Nesta segunda-feira (07), Tapera (RS) informou mais 10 casos positivados de Covid-19 e o número total chega a 340 no município.
Por enquanto, a maioria desses casos é leve por aqui, com isolamento domiciliar, mas não convém abusar da sorte. De repente, a doença resolve pegar um organismo jovem e atacá-lo com força e aí…
Vamos nos cuidar, evitando aglomeração e usando máscara e álcool gel.
A coisa ainda não passou e poderá vir mais audaciosa.
Uma coisa que não entendo e jamais entenderei é a relação da imprensa com a polícia e os bandidos.
Quando a polícia mata um bandido a imprensa cai de pau em cima dela e o pessoal aproveita para fazer o mesmo nas mídias sociais. E quando um policial cai vitimado por um bandido todo mundo se cala, inclusive a imprensa que, se comentar o assunto, o faz muito brevemente.
Por quê isso?
E quando o perigo bate à sua porta as pessoas recorrem a quem? Aos bandidos?
Enfim, o que será que aconteceria se a polícia, toda ela, de norte a sul, entrasse em férias por 30 dias?
Diga aí.
O professor taperense Reimundo Vicente Werlang, preocupado com a proliferação do mosquito em todos os lugares, sem que haja eficiência no seu combate, decidiu editar um livro infantil: “A libélula e suas flores amarelas”, com desenhos coloridos, explicando, principalmente às crianças, como se combate o mosquito que tanto mal causa ao homem, especialmente a Dengue.
No livro, o autor cita a crotalária, planta bela e amarela, que atrai a libélula que por sua vez se alimenta das larvas do mosquito, evitando assim sua proliferação. Além disso, a libélula serve de alimento aos pássaros.
Conforme o professor Vicente, o livro foi adquirido pelas prefeituras de Tapera, Selbach e Espumoso para serem distribuídos a seus agentes de saúde e endemias e também aos alunos da educação infantil. A Sicredi Integração Rotas das Terras também adquiriu a obra para distribuir nas suas agências pela região.
O educador sabe que toda mudança começa com as crianças.
Na quarta-feira (02), no programa Timeline, da Rádio Gaúcha, os jornalistas David Coimbra e Kelly Matos falaram sobre o ataque ao banco de Criciúma (SC) e, lá pelas tantas, o David fala debochadamente que os bandidos gaúchos deveriam seguir o exemplo de seus colegas de Criciúma respeitando a população, numa clara apologia ao crime, com a Kelly rindo do comentário debochadamente.
O fato indignou parte da comunidade gaúcha que não concorda com a opiniões dos dois ilustres colegas. E empresas de renome como Santa Clara, Stara, Biscoitos Zezé, Unicred, Sebrae e Vinícola Salton vieram a público com nota de repudio e anunciado sua retirada da lista de patrocinadores da RBS.
Ora, desde quando existe contraventor bom e ruim? E desde quando se pode infringir a lei impunemente? Esse País anda aos cacos, mas aqui ainda existem leis e gente disposta a faze-las cumprir.
O Grupo RBS, sentindo o impacto no bolso, dará um puxão de orelhas na dupla de engraçadinhos por conta do lamentável comentário, isso se não os colocar no corredor de saída aproveitando o enxugamento que as empresas de comunicação estão fazendo em todo o País.
Lembrei de uma máxima do tempo do Epa: “Em boca fechada não entra mosca”.
Por outro lado. Veja a força das redes sociais. Antigamente, quando é que ouvintes e leitores poderiam se manifestar e questionar a imprensa? Era impossível. Mas, hoje em dia, a coisa é na hora. E não é preciso enviar correspondência ou marcar hora para se opinar ou protestar. E funciona.
A pandemia deu uma parada no Brasil para participar da campanha eleitoral e após eleger seus candidatos, ou não, voltou para nos atormentar a todos. Aqui em Tapera (RS) a coisa degringolou nestas duas semanas. Nos últimos dias, apareceram novos casos e o número total chega agora a 330. Que tal?
Galera, o “bichinho” está aí e qualquer bobeada ele derruba e até pode “ensacar”, se é que você me entende.
Agora, nesta “segunda onda”, os jovens deverão tomar muito cuidado. É hora de ficarmos de olho nas aglomerações, no uso de máscara e do álcool gel.
Vamos nos cuidar, pois o cara aquele que teme apenas a kriptonita não existe na vida real.
Como o Estado do Rio Grande do Sul encontra-se em bandeira vermelha devido à pandemia, o último decreto estadual mudou as regras. Assim, os municípios não poderão alterar o que está em vigor até o próximo dia 14.
