Nesta semana, conversando com um amigo de longos anos, lembramos de algumas histórias de Tapera (RS) e de sua gente. E aí lembramos de empresas que vieram e que foram e de pessoas que também vieram e se foram, mas também de outras que ainda estão por aí. E lembramos de cara de duas delas, dois barbeiros, cuja história se mistura com a do município: Lothári Junges e Sérgio Vieira.
O Sérgio, com toda certeza, deve ter mais de 50 anos de atividade, por que quando eu criança cortava o cabelo lá, no mesmo salão, ali na Rua Pedro Binni, ao lado da sapataria do Seu Gila, que também é muito antiga.
E o Lothári Junges é a própria história de Tapera, pois é mais antigo que o município, estando atuando a 80 anos, quando Tapera, como município, tem 65. Seu Lothári bateu na casa dos 93 anos e continua trabalhando, tendo seu salão na Avenida XV de Novembro, ao lado da farmácia do Magrão, com uma considerável lista de clientes de longos anos, inclusive com filhos e netos destes. E o homem, que lê muito, conhece muitas histórias do município e de sua gente.
Vale o registro desses dois personagens importantes que integram nossa história. E imagino quantos casos foram contados e lembrados nos dois salões, afinal a poltrona de uma barbearia, com seu relaxamento, é uma espécie de divã.
Grande abraço a estes dois velhos amigos.
O vereador Jacson Lauxen (PDT) entrou na Câmara de Vereadores de Tapera (RS) com 4 pedidos de informações ao Executivo Municipal:
009 – Deseja saber por que o Executivo Municipal descumpriu artigos na lei de doação de terreno à subseção da OAB local para a construção de sua sede.
010 – Qual foi o gasto do município com material publicitário. Denúncia anônima feita ao Legislativo. No pedido não aparece o período.
011 – Qual foi o gasto do município com oficinas mecânicas. Denúncia anônima feita ao Legislativo. No pedido não aparece o período.
012 – Como eram realizados os pagamentos das requisições para exames autorizados pelo município ao Hospital Roque Gonzalez, em 2016. Também, se estas requisições se encontram arquivadas na Secretaria Municipal de Saúde; e se a nova secretária de Saúde possui conhecimento das rasuras constantes nestes neste período.
Os quatros PI’s foram aprovados por 7 a 1 na última sessão ordinária, realizada na segunda-feira (21).
Projeto de Lei apresentado pelo senador Fabiano Contarato (Rede-ES), pretende criminalizar a hostilização aos profissionais de imprensa no Brasil. De acordo com o PL 4.522/2020, hostilizar um profissional de imprensa com o objetivo de impedir ou dificultar sua atuação, será um ato punido com pena de detenção, de um a seis meses, e multa.
Para o senador Contarato, essa medida é importante pois a liberdade de imprensa é fundamental para o exercício da democracia, mas esse cenário de ofensas, ameaças e violência contra esses profissionais está se agravando por todo o País.
O parlamentar lembrou o caso do fotógrafo do Estadão, Dida Sampaio, que foi agredido fisicamente em maio, durante manifestação na frente do Palácio do Planalto, em Brasília.
Nesta tarde, o Comitê de Enfrentamento ao Coronavírus de Tapera (RS) informou o 6º óbito no município. Trata-se de um homem de 78 anos, com comorbidades, que estava internado em Passo Fundo.
Casos confirmados no município são 119 e os recuperados 103. A média de recuperação é de 86,5%.
Tapera informou nesta tarde mais 06 casos positivados de Covid-19 no município, e o número total chega a 119. O novo grupo tem 01 homem de 55 anos e 05 mulheres de 27, 29, 30, 53 e 61 anos. Todo com sintomas leves e em isolamento domiciliar.
Como temos 99 recuperados, segundo o Comitê de Enfrentamento da doença, o percentual em Tapera supera os 83%, acima das médias estadual e nacional.
O “bicho” continua aqui. Vamos continuar nos cuidando.
Nesta semana, caminhando pela cidade, dei uma parada na Praça Dr. Avelino Steffens, aqui em Tapera (RS), para dar uma olhada nas obras, ela que está sendo revitalizada, e está ficando muito bonita, diga-se de passagem.
E olhando o parquinho de brinquedos, que deve estar deixando a criançada louca de vontade para brincar neles, lembrei dos brinquedos da minha época, completamente diferentes.
No meu tempo, o parquinho ficava no canto da Praça, em frente à Laurindo Motos. E ali haviam vários brinquedos de ferro e madeira e muita corrente. Tinha os balanços, as gangorras, aqueles vai e vêm, onde duas pessoas ficam nas extremidades fazendo força para o brinquedo ir de um lado para o outro; havia ainda uma roda onde a gente sentava e se segurava em uma barra de ferro e fazia força para aquilo girar rapidamente e ao mesmo tempo se segurar forte para não ser jogado para longe. Quem não se segurava saia “voando” pela velocidade alcançada. Quanto tombo se levou naquilo. Também tinha outra roda, maior e mais alta, com correntes que desciam do alto e na extremidade havia triângulos de ferro onde a gente se segurava. Se o brinquedo girasse rápido demais a gente decolava, literalmente, num ângulo de 90 graus. Tinha também um escorregador que deixava o calção bem limpinho e um outro de ferro, como uma goleira, onde a gente se segurava e ia de um lado ao outro. Tinha outros brinquedos na pracinha, mas estes eram os principais, os mais utilizados.
