Joel Alves dos Santos, o “Colares” (PTB).