Na última sessão da Câmara de Vereadores de Tapera, a primeira desta legislatura, realizada no dia 06, o presidente Neri dos Santos informou que o Centro Administrativo, onde localiza-se o Legislativo, poderá receber um elevador. E já não era sem tempo, pois quando se fala tanto em acessibilidade, o CA faz o caminho inverso. Com o elevador, cadeirantes e pessoas com deficiência de locomoção, poderão acessar o segundo piso da Prefeitura com tranquilidade e segurança.
Na final do Futsal em Tapera, na sexta-feira, 03/03, um atleta sofreu um acidente e, por alguns minutos, permaneceu deitado no chão imóvel, deixando todo mundo no Poli com o coração na mão. Inclusive eu. E o pior de tudo é que as pessoas, no intuito de ajudar, acabam atrapalhando por não saber o que fazer. E todo mundo opina como que soubesse alguma coisa. Na verdade, numa situação de perigo o ser humano não sabe o que fazer. Não consegue pensar e pode fazer bobagem. Assim, que tal nos próximos jogos ter uma equipe de socorro no ginásio ou no estádio? Só por garantia. E numa situação de perigo eles sabem exatamente como proceder. Fica aí a dica.
Na sessão extraordinária da Câmara de Vereadores de Tapera, realizada no dia 21, tivemos uma noção do que serão os próximos quatro anos na Casa.
Pelo que vi e ouvi em plenário, a situação, maioria, terá de se esforçar bem mais para defender o governo no Legislativo por conta da oposição que desta vez está bem preparada para enfrentá-la e deu mostras disso com conhecimento de causa e interesse pelas questões. Deveremos ter bons debates e também embates na Câmara, prevejo.
O novo governo municipal fez bem em iniciar uma aproximação com os vereadores, especialmente os da oposição, afinal muita coisa será decidida em quatro anos no anexo bem em frente ao gabinete. E, o fato de ter a maioria na Câmara, não é garantia de nada.
Aliás, somente com o passar do tempo é que o Executivo saberá com quem poderá contar quando um projeto “cabeludo” der entrada na Câmara. Vereador situacionista tem obrigação moral de acompanhar o governo em tudo, mas ele contata a população quase que diariamente e sabe o que ela pensa e deseja. Assim… E existem consequências logo ali na frente por uma decisão tomada.
Outra coisa. Haverá momentos nas sessões que as opiniões se dividirão sobre um assunto e aí deverá haver muita habilidade para negociar. O que não pode é deixar acontecer o que aconteceu na legislatura passada, quando a situação, com seis cadeiras, perdeu duas, numa barbeiragem política jamais vista e que no final do ano todos sabemos o que aconteceu. Assim, é bom andar com extrema cautela e observando sempre o terreno, que é escorregadio.
Hoje, a Câmara de Vereadores de Tapera está dividida em 5 a 4 para a situação. Mas, será que este número se manterá até dezembro de 2020? Muita coisa poderá acontecer em quatro anos e muitos fatores serão levados em consideração no momento de uma votação. Fidelidade existe, mas não a todo momento, até por que todos temos nossos próprios interesses.
O Legislativo taperense inicia a 16ª legislatura nesta segunda-feira, 06/03. E as sessões são abertas à comunidade.
O lançamento da 3ª Copa Alto Jacuí de Futsal, bem como o sorteio dos jogos desta edição, serão realizados no próximo dia 13, segunda-feira, no Clube Aquático de Espumoso.
A organização do evento neste ano estará a cargo da SASE de Selbach.
O América de Tapera corre atras do TRI.
“Procura conviver entre pessoas que te ensinem a caminhar entre as estrelas; porém, quando encontrares a luz, não a negues aos que ficaram nas trevas”.
Desconheço a autoria
Minha conta de luz chegou e, para minha alegria, veio com aumento. E como é bom aumento nas coisas, não? O cara pega o boleto e fica radiante de alegria na frente do caixa eletrônico.
