Há muito tempo venho dizendo que andar em Tapera está difícil. E está, mesmo. O que confirma o que venho dizendo são estes constantes acidentes que vem acontecendo no centro, mais precisamente na Avenida Dionísio Lothário Chassot e na Rua Rui Barbosa, que viraram pista de corrida. A cidade está mais rápida e as pessoas, quando ao volante, com mais pressa. E salve-se quem puder. Aqui, dá impressão de que quem anda mais rápido e entra primeiro tem a preferência.
O asfalto deixou a cidade mais bonita e melhor para se andar, mas por outro lado ficou mais rápida e deixou as pessoas mais apressadas.
Quem está na rua, no veiculo ou a pé, precisa ter muito cuidado, mas acima de tudo prestar atenção na sua velocidade e nas placas de sinalização, especialmente quem é de fora.
Esse acidente que aconteceu na última sexta-feira, na Rui Barbosa, é prova disso. Envolveu cinco carros, sendo que dois estavam parados. Uma loucura e quase que um amigo leva a pior. Felizmente, seu anjo da guarda estava “ligadão”.
Mas, Tapera – sua gente – precisa se reciclar no trânsito, na maneira de se portar nele. É preciso rever sua conduta quando ao volante. Pode até não acontecer nada com a gente, mas de repente alguém muito próximo de nós, de quem a gente gosta muito, pode pagar pelo ato inconsequente de outro. Vamos pensar nisso? Não tem por que se andar adoidado pelo centro como vemos todo dia. E também à noite.
A propósito de movimento à noite. Na Dionísio o movimento de madrugada é intenso. O tempo todo. Todos os dias. Mas, o que essa gente faz andando de madrugada pela cidade? Esse pessoal não trabalha no dia seguinte?
Vamos mudar, pessoal. Está na hora. Para o bem de todos nós. De nossos filhos, familiares, amigos e conhecidos.
Nesta semana, nas ocorrências policiais em Tapera, destaque para três brigas, sendo duas entre casais e uma entre mulheres, por causa de um homem. E, pelo que soube, o pau comeu solto em todas elas. Mas, uma de casal chamou minha atenção. Na polícia, a mulher contou que o marido se atracou nela, por que estava bêbado e por que ela estava dançando com um outro em uma festa. Ao pedir se queria representar contra ele, a mulher disse aos policiais que não.
Uma sucessão de erros. Por que foi dançar com outro? Para provocar ciúme no marido? Se não quis representar contra ele, por que chamou a polícia? Se apanhou uma vez vai apanhar novamente, isso se já não apanhou antes.
O problema dessas coisas é gostar de apanhar. Ai não tem remédio que cure.
Vendo essas denuncias que o Fantástico vem mostrando nas últimas semanas fico pensando no quão seguro estão prefeitos e vereadores da impunidade que campeia este País e cujas leis que favorecem os maus. Esse pessoal mete a mão valendo no dinheiro público, em plena luz do dia e na frente de todo mundo, sem medo nenhum. Já o meu medo não é dessa gente, mas de quem os elege. Não é ser bairrista, mas coisas assim não acontecem aqui no Rio Grane do Sul, pelo menos não nesta intensidade. Por que o resto do País não cria vergonha na cara e faz o mesmo? E vamos parar de pensar apenas no dia de hoje.
Acho engraçado nestas execuções que os extremistas do Estado Islâmico realizam, não o ato em si, que o pessoal ao ser executado não grita, não berra, não chora, não faz nada. Os caras ficam apáticos enquanto o carrasco fala (em árabe) com a maior naturalidade. Será que que esse pessoal é dopado antes de ser morto? Ou é montagem? Que estranho isso. Já repararam?
Veja a foto do piloto de caça jordaniano – acima – que foi queimado vivo. Um cara que está prestes a sofrer e morrer age assim?
Que tal o Big Brother Brasil 15? Não assisto o programa, mas sei pela imprensa das peripécias que acontecem dentro daquela casa, debaixo do edredom, e agora nem tão escondido assim. Por que esconder se é moda e o povão adora uma safadeza? Daqui a pouco vai ter suruba ao vivo naquele confinamento.
O pior de tudo é que uma coisa dessas vende muito. A Globo e as operadoras de telefonia que o digam. E agradecem a gentileza do povo brasileiro que prestigia o programa, elevando seu índice de audiência lá nas alturas.
Falando sério. Como o brasileiro, que gosta tanto de bobagens e porcarias, pode se apresentar como um povo de primeiro mundo? Estamos a caminho disso, mas ainda vai demorar muito para atingirmos esta condição. É um “pobrema” isso.
O BNDES deve ao Tesouro Nacional, ao povo brasileiro, a “bagatela” de R$ 430 bilhões. Com as benesses dadas pelo Governo Federal a seus amigos nestes últimos anos, esta conta pode passar fácil de R$ 1 trilhão. Já pensou? Mas, para onde foi todo esse dinheiro? E como o BNDES pensa em ressarcir o Tesouro Nacional?
O Clube Aliança de Tapera promoverá neste ano dois bailes de Carnaval. Um deles será na sexta-feira (13), às 23h30min, com a animação da banda Exclusiva, do meu amigo Arlei Zamboni; e o outro na terça-feira (17), das 17h às 23h59min, para as famílias, segundo a direção do CA.
Tapera vive mais um Carnaval, mas não será mais aqueles de antigamente, afinal, hoje os gostos, as músicas e os atrativos são outros. Mas, mesmo assim, vamos prestigiar os dois bailes do Clube Aliança. Maiores informações na secretaria.
Uma última coisa. Moderação na bebida, certo? E um bom Carnaval a todos.
Comecei a escrever um e estou nele há quase um mês. Já saíram 90 páginas. O conto é bonito, interessante, que não acaba mais, pois a cada capítulo surge uma ideia nova e é preciso voltar ao início para acertar uma coisa ou acrescentar outra. Não é fácil montar o enredo e traduzi-lo para uma linguagem simples de ser entendida e que atraia o leitor. A trama é boa. Depois falo mais sobre ele.
Alguém viu por ai o mês de janeiro? Mas, o ano começou ontem… Que loucura isso ai.
“Agora o brasileiro tem dinheiro, mas não tem onde gastá-lo”.
Desconheço a autoria