Brincar naquele local era uma alegria e deixavam nossas mães com os cabelos em pé pelo estado em que se chegava em casa. E quem nunca levou um xingão dela pelo estado das roupas e dos joelhos esfolados não viveu aquela época, onde não havia nada naquele recém-criado município.
Os brinquedos daquele tempo eram para nos preparar com saúde para a vida adulta e nós não sabíamos. Hoje, os brinquedos estimulam a inteligência das pessoas que não fazem exercícios. Fazendo um paralelo entre ontem e hoje, fico preocupado com o futuro, por que não se está dando valor à saúde.
Depois vieram as bicicletas e a gente esqueceu aqueles brinquedos até que um dia eles foram retirados de lá e a praça sofreu profundas transformações com o passar dos anos. Uma pena foi a retirada dos ciprestes que formavam belos caminhos internos e as calçadas com pedrinhas portuguesas que formavam belos mosaicos em preto e branco por toda ela.
A nova pracinha de brinquedos está bonita e pronta para receber a criançada com bastante protetor solar e boné devido ao forte sol de verão. Mas, elas poderão ainda brincar à noite, sem protetor.
O pessoal que foi pego pela Operação Lava Jato diz que ela cometeu vários excessos. Olha, como bandido nunca confessa sua culpa, como é que se deveria tratar quem transgride a lei? Fazer da maneira que eles querem? Aí não daria em nada e todos seriam inocentados. Aliás, nem crime haveria. Se bem que tem quem ache que tudo que aconteceu no Brasil num passado bem recente não existiu.
E se a direita e a esquerda se queixam a Lava Jato é por que ela está funcionando e fazendo a coisa certa.
O Brasil, em termos de lei, é uma vergonha. E se a coisa não funciona e não mudam é por que alguém deve estar se beneficiando com isso. E não é quem cumpre a lei e cumpre com suas obrigações.
A Apple, maior empresa de capital aberto do mundo e uma das gigantes da tecnologia mundial, é mesmo uma potência fantástica. E podre de rica. A marca da maça estadunidense está avaliada em 1,88 trilhão de dólares, algo em torno de 5,7 trilhões de reais. Será que é muito? É! Para se ter uma ideia o PIB do Brasil, a soma de toda sua riqueza, chega a US$ 1,84 trilhão. Que tal?
Imagina uma única empresa ter um PIB maior do que um País que alterna entre a 6ª e a 8ª economia do planeta.
Em tempo. A Microsoft comprou nesta semana a ZeniMax (vídeogames) por 7,5 bilhões de dólares (40,6 bilhões de reais).
Essas empresas de tecnologia, com os valores que mexem e valem, não são deste mundo.
Nesta semana, vi uma foto de um casamento realizado aqui em Tapera (RS), no Tenarião, lá nos idos dos anos 70. Devia haver mais de mil pessoas nele. Foi um festão, algo bastante comum naquele tempo. A decoração, por sua vez, não era aquilo que se vê atualmente, mas era muito pomposa para a época. E o prato? Churrasco, claro, com um monte de gente servindo.
Com o passar dos anos, os casórios se transferiram para o Clube Aliança, menor e com um público igualmente menor, algo em torno de 300 a 400 convidados. A decoração já era de outro nível, assim como a comida conforme mostrava outra foto.
Os casamentos também mudam conforme muda a economia. Até os mais abastados se contem na hora de comemorar algo importante para suas famílias. E os próprios noivos pensam de modo diferente de seus pais no evento. Isso quando não casam e passam a morar juntos, sem alianças, sem padre e sem testemunhas, algo igualmente muito comum nos tempos atuais.
E para o futuro, como será a coisa? Hoje em dia, a juventude não namora como antigamente. Antes, o pessoal se conhecia, namorava na casa da menina, firmava o compromisso e casava num curto espaço de tempo. Hoje, a gurizada quer saber é de se divertir, de se mostrar, de beber e fazer sexo. Nas festas, não vão para conhecer alguém para algo significativo no futuro, mas para curtir.
Pensando no futuro, qual será o da juventude de hoje se eles não estão preocupados com ele? E como serão as famílias do futuro?
Você já parou para pensar nisso? Aquilo que aprendemos com nossos pais, esqueçam. Passou e não volta mais. Enfim, o que está vindo aí?
No começo do ano, publiquei aqui cinco perguntas para que os leitores se manifestassem a respeito dos temas. Queria saber sua opinião. Pois, estando em setembro, quatro delas já foram definidas.
A primeira pedia se Lula seria solto ou não. Ele foi. 66,6% erraram o palpite.
A segunda, se Sérgio Moro deixaria ou não o governo. Ele saiu em maio. Todos acertaram (100%).
A quarta, se o América viria ou não para a temporada. Não veio. Metade acertou (50%).
A quinta, se a coligação em Tapera (RS) continuaria. Ela continuará sem o PDT. Todos erraram (100%).
A que ainda não é conhecida é a terceira, se o Inter seria ou não campeão neste ano. 66,6% disseram que não.
A propósito. Com as duas últimas derrotas até eu, vermelho, começo a duvidar.