As pessoas de bem, que pagam os seus impostos em dia, para que o governo lhes dê em troca segurança, não estão sendo atendidas neste sentido. Na semana passada, aconteceu uma ação no interior de Colorado e a Brigada Militar daquele município não pode fazer muito com o efetivo que possui: 1 PM. Em Selbach, também faltam PMs, assim como em Tapera e Lagoa dos Três Cantos. E a Polícia Rodoviária Estadual de Tapera, num dia desses, estava apenas com um policial atendendo no quartel.
Diante disso tudo e de tudo isso que vemos no nosso dia a dia e também pela imprensa, fica a pergunta: a quem vamos pedir segurança? Para o governo do Estado, que está quebrado? Para a Justiça que, pesada e lenta, não consegue caminhar? A quem? Pobre de nós, pessoas de bem e pagadoras dos impostos que mantêm a capenga máquina do Estado trabalhando. Pobre de nós.
Toda exposição na mídia ajuda a pessoa a ser conhecida e também reconhecida, mas em excesso ela cansa quem ouve, vê ou lê. Isso ficou comprovado nas últimas campanhas presidenciais do Brasil pela turma da propaganda, paga a peso de ouro. Mas, vai dizer isso a quem tem um orgasmo quando na frente de um microfone, filmadora ou câmera fotográfica. Conheço um montão de pessoas assim.
Exposição excessiva cansa. Também conheço pessoas que mudam de estação, de canal ou até de página quando ouve ou vê uma figura carimbada.
Na semana passada, uma motorista de Espumoso bateu seu carro em outro, que estava estacionado, em Passo Fundo. A mulher deixou seu telefone no para-brisa do veiculo parado, para que lhe ligasse para acertar o conserto. Não é de se acreditar, mas ainda existe gente séria neste País, onde a corrupção e a impunidade campeiam soltas. Quando vejo que o DNA da corrupção está em nosso sangue e aparece gente séria aqui no Rio Grande do Sul, me parece que este País e sua gente têm jeito, sim.
Tomara que essa honestidade e seriedade tomem conta dos brasileiros, de norte a sul e em Brasília, também, todos os dias do próximo ano e não apenas nesta semana de Natal e na próxima de final de ano.
O Brasil será do tamanho que o seu povo quiser o dia ele quiser que isso aconteça. E só depende dele.
O País está em polvorosa por conta desta ameaça de impeachment da presidente Dilma. Eu, sinceramente, não acredito que aconteça e acho que não é o momento agora. Agora, o caso é dela terminar o que iniciou e deixar tudo pronto para quem vier em seguida.
Não tem nada de golpe neste processo e a presidente não está indiciada em nada e não está envolvida em nada. E seu nome não aparece em nada, a não ser nas tais “pedaladas”, algo bastante comum no Executivo. Os casos de Dilma e Collor são bem deferentes.
Deixem a mulher lá. Ela que fez o “buraco” que o tape e vamos para 2018, nas urnas. Será lá que o povo dirá se quer mais 4 anos de PT ou não.
Tenho um amigo, doente do PT, daqueles que come, dorme e respira sobre a estrela vermelha e que seguidamente me apedreja pelas minhas opiniões contra ao seu partido, que na verdade são contrários ao governo. Agora estou defendo a candidata dele. Vamos ver se ele tem a grandeza de me elogiar. Mas, vou esperar sentado, com o “kit” na mão e com muito bom humor. Como sempre.
Ah! E o ministro Levy pediu para sair.
A corrupção não é uma invenção brasileira, mas a impunidade é. E é preciso uma legislação contra a corrupção e a impunidade. Os movimentos de rua devem atingir diretamente nossos legisladores que não colocam prioritariamente o bem coletivo sobre o particular, que é conseguido através de acordos ou conchavos partidários que beneficiam a si próprios.
No último dia 09, foi celebrado o Dia Mundial de Combate à Corrupção e os dados do relatório da Transparência Internacional informam que o Brasil, que ocupa a 69ª posição entre 175 países analisados, é o País que mostra maior crescimento nesta modalidade. Deve encerrar 2015 de forma brilhante, ficando entre os mais corruptos do mundo.
É pracabá!
