O manifesto programado para o próximo domingo (15) é uma incógnita. O pessoal quer voltar às ruas para pedir melhorias no País, que foram prometidos e que não foram cumpridas. No começo, o governo federal não deu muita importância a ele, mas depois que viu as redes sociais fervendo, especialmente o “zap-zap” (WhatsApp), se assustou. O governo está apavorado com o poder da internet, algo que não sonhava quando era oposição e que apareceu agora, quando é situação. É uma nova situação para ele.
Vamos ver o que o povo vai pedir e conseguir, mas tudo passará pelo tamanho dos manifestos em todo o País. Se o movimento for pequeno, o governo descansará. Mas, se for grande, terá de correr e a polícia também. Não pela violência, mas para monitorar tanta gente nas ruas.
E quem for protestar, pedindo melhorias, que o faça sem violência. Só no barulho, no grito.
Vamos ver que bicho sairá desta mobilização nacional. Se teremos uma águia ou um beija-flor. A ver…
Em tempo. O panelaço realizado no domingo, quando a presidente Dilma falava às mulheres pelo Dia Internacional da Mulher, em rede nacional de televisão, segundo o governo, foi promovido por pessoas que residem em coberturas, em zonas centrais das cidades. Só que não foi o que se viu nas redes sociais. O governo está sabendo. O recado está dado.
Falando sério (e de verdade). A vida no Brasil vai bem ou não? E como vai a sua vida?
Alguém ainda tem dúvida de que a Petrobras, a maior empresa brasileira e orgulho nacional, foi saqueada por bandidos? O que fizeram com ela foi covardia.
A presidente Dilma disse hoje à tarde, em São Paulo, que espera a recuperação da economia até o final do ano. Tem gente que acha que ela – a economia – vai bem. Vamos torcer para que a primeira mandatária faça a sua parte e que o Brasil cresça, de fato. O País não é isso tudo que falam (e pensam) por ai.
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Impressionante o que tinha de gente na Expodireto, em Não-Me-Toque, e no Festival da Cuca com Linguiça, em Victor Graeff, pousando ao lado do governador José Ivo Sartori, nas fotos. O pessoal quer cargo no governo.
Tem uma ala de um partido ai que participou do governo Tarso Genro e depois se dividiu no apoio a Tarso e Sartori. O engraçado é que os contrários ao governador eleito agora querem teta. Tem cada um…
O time não consegue jogar. Apesar de atuar com equipe reserva, era o Inter que jogava no domingo, em Caxias do Sul.
Nesta temporada a equipe ainda não conseguiu jogar. Que coisa!
E o que foi aquele lance do goleiro Muriel, no gol do Juventude? Nem em municipal acontece lance semelhante. Aquela cena será mostrada a exaustão nos próximos dias em todo o País. Bizarro!
Os cinco deputados federais gaúchos e também o ex incluídos na Lista Janot e com isso envolvidos na Operação Lava-Jato, estão com seus nomes maculados por conta disso. Eles podem não ter recebido um pila da Petrobras, mas só o fato de serem lembrados já os coloca no rol dos culpados. Infelizmente é assim a coisa. Primeiro se julga e depois, se for o caso, se pede desculpas, apesar do estrago feito. E depois todos esquecem, afinal nossa gente não tem boa memória.
Segundo o doleiro e operador financeiro Alberto Youssef, em seu depoimento, ele garante que a alta cúpula do PP no País recebia propina que ficava entre R$ 250 mil a R$ 500 mil mensais. E parte deste dinheiro chegou ao bolso dos deputados gaúchos? É isso que se quer saber. Se não chegou eles terão de provar e sairão ilesos, mas se bater, pelo menos R$ 1, eles terão de explicar e não terão mais moral para cobrar qualquer partido ou político que seja, pois estarão todos nivelados, por baixo.