Aí lembrei da redução que a Dilma deu de 20% e o meu aumento girou na faixa dos 60%. É mole?
Numa barbeiragem do governo, para faturar politicamente, o governo deu uma coisa e o resultado foi bem desagradável, agora. Como é bom ser consumidor neste País. Melhor ainda é ser eleitor nele.
Tem um pessoal aí que deseja instalar uma empresa aqui na região e está encontrando dificuldades de obter incentivo e uma área da Prefeitura. De repente, pela ideia que os caras têm, conseguirão isso bem rápido e fácil em outro município. Isso se não aparecer mais de um interessado em ter a planta e o serviço no seu território. A fila anda.
Nesta semana, o vereador Álvaro Fornari Salvatori (PDT), de Arvorezinha, entregou R$ 1,2 mil ao Hospital São João do seu município. O valor corresponde a 40% do subsídio recebido do Legislativo.
Segundo ele, a doação é uma promessa de campanha e tem como intuito demonstrar seu descontentamento com os altos salários e abusos de diárias na Câmara de Vereadores.
Aos 50 anos, Salvatori foi eleito pela primeira vez. Ele trabalha na agricultura e destaca que não pretende se manter com o salário ganho na Câmara. “Tiro meu sustento da terra e não quero me aproveitar da minha função de vereador para ganhar dinheiro”, justificou.
Álvaro Salvatori participou do “Mobiliza Arvorezinha”, campanha popular que buscava diminuir os custos com salários, diárias e cargos de confiança na Câmara de Vereadores.
O edil destaca que enquanto os valores não forem reduzidos na Casa, continuará doando 40% da sua remuneração para outras entidades e até para os bombeiros.
Atualmente, cada vereador de Arvorezinha recebe R$ 3,5 mil por mês. O presidente da Casa recebe R$ 5 mil.
Transbordando cidadania, responsabilidade e respeito.
“As pessoas dividem-se entre aquelas que poupam como se vivessem para sempre e aquelas que gastam como se fossem morrer amanhã”.
Aristóteles
, almoçando no Parque de Exposições de Tapera, nos lembramos que lá, nos anos 60 e 70, era a praça de esportes do Botafogo, clube que duelava com Guarani, cujo campo ficava no bairro Elisa, e América. E o seu campo ficava exatamente ao lado da estrada velha para Selbach.
Naquela época se fazia jogos com equipes da região e tudo era marcado pelo rádio, nos programas esportivos da Rádio Ibirubá e mais tarde pela Planetário de Espumoso. A Gazeta de Tapera, atual Cultura, pegou uma outra época.
Os tais jogos eram marcados nas segundas-feiras. Um time desejava jogar com outro e fazia o convite pelo programa, aguardando o retorno no dia seguinte. E o tal time se manifestava acertando o embate. Não havia celular e telefone convencional era artigo de luxo naquele tempo. Era tudo pelo rádio. Além disso, as equipes acertavam ainda uma quota de participação: almoço ou bebida.
E todo final de semana havia jogo, em duas categorias: principal e “segundinho”, que revelou muito craque na região. Era uma festa o pessoal passar o dia fora. Os caras não viam a hora de chegar o domingo para ir jogar. E a viagem acontecia de caminhão, Kombi ou ônibus. E não pegavam ninguém em casa como hoje. Todos eram responsáveis e estavam no ponto de saída bem antes da hora marcada.
Aqueles jogos eram uma festa e reuniam muita gente na comunidade. O almoço tinha casa cheia e os clubes faturavam uma boa grana com o público que reunia, local e visitante que, sem atrativos nas suas cidades, iam em massa acompanhar seu time.
Fico imaginando isso hoje em dia com toda essa tecnologia e facilidades à nossa volta. Aliás, nem mais times de futebol temos e poucos são os interessados em jogar bola. Craques, andam escassos atualmente. Tem bastante esforçado aí. A coisa mudou muito nestes mais de 40 anos e mudará ainda mais daqui por diante por conta da velocidade do mundo em que vivemos.
E nos próximos 40 anos, como será?