O goleiro Lavoisier, que jogou na seleção brasileira, na ACBF e em outros grandes clubes, quando em Carlos Barbosa, quando a equipe jogava em casa, ele chegava ao ginásio uma hora antes para atender seus fãs e as categorias de base da ACBF. Chegava no ginásio, acomodava sua família na arquibancada, e se dirigia à quadra para atender a criançada, antes de ir para o vestiário, com fotos, autógrafos e cumprimentos. Era uma festa aquilo, dizem.
O que quero dizer é que os pequenos valorizam e muito seus ídolos e querem ser notados por eles, afinal eles são seu espelho para o futuro. E tratar bem um fã não é nada difícil, convenhamos. Isso é ser profissional. É ser grande.
Certa vez um professor aqui em Tapera e um menino que joga nas escolinhas do América se queixaram que os jogadores do time principal não “davam bola” para a gurizada, o que é lamentável. Talvez por isso é que o América não seja popular no município. E para o próximo ano, o grupo terá de aprender a valorizar as categorias de base de forma a ter mais gente na arquibancada, afinal não custa nada prestigiar a garotada, nem que seja com um simples sorriso.
Uma coisa que me deixa louco da vida é ver boleiro saindo de ônibus, com fone de ouvido e correndo, evitando o contato com a torcida. Isso é trairagem absoluta, afinal são aqueles esquecidos, apaixonados e iludidos que bancam os polpudos e irreais salários da ilha da fantasia que é o mundo da bola.
Ídolo o é por força do seu encantamento com a torcida, dentro e fora da quadra ou do campo, e isso precisa ser sabido.
A humildade é o grande diferencial entre os seres humanos. Conheço gente, com grande potencial, que poderia ter galgado grandes postos, mas que não logrou êxito exatamente pela falta de humildade.
A juíza Marilene Parizotto Campagna, diretora do Fórum de Tapera, em sentença datada do dia de ontem (15/12), pronunciou Jairo Paulinho Kolling, autor da morte do padre Eduardo Pegoraro, no último dia 22 de maio, em Tapera. O mesmo foi pronunciado por homicídio consumado, duplamente qualificado por motivo fútil e pelo fato ter sido cometido mediante recurso que dificultou a defesa da vítima (Eduardo Pegoraro); e por homicídio tentado, triplamente qualificado por motivo fútil, por ter sido cometido mediante recurso que dificultou a defesa da vítima (Patrícia Haunss Kolling) e, por fim, por ter sido cometido contra uma mulher.
Foi afastada a qualificadora motivo torpe, por ser incompatível com a do motivo fútil.
Jairo Paulinho Kolling irá a júri popular, sem data definida, ainda. Antes, a defesa terá prazo de uma semana para recorrer ao Tribunal de Justiça do Estado. Após este prazo, a juíza Marilene marcará a data do júri. Enquanto isso, Jairo permanecerá em liberdade até o dia do julgamento.
Na tarde da última quinta-feira (10), às 16h, estive na Câmara de Vereadores de Tapera participando de importante reunião sobre dengue, chikungunya e zika vírus. A Administração Municipal, através da Secretaria Municipal da Saúde, é quem a convocou por que o Rio Grande do Sul, assim como o Brasil todo, está em alerta contra essas doenças.
Na reunião, que teve a participação de empresas, escolas, hospital, entidades e imprensa local, a secretária de Saúde de Tapera, Lizete Orth e equipe, colocou a situação da dengue no município. Pelas colocações a coisa está bem complicada aqui. E pode piorar. Segundo Betão Rech, responsável pela dengue em Tapera, em um ano os focos saltaram de 06 para mais de 100. O mosquito Aedes aegypti está entre nós, em grande quantidade, mas ainda não está infectando com a doença.
A secretária Lizete, por sua vez, disse que, em caso de uma epidemia a coisa ficaria complicada por aqui. Aliás, por toda parte, pois não existe vacina ou remédio contra a doença, não existe gente suficiente para atender todos os infectados e não existe local suficiente para acomodar e atender a todos eles. Imagine a coisa aqui em Tapera, a título de ilustração. Se Tapera tivesse uma epidemia de dengue. Imaginemos que 20% da população ou 2.000 pessoas tivesse sido infectada. Não existe remédio contra a doença, não existe profissionais suficientes para atender a todos e o Hospital Roque Gonzalez não tem leitos suficientes para abrigar, nem gente para atender a todos. Ai se pensaria em Passo Fundo, em seus dois hospitais, mas nem lá isso seria possível. E se toda a região tivesse sido infectada e procurasse Passo Fundo ao mesmo tempo?
