Após 40 anos de atividades, a Liga Feminina de Combate ao Câncer de Soledade (LFCCS) poderá fechar suas portas por falta de dinheiro. A informação é da vice-presidente Ana Maria Freitas e veiculada no site da Rádio Cristal de Soledade.
Segundo a matéria, a Liga se mostrou descontente com a Prefeitura de Soledade que repassou R$ 29 mil ao X Rodeio Crioulo Internacional, que aconteceu recententemente, enquanto a entidade, que realiza intenso trabalho social no município com pessoas doentes, não recebe nada dela.
Enquanto isso, aqui em Tapera, a Liga Feminina, que deve ter perto de 15 anos, faz um trabalho belíssimo andando com suas próprias forças através de suas várias campanhas anuais com apoio da comunidade local que, quando chamada, acorre para ajudá-la. E a Liga taperense não recebe nada da Prefeitura.
A Liga Feminina de Combate ao Câncer de Tapera presta um grande e maravilhoso serviço aos taperenses. Somente quem teve contato direto com ela sabe disso.
Parabéns às senhoras por sua dedicação e doação.
Os brasileiros jamais entenderão sua Justiça por conta de suas leis. Primeiro, ela libera Suzana von Richthofen para cursar Administração, em uma universidade católica paulista, após participar da morte dos seus pais, em 2002. E agora, o goleiro Bruno foi liberado depois ter matado e sumido com o corpo de Eliza Samudio, em 2010.
Dois crimes hediondos que a Justiça brasileira libera como se as pessoas em questão tivessem pago por seus atos e aptas a retornar ao convívio da sociedade. Mas, é assim mesmo? Tão simples, assim? O maior imbecil do mundo não entende o que acontece no Brasil por conta de suas leis.
Definitivamente, perdemos a vergonha na cara, pois pelo visto matar não é nada. É coisa banal vista aos olhos da lei. E os que ficam? A lei se importa com eles? E por que se importaria, né?
O Brasil é de fato o País da bagunça e da impunidade. Devem rir muito da gente lá fora.
“Numa república corrompida fazem-se muitas leis”.
Sêneca
Por sorte, não tem a ver com nós.
Estamos todos de parabéns. Apesar de poucos bailes de Carnaval na região houve muita festa em todos os seus municípios. E o pessoal passou da conta na comemoração. Muita bebida e outra “cositas mas” foram consumidas em larga escala. Mas, o que importa é que a Polícia Rodoviária Estadual de Tapera não registrou nenhum acidente com morte em suas rodovias. Maravilha isso. Mostra que estamos ficando espertos e que, estamos sabendo que, ou pegamos o copo ou a estrada, pois os dois juntos não dá.
E nossas famílias poderão comemorar o feriado de Carnaval, sem bailes, com toda a alegria do mundo, afinal todo mundo voltou para casa, com muita ressaca ou não, e poderá esperar pela próxima festa.
Nós somos demais. Viva nós!
Dias atrás escrevi que a Praça Central de Tapera estava às escuras e não estava bonita. Teve gente que concordou comigo e teve quem não concordou. Não importa isso. Importa, sim, é que a Administração viu que a coisa não estava como pensava e mandou uma equipe da Secretaria de Infraestrutura dar uma geral lá. Pois, o pessoal iluminou o local, pintou os brinquedos, deve ter reformado alguns deles, e limpou e fechou a área. Está bonita a nossa Praça.
E é assim que funciona a coisa. A gente expõe o problema para que seja solucionado por quem compete e depois se noticia a melhora e parabeniza pelo trabalho. Simples assim. Sem estresse.
A propósito. O Centro da cidade, com cordões e canteiros pintados de branco está muito bonito. Dá um ar de organização, respeito e orgulho na cidade. Bem que isso poderia ser sempre assim e não somente em épocas de festa. E quem não gosta de ver a sua cidade bonita?
E parabéns Tapera pelos seus 62 anos hoje comemorados. De tarde, 14h30, todo mundo na Praça Central para festejar.
Nesta terça-feira, 28/02, em pleno feriado de Carnaval, Tapera completa 62 anos. E a Administração Municipal montou extensa programação para comemorar o aniversário que se dará todo ele na Praça Central.
Veja a programação e participe das festividades.
Parabéns à nossa linda, querida e charmosa Tapera e que ela caminhe para se tornar cada vez melhor, e com a nossa ajuda.
Um exército de prefeitos gaúchos aterrissou em Brasília nas últimas semanas em busca de recursos públicos. E promoveram um verdadeiro “arrastão” pela Câmara dos Deputados e Senado Federal neste sentido. Vieram de lá comemorando com muitos papeis em suas pastas e fotos com parlamentares dos seus partidos e de outros, também.
Só que indicar e empenhar é uma coisa. Validade somente terá, e poderá ser comemorado, se tais valores baterem na conta das prefeituras. Antes, disso e com a economia do jeito que anda, é temoroso comemorar e até noticiar.
Aqui em Tapera muitos políticos anunciaram e comemoraram emendas parlamentares que jamais chegaram. Assim, toda prudência é pouca.
E ninguém apareceu, no último dia 21, para comprar as usinas de Mata Cobra e Colorado, de propriedade da Eletrocar. Segundo soube, o desinteresse foi devido ao alto preço pedido pela empresa. O estado das usinas também foi comentado.
Agora, a Eletrocar vai relançar o edital e o leilão deverá acontecer em duas semanas. A empresa pede R$ 19 milhões pelas duas, sendo R$ 16,5 mi pela Mata Cobra e R$ 2,8 mi pela Colorado.
Tomara que a Eletrocar consiga vender suas usinas e aplicar parte do dinheiro que receberá em melhorias nos serviços de distribuição, especialmente em Selbach, que deixa a desejar há décadas.
Foi só o Anderson deixar o Beira-Rio que o “novo” Inter aplicou duas goleadas em duas competições e ainda venceu a primeira no Gauchão. Não acredito em bruxaria, mas será que não havia algo enterrado no gramado do estádio?
E para não dizer que isso é coisa de Colorado, por que o Anderson foi revelado pelo Grêmio, o Coritiba, seu novo clube, ficou pelo caminho na Copa do Brasil. Já pensou se o “Coxa” for rebaixado este ano no Brasileiro?
Vamos ficar de olho.
Segundo o comando da Polícia Rodoviária Estadual de Tapera até o momento nenhum acidente foi registrado nas rodovias sob sua jurisdição. Parece que passamos o primeiro dia, ou noite, de Carnaval sem acidente. Que prossiga assim até a Quarta-Feira de Cinzas.
E vamos manter a distância bebida-volante. Pode-se beber, até se acabar, como diz um amigo, mas vivos. E de volta para nossas famílias, apesar da ressaca e da dor de cabeça.