A onda de racismo continua no Rio Grande do Sul e querem levá-la agora para o Beira Rio, a todo custo. É demais. Afinal, quem inventa essas coisas, sabendo que a torcida do Inter, na sua grande maioria, é composta por negros? Os caras querem fazer a questão maior do que o ato em si onde um atleta desrespeitou uma instituição centenária. E até parece que a imprensa quer que se nivele o racismo no futebol gaúcho, nos dois lados. Esta é a impressão que tenho. Ora, racismo na questão do Fabrício é brincadeira. E fica pior quando quem foi flagrado é tão negro quanto ele. Eu vou morrer e não verei tudo. Que fiasco isso. E não é do Inter.
Outra coisa. Parar um campeonato que está indo para a reta final, como quer o TJD, é dar importância a algo que não teve relevância alguma. Que não foi o mais importante no contexto. Estão querendo equiparar as coisas e nivelando por baixo. A coisa não é assim.
Em tempo. Para deixar bem claro. Não sou racista e meus muitos amigos “morenos” e “negões”, como os chamam carinhosamente, sabem muito bem disso.
Esse projeto do Comaja, de implantar câmeras de monitoramento nos seus municípios, vai ou não sair do papel? O poder público pode ter suas explicações para a demora: a legislação, mas vai explicar isso à população que está apavorada com o crescimento da violência nas cidades. Está feia a coisa…
Nesta manhã, passando pelo centro da cidade, testemunhei esta triste cena: lixo espalhado pelo chão, pela ação dos cães. Pelo visto, o mesmo foi colocado no local no domingo, se não no sábado. Existe em Tapera um novo cronograma de coleta de lixo, mas pelo visto ou o pessoal não está sabendo ou não o está respeitando. Acontece que nem todos escutam rádio e nem todos acessam site da Prefeitura. Fica ai a dica ao poder público e à população.
A Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) e os Sindicatos dos Jornalistas do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina emitiram nota pedindo às autoridades competentes transparência e agilidade nas investigações da Operação Zelotes, que apura o envolvimento do Grupo RBS, entre outros, num possível esquema envolvendo débitos tributários, a partir de um suposto pagamento de propinas a integrantes do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (CARF).
A nota pede à Justiça brasileira que haja igual como agiu na questão da Operação Lava-Jato e não adote dois pesos e duas medidas. Segundo ela, as empresas investigadas devem responder pelos crimes de Advocacia Administrativa Fazendária, Tráfico de Influência, Corrupção Passiva, Corrupção Ativa, Associação Criminosa, Organização Criminosa e Lavagem de Dinheiro.
Segundo a nota, além do Grupo RBS, estariam envolvidos no esquema: Globo, Folha/UOL, Rede Bandeirantes, Gazeta Mercantil, Sistema Verdes Mares, Rede CBS de Rádios, Rádios Curitiba Ouro Verde FM, Grupo João Santos, Grupo Manchete, Rede Massa, Rede Transamérica, entre outros.
A nota diz ainda que a Rede Brasil Sul (RBS), subsidiária da Rede Globo no RS e SC, tem um longo histórico de condenações na Justiça do Trabalho por não respeitar os direitos de seus empregados, com jornadas abusivas, não pagamento de horas-extras, enquadramento irregular de profissionais e descumprimento de cláusulas de acordos coletivos, além de pagar baixos salários e instaurar um clima constante de apreensão nas redações, com demissões frequentes.
Concluindo, a Fenaj e os Sindicatos dos Jornalistas do RS e de SC exigem, portanto, uma rigorosa investigação das operações Zelotes e SwissLeaks, com transparência, para que o povo brasileiro possa ter acesso à verdade, e para que a democracia não seja substituída, no Brasil, por uma midiocracia.
No Rio Grande do Sul a imprensa fala pouco, quase nada da Operação Zelotes. Por que será?
Veja a nota na íntegra em http://www.fenaj.org.br/materia.php?id=4295.
