O publicitário que assinou a campanha da Femaçã, que acontece em Veranópolis, em abril, resolveu inovar ao colocar a rainha e suas princesas com maças cobrindo os seios. Pois, os gringos enlouqueceram e botaram a boca no trombone dividindo as opiniões na cidade. Agora, vendo o cartaz, a ideia é ótima assim como a beleza das gurias.
Uma de minhas histórias favoritas é sobre um fazendeiro americano que fez consultoria agrícola para outro na Alemanha. Ele perguntou ao fazendeiro alemão sobre o tamanho de sua propriedade e obteve a seguinte resposta.
– Mais ou menos 260 hectares.
Quando o alemão lhe fez a mesma pergunta sobre o tamanho de sua propriedade, o fazendeiro explicou que se dirigisse sua caminhonete desde o amanhecer até o pôr-do-sol ainda estaria dentro de sua propriedade. Para não ficar em desvantagem, o fazendeiro alemão respondeu:
– Também já tive uma caminhonete velha assim.
“O tempo deixa perguntas, mostra respostas, esclarece dúvidas, mas, acima de tudo, o tempo traz verdades.”
Desconheço a autoria.
O Grêmio deverá receber o seu estádio, pagando um preço bem menor do que foi pedido por ele. Mas, terá de pagar, afinal o BNDES buscou dinheiro no Santander, no Banco do Brasil, na Caixa Econômica Federal e até no Banrisul, e esses bancos vão querer receber o seu. Se a OAS quebrar, seu patrimônio, incluindo a Arena, irá para quem? Para o governo, funcionários, credores e só depois para o Grêmio. Os bancos não vão querer o estádio e deverão vendê-lo ao clube, por que esse tipo de ativo a eles não interessa. O que lhes interessa é dinheiro.
A Arena do Grêmio deu R$ 45 milhões de prejuízo no ano passado. Esta novela, do autor Paulo Odone, vai mais um tempo ainda.
Amanhã (27), completará dois anos da morte de 242 pessoas em Santa Maria. E até agora ninguém foi preso ou responsabilizado. Não aconteceu nada até aqui, a não ser o sepultamento de 242 inocentes, no auge da vida. Que fiasco isso.
Brasil, País de todos alicerçado em cima do tripé impunidade, irresponsabilidade e descaso. Uma vergonha.
Na madruga do último sábado, ladrões invadiram uma propriedade localizada em frente ao Parque de Exposições de Tapera e abateram uma vaca de leite. E do bicho levaram apenas um quarto, deixando o resto no local, tudo a poucos metros da estrada que leva à Linha São Luiz. Mas, vale a pena correr risco por um quarto de uma vaca? Será que vale o preço de ser visto, identificado, preso e processado? Tem gente muito corajosa neste mundo, mesmo. Pelo risco, não era mais fácil (e melhor) comprar a peça em um dos vários açougues da cidade?
Vendo os golpes praticados na aposentadoria de trabalhadores rurais analfabetos por advogados inescrupulosos no nordeste, mostrados ontem no Fantástico, me fez lembrar do Corão, o livro sagrado do islamismo, que é bem específico quanto a isso. Será que esses caras dormem à noite? E o que eles dizem para seu filhos?
Neste domingo, no intervalo do Fantástico, foi veiculado comercial da Petrobras. Ele chamou minha atenção por duas coisas: 1º Por que a empresa voltou a se “mostrar”, depois de toda essa turbulência que a envolve, e 2º Por que no final o locutor encerra dizendo: “Superando desafios. Todos eles”. Maravilha. O maior desafio da Petrobras será recuperar o dinheiro que foi botado fora em negócios mal feitos e escusos. Só isso. Nada mais que isso.
Afinal, quem o mantém financeiramente? O mundo já se perguntou sobre isso? Eles pagam salário para seus “soldados” e ainda lhes dão presentes caros. Quem banca isso tudo?
Um amigo e leitor do Blog, que reside há muitos anos nos EUA, me contou que já pagou U$ 1 por galão – 3,78 litros – de gasolina. Hoje, ele custa US$ 2. O galão de gasolina nos EUA vale U$ 1,39 ou 2,60 reais – mais de 3,7 litros. E gasolina da mais alta qualidade.
Por que aqui a gasolina é tão cara?