Na reunião, o pessoal da saúde mostrou fotos perturbadoras pela sua agressividade em que apareciam pessoas infectadas pela dengue e pelo trágico fim que tiveram. Fotos de crianças portadoras de mocricefalia, doença que as afeta fazendo-as nascer com a cabeça deformada, também foram mostradas. Muito triste aquilo. Aliás, a secretária, orientada que foi, pediu às mulheres que não engravidem neste ano e nem no próximo e que as que estão grávidas que se protejam com roupas compridas, expondo o corpo o mínimo possível.
Também foi dito que os agentes de saúde estão tendo problema para entrar nas propriedades para uma averiguação, pois o pessoal não os está deixando entrar. Isso acontece nos bairros e também no centro. Acho que uma medida extrema, a judicial, resolveria isso. O mosquito da dengue está ai e a doença, felizmente, por enquanto, ainda não, mas não se pode viver sossegado sabendo que o vizinho tem seu pátio ou terreno sujos, cheios de lixo que acumulam água e possam servir de maternidade para o mosquito.
Acho que o pessoal deveria bater fotos da propriedade do seu vizinho e encaminhar para a imprensa, sem dizer nome e o endereço para que Tapera saiba o que anda acontecendo aqui. Acho que com uma “exposição” dessas, os proprietários, pela necessidade e pela vergonha, darão um jeito na sua propriedade. É preciso que sejamos persistentes agora e estarmos todos atentos a isso, pois daqui a pouco poderá ser tarde.
Imagine você ter um familiar infectado pela doença ocasionada pelo lixo do seu vizinho. Ou o próprio vizinho fazendo mal para um dos seus. Isso parece pouco provável, mas daqui a pouco poderá não ser.
Você, ai na sua casa, fique bem esperto com o acúmulo de água, por que numa inofensiva tampinha poderá surgir a doença que poderá causar uma grande dor de cabeça na sua família, isso se não acontecer algo bem pior a ela.

A Câmara de Vereadores de Tapera vota daqui a pouco, às 19h, o projeto de lei 006/2015, de autoria do vereador Claudio Leonir Schultz (PDT), da bancada governista, que propõe a diminuição do subsídio dos vereadores taperenses, de R$ 2.617,00 para R$ 1.000,00. A proposta vale para a próxima legislatura, quem assume em 01 de janeiro de 2017.
Bem que a comunidade poderia dar uma conferida na sessão, afinal a coisa também é do interesse dela.
Hoje, 14 de dezembro, faz 40 anos que o Rio Grande do Sul começou a ser conhecido no Brasil, no cenário esportivo. Nesta data, o Inter batia o Cruzeiro, no Beira-Rio, na final do Campeonato Brasileiro, por 1 a 0, gol de don Elias Figueroa Brander, o maior zagueiro central que passou por este País, vindo do Chile, e levantava seu primeiro grande título. Fora Rio e São Paulo, o Brasil começava a olhar aquele Estado mais ao extremo sul com outros olhos.
E o que era aquele time de 1975? Foi, sem a menor dúvida, o maior da história centenária do clube com Falcão, Figueroa, Carpegiani, Valdomiro, Caçapava, Manga, Lula e outros.
Depois disso o time conquistou mais dois Brasileiros, sendo um deles, o de 1979, de forma invicta, algo que ainda não foi batido em um campeonato que tinha mais de 90 clubes; um Mundial de Clubes FIFA, duas Libertadores, duas Recopas, uma Sulamericana, uma Copa do Brasil e 41 Gauchões.
Me desculpem os amigos gremistas, mas não posso deixar passar batida essa data.
Parabéns a todos nós, colorados. Pena que estamos a quatro anos sem um grande título o que para quem se acostumou a ganhar tudo, fica muito difícil passar um ano sem vibrar com alguma grande conquista.
