Blog do Sarico

Moro continua sendo o cara


Segundo o Atlas Político, veículo que mede a popularidade das autoridades brasileiras, o ministro Sergio Moro continua sendo a figura mais popular do Brasil. Ele tem uma imagem positiva para 51,7% dos eleitores. Em julho, tinha 51,4% e em junho, 50,4%.

O ex-juiz da Lava Jato continua sendo o preferido dos brasileiros. Quem não deve estar gostando nada disso é o presidente Jair Bolsonaro e os cardeais que pleiteiam o Planalto, em 2022. E a esquerda, claro.

Em tempo. Bolsonaro precisa mais de Moro do que o contrário.

Tribunal engraçado


O STF quer por que quer o fim da Lava Jato, mas não abre mão de utilizar o dinheiro que a operação levantou, que era roubado, para ser utilizado no combate às queimadas na Amazônia.

Os capas pretas não são fáceis.

A propósito das queimadas. A Floresta Amazônica não queima. Não tem como queimar devido à sua umidade ocasionada pelos chamados “rios” voadores. O que está queimando são as áreas desmatadas para agropecuária que o governo federal precisa controlar e punir quem as pratica. Inclusive os que colocam fogo criminosamente para incriminar o governo federal e nutrir a imprensa marrom nacional e internacional.

Queimada em agosto sempre teve, inclusive aqui no Sul. Em nossa região. Quem tem um pouco mais de idade lembra da fumaceira que sempre havia aqui nesta época do ano.

Tem muita mentira no ar. E tem quem acredita nelas o que é lamentável.

Rodada da Liga Futsal Nacional em Tapera


O majestoso ginásio de esportes de Tapera (RS), o Poliesportivo, que viu grandes e decisivas partidas ao longo dos anos, será palco de importante jogo entre dois grandes clubes do futsal brasileiro que disputam a Liga Nacional Futsal. Atlântico, de Erechim (RS), e Corinthians, de São Paulo (SP), se enfrentarão pela competição na próxima segunda-feira (09), às 20h.

As duas equipes, em comum acordo, decidiram realizar a partida em quadra neutra e escolheram o Poliesportivo de Tapera por ser uma referência no Rio Grande do Sul pelas dimensões de sua quadra, segurança e capacidade.

E já que o América não propicia boas apresentações, vamos com este duelo de gigantes para acalorar a paixão taperense pelo futsal.

Quem for ao Poli poderá rever boleiros que passaram por Tapera e marcaram época no América como Batalha pelo Corinthians e Cléber, Silva e Giba, pelo Atlântico.

E vamos ver desta vez se o Poli lota, por que o América não está conseguindo levar gente até lá.

Em tempo. O jogo é de Liga Nacional e tudo será com os clubes. Sócio e patrocinador do América terão de pagar ingresso: R$ 10.

Pesquisa em Selbach


No último dia 15 de agosto, um grupo de fora do município foi visto fazendo pesquisa política em Selbach (RS), na cidade e no interior. E os caras, de fora da região, fizeram três perguntas aos entrevistados: 1 – Um nome para prefeito, fornecendo às pessoas cinco nomes, 2 – Avaliação do governo Serginho/Stelamaris e 3 – Se a pessoa era favorável ou não ao consenso.

Nos dias subsequentes sai à cata de informação. Pedi para cardeais dos dois maiores partidos do município, o MDB e o PP, quem pediu a dita pesquisa e qual foi seu resultado. Pois, ninguém assumiu a autoria da contratação da mesma, certamente temendo a legislação eleitoral.

Assim, acho que alguém pediu a pesquisa para medir sua densidade política no município tentando alguma coisa, pois a empresa contratada não veio a Selbach de graça.

Não se pode dar resultado de uma pesquisa neste momento por força de lei, mas existem inúmeras maneiras de dar o resultado. Sem estresse.

Alguém em Selbach tem estes números na mão guardados a sete chaves e na hora certa apresentará os mesmos ao seu partido. Ou não, dependendo do resultado.

A ditadura brasileira


Quem ouve a ex-presidente do Chile, Michele Bachelet; a Associação Brasileira de Imprensa (ABI), ao elogiar a Globo pelos 50 anos do Jornal Nacional; e a esquerda brasileira e mundial, o Brasil vive numa ditadura nos moldes de Cuba e Coreia do Norte. Olha, até onde eu sei, e pelo pouco que sei, não me sinto refém do Estado. Estou trabalhando normalmente, falo, escrevo e vou aonde quero e quando quero, volto, e ainda compro o que eu quero sem temor algum.

Alguém aí se sente um prisioneiro? E corre algum tipo de risco?

Vamos combinar. Vamos parar de falar bobagem. E isso serve também ao presidente Bolsonaro que precisa controlar sua língua. Não dá para falar tudo que vem à mente, ainda mais o chefe de uma nação democrática.

Se o Bolsonaro parar de retrucar seus desafetos tudo acaba. É que nem flauta de futebol. Um parabéns e tudo acaba.

A facada foi real, sim


A Folha de S. Paulo perguntou ao médico Luiz Henrique Borsato, que salvou Jair Bolsonaro em Juiz de Fora (MG), por que não houve sangramento abundante quando este levou a facada.

A resposta: “Quando o objeto penetrou o abdômen, abriu uma ferida pequena, de mais ou menos 3 cm. Não era uma grande lesão circunferencial, mas retilínea. A musculatura se contraiu e bloqueou a hemorragia externa. Havia sangue, claro, mas no interior do abdômen.

Segundo o médico ainda, o volume de sangue espalhado pelos órgãos pode ter chegado a dois litros.

Entendido?