Eu, como gaúcho (e bem bairrista), torço para que tudo não passe de denúncia vazia. Mas, se ficar provado que eles receberam de fato dinheiro de Youssef, nunca mais poderemos nos vangloriar da alta politização de nossa gente, por que aquilo que antes cobrávamos da parte de cima do Brasil, chegou a sua parte baixa. Como uma bomba.
Dos seis nomes envolvidos, um deles eu tinha certeza de que apareceria na Janot por seu envolvimento em outros casos. Mas, um deles, que é reconhecido nacionalmente e hoje maior nome do PP gaúcho, causou surpresa geral.
Nossos políticos, se forem comprovadas suas participações neste esquema criminoso, já que também ajudaram a pilhar o patrimônio público, serão colocados no mesmo nível dos demais e que são maioria em Brasília e que a cada eleição são catapultados para lá como se fossem deuses em seus Estados por seus conterrâneos.
Vamos ver quem é quem nesta história que manchou o Rio Grande do Sul, pelo menos na denúncia o que já é um desgaste desnecessário. E vamos ver também quem é bom e quem não é para separarmos o trigo do joio. É importante que se diga que os envolvidos serão investigados e não quer dizer que por isso sejam culpados. Mas, por descarga de consciência, deveriam abrir o seu sigilo. Todos eles.
Uma última coisa. Muito cuidado com quem você defende até a morte, principalmente político, pois um dia ele poderá lhe decepcionar e ter várias maneiras para isso. O homem é frágil e falhar é da sua natureza, especialmente se envolver dinheiro e poder, pois por eles ele entrega a alma ao Diabo. Quanta gente já fez isso? Só que assim, por não ter palavra Deus retirou ele do seu lado. E cuidado também com a conta que virá no final.
O governo José Ivo Sartori está indo devagar nestes menos de três meses de mandato e começa a preocupar por suas decisões. Diz que as toma para ajeitar a casa que está ruindo, o que não está mentindo.
O que se vê neste governo é falta de transparência. Agora ele ameaça mexer no bolso dos policiais civis, após ter mexido nos dos PMs, que ameaçam diminuir seu trabalho. Nós já não temos policiais na rua, nem segurança. Já pensou ficarmos sem os poucos que ainda temos? Seria um Deus nos acuda.
Está na hora de Sartori dizer ao que veio. E se têm que tomar decisões fortes, que as tome e diga ao povo por que as tomou. Que seja claro.
Na abertura da Expodireto Cotrijal, nesta manhã, quando todos esperavam alguma nova medida do governo, Sartori não deu nenhuma e ainda citou frases de efeito para justificar a posição do seu governo a certas coisas.
Com menos de 100 dias de governo está na hora de parar de chorar e começar a governar, nem que tenha de passar os quatro anos de arrasto e correndo o risco de não se reeleger, mas deve tirar o Estado desta situação em que se contra. Alguém terá de cortar na carne para ajeitar a casa e que seja ele, então. O plano da governadora Yeda foi bom para o RS, mas infelizmente não teve continuidade, lamentavelmente.
O Grêmio não quer mais saber do atacante Kleber Gladiador. Nem o treinador Felipão. O clube quer se livrar dele devido ao seu alto salário: R$ 600 mil mensais. Pode ir embora, mas não pode jogar no Inter. Que tal? O que faz a rivalidade, não?
E a situação do Grêmio por conta da Arena? O Tricolor receberá seu estádio, mas terá de pagar por ele. De graça ele não virá, por que banco não dá nada de graça. Nem cumprimento. Por outro lado o time sofrerá no campo até acertar sua vida que poderá levar anos. Parada dura. E não foram poucos os que eram contrários à assinatura do contrato com a OAS. Quem disse não agora está rindo. Não da situação do clube, mas da posição de quem disse sim, à época. O acordo foi terrível para o Grêmio e essa conta demorará muito tempo para ser quitada.
“A verdade dói apenas uma vez; a mentira dói a cada vez que se lembra”.
Desconheço a autoria