O governador José Ivo Sartori, na manhã de hoje, deu uma baita notícia aos mais de 100 mil servidores do RS. Disse que ano que vem pagará em dia os salários. É mesmo uma grande notícia. Mas, a que ponto chegou o Rio Grande do Sul. O que fizeram com esse Estado?
Dos 3 mil cargos que seriam extintos pela presidente Dilma no governo federal, apenas 346 – 11,5% – foram cortados. E tem mais. Ela também anunciou corte do seu salário e do vice, mas isso não aconteceu. É possível ser otimista quanto à vontade do governo para consertar a economia?
Que tal essa do sangue contaminado pelo vírus HIV em um banco de sangue em Erechim (RS)? O Ministério Público e a polícia estão investigando. E será que esse foi um caso isolado? Ou tem outros, que a gente não sabe? Agora, tente se colocar no lugar do homem infectado. O cara deve estar em parafuso. Afinal, em quem podemos confiar no Brasil? Que coisa!
E mais uma rolou no final de semana na Rua Coronel Gervásio, em Tapera, em frente ao City Hotel. No vídeo que está na internet, no amanhecer, aparece um jovem com uma chave de rodas e outro com um pedaço de pau se agredindo. Aparecem ainda outros participando da briga.
Não sei o que esse pessoal pensa da vida. Mas, por que saem de casa para brigar? Eles não pensam em se divertir? Não devem saber que tem coisas bem melhor para se fazer à noite do que ficar se esfregando com marmanjo.
Quem quiser brigar deveria ficar em casa, cuidado da propriedade.
Isso fica feio para Tapera que corre o risco de pegar fama de briguenta. Isso não. Por favor!
O governo José Ivo Sartori está prestes a completar um ano no próximo dia 01. Passado 1/4 do seu mandato qual é o seu projeto de governo? O PMDB venceu a eleição em cima de uma frase: “O meu partido é o Rio Grande”, que encantou a gauchada. Pelo menos a maioria. E em cima da arrogância e da falta de humildade de Ana Amélia Lemos, que estava praticamente eleita. Enfim, como serão estes 3/4 do governo Sartori? E o que podemos esperar dele?
Estamos no final de mais um ano. Que tal? Passou rápido esse ai, não? O que você conseguiu fazer em 2015? E o que você não conseguiu fazer? E para 2016, quais são os seus planos?
Hoje, no início da tarde, recebi com pesar a notícia da morte do padre Tenário Seibel, em Passo Fundo, e logo muitas coisas passaram pela minha cabeça.
Não lembro ao certo quando o conheci, mas faz muito tempo. Acho que foi no Tenarião, ginásio que ele construiu quando pároco da Igreja Matriz de Tapera, no final dos anos 60. Era um final de tarde. Não havia piso, apenas cascas de arroz e nós jogávamos futsal na terra. Éramos uns 30 correndo atrás de uma bola “descascada”, metade para cada lado. Imagine a correria, a confusão e o pó que levantava. Num dado momento entrou um homem no espaço da porta vestindo uma longa “saia” preta. Ai alguém gritou: “É o padre” e todos pararam, pois ele havia dito que não era para jogar ali, pois o ginásio estava em construção e alguém poderia se machucar. Ficamos com medo que ele tirasse a nossa bola, mas ele olhou para todos, chamou alguns pelo nome, deu uma risada e passou rindo por nós indo em direção ao bolão. Ninguém entendeu nada e continuamos correndo atrás daquela “pelota” que parecia tudo, menos uma bola. Com o pó a bola, os tênis, as roupas e as caras de todos tinham a mesma cor. E em casa depois…
Depois daquele dia comecei a ver o padre Tenário mais vezes na cidade, talvez por que estava crescendo. Como ele saiu padre em 1960 e eu nasci em 1961, certamente ele me batizou.
Anos mais tarde me tornei coroinha e o via praticamente todos os dias. Achava engraçado que ele me chamava pelo nome. Mas, na última vez que o vi, em Passo Fundo, ele não me reconheceu, talvez pelos anos.
Ontem à noite, minha filha estava na missa que ele presidiu. Segundo ela, padre Tenário estava com uma aparência de cansado. E hoje à tarde ela me liga dando a notícia do seu falecimento.
Padre Tenário, junto com o cônego Bento, foram os sacerdotes que se misturam com a história de Tapera. Se um dia escreverem um livro sobre seus principais personagens, ele estará nele. O padre era um cara legal, brincalhão e de sorriso fácil. Pessoa bondosa e dono de conselhos maravilhosos. Já vi ele fazer amigos voltarem a se relacionar, casais se acertarem e até famílias esquecerem da política para voltar a ser amigos, numa época em que a cidade era dividida politicamente e quem era de um lado não podia se relacionar com o outro. Imagine…
Padre Tenário mostrou sua força quando colocaram carinhosamente seu nome no pavilhão católico taperense: Tenarião. Anos mais tarde, quando da construção do Poliesportivo, tentou-se algo parecido, mas não vingou.
O velório de padre Tenário será à noite em Tapera e não será surpresa se for no Tenarião.
Vá em paz, padre Tenário. Missão cumprida e com louvor.
Aos meus amigos e leitores e até a quem não gosta de mim, desejo do fundo do meu coração um feliz e abençoado Natal. E hoje à noite, quando o Papai Noel chegar para entregar os presentes, lembre-se de duas coisas: 1º que muitas crianças não ganharão nada nesta noite mágica e 2º que os presentes não são o principal da festa, mas a reunião da família, com todo mundo junto alegres e felizes.
O real significado do Natal a gente aprende com o passar do tempo. E ele não tem preço.
Feliz Natal a todos.
Na noite desta terça-feira estive na Rádio Cultura de Tapera, participando da festa de encerramento do ano que o Marcelo Ricardo Haag promoveu. O amigo colocou na mesa um porco recheado, de fundamento. E a cerveja estupidamente daquele jeito. Foi bom ter estado com velhos amigos e ex-colegas e relembrar os bons tempos de rádio, lá nos anos 80 e 90, com o Zé Luiz, o Neri e a Ninha. Dá saudades de muitas coisas. O vice-prefeito de Tapera Volmar Kuhn também esteve lá.
Obrigado pelo convite, Marcelo. Um grande abraço, um feliz Natal e um maravilhoso 2016 a vocês e sua família. Extensivo ao pessoal da Cultura.
O Grêmio Esportivo América virá em 2016? E como virá? Vejo toda semana que as equipes da Série Ouro estão se reforçando e aqui em Tapera nada acontece. Como sempre, o pessoal deixará as festas e o período de férias passarem, para lá em fevereiro ou março começar a trabalhar e a montar o time para a competição.
E como todos os anos, o time terá o que sobrar no mercado, pois sem dinheiro, se obrigará a contratar o que estiver à mão, e sem a certeza de se montar uma boa e competitiva equipe.
E ai o time vai com o que tem, para cumprir tabela e para tentar ficar entre os oito. Esse é o objetivo anual. E se passar entre os 4 é lucro.
O fixo Daniel, um dos melhores jogadores da equipe em 2015, foi embora. Assinou com a ALAF, de Lajeado. O América perdeu um baita jogador.
Vamos ver o que nos espera 2016. Sinceramente, vou para mais um ano desconfiado, sem muitas perspectivas no futsal. E o que terá em quadra vai refletir na arquibancada e no dia a dia na cidade.
Algumas do futsal regional:
– O Arsenal não vem em 2016
– Javali renovou com a SASE
– Jarico vai treinar o Guarany
– Nuno renovou com o América.
Que venha 2016…