A hora da verdade


Hoje à noite, Inter e Grêmio jogarão pela semifinal da Copa do Brasil pedindo passagem para a grande final. O Grêmio joga fora, no Paraná, podendo perder por 1 gol. Já o Inter, joga em casa, pelo empate. Será que vamos ter Grenal na final da competição?

Se isso acontecer, o Brasil inteiro estará de olho aqui no garrão do País e nós precisamos mostrar serviço e educação, dentro e fora do campo, e em todas as nossas cidades.

Para mim, quem está mais tranquilo é o Grêmio que joga melhor fora e tem uma baita vantagem. O Inter, apesar de jogar no Beira-Rio, enfrentará uma equipe que vem embalada.

O Inter começou bem a Libertadores e, na hora da verdade, desandou. O Grêmio, que estava praticamente fora do torneio na fase de grupo, está na semifinal dela. Competência é tudo.

Sou Colorado e o Inter está fora da Libertadores. Assim, que o Grêmio a conquiste, mas que o Inter fature a Copa do Brasil. O Inter já venceu um Grenal do século, em 1989. Se ganhasse outro eu não ficaria brabo.

Tenho um amigo gremista, daqueles com liberdade para tocar e receber flauta sem sobressaltos, que me disse que prefere a Copa do Brasil a Libertadores, pois senão nós os colorados ficaremos cinco anos (ou mais) lembrando deste feito.

Vamos ver. Chegou a hora da verdade, àquela em que as crianças vão para a cama mais cedo.

Boa sorte aos dois times e que se encontrem na final. E que uma vez nela façam bonito. Dentro e fora do campo.

4º Cachorro-quente Solidário é nesta quarta-feira


Nesta quarta-feira (04), acontece o 4º Cachorro-quente Solidário do Sekus Bar de Tapera (RS). Como haverá rodada dupla naquele dia pela semifinal da Copa do Brasil, com o Grêmio jogando contra o Athlético PR, fora, às 19h; e o Inter, em casa, contra o Cruzeiro, às 21h30, o cachorro-quente estará à disposição dos interessados a partir das 17h. Não é preciso assistir os jogos lá para participar desta etapa que beneficiará as escolas Dionísio e 8 de Maio do município. O pessoal poderá levar o seu para casa.

O evento é uma promoção conjunta do Sekus Bar, Padaria Dona Elza, Mercado da Fruta, Rádio Cultura, JEAcontece e Blog do Sarico.

E boa sorte à Dupla. E será que dará Grenal na final da Copa do Brasil?

Tem taperense pedindo passagem na música


O taperense Hélvio Noal Filho está se lançando na carreira artística. E o Noal, como é conhecido no meio musical, gravou seu primeiro single: Lola, que está no YouTube e você pode acompanhá-lo em http://www.noal.art.br/.

Noal já tem sua segunda obra pronta e será lançada nesta terça-feira (03/09), com a participação de outros dois taperenses: Bernard Simon, na produção musical, e Matheus Mombelli, que dirigiu o videoclipe.

O Noal, ou o “Helvinho”, como é conhecido aqui em Tapera (RS), é filho do Hélvio e da Marilu Noal.

E eu desejo ao menino que conheço desde cedo toda sorte do mundo, ele que saiu em busca do seu espaço. E quem busca espaço, com trabalho e dedicação, merece chegar onde deseja.

Sucesso, Helvinho.

A “Brasa” quer mais segurança


Na última terça-feira (28), estive no Centro Comunitário Padre José Soder, no bairro Brasília, aqui em Tapera (RS), participando da audiência pública sobre segurança promovida pela sua associação de moradores, a AMBB.

O evento contou com a participação de representantes do Executivo, Legislativo, Ministério Público, Polícia Civil, Brigada Militar, GAP e Conselho Tutelar. Quem faz e resolve estavam todos lá.

Pela importância do assunto e das presenças acho que a audiência deveria ter mais público. Os bairros em volta do Brasília estão sofrendo com o tráfico e o consumo de drogas. E a coisa anda insustentável naquela parte da cidade. A policia disse que faz sua parte, porem o tráfico é mais ágil que o Estado (polícia e judiciário), pois se um traficante é retirado de cena imediatamente outro ocupa seu lugar. E o tráfico só existe por que existe consumo. O MP e as policias informaram que somente poderão realizar melhor seu trabalho se houver a colaboração da população, denunciando, sem medo. Se bem que esta questão é como enxugar gelo, por que o problema não termina. A polícia prende e a Justiça condena ou solta e logo outros estão agindo, por que traficar é a maneira mais rápida de se adquirir bens em geral, sem falar que muitos traficantes ajudam na renda familiar com anuência da família. Foi dito que jovens roubam coisas de suas casas e saem pelo bairro para vender para comprar drogas. Os relatos feitos impressionaram.

Na audiência, o presidente da AMBB, Duio Siqueira, pediu às autoridades quatro câmeras de monitoramento para serem instaladas na escola, no Parque Guajuviras, no ginásio de esportes e na farmácia; também um módulo para a Brigada Militar e melhorias na iluminação pública no bairro e loteamentos.

O problema daqueles bairros existe, é grande e muito complicado e a tendência é só piorar. As comunidades poderiam ter participado da audiência e dado mais informações que possam amenizá-lo, o tráfico e o consumo de entorpecente. Se bem que o problema não é exclusivo de lá. O centro e os demais bairros enfrentam o mesmo problema aqui em Tapera. A “doença” está disseminada por aí e não faz escolhas.

Na real, o tráfico somente acabará se não houver consumo, pois sem consumo o traficante muda de ares. Tráfico é mercado e ele funciona assim.

Resumindo a “ópera” toda. O cenário somente mudará se: acabar o consumo, a comunidade ajudar a polícia denunciando estes e outros crimes, sem medo; e os pais começarem a se importar de verdade com seus filhos e vê-los como tal.