Esta semana recebi a conta de luz e me assustei com o aumento, muito superior à inflação. A presidente Dilma, na campanha, na televisão, disse que não haveria aumentos de impostos nem de serviços. Mentiu, pois tudo aumentou e bem aumentado. A oposição está chamando isso de estelionato eleitoral. E teria outro nome para isso?
Nos casos envolvendo corrupção, que não são poucos neste País nos últimos anos, quem fatura são os grandes, mas quem executa tudo são os pequenos, que acabam ficando com as migalhas. E se esse “baixo clero” resolvesse abrir o bico? O Brasil bem que merecia isso, não?
Mas, o que foi aquilo ontem com o ex-jogador Fabrício, do Inter, no Beira-Rio? O cara surtou, enlouqueceu de vez. Em pleno jogo, com o time no ataque, ele resolve parar e mandar a torcida que o vaia há algum tempo tomar naquele lugar. O juiz vendo aquilo o expulsou, com razão. Ai o desequilibrado tira a camisa e a joga no chão, em um completo desrespeito com o clube. Não sei, mas o rapaz está com sérios problemas pessoais e o Inter não detectou isso. Mas, o que o Fabrício fez eu jamais havia visto na vida. Foi um fiasco aquilo. Assistindo ao jogo, com alguns amigos, afundei na cadeira de vergonha com lamentável cena que, infelizmente, será reproduzida nesta semana no mundo todo, todos os dias.
O Fabrício nunca jogou bola, apesar de ter ajudado o time a classificar para a Libertadores, mas também recebeu para isso, pois se fosse de graça, por amor, ele mandaria também o time para aquele lugar.
O atleta aprontou e deve sair. Terminou sua história no clube e não fará falta, sem deixará saudades. Tomara que algum clube o contrate, apesar deste gesto impensado que o marcará para sempre.
Um jogador, que ganha muito bem, se comparado com qualquer trabalhador normal, deve se cuidar e jogar regularmente e ainda respeitar a torcida e sua passionalidade. Deve mostrar que ela está errada em campo, jogando bola, não acenando para ela e desrespeitando um clube e uma história vencedora.
Que vergonha.
“Viva o Brasil onde o ano inteiro é primeiro de abril”.
Millor Fernandes
Incumbiram um jornalista a fazer uma matéria sobre a reforma do mundo. Concentrado em sua casa, procurava encontrar o fio da meada para desenvolver o assunto, entretanto, seguidamente a sua filhinha, com amor filial, vinha interromper a sua meditação. Ele achou um mapa do mundo, cortou-o em múltiplos pedaços, entregou à sua filhinha e disse: procure colocar os pedaços de forma que restitua o mapa.
Concentrou-se novamente e passado algum tempo não muito longo, veio a filhinha apresentando a atividade perfeitamente completa. O pai, surpreso pela rapidez, questionou a menina, como ela tinha conseguido realizar a atividade em tão pouco tempo. E a criança respondeu: “Pai! Do outro lado tem a figura de um homem. Eu consertei o homem e o mundo ficou consertado”. Ali estava a resposta que o jornalista tanto procurava. Reforma-se o Ser humano e o mundo ficará reformado.
Este é o grande desafio da humanidade neste terceiro milênio. Olhar para dentro de si, verificar seus inúmeros defeitos e trabalhar na sua correção.
Com isso, os pais tem a missão de educar seus filhos para o bem, instituições fraternas tirando os meninos de rua, alcoólicos anônimos, sítios de recuperação de drogados… entretanto, depende de cada um, com seu esforço, a transformação para melhor.
Pode se ver que é um trabalho a longo prazo e tira o conceito de criticar o semelhante, mas, corrigir a si próprio.
O treinador Diego Aguirre está no cadafalso. Uma parte da torcida quer a sua cabeça e a outra não. A imprensa, toda ela, quer a cabeça do uruguaio. Se queixam que o Inter tem um baita time, mas que não está jogando. Não tem um time definido, nem esquema de jogo. Os números são favoráveis a ele, mas o pessoal quer mais. Sempre mais. Gaúcho é mesmo bicho triste, mesmo. Com ele não tem meio termo. É tudo ou nada.