Atenção para as novas regras:

Na segunda-feira (31), o Legislativo taperense aprovou, por unanimidade, projeto que altera dispositivo no Código de Posturas do Município, que trata sobre o horário de funcionamento do comércio em Tapera (RS). A solicitação partiu da ACIT.
Com a alteração, as empresas ficam livres para trabalhar, especialmente nesta época de Natal, sem a interferência do sindicato. A mudança não atingirá a legislação trabalhista e demais normas legais vigentes. O que está garantido por lei será mantido e haverá negociação direta entre patrão e empregado, se necessário.
O empresariado taperense se queixava de que, como estava a lei, ficava alijado para trabalhar por conta do horário de trabalho imposto pela legislação. Com a modificação, o comércio poderá ficar aberto até mais tarde no final do dia e também nos sábados à tarde e até nos domingos, possibilitando às pessoas poder sair de casa para visitar as lojas em busca de algo que lhe interessa, especialmente presentes.
A alteração da lei em Tapera é um avanço, uma vez que é o empresário quem arca com toda a despesa de salários e impostos e ainda gera empregos, e nada mais justo que possa ter um tempo maior para faturar, principalmente nesta época do ano.
Talvez, a partir deste final de semana, os taperenses que passarem pelo centro e adjacências, à noite, nos sábados à tarde e também nos domingos, verão as lojas abertas o que é bom, uma vez que a internet trabalha 24 horas por dia e não retorna nada ao município, nem gera empregos nem paga salários.
O percentual de abstenção nestas eleições no Brasil foi muito alto chegando a 30%. Mais de 44 milhões de eleitores não foram às urnas. Em Santa Maria (RS), por exemplo, ela chegou a 1/3 do eleitorado, ou seja, mais de 63 mil eleitores. Será que o brasileiro começou a perceber que a política e os políticos precisam mudar?
E a tendência é que esse número aumente de agora em diante com ajuda da internet. Inclusive, o vice-presidente Hamilton Mourão questionou a obrigatoriedade do voto com estes 30% no País.
Será que o brasileiro está ficando ligado? Prefere pagar R$ 3,51 de multa e não comparecer para votar, o que convenhamos, não é nada bom.
Chegará a hora que alguém terá de mudar. Ou os políticos ou o povo.
Com a morte de Maradona, recebi inúmeros vídeos de jogadas dele nos grupos de WhatsApp.
Chama atenção que em todos Maradona aparece sempre indo para cima do seu marcador, com dribles desconcertantes, sempre em direção ao gol, e que normalmente resultavam em alteração no placar.
Hoje em dia, que jogador faz isso? Nossos craques atuais preferem tocar para o lado ou recuar para o goleiro. Parece que o zagueiro à sua frente é uma barreira intransponível.
Craque mesmo é aquele que pega a bola e vai para cima dos “João”, como Garrincha chamava seus marcadores. Outra coisa. Quem viu Pelé jogar, mesmo que pela televisão (em P&B), viu ele jogar para o lado ou recuar para o goleiro?
Craque é aquele jogador que coordena o time, chama a responsabilidade para si, joga para o time, dá passe para alguém melhor colocado marcar e só marca quando está só ou bem colocado. Isso é um craque. O resto é esforçado.
Que saudade daqueles tempos em que os caras jogavam bola em direção ao gol e não pensavam no que iriam comprar depois da partida.
Em fevereiro, a Cotrisoja, cuja sede fica aqui em Tapera (RS), vai escolher seu novo Conselho de Administração e o processo sucessório começa hoje (01), com a escolha da sua nova Liderança.
A Cotrisoja tem um processo sucessório bastante complexo, diferente do habitual. Suas 11 regiões indicam um nome para o Conselho de Administração, podendo assim aparecer vários candidatos. Após, o nome escolhido de cada região vai para um grupo chamado Liderança, composto por 61 pessoas, que por sua vez, indica um nome para ser levado à assembleia geral, em fevereiro, para ser apreciado. Na verdade, serão escolhidos os dois mais votados, que serão o presidente e o vice da Cooperativa.
Até o momento, três nomes de peso se colocaram à disposição do associado para concorrer ao cargo máximo na Cotrisoja: o atual presidente Gilberto Seibel, o ex-presidente Adriano Borghetti e o ex-diretor Cristiano Scher.
Todos três me confirmaram serem candidatos.
Pelas regras da Cooperativa, poderão aparecer outros nomes no processo.